Desde os tempos da invenção da roda, já praticávamos a inovação.
Um dia, um raio fez fogo, e o homem, além de ter ficado assustado e maravilhado com aquele fenômeno, aprendeu a utilizar aquele calor para se esquentar, e também para assar sua comida. Da pedra lascada aos nanomateriais, passando pela roda, demos realmente um grande salto tecnológico. A curiosidade e a necessidade fizeram o homem estabelecer uma enorme gama de desenvolvimentos em todas as áreas do conhecimento. Esses desenvolvimentos, quando aplicados para o bem, proporcionam conforto, saúde, prazer, entretenimento, produtividade, segurança, e tantos outros benefícios à nossa vida.
A prática da inovação já está impregnada na condição social do homem há várias gerações. E se isso está certo, fica a dúvida: por que ela ganhou tanto destaque nos últimos 10 anos? Seja nos fóruns empresariais ou governamentais, nas propagandas de TV, nos artigos científicos… a inovação está entre os conceitos mais citados atualmente no mercado. Recentemente, ao comentar sobre o meu trabalho com um motorista de táxi, ele ditou: “quem não inova nos tempos atuais está morto empresarialmente”. Isso mostra que a importância da inovação já está disseminada por toda a sociedade.
Mas, retomo, por que isto está acontecendo nos últimos anos? Seria muita pretensão minha determinar exatamente a razão dessa “febre” de inovação, mas arrisco algumas pistas. A inovação como vivemos hoje - tecnológica e de gestão - tem duas bases, na minha visão.
A primeira é a tecnologia da informação (TI), mais especificamente a Internet. Com o advento da conexão em rede, as pessoas passaram a ter informação de forma rápida, eficiente, barata e sem barreiras. E informação gera desejo, seja de aprender, ou de consumir. Além de um aumento do consumo, a informação da internet, permitiu a comparação, a análise, a pesquisa, e o acesso, ou seja, permitiu às pessoas escolherem melhor, de acordo com os seus critérios.

O outro aspecto que avalio como uma das bases para a atual “overdose da inovação” é a ascensão do “ser humano criativo”. Na minha visão, muitas das atuais práticas empresariais vigentes, no que tange a Pessoas, estão falidas. Elas produziram indivíduos que estão tristes e infelizes dentro das organizações. É claro que existem exceções, mas a quantidade de pessoas tolhidas de seus sonhos e de seus potenciais é grande. É nesse contexto que surge o “ser humano criativo liberto”. São pessoas que estão buscando alternativas para suas vidas, seja de forma independente, ou dentro de organizações que dão este “espaço” aos indivíduos. As empresas realmente inovadoras estão criando estruturas organizacionais colaborativas. Estas empresas perceberam que a matéria prima da inovação – fonte de vantagem competitiva - é o conhecimento criativo, por isso cultivar e estimular a criatividade dos indivíduos torna-se primordial. Não se trata apenas da implantação de sofisticados sistemas de gestão, ou de altos investimentos em centros de P&D. Também é preciso investir na criação de uma ambiente cultural que favoreça a criatividade e a inovação. Paralelamente às pessoas que encontram espaços criativos e férteis dentro das organizações que inovam, acontece uma explosão do empreendedorismo no mercado: pessoas determinadas e persistentes aproveitam o contexto favorável e libertam a sua criatividade para empreenderem no que acreditam.
A era da informação + o ser humano criativo liberto, podem ser algumas das respostas para esta efervescência da inovação que vivemos.
Minha intuição e percepção me dizem que o próximo passo será a forte valorização das ciências humanas: não é possível avançarmos tanto tecnologicamente se ainda guerreamos, matamos e desvalorizamos tanto uns aos outros. O papel do ser criativo, agora livre, é construir novos métodos de convivência, gestão e colaboração na sociedade com um todo.
15 de Junho de 2009 às 16:51
Paulo Renato
Teremos no mês de junho mais uma edição do evento Falaii, com o tema “Desmistificando o Capital de Risco“.
Dando continuidade à apresentação de temas tratando de inovação, essa exposição visa apresentar tópicos básicos acerca do capital de risco e modalidades de investimentos em empresas. Serão apresentados tópicos acerca do que é o capital de risco, seus modelos e modos de operação; além da apresentação de cases nacionais e internacionais que ilustrem o processo.
Como tópico prévio de discussão, sugerimos as questões: o que leva as empresas a buscar o capital de risco? O que faz das empresas brasileiras estruturalmente atrativas ou avessas à esse tipo de investimento?
Para fazer a inscrição basta preencher o formulário online.
Desmistificando o Capital de Risco
Data: 17 de junho de 2009
Horário: 12h30 às 13h30
Local: Instituto Inovação - Av. Romeu Tórtima, 699
Tel: 3289-0353
Lembrando a todos que iremos coletar doações no dia do evento para o Lar da Criança Feliz. A lista de doações será entregue por email para os inscritos, lembrando que a doação é necessária para participação do evento.
1 de Junho de 2009 às 07:32
Mara
Sessões de brainstorming são uma excelente alternativa quando se busca soluções para problemas complexos. Elas permitem que pessoas com visões e “bagagens” diferentes contribuam com idéias até então não cogitadas e tendem a ser uma excelente forma de se gerar inovações.
Esse tipo de reunião é tão importante que hoje faz parte do cotidiano de muitas empresas. E é justamente por isso que elas podem se tornar enfadonhas e acabar matando o espírito criativo. O pessoal do BQF Innovation postou uma lista de sugestões de alternativas ao brainstoming tradicional que podem tornar a “sessão” bem mais divertida e ainda assim gerar os resultados desejados.
Vale lembrar que em todos os casos devem ser seguidas as regrinhas básicas de um bom brainstorming como: a existência de um bom facilitador, nada de criticismo (idéias aparentemente idiotas podem servir de base para excelentes idéias!), diversidade pessoas e pensamentos, etc.
A lista de sugestões de eventos que podem ser organizados é a seguinte:
- Um almoço brainstorming com pizza e drinks
- Uma disputa de times na qual as equipes postam suas idéias numa parte da Intranet e todos podem votar em suas idéias favoritas
- Um reality show no qual as pessoas votam na piores idéias e o número de participantes vai diminuindo até chegar a um vencedor
- Uma festa em que as pessoas têm que contribuir com idéias para ganharem bebidas e petiscos
- Um “evento de idéias” no qual você traz pessoas de fora para enriquecerem as discussões. Podem ser clientes, fornecedores, estudantes…
- Um evento fora do escritório. Pode ser um zoológico, galeria de arte, ou qualquer outro local. Só não vale que seja um hotel, eles são muito sérios!
Não se esqueça de anunciar junto com o evento qual será o critério para seleção das melhores idéias, a premiação e o prazo para envio das mesmas (quando for o caso).
Provavelmente no final dessa bagunça toda você terá ótimas idéias, um time mais unido e motivado e bons momentos de diversão.
29 de Maio de 2009 às 16:53
Bruno Brant
Pessoal, vamos comemorar os cinco anos da Lei de Inovação, a Lei 10.973 de dezembro de 2004!
A Lei representou a regulamentação das relações entre universidades e empresas, na premissa de que as empresas invistam em inovação, criando soluções não paliativas, destinando novos rumos e novas diretrizes à sociedade brasileira.
Nesse sentido, o artigo publicado no Jornal da Unicamp, n 429, em maio de 2009, traz um balanço dos cinco anos de inovação, bem como seus resultados alcançados e dos gargalos a serem solucionados, além das perspectivas que a Lei pode oferecer para as indústrias e para a sociedade como um todo.
O artigo é dinâmico, pois se trata de um debate de três especialistas sobre o tema. Um deles é Paulo Mól, gerente de estudos e da política industrial da CNI; o outro é Reinaldo Dias Ferraz de Souza que é coordenador geral de Serviços Tecnológicos da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia; e por fim, o professor Carlos Américo Pacheco que é professor do Instituto de Economia da Unicamp. Este último, por coincidência foi meu professor de Ciência Política, onde aprendi um pouco sobre O Capital, obra de Karl Marx, que para alguns economistas representa um ponto singular na história do pensamento econômico, como o que melhor soube descrever o processo que chamamos de capitalismo, e para outros, um autor que foi importante em determinado período da história, mas que já não se deve dar tanto “valor de uso” à sua homérica obra.
Bom, deixemo-nos os economistas de lado, para referenciar o debate ocorrido no III Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, realizado no final de abril, na Unicamp, a final não é sempre que estamos falando de inovação, não é verdade?
Os dados trazidos pelo MCT/Finep em 2008, foram positivos na avaliação do professor e do representante do Governo, mas com um gostinho de que poderia ser melhor para o representante da indústria. Porém, os três concordam que existem gargalos que devem ser solucionados e que as perspectivas são mais positivas para os próximos anos, sobretudo se houver melhorias na Lei e nas ações de impacto geral por parte do Governo. Outro ponto discutido foi a dificuldade que há para unir a produção científica que ocorre nas universidades e a absorção dessa produção pelo mercado, dificuldade identificada pelo Instituto Inovação de forma pioneira.
Dadas as premissas, acessem o link do Jornal da Unicamp, vale a pena conferir e refletir, a final desejamos vida longa à Lei da Inovação!
às 13:55
Fernando Ohashi
Uma inovação só é inovação quando chega ao mercado. Para que um produto seja viável e chegue ao mercado é preciso que ele de alguma forma tenha valor para seus compradores e seu preço seja compatível com esse valor.
A Imagem ao lado é de um software que foi desenvolvido para o iPhone e permite que seus usuários escrevam emails e ao mesmo tempo vejam o que está acontecendo à sua frente, evitando, assim, acidentes. Sem dúvidas é uma interessante inovação. Você compraria? E se eu disser que custa U$0,99?
Isso só é possível devido à iTunes App Store, loja virtual da Apple que permite que desenvolvedores do mundo todo tenham acesso a um mercado gigantesco de consumidores (já foram vendidos 21Milhões de iPhones e 19Milhões de iPods touch) sem esforço. Se eu fosse um programador pode ter certeza que eu estaria pensando sem parar num aplicativo pro iPhone/iPod Touch.
Não sei quantos % do preço de venda do aplicativo ficam com a Apple, mas, sem dúvidas ainda é um negócio lucrativo. Imagine que 70% do valor vá para quem desenvolveu e você é o sortudo que criou um joguinho que é um sucesso, como o Flight Control que bateu o recorde de vendas e chegou na marca dos 700.000 downloads….
Mais uma vez parabéns para a Apple que saiu na frente com esse modelo e permite que programadores possam vender softwares a menos de dólar e que seus consumidores tenham acesso a diversos aplicativos a um preço acessível.
21 de Maio de 2009 às 15:53
Bruno Brant
Uma das primeiras coisas que investidores de risco analisam ao avaliar uma oportunidade é se a pessoa que vai “tocar o negócio” tem espírito (ou perfil) empreendedor.
Existe uma vasta literatura sobre o tema e até mesmo na internet é possível encontrar diversos artigos que citam quais seriam as características dos empreendedores. O pessoal do ReadWriteWeb compilou a lista a seguir com 10 das que seriam as principais.
Dá próxima vez que você tiver uma idéia genial e for conversar com um investidor veja se você passa nesse checklist (tradução livre):
- Você está sempre buscando oportunidades. Essa é quase a definição de um empreendedor. Cada obstáculo é uma oportunidade.
- Você está preparado para trabalhar longas horas, todo dia, por um período indeterminado de tempo? Vamos acabar com as ilusões. Esqueça o “The 4-Hour Workweek”; é um mito que o autor criou para vender livros (e assim ele pudesse trabalhar só 4 horas por semana.)
- Boa saúde. Você não pode responder sim para o item 2 se não fores abençoado com uma boa saúde e com a disciplina para mantê-la nos tempos difíceis.
- Você tem um único serviço ou produto? A maioria dos empreendedores possui um monte de idéias, muitas delas viáveis. Mas eles costumam sofrer do dilema da “criança na loja de doces”, não sabendo qual idéia escolher. O truque é escolher aquela que é realmente a vencedora e ter a disciplina para ignorar todas as outras.
- Você está disposto a fazer sacrifícios no curto-prazo para obter sucesso no longo-prazo? Haverá longos períodos em que todos ao seu redor vão questionar sua sanidade, e seguindo as métricas normais (horas trabalhadas e stress X recompensa material), eles estarão corretos.
- Honestidade e integridade. Muitas vezes você terá que trabalhar sem a proteção de contratos legais. É a essência de mover-se rápido, e algumas vezes você não terá condições de bancar um advogado. Então, você terá que trabalhar com pessoas honestas e íntegras. É difícil fazê-lo sem que você mesmo o seja.
- Você está sonhando quilômetros à frente enquanto mantém o foco no que faz agora. O empreendedor é uma mistura ímpar: parte sonhador, parte brutalmente realista e pragmático. Você deve focar primeiro no hoje e, depois, no contexto geral, e ignorar o resto. O hoje é sobre as coisas imediatas que você tem que resolver para continuar crescendo, para entregar projetos para os clientes, para faturar, etc. Ver o contexto geral está ligado a imaginar como o mundo estará daqui a 10 anos e como se posicionar em relação a isso. Não podemos saber o que vai acontecer na próxima semana, mês ou ano. O médio-prazo é totalmente desconhecido. No entanto, muitas tendências de longo-prazo são bem claras.
- Você é autoconfiante? Muito provavelmente você entrará em disputas que fariam muita gente correr.
- Disciplina. Esse quesito se relaciona com vários pontos citados anteriormente. Você vai precisar de disciplina para manter sua saúde (item 2), de forma que você possa trabalhar duro (item 3), e poder focar no produto ou serviço ignorando todo o resto (item ).
- Você está preparado para dizer: “não sei, mas vou resolver.” Empreendedores têm que ser generalistas. Eles podem conhecer uma coisa muito, muito bem. Mas também têm que saber o bastante sobre praticamente tudo para que ocasionalmente façam coisas por eles mesmos. Também é importante terem o discernimento para eventualmente contratar alguém para realizar trabalhos específicos.
E aí, você concorda com essa lista? Sentiu falta de alguma características? Deixe suas impressões no comentários.
15 de Maio de 2009 às 14:56
Bruno Brant
A Business Week publicou mês passado a The Most Innovative Companies 2009, elaborada pelo BCG. Mais uma vez, Apple e Google estão na liderança.
Passando o olho pela lista, me chamou a atenção o número de fabricantes de automóvel. Dos EUA, no entanto, só a Ford aparece, em trigésimo primeiro lugar. Não é por menos que, atualmente, a indústria automobilística americana enfrenta tanta dificuldade, principalmente diante da crise. A razão para a Ford estar listada é o seu esforço para levar ao mercado carros elétricos e híbridos, que ainda vão levar tempo para representarem uma parcela significativa nas vendas da montadora americana. As outras montadoras listadas são (em ordem): Toyota, Tata, Volks, BMW, Honda, Daimler e Fiat.
Entretanto, é importante observar que a metodologia utilizada para compor a lista é simplista. Consiste basicamente da consulta, através de um formulário de 20 questões, a executivos de empresas no mundo todo. O faturamento e crescimento das empresas listadas têm um peso inferior a 20%. Ou seja, esse ranking representa praticamente a percepeção de quais as empresas são mais inovadoras.
A lista The World’s Most Innovative Companies, da Fast Company, traz empresas mais desconhecidas e muitas novidades. Das 50 listadas em 2009, 33 estão no ranking pela primeira vez.
às 12:21
Bruno Knoedt
Tarefas do dia:
1. Enumere alguns bons livros sobre inovação (em português).
2. Compre alguns exemplares de cada um.
3. Distribua para os funcionários do comitê de inovação da empresa.
Este foi nosso desafio, dentro do escopo de um projeto que estamos desenvolvendo para uma grande empresa.
Adivinha qual foi a tarefa mais difícil?
Não, não foi enumerar bons livros de inovação e obviamente não foi distribuir os livros. Surpreendentemente, a tarefa quase impossível é encontrar os bons livros sobre inovação nas livrarias (reais ou virtuais) do Brasil.
Compartilhando nossa indicações, os livros que selecionamos foram:
.
Inovação: Prioridade Nº 1
Estratégia do Oceano Azul
Gestão da Inovação
Wikinomics
Crescimento pela Inovação
Open Innovation
O Dilema da Inovação
O Futuro da Inovação
Cartas a um Jovem Empreendedor
Bem, tivemos que fazer a compra em 5 livrarias para abarcar os livros e dois deles não conseguimos encontrar: Open Innovation (pasmém, não existe a versão em português) e O Dilema da Inovação.
Será que a demanda em relação a livros de Inovação é tão pequena que a oferta não se estabeleceu?
Ou será que livros sobre Inovação vende tanto que o estoque anda em baixa?
Mais um dilema da Inovação!
24 de Abril de 2009 às 12:40
Leonardo Lage
O Ministério de Ciência e Tecnologia acaba de disponibilizar em seu site a nova versão do formulário de Prestação de Contas do uso dos Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica (Lei do Bem – 11.196/05).
O formulário já existia desde 2006 em formato de documento, quando foi aprovado pela Portaria 943, em 8 de dezembro.
A novidade agora é que o novo formulário disponibilizado será preenchido online diretamente no site do Ministério, mediante um cadastramento inicial da empresa que se utilizou dos incentivos, sendo a segurança das informações garantida através do fornecimento de uma senha individual a cada empresa.
O prazo para a Prestação de Contas dos Incentivos Fiscais à Inovação para as empresas que se utilizaram dos benefícios no ano base 2008 se encerra em 31/07/2009. A Incentivar Consultoria oferece seus serviços tanto para o levantamento de projetos de inovação e apuração dos incentivos, como também na revisão no preenchimento do formulário.
Outras informações pelo contato@incentivarconsultoria.com.br
22 de Abril de 2009 às 09:34
Isabela

“Dentre os mecanismos de apropriação do conhecimento, a proteção de uma invenção por meio de patentes soa como a forma mais eficaz. Uma idéia patenteada tem garantia legal de que terceiros não farão uso de suas aplicações sem consentimento do seu proprietário. Mas será que proteger uma idéia e excluir seu uso por terceiros é de fato a única forma de capturar seu valor?”
Marcelo Mattioli e Eduardo Toma fizeram esta pergunta no artigo Proteção, Apropriação e Gestão de Ativos Intelectuais, publicado hoje no Radar do Inovação.
Eles nos contam que nem só de patente vive a PI. Comentam do conhecimento tácito, que muitas vezes vale mais que o explícito, segredo industrial e até de situações em que a geração de valor está no compartilhamento do conhecimento, e não na sua proteção, como na cadeia de sistemas open source. Outro exemplo é o das estratégias de time-to-market acelerado, em que é mais importante estar continuamente na frente dos concorrentes, que proteger o conhecimento, nos casos em que o ciclo de vida dos produtos é muito curto.
Mas a contribuição mais importante do artigo, na minha opinião, está na proposta de um modelo para gestão de ativos tecnológicos (a figura do framework é bem marcante, tem a forma de hexágono). Eles chegarem nesta forma após intenso estudo da área e entrevistas com gestores de PI de grandes empresas nacionais e multinacionais.
A mensagem, no fim das contas, é que muito mais importante que patentes ou qualquer outra forma de apropriação do conhecimento é a inteligência na forma de geri-los que faz toda a diferença. Vale a leitura!
Clique aqui para baixar o artigo (PDF, 15 págs.)
20 de Abril de 2009 às 20:25
Felipe Matos
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