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	<title>Blog Instituto Inovação</title>
	<link>http://blog.institutoinovacao.com.br</link>
	<description>Blog do Instituto Inovação</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:43:05 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Crise e inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Nos momentos de crise, muito se fala do ideograma chinês que já virou clichê, &#8220;crise = perigo + oportunidade&#8221;. 
É fato que a história mundial é marcada por momentos de crise e que eles são seguidos por outros de crescimento, de maneira cíclica.
Toda crise traz consigo novos arranjos, sejam econômicos, políticos, sociais, de poder. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/105/256494295_cf6d6e9cf5.jpg?v=0" alt="Crise = perigo + oportunidade" />Nos momentos de crise, muito se fala do ideograma chinês que já virou clichê, &#8220;crise = perigo + oportunidade&#8221;. </p>
<p>É fato que a história mundial é marcada por momentos de crise e que eles são seguidos por outros de crescimento, de maneira cíclica.</p>
<p>Toda crise traz consigo novos arranjos, sejam econômicos, políticos, sociais, de poder. E em momentos assim, ocorrem mudanças e surgem oportunidades novas para atores novos.</p>
<p>No<a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/162/A+historia+de+2008" target="_blank"> texto publicado na edição de novembro do radar do inovação</a>, o consultor Daniel da Paula, que está nos EUA desde 2003,  faz uma análise muito lúcida da crise e chama atenção para a relação da crise com a inovação.</p>
<p>E eleição de Obama - cuja campanha em si foi marcada por <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2008/11/07/how-obamas-internet-campaign-changed-politics/"  target="_blank">inovações sem precedentes no uso inclusivo da tecnologia</a>  -  neste momento representa um rearranjo no foco dos investimentos em inovação americanos (e mundiais). Reduzir a dependência do petróleo do oriente médio com inovação, investindo em tecnologias limpas e energias renováveis é o mais importante deles.</p>
<p>O ambiente provocado pela crise traz consigo um apelo ainda maior para a busca por novas soluções e abre um espaço - ainda que mais contigencial que planejado - para inovar. E aí sim, nascem muitas novas oportunidades.</p>
<p>Para nós, países latino-americanos que têm economias crescentes - e que vão continuar crescendo  - a crise deve sim representar oportunidades de desempenhar novos papéis mundialmente. Em minhas recentes viagens aos EUA e à Colômbia tive a oportunidade de fazer uma reflexão interessante sobre como a criatividade, flexibilidade são valores muito mais fortes nos países latinos, que enfrentam toda sorte de problemas e escassez de recursos. Isso é um ativo inestimável, especialmente agora.</p>
<p>Com o perdão do repetido clichê, crise e oportunidade parecem mesmo andar juntos para aqueles que tem a inovação como valor essencial.</p>
<p>Créditos da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/alphachimpstudio/256494295/">AlphachimpStudio</a> (via Flickr).
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ferramentas para gestão de idéias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/06/ferramentas-para-gestao-de-ideias/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/06/ferramentas-para-gestao-de-ideias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Como já comentamos aqui diversas vezes, uma grande tendência em inovação é a participação cada vez maior da &#8220;comunidade&#8221; na geração de produtos inovadores.
Para que isso ocorra, as empresas têm se preocupado com a captação de idéias que vêm de fora dos seus departamentos de P&#038;D. Essas idéias podem vir de clientes, de empregados da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/lightTree.gif" alt="lightTree - Logo IdeaScale" title="lightTree - Logo IdeaScale" /></div>Como já comentamos aqui diversas vezes, uma grande tendência em inovação é a participação cada vez maior da &#8220;comunidade&#8221; na geração de produtos inovadores.</p>
<p>Para que isso ocorra, as empresas têm se preocupado com a <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/18/my-starbucks-idea/">captação de idéias que vêm de fora dos seus departamentos de P&#038;D</a>. Essas idéias podem vir de clientes, de empregados da empresa e até mesmo de alguém que caiu no seu <i>web site</i> por acaso.</p>
<p>Uma tendência que tenho observado é a utilização de sistemas específicos para a &#8220;gestão&#8221; dessas idéias (gestão entre aspas, pois a gestão de uma idéia inovadora vai muito além disso). Alternativas não faltam e as características desses softwares são bem semelhantes. Uma rápida pesquisa na Internet nos traz algumas opções, como os americanos <a href="http://www.ideascale.com/" target="_blank">IdeaScale</a> e <a href="http://www.suggestionbox.com" target="_blank">SuggestionBox</a> e também o brasileiro <a href="http://zest.com.br/" target="_blank">Zest</a>.</p>
<p>De um modo geral se tratam de sistemas no modelo &#8220;<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_service">software as a service</a></em>&#8221; que podem ser contratados por qualquer empresa que queira utilizá-los. E o funcionamento é simples: as pessoas podem entrar e postar as idéias que a própria &#8220;comunidade&#8221; discute e avalia através de sistemas de votação.</p>
<p>O potencial desses sistemas é enorme e muitas inovações estão sendo fruto de seu uso. Mas, vale lembrar que a ferramentas são só ferramentas (óbvio, não?). Nada substitui uma boa gestão da inovação, uma cultura inovadora e aberta. A adoção de um sistema desses por empresas rígidas e sem graça que ainda possuem mentalidade do século XIX pode funcionar como um verdadeiro tiro no pé.</p>
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		<item>
		<title>Criando uma startup de sucesso</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/29/criando-uma-startup-de-sucesso/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/29/criando-uma-startup-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 13:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Video</category>

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		<description><![CDATA[Os visitantes desse blog devem se perguntar: &#8220;Esse povo do Instituto Inovação deve ser tudo atôa. Onde eles arrumam tempo para assistir vídeos de 40 minutos???&#8221;
Não tenho a resposta para essa pergunta. Talvez eu esteja dormindo pouco, trabalhando demais ou realmente com pouco serviço. O importante é que esses dias esbarrei em mais um vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os visitantes desse blog devem se perguntar: &#8220;Esse povo do Instituto Inovação deve ser tudo atôa. Onde eles arrumam tempo para assistir vídeos de 40 minutos???&#8221;</p>
<p>Não tenho a resposta para essa pergunta. Talvez eu esteja dormindo pouco, trabalhando demais ou realmente com pouco serviço. O importante é que esses dias esbarrei em mais um vídeo muito bom. E esse tem até legendas em português.</p>
<p>Guy Kawasaki é o diretor de um fundo de <a href="http://www.fundocriatec.com.br">capital semente</a> e um cara muito bem humorado.  Em 2004 ele escreveu um livro chamado &#8220;A arte do começo&#8221; (The art of the Start), onde traz diversos conselhos para empreendedores que desejam iniciar sua própria empresa. No vídeo abaixo ele apresenta de uma maneira bem divertida as principais idéias do livro.<br />
<br /><center><code><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8206486082210767228&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></code></center><br />
De maneira bem resumida (assista o video!) os onze conselhos dele são:<OL><br />
<LI><strong>Faça sentido</strong>. O importante é que sua idéia/tecnologia faça sentido, que seja capaz de mudar o mundo. Pode ser uma forma de:</li>
<ul>
<li>Aumentar a qualidade de vida das pessoas</li>
<li>Corrigir coisas erradas</li>
<li>Evitar o fim de algo que seja bom</li>
</ul>
<p>Segundo Guy os gestores dos fundos de capital de risco, por incrível que pareça, não querem ouvir que sua idéia é boa para &#8220;fazer dinheiro&#8221; e sim que ela &#8220;faz sentido&#8221;, que fará alguma diferença para a sociedade.</p>
<li><strong>Crie um mantra para sua organização.</strong> Essa é uma das partes mais divertidas da palestra. Ele diferencia esse mantra das missões vazias de sentido. Um mantra é uma frase de três ou quatro palavras que diz o que sua empresa faz e &#8220;a que veio&#8221;.</li>
<p>
<li><strong>Continue a caminhada</strong> (<em>get going</em>)</li>
<ul>
<li><strong>Pense diferente</strong>. Crie algo novo.</li>
<li><strong>Polarize as pessoas</strong>. Se seu produto agrada a todos, você criou algo medíocre.</li>
<li><strong>Encontre uma alma gêmea</strong>. Se você é um sonhador, encontre alguém &#8220;pé no chão&#8221;. Se você é engenheiro, encontre alguém da área de marketing.</li>
</ul>
<li><strong>Defina seu modelo de negócio</strong></li>
<ul>
<li><strong>Seja específico</strong>. De onde virá o faturamento??</li>
<li><strong>Mantenha simples</strong>. Nada de inventar nessa hora.</li>
<li><strong>Pergunte a uma mulher o que ela acha sobre seu modelo de negócios</strong>. Assista o vídeo para conhecer a explicação.</li>
</ul>
<li><strong>Possua objetivos, premissas e tarefas</strong></li>
<p></p>
<li><strong>Descubra seu nicho</strong></li>
<p></p>
<li><strong>Siga a regra 10/20/30</strong></li>
<p>Como diretor de um fundo de capital de risco Guy diz que está cansado de ver apresentações (<em>pitches</em>) cansativas que não agregam nada. A regra criada por ele é:</p>
<ul>
<li>10 Slides no máximo</li>
<li>20 minutos
<li>Fonte tamanho 30</li>
</ul>
<p>Você seria capaz de &#8220;vender a sua idéia&#8221; inovadora com uma apresentação nesse formato?</p>
<li><strong>Contrate pessoas infectadas</strong> (pelo seu produto)</li>
<ul>
<li><strong>Ignore o irrelevante</strong>. Muitas vezes a pessoa ser apaixonada pelo seu produto/serviço é mais importante do que sua formação.</li>
<li><strong>Contrate pessoas melhores que você.</strong></li>
<li><strong>Faça o teste do <em>shopping center</strong>.</em> Se você &#8220;bateu o olho&#8221; na pessoa e não &#8220;foi com a cara dela&#8221;, não a contrate.</li>
</ul>
<li><strong>Diminua as barreiras de adoção</strong></li>
<ul>
<li>Diminua a curva de aprendizado.</li>
<li>Abrace o evangelismo.</li>
</ul>
<li><strong>Semeie as nuvens</strong></li>
<ul>
<li>Permita <em>test-drives</em></li>
<li>Ache os influenciadores</li>
</ul>
<li><strong>Não deixe os &#8220;palhaços&#8221; acabarem com sua idéia</strong>. Muitas pessoas vão te dizer que seu negócio não dará certo. Tenha cuidado para não acreditar nesses palhaços.</li>
</ol>
<p>via: <a href="http://fabianocaruso.com/estrategia/a-arte-do-comeco/">Fabiano Caruso</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mitos da Inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/20/mitos-da-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/20/mitos-da-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma dica de vídeo, que infelizmente só está disponível em inglês.
É uma palestra de Scott Berkun, autor do livro The Myths of Innovation.



Alguns dos mitos abordados na palestra:
1. Cronocentrismo: sempre há a tendência de se acreditar de que a inovação que está acontecendo hoje é a mais importante da história do mundo. Muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma dica de vídeo, que infelizmente só está disponível em inglês.</p>
<p>É uma palestra de Scott Berkun, autor do livro The Myths of Innovation.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m6gaj6huCp0&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/m6gaj6huCp0&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Alguns dos mitos abordados na palestra:</p>
<p>1. <strong>Cronocentrismo</strong>: sempre há a tendência de se acreditar de que a inovação que está acontecendo hoje é a mais importante da história do mundo. Muita gente crê que a internet foi a inovação mais revolucionária da história da humanidade. Será que a canalização da água e esgoto não seria mais importante?<br />
2. <strong>Relativismo</strong>: o que é obsoleto para alguns pode ser revolucionário para outros. Para boa parte do mundo que vive sem energia elétrica, esta é uma baita inovação em suas vidas.<br />
3. <strong>Epifania: </strong>Inovação é uma dádiva quase divina. Como o mito da maçã caindo na cabeça de Isaac Newton foi criado, botando ênfase ao acaso em detrimento do trabalho esforçado do pesquisador.<br />
4. <strong>O pesquisador solitário: </strong> Como as grandes inovações foram obras de um esforço conjunto de inúmeras pessoas, em contraste com o mito do professor trancado num laboratório descobrindo coisas fantásticas.<br />
5. E por aí vai&#8230;</p>
<p>O vídeo demora cerca de 1 hora, mas vale a pena o tempo perdido (ou ganho?).
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovatec 2008</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/inovatec-2008/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 20:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Palestras gratuitas e de qualidade são sempre bem-vindas, especialmente quando elas são sobre um assunto interessante. Na semana que vem (29/9 a 2/10) ocorrerá em Belo Horizonte a Inovatec: feira de ciência, tecnologia e inovação.
O evento contará com estandes das principais universidades mineiras, de empresas inovadoras, de agências de fomento e outras instituições que de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovatec.minasplan.com.br/" target="_blank"><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/topo.jpg" alt="Inovatec - Logo Inovatec" title="Inovatec - Logo Inovatec" /></div></a></p>
<p>Palestras gratuitas e de qualidade são sempre bem-vindas, especialmente quando elas são sobre um assunto interessante. Na semana que vem (29/9 a 2/10) ocorrerá em Belo Horizonte a Inovatec: feira de ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p>O evento contará com estandes das principais universidades mineiras, de empresas inovadoras, de agências de fomento e outras instituições que de alguma forma se relacionam com inovação. Além disso haverão diversas palestras, painéis e <i>workshops</i> interessantes, dentre as quais eu achei mais interessante:</p>
<li>Gestão do Conhecimento no processo de Inovação Tecnológica</li>
<p><i>Heitor Pereira (SBGC); Itaipu; Petrobrás e FIAT Automóveis</i></p>
<li>Abertura Oficial: Wikinomics - Como a colaboração em massa pode mudar seu negócio (paga)</li>
<p><i>Anthony D. Williams (co-autor do livro Wikinomics)</i></p>
<li>Atração e Retenção de Centros de P&#038;D</li>
<p><i>Peter Oliveira (INM, Alemanha), Sérgio Queiroz (UNICAMP). Ainda não está na programação, mas participaremos desse painel, representados pela Janayna</i></p>
<li>Criatividade, Inovação e Trabalho (paga)</li>
<p><i>Domenico De Masi (Sociólogo, Itália)</i></p>
<p>Na verdade são tantas atividades interessantes (e algumas ocorrendo no mesmo horário) que é até difícil escolher.</p>
<p>Sobre as duas palestras que são pagas, acredito que valham o investimento. Já li o Wikinomics e gostei muito. O Domenico também é muito bom, o único perigo é você não querer trabalhar mais de quatro horas por dia depois que assistir.</p>
<p>Eu vou. A programação e a inscrição estão disponíveis <a href="http://www.hbatools.com.br/congresso/inovatec/inscricoes.asp">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mude o mundo! Com a ajuda do Google&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/mude-o-mundo-com-a-ajuda-do-google/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 12:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[Se você foi picado pelo mesmo bicho que o Alexandre e está procurando um parceiro para te ajudar a multiplicar seu potencial humano, acabou de encontrar um.
Através do projeto lançado recentemente, chamado de &#8220;Projeto 10¹ºº&#8220;, o Google pode te ajudar a mudar o mundo. Trata-se de um concurso de &#8220;idéias capazes de mudar o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você foi <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/23/quanto-voce-colaborou-hoje-e-quanto-voce-operou-no-modo-%E2%80%9Cgeladeira-velha%E2%80%9D/">picado pelo mesmo bicho que o Alexandre</a> e está procurando um parceiro para te ajudar a multiplicar seu potencial humano, acabou de encontrar um.</p>
<p>Através do projeto lançado recentemente, chamado de &#8220;<a href="http://www.project10tothe100.com" target="_blank">Projeto 10¹ºº</a>&#8220;, o Google pode te ajudar a mudar o mundo. Trata-se de <strong>um concurso de &#8220;idéias capazes de mudar o mundo ajudando o maior número de pessoas possível&#8221;</strong>. A <a href="http://www.google.com">gigante de mountain view</a> promete disponibilizar &#8220;simplesmente&#8221; US$10.000.000 (dez milhões de dólares) para a implementação das melhores idéias.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KuTrVRRbh5U&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KuTrVRRbh5U&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O funcionamento do concurso, a lá <i>open innovation</i>, é simples: você envia sua idéia acompanhada ou não de um vídeo de 30 segundos, espera que a &#8220;comunidade&#8221; escolha sua idéia para figurar entre as vinte semi-finalistas e torce para que um comitê consultivo considere sua idéia merecedora de estar entre as 5 finalistas.</p>
<p>Se você deseja conhecer os critérios e os tipos de idéia que são aceitos, basta entrar no <a href="http://www.project10tothe100.com/intl/PT_BR/how_it_works.html" target="_blank"><i>site</i> do concurso</a>. O mais interessante é que <strong>não</strong> existem letrinhas pequenas nos <a href="http://www.project10tothe100.com/intl/PT_BR/tos.html" target="_blank">&#8220;termos do serviço&#8221;</a> dizendo que ao submeter sua idéia você estará cedendo seu direito de propriedade intelectual para os organizadores.</p>
<p>São iniciativas como essa que fazem com que a Google, apesar de ter se tornado uma multinacional muito poderosa, continue sendo adorada por muitos&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovações Desnecessárias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/24/inovacoes-desnecessarias/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/24/inovacoes-desnecessarias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Saddi</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[A “destruição criativa” de Schumpeter detecta a tendência de definhamento das empresas de tecnologia antiquada em favor das inovadoras. A necessidade de inovar, entretanto, depende da característica do produto ofertado e da natureza do mercado que a empresa se insere. Empresas de tecnologia da informação e biotecnologia têm necessidade de inovar o tempo inteiro em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_schumpeter2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/schumpeter2.jpg',170,201,'schumpeter'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_schumpeter2.jpg" alt="schumpeter" title="schumpeter" /></a></div>A “destruição criativa” de Schumpeter detecta a tendência de definhamento das empresas de tecnologia antiquada em favor das inovadoras. A necessidade de inovar, entretanto, depende da característica do produto ofertado e da natureza do mercado que a empresa se insere. Empresas de tecnologia da informação e biotecnologia têm necessidade de inovar o tempo inteiro em um mercado onde o estado da arte é volátil e as pequenas possuem grande parte do market-share. Setores oligopolizados de carros e eletrodomésticos apresentam inovações incrementais na maioria das vezes e poucos ápices disruptivos. O setor têxtil acaba investindo mais em design para a diferenciação do produto do que propriamente na tecnologia de produção, amplamente difundida. Há casos, ainda, em que a empresa não precisa inovar. De um modo geral, o que se conclui é que não há um esforço padrão de investimento em inovação para todos os ramos de atividade. Como o tema deste post é o desincentivo mercadológico à inovação, foquemo-nos no último caso, a partir de empresários que empregam tecnologia de produção aquém da dominante.</p>
<p>Em um mercado competitivo, a empresa sobreviveria apenas se ofertasse bens às camadas inferiores da distribuição de renda, que mantêm a demanda pelo bem inferior. A livre competição nos mercados faz também com que a tecnologia empregada na produção do bem já tenha se banalizado, ou seja, já é adquirida pelo nosso empresário ao preço de mercado “justo”. Mesmo com a possibilidade de compra da tecnologia ao menor preço possível, ela não permite que o ganho de qualidade do produto deixe de se converter em preço mais alto. Em outras palavras, a nova tecnologia não força a empresa a se modernizar, pois acarretaria em perda do seu mercado de nível inferior. </p>
<p>O desincentivo à modernização também se justifica pela existência de demanda por bens artesanais. Neste caso, o consumidor paga pela exlusividade ou detalhes artísticos.</p>
<p>Outra hipótese é a de que a empresa funcione em monopólio. As atividades econômicas que possuem custo fixo muito alto e custo marginal muito baixo são geralmente monopólios naturais, ou seja, monopólios que existem mesmo em caso de bom funcionamento do mercado. O caso da fornecedora de energia elétrica é clássico na literatura que trata do tema. Ela incorre em custos fixos altíssimos de geração de energia e construção de redes abrangentes; feito isto, o custo de transmitir uma unidade de energia é mínimo. Para que seja proveitoso o funcionamento da empresa, lhe é necessário economias provindas da escala de operação. Minimizando o “economês”, isso significa que ela tem que ser muito grande. Logo, tende-se ao monopólio. Sem concorrentes e com barreiras de custo fixo fortíssimas à entrada de novas operadoras no mercado não é necessário se diferenciar. </p>
<p>Mas isso tem solução?</p>
<p>Como são falhas de mercado, os monopólios tendem a ser regulados. Ao regular, as agências definem as dimensões pelas quais se oferta, ou seja, definem o preço que poderá ser cobrado, bem como abrangência, produtividade e qualidade dos serviços prestados. Ganhos de produtividade e qualidade envolvem na maioria das vezes necessidade de inovar. Nesta perspectiva, cabe ao regulador estimular a inovação com vistas aos ganhos de produtividade e qualidade em detrimento da cobrança de preços inferiores se julgar ser mais necessária à sociedade qualidade do que preço baixo. </p>
<p>No caso da falha de mercado ser coberta por uma estatal, fica a cargo do governo definir as metas de qualidade, produtividade, etc. Uma vez impostas, haverá necessidade de inovar.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quanto você colaborou hoje? E quanto você operou no modo “geladeira velha”?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/23/quanto-voce-colaborou-hoje-e-quanto-voce-operou-no-modo-%e2%80%9cgeladeira-velha%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 18:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Alves</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Aí é o seguinte: Apagão Humano® Invertido.
O conceito de “apagão” nasceu quando faltou energia para acompanhar o “progresso”. Até então, nunca antes da história deste país havíamos conseguido tamanha mobilização em prol de uma causa comum: economizar energia. Engraçado, que depois do sucesso em nível nacional fomos “bonificados” com o pagamento adicional nas nossas contas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/489036_refrigerator.jpg" alt="489036 refrigerator - 489036 refrigerator" title="489036 refrigerator - 489036 refrigerator" /></div></p>
<p>Aí é o seguinte: Apagão Humano® Invertido.</p>
<p>O conceito de “apagão” nasceu quando faltou energia para acompanhar o “progresso”. Até então, nunca antes da história deste país havíamos conseguido tamanha mobilização em prol de uma causa comum: economizar energia. Engraçado, que depois do sucesso em nível nacional fomos “bonificados” com o pagamento adicional nas nossas contas de energia pelo prejuízo que as concessionárias tiveram com a economia que nos foi pedida; entendeu? É isto mesmo, pagamos um adicional pela economia que fizemos.</p>
<p>Feita a referência, o Apagão Humano Invertido se caracteriza pelas abundâncias tanto de energia humana, quanto do uso completamente dispersivo da mesma. Somos uma nação de geladeira velha, ligada na tomada, consumindo muita energia, sem nenhuma garrafa de água para gelar.</p>
<p>Para exemplificar, proponho um índice AHI: cada cidadão amanhece diariamente com uma determinada capacidade igual de PH (potencial humano): imaginamos que este número seja 100. Ao final do dia, cada pessoa pode fazer a sua contabilidade e calcular seu índice:</p>
<p>a)	Quantos % empenhou em multiplicar a sua energia com a de outros seres em prol do impactar positivamente a vida das pessoas;</p>
<p>b)	Quantos % dedicou a fazer algo útil (não atrapalhou ninguém e ainda conseguiu contribuir para o progresso da humanidade, mesmo que de forma singela);</p>
<p>c)	E, por fim, quantos % ele operou no modo “geladeira velha ligada na tomada sem nada para gelar”; aqui entram todas as rotinas e ações que representam completa fuga de PH, tais como movimentos insanos, burocráticos, circulares, normativos, carimbos, processos, regras, etc.</p>
<p>Diariamente, junto com o índice Bovespa, por exemplo, teríamos o índice AHI da nação, anunciado pelos principais telejornais. Comece a sua tabela e vamos fazer aqui uma prévia. </p>
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		<title>My Barack Obama</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/08/o-meu-barack-obama/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.
Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?
Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.
Então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/558045798_e66f722d6b_1.jpg" alt="558045798 e66f722d6b 1 - 558045798 e66f722d6b 1" title="558045798 e66f722d6b 1 - 558045798 e66f722d6b 1" /></div>Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.</p>
<p>Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?</p>
<p>Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.</p>
<p>Então, como o obscuro senador de Illinois tornou-se este fenômeno. Como ele conseguiu derrotar o establishment democrata e vencer Hillary Clinton? Como ele conseguiu ser o favorito a se tornar o quadragésimo terceiro presidente na história dos Estados Unidos da América?</p>
<p>Semana passada, assisti pela segunda vez uma palestra do Oswaldo Gouvêa, um dos sócios do <a href="www.peabirus.com.br">Peabirus</a>, rede social ligada ao Grupo Estadão. O Oswaldo, além de ser um orador de primeiríssima, consegue dar vários insights sobre as perspectivas tecnológicas e principalmente da web 2.0 durante sua palestra. Um  dos exemplos que o Oswaldo usa para ilustrar suas idéias é o site do Barack Obama. &#8220;É uma revolução. Nunca mais as eleições em qualquer canto do mundo serão as mesmas&#8221;. A palestra do Oswaldo atiçou minha curiosidade.</p>
<p>Depois me deparei com uma reportagem da <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> (publicação sobre tecnologia do MIT - Massachusetts Institute of Technology). O título da reportagem <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">&#8220;How Obama Really Did It&#8221;</a>, que numa livre tradução seria &#8220;Como Obama Realmente Conseguiu&#8221;.</p>
<p>Bem, o que Barack Obama fez de diferente foi fundamentalmente utilizar as ferramentas de web 2.0 como ninguém utilizou antes e com resultados surpreendentes. Obama botou a web no centro de sua estratégia de campanha, contratou profissionais gabaritados e montou uma rede social de qualidade, extremamente inteligente e inovadora.</p>
<p>Parte da equipe que está capineando este projeto tentou fazer o mesmo pelo pré-candidato democrata Howard Dean em 2004, mas sem sucesso. Qual seria a diferença entre Dean 2004 e Obama 2008? Nos últimos 4 anos a internet sofreu uma revolução. O surgimento de sites como Facebook, Myspace, Orkut e Youtube mudaram radicalmente o modo como as pessoas se relacionam com a web. Em 2004, blog era novidade, em 2008 é realidade. Em 2004, rede social era o futuro, em 2008 é presente. O cidadão e o eleitor já estão educados na nova web, não precisam ser tutoriados.</p>
<p>Obama criou em seu site uma rede social, chamada &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">My Barack Obama</a>&#8220;, ou &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">MyBO</a>&#8220;, para os íntimos.</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Picture1.jpg',1282,725,'Picture1 - Picture1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg" alt="Picture1 - Picture1" title="Picture1 - Picture1" /></a></p>
<p>Uma vez cadastrado da rede, o cidadão se transforma de eleitor para apoiador, participando ativamente da campanha. E o site dá ferramentas e instruções de como apoiar ativamente o candidato.</p>
<p>O pessoal que mora na vizinhança está cadastrado para votar? MyBO dá o telefone de cada um dos seus vizinhos e já sugere o que você deve falar com cada um deles. Se eu quero organizar um evento de apoio, MyBO já te dá dicas de quanta gente convidar, como deve ser feito o convite, etc. Você pode fazer o download de um modelo e imprimir em casa.</p>
<p>De acordo com o CEP da sua casa, o site já sabe qual é o problema que mais aflige aquela comunidade. Se é desemprego, dá-lhe material sobre as propostas de Obama para gerar postos de trabalho. Se é poluição, eis as propostas de Obama para combater o aquecimento global. </p>
<p>Meus contatos do Outlook (ou do Gmail, ou do Yahoo, ou do Facebook ou&#8230;) são eleitores? MyBO dá uma ferramenta para você baixar automaticamente estes dados e sugere que você mande um e-mail para cada um deles convidando a fazer parte da rede.</p>
<p>No MyBO, o apoiador pode estabelecer metas próprias de arrecadação de fundos. Para bater a meta, o apoiador pode tanto doar seu próprio dinheiro, quanto convencer seus parentes, vizinhos, colegas a doar e isto conta para a meta do apoiador. E MyBO aceita qualquer cartão de crédito, basta ser cidadão americano que você está apto a doar qualquer quantia. 48% dos fundos arrecadados por Obama vieram de doações inferiores a 200 dólares.</p>
<p>Tudo o que apoiador faz é de certa maneira coordenado e gerenciado pela equipe de campanha.</p>
<p>Finalmente, e talvez o item mais importante da estratégia de Obama: torne-se viral na internet. Qualquer ferramenta importante web 2.0 é usada por Obama. No Facebook, no Twitter, no Linkedin, nas redes sociais hispânicas, em qualquer lugar, Obama e seus apoiadores estão. Veja quadro abaixo publicado originalmente na <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> com dados comparativos da ação de Obama internet.</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/charts_x600.jpg',600,209,'charts x600 - charts x600'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg" alt="charts x600 - charts x600" title="charts x600 - charts x600" /></a></div></p>
<p>E os outros candidatos não estão fazendo algo semelhante? Sim, mas a grande diferença é que Obama colocou a web e as ferramentas 2.0 no centro de sua campanha e não como acessório. A campanha de McCain ainda está num paradigma de campanha antigo, contando com grandes doadores e com estratégias de comunicação mais tradicionais e que foram vencedoras no passado.</p>
<p>E o futuro?</p>
<p>Podemos imaginar um cenário bem interessante tanto com Obama eleito presidente, como ele derrotado por McCain. No primeiro caso, MyBO pode se transformar num embrião de governo 2.0. Na oposição, Obama continuaria forte, se conseguir manter o entusiasmo dos seus milhões de apoiadores.</p>
<p>De qualquer forma, a revolução nas campanhas eleitorais Obama já fez.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil no mapa mundial do Open Innovation</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/05/brasil-no-mapa-mundial-do-open-innovation/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 20:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. 
Nesta edição:
Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation
Métodos de Valoração de Tecnologias
A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#038;D
Internacional: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. </p>
<p>Nesta edição:<br />
<div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/img_noticia_open_1.jpg" alt="img noticia open 1 - img noticia open 1" title="img noticia open 1 - img noticia open 1" /></div><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/150/Instituto+Inovacao+realiza+aliancas+internacionais+com+InnoCentive+e+Ninesigma+e+insere+Brasil+no+mapa+mundial+do+Open+Innovation">Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/159/Metodos+de+Valoracao+de+Tecnologias">Métodos de Valoração de Tecnologias</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/158/A+Politica+de+Desenvolvimento+Produtivo+do+Governo+Federal+e+a+macrometa+de+aumentar+o+investimento+privado+em+PeD">A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#038;D</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/151/Internacional-+Colombia+utiliza+metodologias+do+Instituto+Inovacao+para+avaliar+potencial+de+tecnologias">Internacional: Colômbia utiliza metodologias do Instituto Inovação para avaliar potencial de tecnologias</a></p>
<p>Quem quiser receber sempre, é só <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_radar/idioma/1">registrar</a>. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tendências que inspiram</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/02/tendencias-que-inspiram/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site Trendwatching. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.
Além desse relatório anual, que é pago, eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site <a href="http://www.trendwatching.com" target="_blank">Trendwatching</a>. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.</p>
<p>Além desse relatório anual, que é pago, eles publicam mensalmente um <i>briefing</i> muito interessante com diversas tendências de consumo. O título do <i>briefing</i> <a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">desse mês</a> é:
<p><center><strong><a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">OFF = ON</a></strong></center></p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pixelsofa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/pixelsofa.jpg',543,222,'pixelsofa - Sofá de Pixels'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pixelsofa.jpg" alt="pixelsofa - Sofá de Pixels" title="pixelsofa - Sofá de Pixels" /></a></div></p>
<p><P></p>
<p>De um grosso modo podemos dizer que eles apontam a tendência de que o <i>mundo offline</i> se espelhe cada vez mais no <i>mundo online</i>, desde o desenvolvimento de produtos até a relação com consumidores. </p>
<p>O <i>briefing</i> do mês passado, chamado &#8220;<a href="http://www.trendwatching.com/trends/innovationavalanche.htm">Innovation Avalanche</a>&#8221; também é muito bom e merece uma visita.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Overdose de Inovação (ou como criar um Produto Sexy)</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/27/overdose-de-inovacao-ou-como-criar-um-produto-sexy/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/27/overdose-de-inovacao-ou-como-criar-um-produto-sexy/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 16:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de inovações. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. 
Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de <strong>inovações</strong>. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. </p>
<p>Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a criatividade, dos tipos de &#8220;criativos&#8221; que percebe e define muito bem a inovação.</p>
<p>Depois dessa introdução e contextualização, Luli apresenta com a propriedade de um inovador o processo de inovação, iniciando pelos obstáculos, passando pela formatação da idéia e chegando no &#8220;produto sexy&#8221;.</p>
<p>O vídeo traz vários insights interessantes e sem dúvidas vale o tempo despendido.</p>
<p><object width='424' height='318'>
<param name='movie' value='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=360880&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318'></param><embed  align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' quality='high' src='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=360880&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318' width='424' height='318'></embed></object></p>
<p>Para assistir o vídeo em tela cheia basta clicar no ícone da direita (depois de dar <em>play</em> no vídeo). Caso você tenha gostado muito da palestra e queira ver os slides, eles estão disponíveis <a href="http://www.luli.com.br/admin/wp-content/uploads/2008/08/inovac.jpg">aqui</a>.</p>
<p>Via: <a href="http://meiobit.pop.com.br/destaque/meiobit-expo-palestra-do-professor-luli-radfahrer" target="_blank">Meiobit</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Apple e Google</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/18/apple-e-google/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/18/apple-e-google/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 11:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[
A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_and_apple.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/google_and_apple.jpg',500,333,'google and apple - google and apple'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_and_apple.jpg" alt="google and apple - google and apple" title="google and apple - google and apple" /></a></div></p>
<p>A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro com publicidade por causa da crise nos Estados Unidos. </p>
<p>Muito já se falou em como as duas empresas são diferentes na geração de inovações estrondosas, com o Google lançando produtos com agilidade, ainda na versão beta, e a Apple segurando o desenvolvimento fechado até os <em>&#8220;i&#8221; products</em> estarem perfeitos para irem ao mercado. Acredito que não existe só um jeito de ser inovador. As cifras da Apple e do Google demonstram que estilos diferentes podem funcionar bem. O importante é que a cultura da empresa, a estratégia, a estrutura, os processos das organizações considerem o fator &#8220;inovação&#8221;, e façam com que ele trabalhe a seu favor, gerando desempenho superior. Por ora, ligeiramente superior, no caso da Apple: U$ 158,8 bilhões, frente os U$ 157,2 bilhões do Google. Nada mal. </p>
<p>Os dados desse post foram retirados da matéria <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080816/not_imp224940,0.php"><em>Apple derrota o Google e reina no Vale do Silício</em>, do Estadão</a>. </p>
<p>Os créditos para a imagem inusitada são para <a href="http://enterprisecollab.wordpress.com/2008/01/23/when-google-eats-an-apple/">este blog</a>.<br />
<em><br />
As opiniões no post são da autora e não refletem, necessariamente, a opinião da organização.</em>
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cabeça no espaço. Negócios na Terra</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/13/cabeca-no-espaco-negocios-na-terra/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Janayna</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.<br />
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe de cientistas transformaram delírios — como a chegada do homem à Lua e a exploração de Marte — em realidade. Em parte, graças à Nasa os Estados Unidos ganharam a corrida espacial e a batalha de imagem que cercou os anos da Guerra Fria. Mas o socialismo caiu com o Muro de Berlim, e a conquista do espaço perdeu muito de seu charme. E, para sobreviver e garantir recursos, a Nasa teve de encontrar um novo caminho. Nos últimos anos, sua formidável máquina de inovação vem sendo colocada a serviço do desenvolvimento de idéias que possam mudar o dia-a-dia de pessoas comuns, que jamais sairão da Terra. Assim como boa parte das universidades americanas, a Nasa tornou-se uma extensão das áreas de pesquisa e desenvolvimento de grandes empresas. Nos gloriosos tempos da Guerra Fria, quando andar à frente dos russos era a obsessão da Casa Branca, o orçamento anual da Nasa era de 25 bilhões de dólares. Hoje, a verba repassada é 30% menor e as críticas ao apoio governamental são cada vez maiores.“A tendência é que, no futuro, uma parte considerável do dinheiro da Nasa venha da iniciativa privada”, afirma Michael Kearney, presidente da SpaceHab, consultoria dos Estados Unidos especializada na indústria tecnológica. </p>
<p>Ao mesmo tempo que procura vestígios de vida em Marte e vasculha o universo em busca de planetas que um dia possam servir de novos lares para a humanidade, a Nasa prospecta hoje novos negócios em campos que vão do turismo espacial à indústria farmacêutica. Até a década de 70, a Nasa possuía cerca de 30 parcerias com empresas. Hoje, são quase 400, que incluem nomes como Google, Ford e Goodyear. Caso prosperem algumas das inovações que estão sendo desenvolvidas, os carros de passeio ganharão, no futuro, equipamentos como pneus da Goodyear à prova de furos. E sistemas capazes de diagnosticar problemas elétricos nos modelos montados pela Ford.</p>
<p><em><em><em>Este texto é parte da reportagem da revista Exame de 07/08/08.</em></em></em><br />
O texto completo pode ser acessado pelo link a seguir: <a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&amp;COD_RECURSO=211;831&amp;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/mundo/m0165412.html">Revista Exame</a>
</p>
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		<title>Diplopedia</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/06/diplopedia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. 
A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, Stacie R. Hankins, que trabalha na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. </p>
<p>A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, <em>Stacie R. Hankins</em>, que trabalha na embaixada dos EUA em Roma, contou que <em>Ronald P. Spogli</em>, o embaixador americano por lá, costuma ler em seu <em>BlackBerry</em>, a caminho dos encontros, as informações mais completas e atualizadas de praticamente qualquer personalidade do planeta. </p>
<p>A dinâmica de construção colaborativa da Diplopedia possibilita que os diplomatas encontrem com facilidade dados atualizados. <strong>E isso é um ponto chave: a Diplopedia é mais do que a fonte de informação mais completa, ela é a melhor forma de organizar a informação para que ela seja facilmente encontrada.</strong> No mundo 1.0, a biografia de um economista americano influente poderia estar com o departamento de economia, ou de política, ou sabe-se lá onde. Na wiki, a informação pode estar em diversas categorias, e serem rapidamente disponibilizadas por mecanismos de busca.</p>
<p>É surpreendente que a cultura wiki – leia-se compartilhamento, estruturas achatadas, iniciativas emergentes, participação – tenha “pegado” em uma organização que é sinônimo de burocracia e controle de discursos. Mas pegou: desde que foi criada são 650.000 páginas vistas, e, recentemente, atingiu a marca de 20.000 novas páginas vistas por semana. Não existe nenhuma censura formal ao conteúdo, mas nunca foi preciso deletar uma página. Ela não está disponível para o público em geral. Hoje existe até mesmo um departamento de eDiplomacy. Abrir-se dessa maneira para a web 2.0 demonstra uma intenção de transformação cultural grande, e que envolve os valores mais profundos de uma organização. Blogs internos também são estimulados. </p>
<p>Questionado sobre o que aconteceria com uma pessoa que usasse dessa cultura aberta de forma indevida, <em>Mr. Hankins</em> falou que existem diversas formas de um indivíduo acabar com sua carreira, e que “o jeito wiki” é apenas o mais moderno. </p>
<p><em><a href="http://www.fastforwardblog.com/2008/08/05/if-the-us-state-department-can-use-wikis-and-blogs-effectively-so-can-your-organization/">Este post foi inspirado no post If the US State Department Can Use Wikis and Blogs Effectively, So Can Your Organization?, de Jon Husband.</a></em></p>
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		</item>
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		<title>Teste do elevador para empreendedores&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/25/teste-do-elevador-para-empreendedores/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[
Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://www.vator.tv/embed/player.swf?videoSrc=http://s3.amazonaws.com/vator_production_out/391_v-commercial.flv&#038;fillColor=0xFFFFFF&#038;videoMode=embed&#038;pitchURL=http://www.vator.tv/pitch/show/Vator---the-idea-exchange" allowscriptaccess="always" width="320" height="300" wmode="transparent" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash"></embed></p>
<p>Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É o teste do elevador&#8230;</p>
<p>No jargão da consultoria, o teste do elevador consiste num exercício de sumarizar as conclusões importantes de uma apresentação em 30 segundos. Em tese, este seria o tempo que você teria caso encontrasse alguém no elevador e tivesse que expor sua idéia. Este exercício ajuda a sintetizar o raciocínio e ser mais objetivo em uma apresentação, destacando as idéias essenciais.</p>
<p>Para um empreendedor, o teste do elevador pode ser aquela oportunidade única de ter alguns minutos com um investidor, expor seu plano de negócio e conseguir dinheiro para iniciar ou acelerar seu empreendimento.</p>
<p>Recentemente foram lançados dois sites que exploram exatamente esta idéia. O <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> (americano) e o <a href="http://cmypitch.com/">cmypitch</a> (inglês) tem o mesmo conceito. O empreendedor posta um vídeo curto apresentando seu negócio. O vídeo tem que ser curto e deve incluir seu plano de negócio, a diferencial de sua idéia e quanto você necessita para iniciar/acelerar sua empresa.</p>
<p>O objetivo é que algum investidor real veja o vídeo e invista na idéia.</p>
<p>Para ajudar os investidores, os usuário já dão algumas dicas das idéias mais bacanas, através de votos, comentários e outros mecanismos web 2.0. Além disso, os investidores podem lançar desafios e competições para premiar a melhor idéia em determinado ramo de negócios.</p>
<p>Para o investidor é a oportunidade de ver várias oportunidades de maneira organizada e em um tempo curto. Para o empreendedor é a oportunidade de expor sua idéia para o público e, quem sabe, arranjar um sócio endinheirado.</p>
<p>Em tempo, o próprio <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> é um dos negócios que procura investidores para crescer. Se você for um investidor interessado, a quantia necessária é inferior que 500 mil dólares.
</p>
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		<title>Da próxima vez que for a Nova York, cuidado com a meningite&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[
.
ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:
- Cuidado com a meningite em Nova York.
- Gripe aviária ataca o Egito.
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Theo_La_Photo.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Theo_La_Photo.jpg',500,181,'Theo La Photo - Theo La Photo'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Theo_La_Photo.jpg" alt="Theo La Photo - Theo La Photo" title="Theo La Photo - Theo La Photo" /></a></div><br />
.</p>
<p><strong>ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:</strong></p>
<p>- Cuidado com a meningite em Nova York.<br />
- Gripe aviária ataca o Egito.<br />
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.<br />
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.<br />
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, mas também com a raiva canina.</p>
<p>Estas informações estão todas condensadas no <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap</a>, um site que quer ser o mapa global de alerta para as doenças e epidemias.</p>
<p>O sistema do site é sem dúvida inovador. Várias fontes de notícias são agregadas: notícias que saem na imprensa sobre o aparecimento de doenças, fontes oficiais, como a OMS, ou para-oficiais, como ONG&#8217;s que monitoram o aparecimento de epidemias. Tudo isto é analisado e plotado numa ferramenta Google Maps.</p>
<p>O usuário pode ser desde um turista hipocondríaco, até mesmo um pesquisador que quer estudar o comportamento de determinada doença.</p>
<p>O fato de contar com fontes oficiais e não-oficias (porém confiáveis) faz com que o <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap </a>sirva também como uma fonte do aparecimento de doenças em países onde o governo esconde tal fato, preocupado com o impacto no turismo ou na popularidade do governante.</p>
<p>Além disso tudo, o site ainda pode servir de alerta para as autoridade públicas sobre o aparecimento de doenças em países ou regiões próximas.</p>
<p>E da próxima vez que for ao Brasil, muito cuidado com a dengue, hantavívus, infecção hospitalar e febre amarela&#8230; Ops&#8230; estou no Brasil&#8230; Socorro!!!
</p>
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		<title>As Regras da Inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[É incrível a quantidade de informação interessante disponível, seja na Internet, seja em Livros ou ainda em periódicos científicos.  Mais impressionante ainda é a sensação de que temos cada vez menos tempo para ler mais coisas.
Há algum tempo recebi a indicação de um livro que parece ser interessante, mas que por enquanto está naquela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível a quantidade de informação interessante disponível, seja na Internet, seja em Livros ou ainda em periódicos científicos.  Mais impressionante ainda é a sensação de que temos cada vez <strong>menos tempo</strong> para ler <strong>mais coisas</strong>.</p>
<p>Há algum tempo recebi a indicação de um livro que parece ser interessante, mas que por enquanto está naquela situação: &#8220;vou ler assim que eu tiver tempo&#8221;. Vai me dizer que você não tem pelo menos uns três artigos na sua caixa de emails nessa mesma situação?<br />
<div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/capa_livro.jpg" alt="Capa do Livro - As regras da inovação" title="Capa do Livro - As regras da inovação" /></div> Enquanto não leio a obra posso compartilhar a indicação (e a sensação de falta de tempo) e fazer com que mais pessoas se interessem pelo livro. A resenha do <em>release</em> diz que:
<p></p>
<blockquote><p>Nesta obra, os autores mostram como gerenciar, medir e lucrar com a inovação. Além de acentuar que ela não acontece por mera casualidade ou inspiração, apontam os caminhos que podem estimular a criatividade e a inovação dentro de uma empresa. </p></blockquote>
<p>Ficou interessado? Se você não tiver tempo eu posso ler pra você, estou cobrando baratinho&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Blind date</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/15/blind-date/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Blind date é uma expressão da língua inglesa que se refere a um encontro amoroso de duas pessoas que não se conhecem. Normalmente um amigo comum promove este encontro, tentando dar uma de cupido e desencalhar os amigos.
Na última quarta-feira, dia 9 de julho, realizou-se o primeiro Encontro de Inovação do setor de Madeira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_mharrsch.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/mharrsch.jpg',500,375,'mharrsch - mharrsch'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_mharrsch.jpg" alt="mharrsch - mharrsch" title="mharrsch - mharrsch" /></a></div></p>
<p><em>Blind date </em>é uma expressão da língua inglesa que se refere a um encontro amoroso de duas pessoas que não se conhecem. Normalmente um amigo comum promove este encontro, tentando dar uma de cupido e desencalhar os amigos.</p>
<p>Na última quarta-feira, dia 9 de julho, realizou-se o primeiro Encontro de Inovação do setor de Madeira e Móveis de Minas Gerais. O encontro de inovação é uma espécie de <em>blind date</em> da inovação. Vou explicar por que&#8230;</p>
<p>No encontro de inovação, o organizador junta dois agentes da inovação que pouco se conhecem para conversar, com vistas a um futuro namoro. </p>
<p>Neste caso, o organizador era o Simi (Sistema Mineiro de Inovação) em parceria com o Centro Minas Design. Os pretendentes eram os empresários do setor de móveis e os pesquisadores das ICT&#8217;s mineiras.</p>
<p>Durante o encontro, foram debatidos os principais problemas tecnológicos do setor e discutidas as possíveis soluções para estes problemas. O ideal é que estes problemas sejam resolvidos através de uma parceria (namoro) entre empresários e pesquisadores.</p>
<p>As propostas surgidas no evento estarão disponíveis na <a href="http://www.simi.org.br/perfilComunidades.action?idComunidade=750" target="_blank">comunidade de madeira e móveis do site do Simi</a>.</p>
<p>A execução das ações propostas será fundamental para o desenvolvimento tecnológico da industria moveleira mineira e para a aproximação entre os empresários do setor e pesquisadores.</p>
<p>Será que vai dar namoro?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Proteção patenteária</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/14/protecao-patentearia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 13:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[Mario Avila é Agente da Propriedade Industrial. Trabalhou na área de Propriedade Intelectual da Petrobras. Hoje ele é autor convidado do Blog do Inovação:
Após participar do evento Conecta 2008, e diante do convite feito pelo Instituto Inovação, aproveito este espaço de discussão para fazer algumas observações que julgo serem importantes.
Foi sempre mencionada nas palestras a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mario Avila é Agente da Propriedade Industrial. Trabalhou na área de Propriedade Intelectual da Petrobras. Hoje ele é autor convidado do Blog do Inovação:</em></p>
<p>Após participar do evento <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008/">Conecta 2008</a>, e diante do convite feito pelo Instituto Inovação, aproveito este espaço de discussão para fazer algumas observações que julgo serem importantes.</p>
<p>Foi sempre mencionada nas palestras a importância da execução da proteção patentária das tecnologias desenvolvidas. Entretanto, nada foi comentado sobre as técnicas e estratégias empregadas para se fazer esta proteção de uma maneira efetiva.</p>
<p><strong>Produção de conhecimento nacional sobre proteção patenteária -</strong> Existem no país, trabalhando na área de PI, um bom número de pessoas capacitadas a executar tarefas em suas áreas específicas de atuação, tais como advogados, economistas, etc. Entretanto, quando nos voltamos para os profissionais técnicos devidamente qualificados para efetuar uma proteção patentária abrangente, verificamos que este número é bem menor, muito aquém do que se observa em outros países. Em nosso país a maior parte do trabalho executado por estes profissionais técnicos está relacionada a pedidos de patente originados fora do país, nos quais o trabalho de elaboração da proteção e de estabelecimento de uma estratégia global de proteção já foi efetuado no exterior. Há, é claro, a necessidade de que estes profissionais adaptem os pedidos vindos do exterior à prática patentária do país, mas, embora esta tarefa seja importante, não se compara, em termos de capacidade de geração de conhecimento, à elaboração de um novo pedido de patente. Mais ainda, ao se depositar no país um pedido de patente vindo do exterior, cumpre-se aqui uma etapa de um planejamento de depósitos de pedidos de patente que foi planejada pelo titular do pedido, ou por alguém agindo em seu nome, mas não se participa da elaboração deste planejamento.</p>
<p>Tudo isto dificulta o desenvolvimento no país, na velocidade desejada, de uma capacitação de proteção patentária em uma escala mais ampla, que atenda às necessidades observadas no atual estágio do desenvolvimento científico e tecnológico que alcançamos.</p>
<p><strong>Falta de investimentos no INPI e diminuição do número de patentes depositadas nos EUA - </strong>Para agravar a situação, por cerca de vinte anos não foram feitos investimentos no INPI em capacitação de mão de obra e recursos materiais, justamente no período em que a Propriedade Intelectual passou a ser claramente um dos grandes pilares do desenvolvimento econômico. Com isto o quadro funcional do INPI foi sendo reduzido, e não houve reposição. Muitos profissionais experientes foram se afastando, por diversos motivos, e muito se perdeu com isto. </p>
<p>Como tem sido também amplamente discutido, esta redução nos quadros do INPI prejudicou o andamento dos exames de pedidos de patente, e há hoje um grande atraso na execução desses exames. Este atraso vem contribuindo fortemente para retardar a capacitação de pessoal na proteção patentária.</p>
<p>Em países nos quais as patentes são consideradas um dos pilares do crescimento econômico, usualmente é relativamente pequeno o espaço de tempo entre o depósito de um pedido de patente e o início do exame. Neste processo é comum que os examinadores apresentem questionamentos em relação a aspectos da inovação a qual se pretende patentear, as chamadas exigências de exame. Para contraditar o que foi apresentado na exigência, o profissional necessariamente terá de efetuar uma avaliação mais profunda das características patentárias da inovação, para apresentar seus argumentos. Com isto cumpre-se uma das etapas mais importantes para aumentar a capacitação do profissional, e este aprofunda-se no conhecimento da doutrina patentária.</p>
<p>A demora na execução dos exames retira a dinâmica do processo, e com isto perde-se a oportunidade de se manter uma linha contínua de crescimento na capacitação.</p>
<p>Recentemente foi publicado na imprensa ter havido nos últimos anos uma redução no número de concessão de patentes nos EUA originadas no Brasil, ao contrário do que se esperava, após a aprovação de leis de incentivo à inovação. Isto é aparentemente paradoxal, mas, na verdade, é um reflexo dos fatos acima abordados. Como vem sendo propagado com freqüência, apesar de o Brasil contribuir com cerca de 1,8% da publicações científicas, nossa contribuição com o depósito de pedidos de patente é bem pequena, cerca de 0,2%. O pequeno número de profissionais técnicos com habilitação nesta área da proteção patentária pode ser relacionado como um dentre vários fatores que contribuem para esta discrepância nos números. </p>
<p>Ao não dispormos no país de uma boa quantidade desses profissionais, torna-se difícil haver uma boa disseminação dos fundamentos desta área, e isto se reflete já na fase inicial do desenvolvimento de uma inovação. A não identificação da possibilidade de patentear é um dos maiores fatores que impedem bons resultados futuros nos negócios, ou até mesmo a perda de negócios.</p>
<p><strong>Lacuna no ensino superior; e a importância de se pensar a estratégia de proteção patenteária - </strong>O Prof. João Furtado, em sua palestra inicial no Conecta, comentou que na sua universidade, a Politécnica, em nenhuma cadeira há uma atividade que leve os alunos a efetuar uma busca de patentes. Com isto, formam-se engenheiros que, como ocorreu comigo, desconhecem totalmente a existência deste aspecto fundamental da ordem econômica mundial. </p>
<p>No meu caso particular, somente após ter acompanhado um caso de infração de uma patente, já formado havia quase dez anos, é que fui travar conhecimento com o sistema patentário. Depois disto acabei indo trabalhar na proteção de tecnologias desenvolvidas pela empresa em que trabalho, redigindo patentes e acompanhando todo o processo de exame, no Brasil e no exterior. Trabalhando nesta área passei a acompanhar mais de perto o que ocorria neste segmento. Circulam muitas informações sobre este tema, em vários fóruns, poucos, muito poucos aqui no Brasil. Comparando o que se via no exterior com o que se via aqui no país, pude observar como esta atividade de proteção é aqui ainda pouco conhecida por aqueles envolvidos no desenvolvimento de tecnologia. </p>
<p>Incomoda bastante saber de casos de inventores e empresas nacionais que desenvolvem algum produto e, por não protegerem seus desenvolvimentos, acabam perdendo grandes oportunidades.</p>
<p>O país está, hoje, querendo acelerar nesta área de inovação, mas este aspecto fundamental da proteção patentária tem sido pouco abordado. Nas palestras que assisto, a única menção que se faz é, invariavelmente, a de que “depositou-se uma patente”. Quase nada é comentado sobre a política de proteção, sobre a qualidade da proteção conferida pela patente, etc. Estes temas, aparentemente áridos, são fundamentais para o futuro de eventuais negócios que venham a ser feitos com base na patente. Uma proteção mal feita, ou uma estratégia de proteção mal elaborada, podem ambas trazer sérios problemas ou até mesmo comprometer os negócios futuros. E não vejo nunca este assunto ser abordado em seminários e encontros.</p>
<p>Mais ainda, criaram-se vários dispositivos de incentivo à inovação, mas os esforços de capacitação de pessoal para efetuar a proteção patentária são ainda muito tímidos. Em função da quase inexistência no país de formação nesta área, o INPI tem assumido este papel, mas creio que deveria ser avaliado se este deveria ser o seu papel, pois com isto desviam-se profissionais de sua atividade fim, a de examinar patentes. Como há um grande atraso nesta atividade, decorrente dos anos de baixos investimentos no INPI, talvez fosse mais adequado usar toda a capacitação do INPI para acelerar os exames de patente pendentes.</p>
<p>Creio que o papel maior de formação de pessoal deveria caber às instituições de ensino. Observa-se atualmente um crescente interesse das universidades em obter ganhos pela exploração de patentes geradas no desenvolvimento de suas atividades. Há uma grande capacitação para tais desenvolvimentos, mas, salvo algumas exceções, não se observa nas universidades capacitação para se efetuar esta proteção patentária. Assim, creio que elas deveriam considerar também preparar seus alunos para tratar adequadamente todos os aspectos relacionados à comercialização de tecnologias, a proteção patentária entre eles.</p>
<p>Em mais de vinte anos trabalhando nesta área já pude observar vários casos de fracasso devidos exclusivamente a erros na preparação da proteção patentária e/ou na estratégia de proteção. Acredito que seja a hora de, finalmente, se começar a abordar estes assuntos nos seminários, para que esta nossa fragilidade seja discutida e, espero eu, equacionada.</p>
<p>Uma proteção patentária adequada é um firme fundamento para bons negócios futuros. Peço desculpas por ter escrito tanto, mas por ter considerado o evento Conecta um dos melhores e bem elaborados que participei nos últimos anos, creio que as considerações acima poderão ter eco, e, quem sabe, seja possível sensibilizar os atores envolvidos sobre a necessidade de se melhorar um ponto fundamental para as pretensões do país de se tornar um pólo de desenvolvimento tecnológico.</p>
<p><strong>Mario Luiz Novaes Avila</strong><br />
<strong>- Agente da Propriedade Industrial e Engº Mecânico.</strong><br />
<strong>- Trabalhou na Área de Propriedade Intelectual da Petrobras.</strong><br />
<strong>- Trabalha atualmente na Gerência de Desenvolvimento de Novos Processos e Produtos/Tecnologia de Refino, da Gerência Executiva de Refino - Diretoria de Abastecimento da Petrobras.</strong></p>
<p><em>Obs.: O artigo acima retrata as opiniões do autor, dadas em caráter exclusivamente particular.</em></p>
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		<title>As políticas de fomento à inovação geram resultados práticos?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 12:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[A professora e economista do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia, Ana Paula Avellar, em seu artigo “IMPACTO DAS POLÍTICAS DE FOMENTO À INOVAÇÃO SOBRE O GASTO EM ATIVIDADES INOVATIVAS E EM ATIVIDADES DE P&#038;D DAS EMPRESAS” discute a eficiência dos programas de fomento bem como os resultados obtidos por estes no cenário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A professora e economista do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia, Ana Paula Avellar, em seu artigo “IMPACTO DAS POLÍTICAS DE FOMENTO À INOVAÇÃO SOBRE O GASTO EM ATIVIDADES INOVATIVAS E EM ATIVIDADES DE P&#038;D DAS EMPRESAS” discute a eficiência dos programas de fomento bem como os resultados obtidos por estes no cenário brasileiro.</p>
<p>O artigo tem o objetivo de discutir a existência de dois fenômenos:<br />
•	Efeito <em>crowding out</em> (efeito substituição) – Isso ocorre quando as empresas privadas destinam recursos financeiros às atividades de P&#038;D&#038;I que já seriam alocados mesmo na ausência de alguma forma de fomento. Sendo assim as políticas de fomento seriam incapazes de estimular as empresas a aumentarem seus dispêndios na área, restringindo-se a reduzir o custo das atividades de P&#038;D&#038;I.<br />
•	Efeito <em>additionality</em> (efeito alavancagem) – Isso ocorre se os programas públicos de inovação conseguem estimular as empresas a investirem em inovação um montante superior ao previamente alocado sem a interferência de um programa.</p>
<p>De acordo com a literatura internacional apontada pela autora:<br />
•	Para as indústrias, há 14 estudos empíricos, sendo que apenas 2 comprovam a existência do efeito <em>crowding out</em> entre gasto público e privado em P&#038;D, havendo assim a predominância do efeito <em>additionality</em> – aumento do gasto privado estimulado pelo gasto público.<br />
•	Para as empresas de modo geral há 19 estudos, sendo que 9 apontam o efeito <em>crowding out</em> e 10 apontam o efeito <em>additionality</em>. Destaca-se que a maioria dos estudos que apontam a substituição dos gastos, concentram-se principalmente no comportamento das empresas dos EUA no setor de defesa do país.</p>
<p>Para avaliação do impacto de programas de incentivos fiscais e incentivos financeiros do Brasil, a autora considerou os seguintes programas: o programa de incentivo fiscal, o Programa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI); um programa de incentivo financeiro reembolsável, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Empresa Nacional (ADTEN) e o programa de incentivo financeiro não reembolsável, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT Cooperativo).</p>
<p>Os resultados obtidos pela autora mostram que as empresas beneficiárias dos Programas indicam um cenário positivo em função da participação da empresa no programa público de fomento à inovação, sendo eles:<br />
•	Aumento de 36% na receita líquida<br />
•	Aumento de 23% na produtividade do trabalho<br />
•	Aumento de 55% nos gastos em P&#038;D<br />
•	Aumento de 40% nos gastos em inovação</p>
<p>Assim a autora conclui: “&#8230; ao se considerar a amostra total de empresas inovadoras, que participaram de ao menos um dos programas referidos, pode-se dizer que o impacto das políticas é positivo tanto em ampliar os gastos em atividades inovativas (GAI) quanto os gastos em atividades de P&#038;D (GPD). Porém, deve-se considerar que, diante da impossibilidade de se isolar os efeitos da política, dado que está sendo trabalhada uma amostra conjunta de empresas, não se pode firmar em termo de eficiência de cada programa, mas sim sobre a efetividade destes no aumento dos gastos em atividades inovativas das empresas. Deste modo, pode-se concluir que impacto dos programas na amostra conjunta de empresas foi efetivo pela capacidade de promoção de maiores gastos em atividades inovativas e de P&#038;D.”</p>
<p>Sendo assim, pode-se esperar um futuro promissor para os resultados da Lei do Bem (lei que revogou O PDTI e ampliou os incentivos fiscais)? Até que ponto é válido “investir mais” em inovação tecnológica e não “investir melhor”?</p>
<p><a href="http://www.anpec.org.br/encontro2007/artigos/A07A062.pdf">Link do estudo.</a> </p>
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		<title>Inovação por resultados (ou Outcome-driven innovation)</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/10/inovacao-por-resultados-ou-outcome-driven-innovation/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Tive alguns insights essa semana assistindo a uma entrevista do Tony Ulwick, CEO da Strategyn – empresa de consultoria pioneira na Inovação por Resultados (Outcome-Driven Innovation®). A interpretação de Ulwick sobre o livro “The Innovator’s Solution” é a de que os consumidores compram produtos que ajudam uma tarefa a ser executada.
Daí vem o termo Inovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive alguns insights essa semana assistindo a uma entrevista do Tony Ulwick, CEO da Strategyn – empresa de consultoria pioneira na Inovação por Resultados (Outcome-Driven Innovation®). A interpretação de Ulwick sobre o livro “The Innovator’s Solution” é a de que os consumidores compram produtos que ajudam uma tarefa a ser executada.</p>
<p>Daí vem o termo Inovação por Resultados, que não foca no consumidor em si, nem no produto ou nos competidores. Esse tipo de inovação é definida pela estrutura, conteúdo e formato do que deve ser entregue, onde a tarefa a ser executada demarca o foco da inovação.</p>
<p>Então podemos, de forma geral, categorizar os focos de criação da inovação tecnológica em ao menos quatro: as chamadas <em>Outcome-Driven Innovation</em>, <em>Consumer-Driven Innovation</em>, <em>Product-Driven Innovation </em>e <em>Competitor-Driven Innovation</em>. </p>
<p>Entretanto, sabemos que existem diversas fontes, métodos e ferramentas para a promoção da geração de inovações e que estas práticas têm cada vez mais sido utilizadas pela empresas. O problema é: de que adianta termos acesso a diferentes fontes de inovação mas não termos canais, estrutura e processos adequados para o recebimento, processamento e desenvolvimento das oportunidades que nos chegam à vista? As empresas estão preparadas para tal?</p>
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		<title>Conecta evidencia evolução no cenário de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

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		<description><![CDATA[
Quarta-feira, 25 de junho, foi realizada a segunda edição do Conecta, evento promovido pelo PIT, o Programa de Investigação Tecnológica da UNESP, Unicamp, USP, IPEN e IPT, gerido pelo Instituto Inovação.
É fácil fazer um paralelo entre as edições (2007 e 2008) do Conecta e a evolução do sistema de ciência, tecnologia e inovação brasileiro, especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.institutoinovacao.com.br/Image/conecta2008.jpg" alt="Conecta 2008" /></p>
<p>Quarta-feira, 25 de junho, foi realizada a segunda edição do <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008">Conecta</a>, evento promovido pelo PIT, o <a href="http://www.pit-sp.org.br">Programa de Investigação Tecnológica</a> da UNESP, Unicamp, USP, IPEN e IPT, gerido pelo Instituto Inovação.</p>
<p>É fácil fazer um paralelo entre as edições (2007 e 2008) do Conecta e a evolução do sistema de ciência, tecnologia e inovação brasileiro, especialmente nas universidades.</p>
<p>Antes da primeira edição, falava-se muito que era preciso estabelecer essa conexão entre universidade e empresa. Havia um discurso da necessidade, mas muito pouco se falava sobre o &#8220;como fazer&#8221;. </p>
<p>O primeiro Conecta trouxe de forma pioneira, em 2007, os resultados iniciais do PIT. Um programa que usa a metodologia da <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/diligencia.php">Diligência da Inovação</a> para investigar o potencial inovativo de tecnologias desenvolvidas pelas universidades. Saímos do discurso do &#8220;é preciso fazer a conexão&#8221; para a proposição de um caminho prático. E isso faz toda a diferença. </p>
<p>Em 2008, o tema Comercialização e Valoração de Tecnologia mostra que avançamos ainda mais. Não estamos mais falando que é preciso conectar ciência e mercado, nem propondo um caminho. Estamos agora tratando de pontos específicos do processo de transferência de tecnologias, que já está consolidado quanto à necessidade, e ao mérito. </p>
<p>Seria muito difícil falarmos, anos atrás, em como definir o valor de uma tecnologia, ou em mecanismos de comercialização. Essa maturidade marca o início da expansão e consolidação dessas práticas.</p>
<p>Como pano de fundo dessa evolução está o bom trabalho do governo, ao criar a Lei de Inovação e ampliar os estímulos a esse processo. Mais recursos de fomento, mais capital de risco&#8230; O trabalho dos Nit&#8217;s - Núcleos de Inovação Tecnológica - das universidades, agora inseridos nesse contexto da comercialização também faz muita diferença. Tudo isso associado ao bom momento econômico, gera um interessante e empolgante aquecimento desse segmento.</p>
<p> A ponte foi construída, agora precisamos pavimentá-la e promover cada vez mais fluxo sobre ela.</p>
<p>Alguns links interessantes:</p>
<p>- <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008">Site do Conecta</a><br />
- <a href="http://www.pit-sp.org.br/destaques.php?idDestaque=28">Revista Conecta</a> (<a href="http://www.inova.unicamp.br/pit-sp/revista_conecta.pdf">PDF</a>)<br />
- <a href="http://www.pit-sp.org.br">Site do PIT</a>
</p>
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		<item>
		<title>Por que alguns setores inovam mais do que outros?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/04/por-que-alguns-setores-inovam-mais-do-que-outros/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[É fácil perceber que o grau de inovação tecnológica varia entre os setores. Se compararmos mineração e tecnologia da informação, por exemplo, na maioria dos casos isso fica gritante. Mas por que isso acontece?
Acreditamos que podem haver fatores que influenciam positivamente a geração de inovação tecnológica. Assim, a ocorrência desses fatores em determinado setor determinaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fácil perceber que o grau de inovação tecnológica varia entre os setores. Se compararmos mineração e tecnologia da informação, por exemplo, na maioria dos casos isso fica gritante. Mas por que isso acontece?</p>
<p>Acreditamos que podem haver fatores que influenciam positivamente a geração de inovação tecnológica. Assim, a ocorrência desses fatores em determinado setor determinaria uma maior geração de inovação tecnológica, enquanto que a não ocorrência desses fatores dificultaria essas inovações. Alguns desses fatores seriam: </p>
<p>• Ciclo de vida do produto: parece ser um princípio bem lógico, uma vez que quanto menor o ciclo de vida de produto, maior é a necessidade de lançar novos.  Isso pode ser agravado em maior ou menor quantidade pelo próximo fator: grau de competitividade do setor.<br />
• Grau de competitividade: em mercados muito competitivos, é preciso inovar. Em primeiro lugar para atender melhor os consumidores; depois para não oferecer tecnologias defasadas.<br />
• Especialização da fonte de conhecimento: a necessidade de fontes de informações especializadas pode fazer um setor produzir mais inovações tecnológicas.<br />
• Foco em custo X diferenciação: buscar cortar custos não deve levar à inovação tecnológica tanto quanto a estratégia de diferenciação.<br />
• Valor agregado do produto: produtos com alto valor agregado tem mais necessidade de inovar tecnologicamente do que setores de commodities, por exemplo.<br />
• Tempo de desenvolvimento de novos produtos: não deve ser confundido com o ciclo de vida do produto. Está relacionado com o ciclo de pesquisa no setor. Quanto menor o tempo necessário, maior a ocorrência de inovações tecnológicas.<br />
• Legislação: benefícios e subsídios à inovação tecnológica em um setor podem favorecer uma maior geração de inovação tecnológica.<br />
• Cultura: um setor com cultura mais aberta e vanguardista, legitima atitudes e códigos sociais que propiciam mais inovação. Por outro lado, a falta de cultura voltada para a inovação pode impossibilitar o surgimento de tecnologias inovadoras. Consideramos a cultura um fator muito relevante.<br />
• Estrutura do setor para parcerias: por estrutura entendemos o estabelecimento de consórcios não-competitivos entre empresas do setor, ou a união em torno de fundos que irão financiar pesquisas para a inovação no setor.<br />
• Indicadores de desempenho do setor: existem setores que tem o desempenho avaliado por fatores tecnológicos, portanto mais ligados à inovação.  Esses setores, portanto, irão traçar estratégias que levem ao aumento desse desempenho. </p>
<p>Fizemos um gráfico em que ilustramos (sem pretensão de precisar cientificamente) a diferença de relevância desses fatores:</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/imagem.JPG',747,400,'imagem - imagem'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem.JPG" alt="imagem - imagem" title="imagem - imagem" /></a></div></p>
<p>Esses fatores, porém, não são condições. Isso significa que a ocorrência de alguns deles não garante de inovações tecnológicas. Além disso, eles não estão desarticulados. Assim, influenciam-se, de modo que a não-ocorrência de um fator com relevância média, por exemplo, pode não diminuir o grau de inovação se houver outro fator muito relevante e recorrente. </p>
<p>E você, leitor: que aspectos você acredita que influenciam o grau de inovação em um setor? E que aspectos citados neste post podem ser desconsiderados?
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Propriedade Intelectual x Atração de Investimento Privado</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/02/propriedade-intelectual-x-atracao-de-investimento-privado/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 11:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu</dc:creator>
		
		<category>Propriedade Intelectual</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Em entrevista à Fapesp, Robert Sherwood, um dos especialistas internacionais consultados para a elaboração da Lei Federal de Inovação, disse que  “a fraqueza do sistema de propriedade intelectual é o principal obstáculo para que a inovação brasileira ganhe espaço no mercado internacional”. Segundo Sherwood, essa vulnerabilidade impede investimentos internacionais que viabilizariam o desenvolvimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pedras.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/pedras.jpg',538,359,'pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pedras.jpg" alt="pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint" title="pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint" /></a></div></p>
<p>Em <a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=9028">entrevista à Fapesp</a>, Robert Sherwood, um dos especialistas internacionais consultados para a elaboração da Lei Federal de Inovação, disse que  “a fraqueza do sistema de propriedade intelectual é o principal obstáculo para que a inovação brasileira ganhe espaço no mercado internacional”. Segundo Sherwood, essa vulnerabilidade impede investimentos internacionais que viabilizariam o desenvolvimento da inovação em grande escala. Ele se baseia nos seguintes argumentos:</p>
<p>·         A lei de inovação ainda tem um caráter experimental, dando mais importância à inovação com investimentos estatais do que ao fomento por meio de investimento privado.</p>
<p>·         A exigência de edital para o licenciamento exclusivo de tecnologias desenvolvidas com financiamento do governo é um ponto a ser revisto.</p>
<p>·         A Lei da Propriedade Industrial  - assim como a Lei de Inovação - tem artigos confusos e pouco esclarecedores.</p>
<p>Dada a situação apresentada, Sherwood aponta a necessidade de realização de algumas mudanças, como:</p>
<p>·         Aproximação das ICTs da cultura de comercialização</p>
<p>·         Busca, por parte dos pesquisadores ou ICT, nos bancos de patentes antes de iniciar a pesquisa, para certificar-se que não se está investindo em uma tecnologia que já existe e/ou está protegida</p>
<p>·         Depositar o pedido de patente antes da publicação</p>
<p>·         Aproximação dos pesquisadores dos especialistas em Propriedade Intelectual</p>
<p>·         Reestruturação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com o objetivo de aprimorar e tornar mais eficiente o processo de comercialização de tecnologias</p>
<p>·         Atenção das incubadoras à propriedade intelectual</p>
<p>·         Envolvimento de profissionais com capacidade de negociação de patentes entre os envolvidos no projeto de pesquisa</p>
<p>Percebe-se que todos os pontos levantados são pertinentes à realidade brasileira, porém acredito que a propriedade intelectual é apenas um dos obstáculos, e que se destaca quando se trata de investimentos em inovação tecnológica. Na minha opinião, a raiz da questão da Propriedade Intelectual é um pouco mais profunda, e está na insegurança dos investidores frente ao sistema jurídico brasileiro.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim do jornal impresso como o conhecemos&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/27/o-fim-do-jornal-impresso-como-o-conhecemos/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 20:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[
Estava folheando um jornal (daqueles de papel) estes dias e me deparei com uma entrevista de Rupert Murdoch para o Wall Street Journal. Para que não sabe, Murdoch é o maior magnata da mídia mundial. É dono, dentre outros, do próprio Wall Street Journal, do New York Post, de 14 periódicos australianos, de vários tablóides [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_inju.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/inju.jpg',500,375,'inju - inju'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_inju.jpg" alt="inju - inju" title="inju - inju" /></a></p>
<p>Estava folheando um jornal (daqueles de papel) estes dias e me deparei com uma entrevista de Rupert Murdoch para o Wall Street Journal. Para que não sabe, Murdoch é o maior magnata da mídia mundial. É dono, dentre outros, do próprio Wall Street Journal, do New York Post, de 14 periódicos australianos, de vários tablóides ingleses (incluindo The Sun), da Sky, da Twentieth Century Fox, da liga de rúgbi australiana e do MySpace. Ufa!</p>
<p>Murdoch falava 70% da entrevista sobre o MySpace e os 30% restantes, que eu achei mais interessante, sobre o fim do jornal impresso.</p>
<p>Segundo Murdoch, esta mídia tem ainda mais 20 a 30 anos de vida, mas o modelo de negócios já passa por uma revolução. A tiragem global não está sofrendo profundas alterações, mas a participação dos grandes jornais (como o próprio WSJ) diminuiu em detrimento da ascensão de jornais gratuitos, como o Metro (já distribuído no Brasil pelo Grupo Bandeirantes em São Paulo).</p>
<p>Murdoch prevê que as novas gerações vão acessar as informações e notícias através de outros meios, como a internet e principalmente outros meios móveis, como o celular.</p>
<p>No ano passado a circulação de jornais impressos nos EUA caiu 3,6% em relação a 2006.</p>
<p>No Brasil, surpreendentemente, a circulação de periódicos cresceu quase 10%. O bom ambiente econômico contribuiu, mas sobretudo um novo fenômeno deu um impulso à venda de jornais: o crescimento vertiginoso de jornais populares, vendidos em bancas ou nos semáforos por 25 ou 50 centavos. O jornal de maior circulação no Brasil não é Folha de São Paulo, tão pouco O Globo. Os jornais de maior circulação na Brasil são os populares Super (de Belo Horizonte) e o Extra (do Rio de Janeiro).</p>
<p>Estes dados remetem ao modelo de negócios destes novos periódicos, que são gratuitos ou quase gratuitos (obviamente 25 ou 50 centavos não cobre o custo de redação, impressão e distribuição de um jornal).</p>
<p>Estamos lidando com mais um exemplo da &#8220;economia do grátis&#8221; ou o <em>freeconomics</em>. Este assunto já foi abordado <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/10/e-tudo-free/">no blog em um post recente.</a></p>
<p>O modelo de negócio destes jornais está baseado na publicidade que subsidia o preço ínfimo ou a gratuidade do jornal. É o mesmo que ocorre com a TV aberta. A publicidade subsidia a produção de novelas, telejornais e outros programas, além da sua distribuição.</p>
<p>Assim como na indústria fonográfica, a internet e modelos inovadores de negócio estão ameaçando os jornaizões. Será que nossos netos lerão a Folha de São Paulo, O Globo ou o Estado de Minas?</p>
<p><em>Foto: inju (www.flickr.com/photos/inju)</em>
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adeus, Bill Gates! Bem-vindos Larry e Sergey!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/23/adeus-bill-gates-bem-vindos-larry-e-sergey/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 18:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[
A despedida foi anunciada com cuidado para evitar tropeços na bolsa, há exatos 2 anos: a partir de junho de 2006, Bill Gates, o fundador da Microsoft deixaria gradualmente a empresa para tocar exclusivamente seus projetos filantrópicos, através de sua fundação. Sua saída total foi confirmada para os próximos dias.

Mundialmente famoso por ter sido considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/83/Billgates.jpg/486px-Billgates.jpg" alt="Bill Gates - Fundador da Microsoft. Fonte: Wikimedia (CC)" /></p>
<p>A despedida foi anunciada com cuidado para evitar tropeços na bolsa, há exatos 2 anos: a partir de junho de 2006, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates">Bill Gates</a>, o fundador da Microsoft deixaria gradualmente a empresa para tocar exclusivamente seus projetos filantrópicos, através de sua fundação. <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL610294-6174,00-BILL+GATES+SE+APOSENTA+DA+MICROSOFT+NO+FINAL+DESTA+SEMANA.html">Sua saída total foi confirmada para os próximos dias.<br />
</a></p>
<p>Mundialmente famoso por ter sido considerado por vários anos o homem mais rico do mundo, Gates deixou a faculdade de Harvard antes de se formar para fundar a empresa que revolucionaria o mundo ao criar o Windows, sistema operacional usado por 90% dos computadores. Amado por sua genialidade e odiado pelas práticas agressivas e monopolísticas de sua empresa, Gates deixa a Microsoft em um momento divisor de águas para o cenário da computação pessoal. Pai de muitos acertos, a Gates é também creditado um dos maiores erros da Microsoft: a sub-estimação do poder da Internet. Esse erro custou à Microsoft a liderança do mercado de navegadores online, que deixou  a rival Netscape com mais de 80% do mercado no final de década de 90, exigindo enormes esforços e milhões de dólares de investimentos para a reação do Internet Explorer.</p>
<p>Ironicamente, é ela - a Internet - que está subvertendo as bases do mercado da Microsoft. A era do software tradicional, que roda instalado offline no PC e é escrito para um sistema operacional específico está definitivamente posta em xeque. Desde a ameaça do Linux - impulsionada pelas possibilidades de colaboração em massa justamente dela, a rede Internet, as estruturas da gigante multinacional nunca havia sido tão abaladas como agora. A grande responsável por essas mudanças é uma nova entrante, que assume cada vez mais o título de estrela no palco da computação pessoal: o Google, comandado por seus jovens fundadores <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page">Larry Page</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin">Sergey Brin</a>.</p>
<p><img src="http://www.justale.blogger.com.br/page.jpg" alt="Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google. (Wikimedia)" style="margin-right: 10 px;" align="right"/></p>
<p>Os dois representam um novo momento que pode ser retratado com a antítese das práticas da rival. Aplicações gratuitas, on-line, fáceis de usar, que rodam em navegadores da internet, em qualquer ambiente ou dispositivo, fazendo com que o sistema operacional não seja mais importante. Depois da invenção e popularização do Ajax (abordagem tecnológica que permite a páginas da internet se comportarem como aplicações de PC), a indústria do software nunca mais foi a mesma. </p>
<p>O Google atacou justamente os pradigmas que eram a base do modelo de negócios da empresa de Gates. Software como serviço, grátis e sob o irônico lema <em>Don&#8217;t Be Evil</em> (Não seja malvado), com forte apelo colaborativo e simpatia pelo código aberto e comunidades de colaboração. Criou um modelo que coloca a inovação no centro do negócio (enquanto a Microsoft foi sempre tida como empresa seguidora, hábil em copiar ou engolir concorrentes, utilizando o poder de seu monopólio).</p>
<p>Bill Gates se despede e leva com ele um modelo de negócios em declínio, deixando um enrome desafio para a empresa que criou. Com o insucesso na recente tentativa de compra do Yahoo, que acabou se aliando com o Google, resta saber se a Microsoft conseguirá mais uma vez reagir a contento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Como construir uma nação inovadora</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/23/como-construir-nacao-inovadora/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Em março de 2008, o Governo britânico lançou o “Innovation Nation”, um relatório com recomendações e planos de ação para aumentar a competitividade e produtividade utilizando-se de ações e estratégias relacionadas à inovação. A temática central e a conotação dada é a de fomentar e desprender os “talentos” daquele povo, levando a Inglaterra à uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/innovation_nation.jpg" alt="Innovation Nation - Capa do estudo Innovation Nation" title="Innovation Nation - Capa do estudo Innovation Nation" /></div>Em março de 2008, o Governo britânico lançou o “<a href="http://dius.dialoguebydesign.net/bgo/Innovation Nation White paper download page.asp" target="_blank">Innovation Nation</a>”, um relatório com recomendações e planos de ação para aumentar a competitividade e produtividade utilizando-se de ações e estratégias relacionadas à inovação. A temática central e a conotação dada é a de fomentar e desprender os “talentos” daquele povo, levando a Inglaterra à uma posição de liderança mundial novamente.</p>
<p><P><br />
<blockquote><p>“We aim to build an Innovation Nation in which innovation thrives at all levels – individuals, communities and regions”</p></blockquote>
<p>Analisando o relatório, vemos diversas ações e planos que devem ser desenvolvidos pelo Governo Britânico para dar melhores condições para o desenvolvimento dos três pilares-alvo do estudo.  Essas atividades estão distribuídas ao longo de sete eixos de desenvolvimento, que suportam a construção que o “Department for Innovation, Universities and Skills” (DIUS) visualizou para o país, sendo elas:</p>
<p>1.	Demandar inovações: a demanda encoraja os inovadores a atingir novos e mais avançados desejos. Uma das ações interessantes nesta linha é o intercâmbio entre setor privado e academia, onde um expert do setor privado será o mentor de uma equipe acadêmica pró-inovação. Além disso, um conselho misto (público e privado) fará análise regulatória para verificar onde o marco poderá ser melhorado.</p>
<p>2.	Suporte a inovação em negócios: a iniciativa privada é o motor da inovação, e o Governo deve atuar de forma estratégica fomentando oportunidades onde a iniciativa privada pode gerar inovação e prover suporte direto onde o mercado falha. Uma ação de destaque é a criação do “Voucher da Inovação”, que somará £3 milhões até 2011, fomentando a colaboração entre PMEs e a academia. Além disso, outra ação interessante é o auxílio que o Governo promete em relação à re-educação das empresas sobre como reportar seus ativos intangíveis como forma de obterem investimentos futuros.</p>
<p>3.	Uma base de pesquisa inovativa forte: como parte integrante do ecossistema da inovação, grandes, médias e pequenas empresas, assim como os demais usuários, devem interagir e desenvolver a criação de novas idéias. Ações como a criação de sistemas de auxílio à confecção de contratos de sigilo e cooperação entre instituições e de como a Propriedade Intelectual deve ser gerida fazem parte deste eixo estratégico. Neste ponto, o DIUS relata a criação do “Innovation Index” para meados de 2010.</p>
<p>4.	Inovação internacional: a inovação não pode ser enxergada como regional, uma vez que a mobilidade e os recursos são cada vez mais globais. São esperadas diversas reuniões entre as partes interessadas e ações de aconselhamento do Governo.</p>
<p>5.	Pessoas inovativas: o relatório acredita que a maioria das novas idéias não vem como ‘insights’, mas sim da forma como as pessoas criam, combinam e compartilhas suas idéias. Nesse sentido, o DIUS pretende rodar programas piloto para especialização em inovação. </p>
<p>6.	Inovação nos serviços públicos: os serviços públicos (como educação, saúde, transporte, etc.) devem ser eficientes para que o processo inovativo não se prejudique. O tempo “público” deve acompanhar os processos privados, e para tanto o DIUS se compromete a interagir e orientar os profissionais públicos em relação à importância do tema.</p>
<p>7.	“Lugares” inovativos: apesar da globalização das comunicações, a inovação tende a ocorrer em clusters específicos. Aproveitando a interações por proximidade, a idéia é trazer para o mesmo lugar o venture capital, universidades, empresas e governo, alinhando esforços e desenvolvendo soluções para desafios locais e regionais. </p>
<p>Esse é um pequeno relato das ações planejadas para os próximos anos. Contudo, até onde isto ficará apenas no falatório? Como foi muito bem dito por <a href="http://www.bristol.ac.uk/education/people/academicStaff/edslr" target="_blank">Susan Robertson</a> em <a href="http://globalhighered.wordpress.com/2008/03/25/%e2%80%98unlocking-talent%e2%80%99-to-produce-the-%e2%80%98innovation-nation%e2%80%99%e2%80%a6a-case-of-words-words-words-or%e2%80%a6/" target="_blank">um post</a>, a resposta a essa pergunta é realmente difícil. Diversas ações são ainda muito subjetivas e dificilmente terão uma reação no curto ou médio prazo. De qualquer forma, valeu o tremendo esforço interdisciplinar que o DIUS teve para elaborar este relatório. </p>
<p>Ações como o próprio “Voucher da Inovação” são bem tangíveis, mas até que ponto poderiam ser aplicáveis no Brasil? E mais: Como podemos unir esforços públicos e privados para que o Brasil se livre de suas correntes e dos diversos entraves à inovação?
</p>
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		<item>
		<title>Immune Attack</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/18/immune-attack/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/18/immune-attack/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Baião</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Lute contra bactérias e ajude o sistema imune a se preparar para enfrentar patógenos invasores. Este é o universo de Immune Attack, um jogo educativo desenvolvido pela Federation of American Scientists (FAS) para ensinar conceitos básicos de imunologia humana a crianças e adolescentes. 
No jogo, disponível gratuitamente para download, o usuário controla um nano-robô que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lute contra bactérias e ajude o sistema imune a se preparar para enfrentar patógenos invasores. Este é o universo de <a href="http://www.immuneattack.org/">Immune Attack</a>, um jogo educativo desenvolvido pela Federation of American Scientists (FAS) para ensinar conceitos básicos de imunologia humana a crianças e adolescentes. </p>
<p>No jogo, disponível gratuitamente para download, o usuário controla um nano-robô que viaja em meio a vasos sanguíneos e tecidos do corpo humano ajudando o organismo a lutar contra bactérias que estão afetando a saúde de um paciente. Enquanto travam batalhas e se divertem, os jogadores aprendem sobre os componentes do sistema imune e descobrem processos que fazem parte do mecanismo de defesa do organismo. Um dos destaques fica por conta dos elementos gráficos do software. Além de atraírem a atenção dos jovens, eles também ajudam na compreensão de fenômenos biológicos complexos; difíceis de serem ensinados unicamente através de métodos de ensino tradicionais, como a leitura de textos e aulas expositivas.  </p>
<p>A iniciativa ajuda a comprovar que, no nosso mundo cada vez mais tecnológico e inovador, o ensino não precisa mais ficar restrito às salas de aula e àquela velha imagem de um professor falando na frente de um quadro negro. Ferramentas como esta, que tornam o aprendizado mais interativo e dinâmico, adquirem, então, um importante papel na tarefa de despertar o interesse dos jovens para a ciência, contribuindo, assim, para a formação dos nossos futuros pesquisadores e cientistas.</p>
<p>Outras informações sobre o Immune Attack podem ser encontradas <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=immune-attack-disponivel--visual-3d--bacterias-invasoras-e-muita-ciencia">nessa notícia no site Inovação Tecnológica</a>. </p>
<p>Veja o trailer:</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KtpvjZGaufw&#038;hl=pt-br"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KtpvjZGaufw&#038;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é inovação?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/16/o-que-e-inovacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Alguns dados de acesso ao site do Instituto Inovação revelam que uma parte considerável das pessoas entram no site porque, quando digitam &#8220;inovação&#8221; no Google, o site do Instituto é um dos primeiros na página de resposta.
Na realidade, a princípio, esses internautas não estão muito interessados em saber o que é o Instituto Inovação. Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dados de acesso ao <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/">site do Instituto Inovação</a> revelam que uma parte considerável das pessoas entram no site porque, quando digitam &#8220;<a href="http://www.google.com.br/search?q=inova%C3%A7%C3%A3o">inovação</a>&#8221; no Google, o site do Instituto é um dos primeiros na página de resposta.</p>
<p>Na realidade, a princípio, esses internautas não estão muito interessados em saber o que é o Instituto Inovação. Eles querem a resposta para uma pergunta mais singela, porém bem complexa: <strong>O que é Inovação?</strong></p>
<p>Recentemente, o Instituto Inovação desenvolveu junto com a equipe do <a href="http://www.simi.org.br/inicio.action">Simi (Sistema Mineiro de Inovação)</a> uma cartilha intitulada &#8220;O que é Inovação?&#8221; A intenção é atingir um público leigo, utilizando um linguajar coloquial e exemplos simples.</p>
<p>Vocês podem conferir o conteúdo da cartilha na apresentação abaixo:</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_442578"><object style="margin:0px" width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=1250arquivo-1212431540700360-8"/>
<param name="allowFullScreen" value="true"/>
<param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=1250arquivo-1212431540700360-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"><a href="http://www.slideshare.net/?src=embed"><img src="http://static.slideshare.net/swf/logo_embd.png" style="border:0px none;margin-bottom:-5px" alt="SlideShare"/></a> | <a href="http://www.slideshare.net/leonardolage/o-que-inovao?src=embed" title="View O que é inovação? on SlideShare">View</a> | <a href="http://www.slideshare.net/upload?src=embed">Upload your own</a></div>
</div>
<p>O objetivo da equipe do <a href="http://www.simi.org.br/inicio.action">Simi</a> é difundir o conceito de inovação na sociedade em geral. Por isso, o material é livre (sem <em>copyright</em>). Basta solicitar o arquivo pelo email <img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/email_renato_1.GIF" alt="Contato SIMI - Contato SIMI" title="Contato SIMI - Contato SIMI" /> e qualquer um pode mandar a cartilha para gráfica com seu próprio logo e espalhar a inovação por aí.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/16/o-que-e-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Eventos e mais eventos&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/11/eventos-e-mais-eventos/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/11/eventos-e-mais-eventos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 11:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[
Você foi em algum evento recentemente? Vale palestra, seminário, congresso, workshop, etc&#8230;
O que você achou destes eventos? Como foram organizados? Qual era o formato?
Possivelmente, você foi em algum auditório onde alguém apresentaria algo sobre um assunto qualquer (física quântica ou sexo dos anjos&#8230; isto não importa).
Inicialmente se formaria uma mesa com os especialistas / autoridades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_audiencesleep460.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/audiencesleep460.jpg',460,300,'audiencesleep460 - audiencesleep460'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_audiencesleep460.jpg" alt="audiencesleep460 - audiencesleep460" title="audiencesleep460 - audiencesleep460" /></a></div></p>
<p>Você foi em algum evento recentemente? Vale palestra, seminário, congresso, workshop, etc&#8230;</p>
<p>O que você achou destes eventos? Como foram organizados? Qual era o formato?</p>
<p>Possivelmente, você foi em algum auditório onde alguém apresentaria algo sobre um assunto qualquer (física quântica ou sexo dos anjos&#8230; isto não importa).</p>
<p>Inicialmente se formaria uma mesa com os especialistas / autoridades / organizadores onde cada um sentaria em sua cadeira e faria uma breve abertura&#8230; sempre aquela rasgação de seda:</p>
<p> &#8220;&#8230; estou muito satisfeito de estar aqui&#8230;.&#8221;<br />
 &#8220;&#8230; tive o prazer de reencontrar fulaninho de tal que foi meu colega de colégio em 1974, lembra da professora de português, fulaninho?&#8221;<br />
 &#8220