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	<title>Blog Instituto Inovação</title>
	<link>http://blog.institutoinovacao.com.br</link>
	<description>Blog do Instituto Inovação</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 16:46:56 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Inovação para start-ups</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/12/24/inovacao-para-start-ups/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 16:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Recentemente me perguntaram se pequenas empresas ou start-ups também inovam. Penso que estas empresas é a que mais inovam, inclusive se pensarmos nas interessantes maneiras que inovam em gestão. Para superar os desafios do início, o empreendedor é um inovador nato.
Não é necessário investir milhões de reais ou possuir um diferencial tecnológico complexo para ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente me perguntaram se pequenas empresas ou start-ups também inovam. Penso que estas empresas é a que mais inovam, inclusive se pensarmos nas interessantes maneiras que inovam em gestão. Para superar os desafios do início, o empreendedor é um inovador nato.</p>
<p>Não é necessário investir milhões de reais ou possuir um diferencial tecnológico complexo para ser inovador. Várias das inovações que conhecemos são simples e integram tecnologias ou plataformas já existentes. Quando olhamos os dados do IBGE, apesar de um pouco defasados, vemos que as pequenas empresas são as que mais inovam proporcionalmente ao seu bugdet. A taxa de inovação proporcional destas empresas supera os esforços das grandes.</p>
<p>As vezes, a flexibilidade de gestão que estas empresas possuem, principalmente no que tange ao seu processo decisório, permite um maior atrevimento (ou ousadia) no mercado. Quando possuem bons empreendedores tecnológicos em sua equipe, esta estrutura é bastante interessante para desenvolver soluções e explorar novas oportunidades. Inclusive, a tática de criar uma nova pequena empresa à partir de uma grande (spin-off empresarial) tem se mostrado uma boa estratégia para as grandes empresas.</p>
<p>No entanto, os empreendedores start-ups não devem se esquecer que um dos fatores críticos de sucesso de seus esforços reside na boa gestão de seu empreendimento. A tecnologia, por sí só, não resolve todos os problemas, afinal a inovação é um resultado – ou seja, precisamos gerar impacto na sociedade e capturar o seu valor.</p>
<p>Este texto foi escrito por Guilherme Pereira, consultor associado do Instituto Inovação, e postado originalmente <a href="http://empreendedorismodobem.com.br/inovacao/2009/12/16/inovacao-para-start-ups/">aqui</a>.
</p>
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		<title>Modelo de negócio inovador – Ryanair</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/12/21/modelo-de-negocio-inovador-%e2%80%93-ryanair/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 10:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Tido como um caso interessante de inovação no posicionamento de mercado, o modelo low-cost para as companhias aéreas mostrou-se muito interessante não só em países em desenvolvimento. O modelo, no Brasil iconizado pela Gol Linhas Aéreas, mostrou grande aderência ao incluir as classes C e D como potenciais usuários da malha aérea. Contudo, as empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tido como um caso interessante de inovação no posicionamento de mercado, o modelo low-cost para as companhias aéreas mostrou-se muito interessante não só em países em desenvolvimento. O modelo, no Brasil iconizado pela Gol Linhas Aéreas, mostrou grande aderência ao incluir as classes C e D como potenciais usuários da malha aérea. Contudo, as empresas aéreas já não navegam mais no oceano azul.</p>
<p>Nos últimos anos, analistas observam uma nova abordagem no modelo de negócios de algumas cias aéreas, como a Ryanair. Ela oferece passagens na europa a custos proporcionais a R$50,00 ou até menos. Como consegue isto? Através da complementação de sua receita por serviços não ligados diretamente à locomoção aérea do passageiro. Ela realiza seus vôos à partir de aeroportos secundários e fez parcerias com diversos estabelecimentos de serviços que servem estas localidades. Por exemplo: a Ryanair oferece vôos de Roma para uma cidade a 100km de Paris, e fez uma parceria com uma linha de ônibus que liga a cidade ao centro de Paris. Parte da receita da empresa de transporte terrestre nesta linha é revertida para a empresa áerea.</p>
<p>Além de parcerias como esta, que envolve também os serviços de alimentação nos aeroportos servidor, a receita extra tickets é obtida através de: propaganda a bordo, propaganda no website, parceria comissionada com locadoras de veículos e hotéis, alimentos e bebidas vendidas a bordo, cobrança por bagagens excedentes, seguros e check-in prioritário vendido com os tickets, produtos livres de imposto vendidos a bordo, raspadinhas vendidas a bordo, tarifas de uso de cartão de crédito, tarifas de alteração de tickets, cobrança de chamadas à central de atendimento, entre outros.</p>
<p>Se dependesse apenas das vendas das passagens, a empresa operaria no prejuízo. Empreendedores, perguntem-se: o que, além do meu produto, poderia oferecer ao cliente? Como agregar e capturar valor ao meu processo comercial? Existem oportunidades para a perenização da receita de sua empresa através de serviços complementares, tente fazer este exercício.</p>
<p><em>Este texto foi escrito por Guilherme Pereira, consultor associado do Instituto Inovação, e postado originalmente <a href="http://empreendedorismodobem.com.br/inovacao/2009/12/18/modelo-de-negocio-inovador-ryanair/">aqui</a>.</em>
</p>
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		<title>Do mega ao nano: Open innovation e conexões improváveis</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/10/02/do-mega-ao-nano-open-innovation-e-conexoes-improvaveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Video</category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais fascinantes conceitos trazidos a reboque do tema inovação aberta, ou open innovation, são as chamadas &#8220;conexões improváveis&#8221; que podem surgir quando se abrem as portas de uma empresa ou instituição para idéias e soluções tecnológicas externas.
Na UFRGS, em Porto Alegre, um caso interessante uniu áreas aparentemente desconexas: Astrofísica e Engenharia de Alimentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais fascinantes conceitos trazidos a reboque do tema inovação aberta, ou <em>open innovation</em>, são as chamadas &#8220;conexões improváveis&#8221; que podem surgir quando se abrem as portas de uma empresa ou instituição para idéias e soluções tecnológicas externas.</p>
<p>Na UFRGS, em Porto Alegre, um caso interessante uniu áreas aparentemente desconexas: Astrofísica e Engenharia de Alimentos. </p>
<p><object width="480" height="385">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/B1196A0AC72F293D&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/B1196A0AC72F293D&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Tudo começou quando o professor de Astrofísica Horário Dottori observou imagens microscópias de microtoxinas, que ficam fluorescentes pela ação de um corante reagente. Ele percebeu que a imagem era muito parecida com a de um campo estrelado no céue que poderia usar técnicas de fotometria astronômica para medir a fluorescência destas toxinas, algo que era um problema na área da Toxicologia. </p>
<p>A nova abordagem, que trouxe metodologia do universo &#8220;mega&#8221; ao &#8220;nano&#8221; aumentou muito o nível de visualização das microtonixas. Análises que antes eram feitas manualmente e de forma qualitiativa e subjetiva,  foram automatizadas com ajuda de softwares de computadores - os mesmos que medem a luz das estrelas espaciais. Essa nova técnica tornou viável o desenvolvimento de uma metodologia confiável de análise quantitativa destas toxinas. Os benefícios são notáveis, em comparação ao método tradicional, permitindo um nível de precisão 10 vezes maior, o que já gerou interesse de empresas de alimentos, que já trabalham em parceria com a universidade para realizar as análises toxicológicas de seus produtos.</p>
<p>Esse caso só confirma a idéia de que abertura para intercâmbios outras áreas de conhecimento pode gerar inovações até então impensadas. No caso da UFRGS, o Astrofísico Horácio só teve às imagens de microtoxinas, por ser marido da Farmacêutica e profa. Isa Beatriz Noll. Promover sistematicamente estes intercâmbios, abrindo desafios tecnológicos e estimulando surgimento de propostas de soluções que venham de fora deve fazer com que eventos como esse ocorram com mais frequência</p>
<p>Será que esse é um caminho viável como alavanca de inovação? Veja o vídeo, conheça a história e diga o que você acha nos comentários.
</p>
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		<title>Falaii - Avaliação de Tecnologias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/09/15/falaii-avaliacao-de-tecnologias/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 12:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mara</dc:creator>
		
		<category>Falaii</category>

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		<description><![CDATA[Teremos em setembro mais uma edição do evento Falaii, com o tema &#8220;Avaliação de Tecnologias&#8220;. 
No último Falaii discutimos capital de risco e investimentos em empresas com algumas experiências do Fundo Criatec. Nesta edição iremos falar de como identificar e avaliar tecnologias visando a geração de negócios.
O caminho da geração do conhecimento até a aplicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teremos em setembro mais uma edição do evento <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/">Falaii</a>, com o tema &#8220;<strong>Avaliação de Tecnologias</strong>&#8220;. </p>
<p>No último Falaii discutimos capital de risco e investimentos em empresas com algumas experiências do Fundo Criatec. Nesta edição iremos falar de como identificar e avaliar tecnologias visando a geração de negócios.</p>
<p>O caminho da geração do conhecimento até a aplicação na sociedade, especialmente no Brasil, apresenta diversos gargalos. Vamos explorar as formas mais recentes de como tentar criar as melhores condições para que tecnologias geradas pelas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) consigam atingir seus públicos-alvo com maior sucesso.</p>
<p>Já iniciando a discussão, colocamos estas questões para reflexão de todos: Como podemos identificar uma tecnologia inovadora antes dela realizar seu potencial? E mais, como definir a melhor forma de conduzí-la à sociedade? </p>
<p>Para quem se interessa pelo tema, veja o caso da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9TSgqEqMIBs">Ecovec</a>.</p>
<p>Para fazer a inscrição basta preencher o <a href="https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dHgzVko0d2xFbFdlcXE5OGlHZWFVUVE6MA"><em>formulário online</em></a>.<br />
<div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/falaii60_1.JPG',422,330,'falaii60 1 - falaii60 1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" alt="falaii60 1 - falaii60 1" title="falaii60 1 - falaii60 1" /></a></div><strong>Avaliação de Tecnologias</strong><br />
Data: 30 de setembro de 2009<br />
Horário: 12h30 às 13h30<br />
Local: Instituto Inovação - Av. Romeu Tórtima, 699<br />
Tel: 3289-0353</p>
<p></p>
<p>Lembrando a todos que iremos coletar doações no dia do evento para o Lar da Criança Feliz. A lista de doações será entregue por email para os inscritos, lembrando que a doação é necessária para participação do evento.
</p>
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		<item>
		<title>IP or not IP&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/09/08/ip-or-not-ip/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[Uma questão central no processo de inovação tecnológica, que vem sendo discutida amplamente tanto por parte das empresas como dos centros de pesquisa é a necessidade de proteção intelectual de invenções, para viabilizar a geração de inovações a partir delas. Para a empresa, uma tecnologia protegida significa vantagem competitiva. Para o centro de pesquisa, engrossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3392/3190050024_04388bf2bb.jpg" alt="O Pensador" align="right" />Uma questão central no processo de inovação tecnológica, que vem sendo discutida amplamente tanto por parte das empresas como dos centros de pesquisa é a necessidade de proteção intelectual de invenções, para viabilizar a geração de inovações a partir delas. Para a empresa, uma tecnologia protegida significa vantagem competitiva. Para o centro de pesquisa, engrossa a estatística de produtividade científica e aumenta, em tese, o potencial de geração de <em>royalties</em> e transferências para o mercado.</p>
<p>Muito do que se fala em IP (do inglês, <em>Intelectual Property</em>), contudo, representa alguns mitos. Muitos desses mitos aparecem nesta <a href="http://www.business-strategy-innovation.com/2009/09/intellectual-assets-for-innovation.html">ótima entrevista com Jackie Hutter</a>, Chefe de Estratégia em IP e Fundador do The Hutter Group, feita pelo blogueiro Braden Kalley, do <a href="http://www.business-strategy-innovation.com">Blogging Innovation</a>.</p>
<p>Ela mostra pecados por excesso e também por falta de  IP na hora de lidar com invenções. Muitas vezes, a patente não é necessária, seja porque o produto ficará no mercado por um período curto, o mercado é limitado ou quando fortes relações comerciais fazem com que ela seja dispensável. Há ainda casos em que os advogados de IP (treinados para terem aversão ao risco), forçam o patenteamento muito cedo, antes que o produto seja testado, ainda que de forma piloto. Acaba-se patenteando produtos que se revelarão ruins no futuro ou gastando mais dinheiro em complementos àquela patente com os desenvolvimentos e melhorias adicionais, que sempre surgem no processo de <em>scale-up</em>. </p>
<p>Ela mostra ainda que em muitos casos, a área de IP é vista como um &#8220;centro de custo&#8221; do departamento jurídico e não de investimento. Em outras palavras, quanto menos for gasto ali, mais sobra para as áreas fins do negócio. Muitos executivos da área tem seus bônus atrelados a redução de custos nestas áreas e esse distanciamento do negócio faz com que proteções que representariam inovações de longo prazo para a empresa sejam mal feitas.</p>
<p>Por fim, diz que o maior mito é o de que &#8220;muitos profissionais acreditam que propriedade intelectual é um ativo institucional pronto para ser colhido sem nenhum trabalho de cultivo&#8221;. Em outras palavras, para uma organização ter IP, ela deve ter uma estratégia de IP. Vale a leitura!</p>
<p>PS: Obrigado ao pesquisador Carlos Figueroa, da Universidade de Caxias do Sul, pela indicação do artigo.<br />
Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/metalchris/3190050024/">Metal Crhis</a>
</p>
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		<title>A walk on the wild side of knowledge transfer</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/08/31/a-walk-on-the-wild-side-of-knowledge-transfer/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 12:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[Lisbon. As summer fades into autumn (September 28 to October 1), a few (30, to be exact) unapologetic men and women gather under the shelter of a confidentiality agreement to bravely face and confront the darker, lurking with trolls and secrets, wild side of knowledge transfer.
I made this! But who owns it?
Hey, Mr! That’s not [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Lisbon. As summer fades into autumn (September 28 to October 1), a few (30, to be exact) unapologetic men and women gather under the shelter of a confidentiality agreement to bravely face and confront the darker, lurking with trolls and secrets, wild side of knowledge transfer.</p>
<p>I made this! But who owns it?<br />
Hey, Mr! That’s not a proper use for a MTA!<br />
Win-Win negotiations with No!-No! people.<br />
Tough globalization challenges.<br />
What if the media isn’t mild?<br />
Bad politics, strange policies and uncooperative environments.<br />
Surf not to Hawaii just yet, Honorable Professor!<br />
Marketing as War and dynamic strategy.<br />
Dissecting a license agreement and managing dirty little tricks in licensing.<br />
Litigation, aggravation and survival strategies.<br />
Business development with a vengeance.</em></p>
<p>Texto de divulgação do evento que acontece em Lisboa, entre os dias 28 de setembro e 01 de outubro. </p>
<p><a href="http://www.ul.pt/pls/portal/docs/1/251129.PDF">Veja prospecto completo, com grade de programação.</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando redes de inovação com o Microblogging</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/08/27/criando-redes-de-inovacao-com-o-microblogging/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Desde que o Twitter foi lançado e virou a febre que é hoje muita gente percebeu o potencial que a ferramenta possuia para a comunicação de equipes dentro das empresas. A questão é que o serviço da startup americana não permite a criação de grupos fechados e a empresa não sinalizou que pretende inserir tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que o Twitter foi lançado e virou a febre que é hoje muita gente percebeu o potencial que a ferramenta possuia para a comunicação de equipes dentro das empresas. A questão é que o serviço da startup americana não permite a criação de grupos fechados e a empresa não sinalizou que pretende inserir tal funcionalidade na plataforma.</p>
<p>Como não podia deixar de ser, algumas plataformas surgiram para explorar exatamente esse nicho. Hoje as empresas que desejam ter o seu twitter corporativo têm diversas opções. Temos desde softwares Open Source como <a href="http://laconi.ca">Laconica</a> até o famosíssimo <a href="http://www.yammer.com">Yammer</a>, que já está sendo utilizado por empresas como Adobe e AMD. Outra opção seria o <a href="https://presentlyapp.com/">Present.ly</a> que é quase idêntico ao seu irmão famoso.</p>
<h3>Mas por que as empresas deveriam adotar uma ferramenta como essa? Só pra estar na moda?</h3>
<ol>
<li><strong>Conversação é o segredo.</strong> Além de permitir que as pessoas comuniquem em qual projeto estão trabalhando e informem o que estão fazendo no momento, elas podem fazer perguntas umas às outras, trocar recados&#8230;as possibilidades são inúmeras. Além disso, a rede social que se forma permite que qualquer um ingresse em conversas que estariam restritas a emails.</li>
<p></p>
<li><strong>Colaboração com parceiros externos</strong>. A existência dos grupos permite que você convide pessoas de fora da sua empresa para assuntos específicos. Dessa forma um grupo pode funcionar como um grande agregador de links, documentos e <em>insights</em> sobre um projeto específico.</li>
<p></p>
<li><strong>Diminuição do &#8220;SPAM Corporativo&#8221;</strong>. Apesar de num primeiro momento parecer que a sobrecarga informacional só vai aumentar, esse tipo de ferramenta permite que o usuário defina claramente que informações quer receber. Ele pode escolher as pessoas e tags que quer seguir bem como dos grupos que deseja participar, além de optar se quer ou não receber resumos e notificações por email.</li>
<p></p>
<li><strong>Gestão do Conhecimento 2.0.</strong> Mais importante do que ter todos os conhecimentos das pessoas registrados em bases de conhecimento é ter meios de saber quem tem o conhecimento que preciso AGORA e como achar essa pessoa. É isso que um sistema como esse permite.</li>
<p></p>
<li><strong>Repositório de informações.</strong> Sabe aqueles links interessantes que são enviados por email e depois se perdem? Pois então, se eles forem enviados para o twitter corporativo ficarão armazenados como links e poderão ser recuperados muito facilmente no futuro. Além disso, os sistemas corporativos permitem anexos, que também podem ser encontrados com dois cliques.</li>
<p></p>
<li><strong>Multi-plataforma</strong>. A existência de aplicativos para iPhone e pra desktop, integração com o Firefox, Twitter e Google Talk faz com que o usuário acompanhe e poste novidades da forma que achar mais conveniente.</li>
</ol>
<h3>OK, você me convenceu, mas tem que haver algum ponto negativo!</h3>
<ul>
<li><strong>Mais uma ferramenta</strong>. De um modo geral os trabalhadores do conhecimento já têm que lidar com uma enorme quantidade de ferramentas de informação em seu dia-a-dia. Email, Orkut, Linkedin, Leitor de RSS, Mensageiro Instantâneo&#8230;. enfim: se não ficar clara a utilidade da plataforma a tendência é que as pessoas a encarem como &#8220;mais uma parafernália pra tomar o meu tempo&#8221;. É preciso se pensar caso-a-caso.</li>
<p></p>
<li><strong>Tecnologia não é tudo</strong>. As pessoas é que fazem a diferença. Se sua empresa não tem uma cultura de troca de experiências, de feedbacks constantes e pessoas que são afeitas à &#8220;web2.0&#8243;, a tendência é que após algumas semanas de uso a ferramenta caia no esquecimento.</li>
</ul>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O Microblogging pode exercer um papel interessante no contexto da inovação, da gestão do conhecimento e da comunicação entre equipes. É notório também que as tecnologias da informação não param de evoluir. A cada dia surgem novas ferramentas que prometem revolucionar a forma como nos relacionamos e trabalhamos.</p>
<p>É preciso estar atento a essas tecnologias e criar planos de adoção quando está claro que elas podem nos ajudar. Por outro lado é necessário precaução para que não sejamos levados por modismos e troquemos de ferramenta a cada quatro meses.</p>
<h3>Sua opinião</h3>
<p>O que você acha? Pensa que uma ferramenta como essa seria útil para sua empresa, para o seu departamento de P&#038;D ou para sua universidade? Cadastre-se gratuitamente em <a href="http://www.yammer.com">uma</a> das <a href="https://presentlyapp.com/">duas</a> ferramentas para entendê-las melhor e deixe suas impressões nos comentários!
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovatec chega à 5ª edição trazendo tecnologia, inovação e desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 18:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[ Em sua 5ª edição, a Inovatec – Feira de Inovação Tecnológica — se consolida como um dos mais significativos eventos voltados à inovação tecnológica e social do país. Com o tema “Integração para a Inovação – Empresas, ICTs e Governos” o Expominas vai abrigar, durante os dias 6 a 9 de outubro de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/BANNER_MEDIO.JPEG" alt="BANNER MEDIO - BANNER MEDIO" title="BANNER MEDIO - BANNER MEDIO" /></div> Em sua 5ª edição, a Inovatec – Feira de Inovação Tecnológica — se consolida como um dos mais significativos eventos voltados à inovação tecnológica e social do país. Com o tema “Integração para a Inovação – Empresas, ICTs e Governos” o Expominas vai abrigar, durante os dias 6 a 9 de outubro de 2009,  programas, oficinas e divulgar mecanismos e instrumentos para fomentar e induzir a inovação e o empreendedorismo, além de apresentar vários cases de inovação em produtos e processos.</p>
<p>Nesta edição, a feira traz o conceito colaborativo da Web 2.0 na sua concepção. Por meio do blog da Inovatec (inovatec2009.simi.org.br), pesquisadores, instituições de ensino e pesquisa, empresas, estudantes e interessados vão sugerir palestras e cursos, participando da composição do evento. Segundo o coordenador técnico, Heber Neves, a dinâmica do evento vai criar ambientes para setores econômicos específicos – Biotecnologia, Automotivo, Nanotecnologia, Eletroeletrônico, Software, Leite, Café, Design, Meio Ambiente, Metalúrgico, Energia e outros. “Desta forma, estaremos aproximando os ‘atores de inovação’ - Empresas, ICT e Governos - de um mesmo setor tecnológico”, afirma. </p>
<p><strong>França no Brasil</strong></p>
<p>Baseado no conceito de inovação aberta, o evento, que em 2008 atraiu mais de 10 mil pessoas ao Expominas, evidencia os benefícios e a necessidade de interação entre empresas, universidades e centros de pesquisa para otimizar processos e fortalecer o sistema de inovação. Pela segunda vez consecutiva, a Inovatec traz um país convidado. Em 2008, a Itália participou do evento. Neste ano é a vez da França, coincidindo com o calendário de comemorações do Ano da França no Brasil.</p>
<p>Além da exposição, na qual empresas francesas irão expor suas inovações tecnológicas, bem como produtos e serviços, a 5ª Inovatec contará também com um ambiente de intercâmbio. Pesquisadores, empresários e investidores de ambos os países discutirão em uma conferência, a transferência tecnológica, parcerias, casos de sucesso, oportunidades, desafios e os modelos de gestão de cada país. </p>
<p>A Semana Franco-Brasileira de Ensino Superior será realizada durante a Inovatec pela Agência Campus France e pelo Centro Franco-Brasileiro de Documentação Técnica e Científica (CENDOTEC), com o apoio da Embaixada da França. O objetivo é viabilizar o diálogo entre instituições de ensino superior francesas e brasileiras além de favorecer a mobilidade acadêmica franco-brasileira.</p>
<p><strong>Leite e Derivados</strong></p>
<p>Também na programação, o Congresso Franco Brasileiro do Leite e Derivados vai promover a interação entre produtores de queijos artesanais, empresários do setor de laticínios, de insumos e demais agentes envolvidos com cadeia do leite. Engenheiros, técnicos, professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, que atuam na região do Pólo de Excelência do Leite, vão ter a oportunidade de interagir durante o evento.</p>
<p>A Inovatec é promovida pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). Conta com o apoio e a participação da Embaixada da França, Fapemig, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), SEBRAE MG e FIEMG. A Feira é voltada para estudantes, pesquisadores, instituições de P&#038;D, instituições de fomento, órgãos de governos municipal, estadual e federal e empresas nacionais e estrangeiras. </p>
<p>Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais, Alberto Duque Portugal, a Inovatec é um importante ambiente para a inovação se mostrar. “Na economia do conhecimento, o governo do Estado está apoiando a feira, e mais do que isso, trabalhando uma série de programas, projetos e ações que visam à liderança de Minas na inovação”, ressalta Portugal. </p>
<p>Para mais informações acesse: inovatec2009.simi.org.br</p>
<p><strong>Evento:</strong> 5ª Inovatec – Feira de Inovação Tecnológica<br />
<strong>Data:</strong> 6 a 9 de outubro, de 2009<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 21 horas<br />
<strong>Local:</strong> Expominas, Minas Gerais, Brasil.<br />
<strong>Informações para a imprensa:</strong> (31) 3247 2018 </p>
<p>FONTE: INOVATEC</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Innovation Challenge / Brasil - Play for Real</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/06/30/innovation-challenge-brasil-play-for-real/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 19:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Conceitos de inovação e gestão</category>

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		<description><![CDATA[ Teve início a edição brasileira da competição Innovation Challenge para estudantes de MBA. Podem participar alunos de uma mesma Escola de Negócio, organizados em equipes de 3 a 5 pessoas. 
A competição permite que os alunos participantes apliquem e extrapolem as discussões da sala de aula e expandam o seu contexto profissional, estruturando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/IC2_1_2.jpg" alt="IC2 1 2 - IC2 1 2" title="IC2 1 2 - IC2 1 2" /></div> Teve início a <a href="http://brazil.innovationchallenge.com/index.html">edição brasileira da competição Innovation Challenge</a> para estudantes de MBA. Podem participar alunos de uma mesma Escola de Negócio, organizados em equipes de 3 a 5 pessoas. </p>
<p>A competição permite que os alunos participantes apliquem e extrapolem as discussões da sala de aula e expandam o seu contexto profissional, estruturando uma solução inovadora para um problema de uma empresa real.  Essas soluções, em um primeiro momento, serão qualificadas usando critérios como: <a href="http://www.innovationchallenge.com/2008/public/docs/Scorecard.pdf">originalidade, proposição de valor, vantagem competitiva sustentável, viabilidade</a>. </p>
<p>As 6 melhores soluções, julgadas de acordo com os critérios listados, passarão para uma fase final, presencial. Nesta etapa, os alunos terão a oportunidade de apresentar as suas idéias para uma banca composta por executivos ligados a bens de consumo e inovação. Esta Rodada Final acontece nos dias 17 e 18 de novembro, quando os premiados são anunciados. </p>
<p>O vídeo abaixo mostra depoimentos de participantes de edições anteriores.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rLZt99Txmnk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rLZt99Txmnk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
</p>
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		<title>Uma questão de Gestão do Conhecimento, de Cultura Organizacional ou as coisas são assim mesmo?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/06/17/uma-questao-de-gestao-do-conhecimento-de-cultura-organizacional-ou-as-coisas-sao-assim-mesmo/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 18:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Existem muitos conhecimentos nas empresas, ou melhor, na cabeça das pessoas das empresas que, apesar do potencial de ganho de produtividade e de inovações que eles trazem consigo, permanecem apenas na cabeça das pessoas. A estorinha abaixo, retirada e adaptada do excelente blog Conversation Matters, ilustra isso muito bem:
Chris Argyris, um famoso Professor em Comportamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitos conhecimentos nas empresas, ou melhor, na cabeça das pessoas das empresas que, apesar do potencial de ganho de produtividade e de inovações que eles trazem consigo, permanecem apenas na cabeça das pessoas. A estorinha abaixo, retirada e adaptada do excelente blog <a href="http://www.nancydixonblog.com/">Conversation Matters</a>, ilustra isso muito bem:</p>
<blockquote><p>Chris Argyris, um famoso Professor em Comportamento Organizacional de Harvard, foi convidado para uma &#8220;celebração de melhoria de qualidade&#8221; em uma grande empresa. Durante a noite os times de melhoria que haviam sido bem-sucedidos vieram um-a-um contar sobre a economia que haviam conseguido com seus projetos. As economias eram inegavelmente consideráveis e justificavam a celebração. </p>
<p>Quando todos os times haviam sido aplaudidos o Presidente da empresa pediu a Argyris que comentasse sobre o que acabara de ouvir. Argyris que era conhecido por nunca deixar de dizer a verdade sobre o que pensava, em consideração à natureza de celebração do evento, sugeriu ao presidente que talvez fosse melhor se ele não comentasse nada. Contudo o Presidente foi insistente pois estava confiante do excelente trabalho que seu time havia feito. O professor então concordou.</p>
<p>Argyris iniciou seu comentário perguntando a cada um dos times há quanto tempo sabiam como resolver o problema que eles haviam acabado de falar a respeito. As respostas variaram entre um a cinco anos. Argyris fez a mesma pergunta ao Presidente e aos &#8220;Gerentes Sêniors&#8221;. Eles responderem que ficaram sabendo da existência do problema quando os times foram formados seis meses atrás. </p>
<p>Argyris então perguntou a todo o grupo o que estava ocorrendo naquela organização. Problemas os quais os trabalhadores sabiam como resolver, e que salvariam à empresa milhões de dólares, eram desconhecidos da alta gestão. E mais: os problemas permaneceram sem ser resolvidos por anos!</p>
<p>O professor então concluiu que essa organização tinha um problema muito mais crítico do que qualquer outro que haviam acabado de solucionar. Esse problema era &#8220;algo&#8221; que evitava que os empregados levantassem problemas e levassem soluções à gestão.</p></blockquote>
<p><a href="http://web.me.com/nancymdixon/conversation-matters.com/Conversation_Matters/Entries/2009/2/1_Untapped_Performance_Improvement_Knowledge.html">O artigo do qual tirei essa estória</a> tenta responder às perguntas que o relato nos suscita: “Por que isso acontece?” “Por que os colaboradores permanecem em silêncio diante dos problemas?”</p>
<p>Eu tenho minhas pistas e o artigo também traz muitos insights, mas, inspirado pelo nome do blog do qual eu tirei essa estória, eu quero saber de você. Na sua visão por que isso ocorre? Na(s) organização(es) que você faz parte isso também acontece?</p>
<p>Não deixe de ler o artigo na íntegra e de expressar sua opinião nos comentários!!!
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O SER HUMANO CRIATIVO ESTÁ LIVRE&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/06/15/o-ser-humano-criativo-esta-livre/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 19:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Renato</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Desde os tempos da invenção da roda, já praticávamos a inovação. 
Um dia, um raio fez fogo, e o homem, além de ter ficado assustado e maravilhado com aquele fenômeno, aprendeu a utilizar aquele calor para se esquentar, e também para assar sua comida. Da pedra lascada aos nanomateriais, passando pela roda, demos realmente um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os tempos da invenção da roda, já praticávamos a inovação. </p>
<p>Um dia, um raio fez fogo, e o homem, além de ter ficado assustado e maravilhado com aquele fenômeno, aprendeu a utilizar aquele calor para se esquentar, e também para assar sua comida. Da pedra lascada aos nanomateriais, passando pela roda, demos realmente um grande salto tecnológico. A curiosidade e a necessidade fizeram o homem estabelecer uma enorme gama de desenvolvimentos em todas as áreas do conhecimento. Esses desenvolvimentos, quando aplicados para o bem, proporcionam conforto, saúde, prazer, entretenimento, produtividade, segurança, e tantos outros benefícios à nossa vida. </p>
<p>A prática da inovação já está impregnada na condição social do homem há várias gerações. E se isso está certo, fica a dúvida: por que ela ganhou tanto destaque nos últimos 10 anos? Seja nos fóruns empresariais ou governamentais, nas propagandas de TV, nos artigos científicos&#8230; a inovação está entre os conceitos mais citados atualmente no mercado. Recentemente, ao comentar sobre o meu trabalho com um motorista de táxi, ele ditou: “quem não inova nos tempos atuais está morto empresarialmente”. Isso mostra que a importância da inovação já está disseminada por toda a sociedade. </p>
<p>Mas, retomo, por que isto está acontecendo nos últimos anos? Seria muita pretensão minha determinar exatamente a razão dessa “febre” de inovação, mas arrisco algumas pistas. A inovação como vivemos hoje - tecnológica e de gestão - tem duas bases, na minha visão. </p>
<p>A primeira é a tecnologia da informação (TI), mais especificamente a Internet. Com o advento da conexão em rede, as pessoas passaram a ter informação de forma rápida, eficiente, barata e sem barreiras.  E informação gera desejo, seja de aprender, ou de consumir. Além de um aumento do consumo, a informação da internet, permitiu a comparação, a análise, a pesquisa, e o acesso, ou seja, permitiu às pessoas escolherem melhor, de acordo com os seus critérios. </p>
<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/ilustracao_menor.jpg" alt="http://www.sxc.hu/photo/1136764 - http://www.sxc.hu/photo/1136764" title="http://www.sxc.hu/photo/1136764 - http://www.sxc.hu/photo/1136764" /></div> O outro aspecto que avalio como uma das bases para a atual “overdose da inovação” é a ascensão do “ser humano criativo”. Na minha visão, muitas das atuais práticas empresariais vigentes, no que tange a Pessoas, estão falidas. Elas produziram indivíduos que estão tristes e infelizes dentro das organizações. É claro que existem exceções, mas a quantidade de pessoas tolhidas de seus sonhos e de seus potenciais é grande. É nesse contexto que surge o “ser humano criativo liberto”. São pessoas que estão buscando alternativas para suas vidas, seja de forma independente, ou dentro de organizações que dão este “espaço” aos indivíduos.  As empresas realmente inovadoras estão criando estruturas organizacionais colaborativas. Estas empresas perceberam que a matéria prima da inovação – fonte de vantagem competitiva - é o conhecimento criativo, por isso cultivar e estimular a criatividade dos indivíduos torna-se primordial. Não se trata apenas da implantação de sofisticados sistemas de gestão, ou de altos investimentos em centros de P&#038;D. Também é preciso investir na criação de uma ambiente cultural que favoreça a criatividade e a inovação. Paralelamente às pessoas que encontram espaços criativos e férteis dentro das organizações que inovam, acontece uma explosão do empreendedorismo no mercado: pessoas determinadas e persistentes aproveitam o contexto favorável e libertam a sua criatividade para empreenderem no que acreditam.  </p>
<p>A era da informação + o ser humano criativo liberto, podem ser algumas das respostas para esta efervescência da inovação que vivemos. </p>
<p>Minha intuição e percepção me dizem que o próximo passo será a forte valorização das ciências humanas: não é possível avançarmos tanto tecnologicamente se ainda guerreamos, matamos e desvalorizamos tanto uns aos outros. O papel do ser criativo, agora livre, é construir novos métodos de convivência, gestão e colaboração na sociedade com um todo. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Falaii - Desmistificando Capital de Risco</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/06/01/falaii-desmistificando-capital-de-risco/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 10:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mara</dc:creator>
		
		<category>Falaii</category>

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		<description><![CDATA[Teremos no mês de junho mais uma edição do evento Falaii, com o tema &#8220;Desmistificando o Capital de Risco&#8220;. 
Dando continuidade à apresentação de temas tratando de inovação, essa exposição visa apresentar tópicos básicos acerca do capital de risco e modalidades de investimentos em empresas. Serão apresentados tópicos acerca do que é o capital de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teremos no mês de junho mais uma edição do evento <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/">Falaii</a>, com o tema &#8220;<strong>Desmistificando o Capital de Risco</strong>&#8220;. </p>
<p>Dando continuidade à apresentação de temas tratando de inovação, essa exposição visa apresentar tópicos básicos acerca do capital de risco e modalidades de investimentos em empresas. Serão apresentados tópicos acerca do que é o capital de risco, seus modelos e modos de operação; além da apresentação de cases nacionais e internacionais que ilustrem o processo. </p>
<p>Como tópico prévio de discussão, sugerimos as questões: o que leva as empresas a buscar o capital de risco? O que faz das empresas brasileiras estruturalmente atrativas ou avessas à esse tipo de investimento?</p>
<p>Para fazer a inscrição basta preencher o <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=ckU1eHlWVzBEekNMVXJvaWNnZ2szNXc6MA"><em>formulário online</em></a>.<br />
<div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/falaii60_1.JPG',422,330,'falaii60 1 - falaii60 1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" alt="falaii60 1 - falaii60 1" title="falaii60 1 - falaii60 1" /></a></div><strong>Desmistificando o Capital de Risco</strong><br />
Data: 17 de junho de 2009<br />
Horário: 12h30 às 13h30<br />
Local: Instituto Inovação - Av. Romeu Tórtima, 699<br />
Tel: 3289-0353</p>
<p></p>
<p>Lembrando a todos que iremos coletar doações no dia do evento para o Lar da Criança Feliz. A lista de doações será entregue por email para os inscritos, lembrando que a doação é necessária para participação do evento.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tirando boas idéas das cacholas alheias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/29/tirando-boas-ideas-das-cacholas-alheias/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 19:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Conceitos de inovação e gestão</category>

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		<description><![CDATA[
Sessões de brainstorming são uma excelente alternativa quando se busca soluções para problemas complexos. Elas permitem que pessoas com visões e &#8220;bagagens&#8221; diferentes contribuam com idéias até então não cogitadas e tendem a ser uma excelente forma de se gerar inovações.
Esse tipo de reunião é tão importante que hoje faz parte do cotidiano de muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/brainstorming.jpg" alt="brainstorming - brainstorming" title="brainstorming - brainstorming" /></div></p>
<p>Sessões de <em>brainstorming</em> são uma excelente alternativa quando se busca soluções para problemas complexos. Elas permitem que pessoas com visões e &#8220;bagagens&#8221; diferentes contribuam com idéias até então não cogitadas e tendem a ser uma excelente forma de se gerar inovações.</p>
<p>Esse tipo de reunião é tão importante que hoje faz parte do cotidiano de muitas empresas. E é justamente por isso que elas podem se tornar enfadonhas e acabar matando o espírito criativo. O pessoal do BQF Innovation postou uma <a href="http://www.bqf.org.uk/innovation/2009/05/26/run-creative-ideas-events/">lista de sugestões de alternativas ao brainstoming tradicional</a> que podem tornar a &#8220;sessão&#8221; bem mais divertida e ainda assim gerar os resultados desejados.</p>
<p>Vale lembrar que em todos os casos devem ser seguidas as regrinhas básicas de um bom brainstorming como: a existência de um bom facilitador, nada de criticismo (idéias aparentemente idiotas podem servir de base para excelentes idéias!), diversidade pessoas e pensamentos, etc.</p>
<p>A lista de sugestões de eventos que podem ser organizados é a seguinte:</p>
<ol>
<li>Um almoço brainstorming com pizza e drinks</li>
<li>Uma disputa de times na qual as equipes postam suas idéias numa parte da Intranet e todos podem votar em suas idéias favoritas</li>
<li>Um <i>reality show</i> no qual as pessoas votam na piores idéias e o número de participantes vai diminuindo até chegar a um vencedor</li>
<li>Uma festa em que as pessoas têm que contribuir com idéias para ganharem bebidas e petiscos</li>
<li>Um &#8220;evento de idéias&#8221; no qual você traz pessoas de fora para enriquecerem as discussões. Podem ser clientes, fornecedores, estudantes&#8230;</li>
<li>Um evento fora do escritório. Pode ser um zoológico, galeria de arte, ou qualquer outro local. Só não vale que seja um hotel, eles são muito sérios!</li>
</ol>
<p>Não se esqueça de anunciar junto com o evento qual será o critério para seleção das melhores idéias, a premiação e o prazo para envio das mesmas (quando for o caso).</p>
<p>Provavelmente no final dessa bagunça toda você terá ótimas idéias, um time mais unido e motivado e bons momentos de diversão.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>5 Anos de Lei de Inovação no Brasil</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/29/5-anos-de-lei-de-inovacao-no-brasil/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/29/5-anos-de-lei-de-inovacao-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 16:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Ohashi</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/29/5-anos-de-lei-de-inovacao-no-brasil/</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, vamos comemorar os cinco anos da Lei de Inovação, a Lei 10.973 de dezembro de 2004!
A Lei representou a regulamentação das relações entre universidades e empresas, na premissa de que as empresas invistam em inovação, criando soluções não paliativas, destinando novos rumos e novas diretrizes à sociedade brasileira.
Nesse sentido, o artigo publicado no Jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/birthday_cake_1.jpg" alt="birthday cake 1 - birthday cake 1" title="birthday cake 1 - birthday cake 1" /></div>Pessoal, vamos comemorar os cinco anos da Lei de Inovação, a Lei 10.973 de dezembro de 2004!</p>
<p>A Lei representou a regulamentação das relações entre universidades e empresas, na premissa de que as empresas invistam em inovação, criando soluções não paliativas, destinando novos rumos e novas diretrizes à sociedade brasileira.</p>
<p>Nesse sentido, <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2009/ju429_pag0607.php">o artigo publicado no Jornal da Unicamp</a>, n 429, em maio de 2009, traz um balanço dos cinco anos de inovação, bem como seus resultados alcançados e dos gargalos a serem solucionados, além das perspectivas que a Lei pode oferecer para as indústrias e para a sociedade como um todo.</p>
<p>O artigo é dinâmico, pois se trata de um debate de três especialistas sobre o tema. Um deles é Paulo Mól, gerente de estudos e da política industrial da CNI; o outro é Reinaldo Dias Ferraz de Souza que é coordenador geral de Serviços Tecnológicos da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia; e por fim, o professor Carlos Américo Pacheco que é professor do Instituto de Economia da Unicamp. Este último, por coincidência foi meu professor de Ciência Política, onde aprendi um pouco sobre O Capital, obra de Karl Marx, que para alguns economistas representa um ponto singular na história do pensamento econômico, como o que melhor soube descrever o processo que chamamos de capitalismo, e para outros, um autor que foi importante em determinado período da história, mas que já não se deve dar tanto “valor de uso” à sua homérica obra. </p>
<p>Bom, deixemo-nos os economistas de lado, para referenciar o debate ocorrido no III Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, realizado no final de abril, na Unicamp, a final não é sempre que estamos falando de inovação, não é verdade?</p>
<p>Os dados trazidos pelo MCT/Finep em 2008, foram positivos na avaliação do professor e do representante do Governo, mas com um gostinho de que poderia ser melhor para o representante da indústria. Porém, os três concordam que existem gargalos que devem ser solucionados e que as perspectivas são mais positivas para os próximos anos, sobretudo se houver melhorias na Lei e nas ações de impacto geral por parte do Governo. Outro ponto discutido foi a dificuldade que há para unir a produção científica que ocorre nas universidades e a absorção dessa produção pelo mercado, dificuldade identificada pelo <a href="http://www.institutoinovacao.com.br">Instituto Inovação</a> de forma pioneira. </p>
<p>Dadas as premissas, acessem <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2009/ju429_pag0607.php">o link do Jornal da Unicamp</a>, vale a pena conferir e refletir, a final desejamos vida longa à Lei da Inovação!
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre inovação, valor e modelos de negócios</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/21/sobre-inovacao-valor-e-modelos-de-negocios/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[Uma inovação só é inovação quando chega ao mercado. Para que um produto seja viável e chegue ao mercado é preciso que ele de alguma forma tenha valor para seus compradores e seu preço seja compatível com esse valor.
A Imagem ao lado é de um software que foi desenvolvido para o iPhone e permite que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/emailnwalk180509.png" alt="emailnwalk180509 - emailnwalk180509" title="emailnwalk180509 - emailnwalk180509" /></div>Uma inovação só é inovação quando chega ao mercado. Para que um produto seja viável e chegue ao mercado é preciso que ele de alguma forma tenha valor para seus compradores e seu preço seja compatível com esse valor.</p>
<p>A Imagem ao lado é de um software que foi desenvolvido para o iPhone e permite que seus usuários escrevam emails e ao mesmo tempo vejam o que está acontecendo à sua frente, evitando, assim, acidentes. Sem dúvidas é uma interessante inovação. Você compraria? E se eu disser que custa U$0,99?</p>
<p>Isso só é possível devido à iTunes App Store, loja virtual da Apple que permite que desenvolvedores do mundo todo tenham acesso a um mercado gigantesco de consumidores (já foram vendidos 21Milhões de iPhones e 19Milhões de iPods touch) sem esforço. Se eu fosse um programador pode ter certeza que eu estaria pensando sem parar num aplicativo pro iPhone/iPod Touch.</p>
<p>Não sei quantos % do preço de venda do aplicativo ficam com a Apple, mas, sem dúvidas ainda é um negócio lucrativo. Imagine que 70% do valor vá para quem desenvolveu e você é o sortudo que criou um joguinho que é um sucesso, como o <a href="http://www.firemint.com/flightcontrol/">Flight Control</a> que bateu o recorde de vendas e chegou na marca dos 700.000 downloads&#8230;.</p>
<p>Mais uma vez parabéns para a Apple que saiu na frente com esse modelo e permite que programadores possam vender softwares a menos de dólar e que seus consumidores tenham acesso a diversos aplicativos a um preço acessível.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você tem espírito empreendedor?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/15/voce-tem-espirito-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Conceitos de inovação e gestão</category>

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		<description><![CDATA[Uma das primeiras coisas que investidores de risco analisam ao avaliar uma oportunidade é se a pessoa que vai &#8220;tocar o negócio&#8221; tem espírito (ou perfil) empreendedor.
Existe uma vasta literatura sobre o tema e até mesmo na internet é possível encontrar diversos artigos que citam quais seriam as características dos empreendedores. O pessoal do ReadWriteWeb [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das primeiras coisas que <a href="http://www.fundocriatec.com.br">investidores de risco</a> analisam ao avaliar uma oportunidade é se a pessoa que vai &#8220;tocar o negócio&#8221; tem espírito (ou <i>perfil</i>) empreendedor.</p>
<p>Existe uma vasta literatura sobre o tema e até mesmo na internet é possível encontrar diversos artigos que citam quais seriam as características dos empreendedores. O pessoal do <a href="http://www.readwriteweb.com/">ReadWriteWeb</a> compilou <a href="http://www.readwriteweb.com/readwritestart/2009/05/are-you-really-an-entrepreneur.php">a lista a seguir</a> com 10 das que seriam as principais. </p>
<p>Dá próxima vez que você tiver uma idéia genial e for conversar com um investidor veja se você passa nesse <i>checklist</i> (tradução livre):</p>
<ol>
<li><strong>Você está sempre buscando oportunidades.</strong> Essa é quase a definição de um empreendedor. Cada obstáculo é uma oportunidade.</li>
<p></p>
<li><strong>Você está preparado para trabalhar longas horas, todo dia, por um período indeterminado de tempo?</strong> Vamos acabar com as ilusões. Esqueça o &#8220;<a href="http://www.fourhourworkweek.com/">The 4-Hour Workwee</a>k&#8221;; é um mito que o autor criou  para vender livros (e assim <i>ele</i> pudesse trabalhar só 4 horas por semana.)</li>
<p></p>
<li><strong>Boa saúde.</strong> Você não pode responder sim para o item 2 se não fores abençoado com uma boa saúde e com a disciplina para mantê-la nos tempos difíceis.</li>
<p></p>
<li><strong>Você tem um único serviço ou produto?</strong> A maioria dos empreendedores possui um monte de idéias, muitas delas viáveis. Mas eles costumam sofrer do dilema da &#8220;criança na loja de doces&#8221;, não sabendo qual idéia escolher. O truque é escolher aquela que é realmente a vencedora e ter a disciplina para ignorar todas as outras.</li>
<p></p>
<li><strong>Você está disposto a fazer sacrifícios no curto-prazo para obter sucesso no longo-prazo?</strong> Haverá longos períodos em que todos ao seu redor vão questionar sua sanidade, e seguindo as métricas normais (horas trabalhadas e stress X recompensa material), eles estarão corretos.</li>
<p></p>
<li><strong>Honestidade e integridade.</strong> Muitas vezes você terá que trabalhar sem a proteção de contratos legais. É a essência de mover-se rápido, e algumas vezes você não terá condições de bancar um advogado. Então, você terá que trabalhar com pessoas honestas e íntegras. É difícil fazê-lo sem que você mesmo o seja.</li>
<p></p>
<li><strong>Você está sonhando quilômetros à frente enquanto mantém o foco no que faz agora.</strong> O empreendedor é uma mistura ímpar: parte sonhador, parte brutalmente realista e pragmático. Você deve focar primeiro no hoje e, depois, no contexto geral, e ignorar o resto. O hoje é sobre as coisas imediatas que você tem que resolver para continuar crescendo, para entregar projetos para os clientes, para faturar, etc. Ver o contexto geral está ligado a imaginar como o mundo estará daqui a 10 anos e como se posicionar em relação a isso. Não podemos saber o que vai acontecer na próxima semana, mês ou ano. O médio-prazo é totalmente desconhecido. No entanto, muitas tendências de longo-prazo são bem claras.</li>
<p></p>
<li><strong>Você é autoconfiante?</strong> Muito provavelmente você entrará em disputas que fariam muita gente correr.</li>
<p></p>
<li><strong>Disciplina.</strong> Esse quesito se relaciona com vários pontos citados anteriormente. Você vai precisar de disciplina para manter sua saúde (item 2), de forma que você possa trabalhar duro (item 3), e poder focar no produto ou serviço ignorando todo o resto (item ).</li>
<p></p>
<li><strong>Você está preparado para dizer: &#8220;não sei, mas vou resolver.&#8221;</strong> Empreendedores têm que ser generalistas. Eles podem conhecer uma coisa muito, muito bem. Mas também têm que saber o bastante sobre praticamente tudo para que ocasionalmente façam coisas por eles mesmos. Também é importante terem o discernimento para eventualmente contratar alguém para realizar trabalhos específicos.</li>
</ol>
<p>E aí, você concorda com essa lista? Sentiu falta de alguma características? Deixe suas impressões no comentários.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As empresas mais inovadoras do mundo</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/05/15/as-empresas-mais-inovadoras-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 14:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Knoedt</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[A Business Week publicou mês passado a The Most Innovative Companies 2009, elaborada pelo BCG. Mais uma vez, Apple e Google estão na liderança.
Passando o olho pela lista, me chamou a atenção o número de fabricantes de automóvel. Dos EUA, no entanto, só a Ford aparece, em trigésimo primeiro lugar. Não é por menos que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Business Week publicou mês passado a <a href="http://images.businessweek.com/ss/09/04/0409_most_innovative_cos/1.htm">The Most Innovative Companies 2009</a>, elaborada pelo BCG. Mais uma vez, Apple e Google estão na liderança.</p>
<p>Passando o olho pela lista, me chamou a atenção o número de fabricantes de automóvel. Dos EUA, no entanto, só a Ford aparece, em trigésimo primeiro lugar. Não é por menos que, atualmente, a indústria automobilística americana enfrenta tanta dificuldade, principalmente diante da crise. A razão para a Ford estar listada é o seu esforço para levar ao mercado carros elétricos e híbridos, que ainda vão levar tempo para representarem uma parcela significativa nas vendas da montadora americana. As outras montadoras listadas são (em ordem): Toyota, Tata, Volks, BMW, Honda, Daimler e Fiat.</p>
<p>Entretanto, é importante observar que a <a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/09_16/b4127046256572.htm">metodologia</a> utilizada para compor a lista é simplista. Consiste basicamente da consulta, através de um formulário de 20 questões, a executivos de empresas no mundo todo. O faturamento e crescimento das empresas listadas têm um peso inferior a 20%. Ou seja, esse ranking representa praticamente a <strong>percepeção</strong> de quais as empresas são mais inovadoras.</p>
<p>A lista <a href="http://www.fastcompany.com/fast50_09">The World&#8217;s Most Innovative Companies</a>, da Fast Company, traz empresas mais desconhecidas e muitas novidades. Das 50 listadas em 2009, 33 estão no ranking pela primeira vez.
</p>
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		<title>Tem, mas acabou!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/24/tem-mas-acabou/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 14:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Tarefas do dia:
1. Enumere alguns bons livros sobre inovação (em português).
2. Compre alguns exemplares de cada um.
3. Distribua para os funcionários do comitê de inovação da empresa.
Este foi nosso desafio, dentro do escopo de um projeto que estamos desenvolvendo para uma grande empresa.
Adivinha qual foi a tarefa mais difícil?
Não, não foi enumerar bons livros de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tarefas do dia:</p>
<p>1. Enumere alguns bons livros sobre inovação (em português).<br />
2. Compre alguns exemplares de cada um.<br />
3. Distribua para os funcionários do comitê de inovação da empresa.</p>
<p>Este foi nosso desafio, dentro do escopo de um projeto que estamos desenvolvendo para uma grande empresa.</p>
<p>Adivinha qual foi a tarefa mais difícil?</p>
<p>Não, não foi enumerar bons livros de inovação e obviamente não foi distribuir os livros. Surpreendentemente, a tarefa quase impossível é encontrar os bons livros sobre inovação nas livrarias (reais ou virtuais) do Brasil.</p>
<p>Compartilhando nossa indicações, os livros que selecionamos foram:<br />
.</p>
<p>Inovação: Prioridade Nº 1<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_prioridade.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/prioridade.jpg',130,188,'prioridade - prioridade'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_prioridade.jpg" alt="prioridade - prioridade" title="prioridade - prioridade" /></a></div><br />
Estratégia do Oceano Azul<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_oceano_azul.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/oceano_azul.jpg',200,284,'oceano azul - oceano azul'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_oceano_azul.jpg" alt="oceano azul - oceano azul" title="oceano azul - oceano azul" /></a></div><br />
Gestão da Inovação<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_gestao_inovacao.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/gestao_inovacao.jpg',130,186,'gestao inovacao - gestao inovacao'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_gestao_inovacao.jpg" alt="gestao inovacao - gestao inovacao" title="gestao inovacao - gestao inovacao" /></a></div><br />
Wikinomics<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_wikinomics.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/wikinomics.jpg',279,400,'wikinomics - wikinomics'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_wikinomics.jpg" alt="wikinomics - wikinomics" title="wikinomics - wikinomics" /></a></div><br />
Crescimento pela Inovação<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_crescimento.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/crescimento.jpg',130,188,'crescimento - crescimento'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_crescimento.jpg" alt="crescimento - crescimento" title="crescimento - crescimento" /></a></div><br />
Open Innovation<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_open.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/open.jpg',326,500,'open - open'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_open.jpg" alt="open - open" title="open - open" /></a></div><br />
O Dilema da Inovação<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_dilema.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/dilema.jpg',130,184,'dilema - dilema'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_dilema.jpg" alt="dilema - dilema" title="dilema - dilema" /></a></div><br />
O Futuro da Inovação<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_futuro_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/futuro_1.jpg',160,230,'futuro 1 - futuro 1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_futuro_1.jpg" alt="futuro 1 - futuro 1" title="futuro 1 - futuro 1" /></a></div><br />
Cartas a um Jovem Empreendedor<br />
<div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_carta.gif" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/carta.gif',115,180,'carta - carta'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_carta.gif" alt="carta - carta" title="carta - carta" /></a></div></p>
<p>Bem, tivemos que fazer a compra em 5 livrarias para abarcar os livros e dois deles não conseguimos encontrar: Open Innovation (pasmém, não existe a versão em português) e O Dilema da Inovação.</p>
<p>Será que a demanda em relação a livros de Inovação é tão pequena que a oferta não se estabeleceu?<br />
Ou será que livros sobre Inovação vende tanto que o estoque anda em baixa?</p>
<p>Mais um dilema da Inovação!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>MCT disponibiliza formulário online para Prestação de Contas do Uso dos Incentivos Fiscais</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/22/mct-disponibiliza-formulario-online-para-prestacao-de-contas-do-uso-dos-incentivos-fiscais/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 11:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[O Ministério de Ciência e Tecnologia acaba de disponibilizar em seu site a nova versão do formulário de Prestação de Contas do uso dos Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica (Lei do Bem – 11.196/05). 

O formulário já existia desde 2006 em formato de documento, quando foi aprovado pela Portaria 943, em 8 de dezembro. 
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério de Ciência e Tecnologia acaba de <a href="http://www.mct.gov.br/scipd/">disponibilizar em seu site a nova versão do formulário de Prestação de Contas do uso dos Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica</a> (Lei do Bem – 11.196/05). </p>
<p><div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_form_p_D.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/form_p_D.jpg',1278,801,'form p D - form p D'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_form_p_D.jpg" alt="form p D - form p D" title="form p D - form p D" /></a></div></p>
<p>O formulário já existia desde 2006 em formato de documento, quando foi aprovado pela Portaria 943, em 8 de dezembro. </p>
<p>A novidade agora é que o novo formulário disponibilizado será preenchido online diretamente no site do Ministério, mediante um cadastramento inicial da empresa que se utilizou dos incentivos, sendo a segurança das informações garantida através do fornecimento de uma senha individual a cada empresa.</p>
<p>O prazo para a Prestação de Contas dos Incentivos Fiscais à Inovação para as empresas que se utilizaram dos benefícios no ano base 2008 se encerra em 31/07/2009. A Incentivar Consultoria oferece seus serviços tanto para o levantamento de projetos de inovação e apuração dos incentivos, como também na revisão no preenchimento do formulário.</p>
<p>Outras informações pelo contato@incentivarconsultoria.com.br
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/22/mct-disponibiliza-formulario-online-para-prestacao-de-contas-do-uso-dos-incentivos-fiscais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Nem só de patente vive a propriedade intelectual</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/20/nem-so-de-patente-vive-a-propriedade-intelectual/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/20/nem-so-de-patente-vive-a-propriedade-intelectual/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 22:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/20/nem-so-de-patente-vive-a-propriedade-intelectual/</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;Dentre os mecanismos de apropriação do conhecimento, a proteção de uma invenção por meio de patentes soa como a forma mais eficaz. Uma idéia patenteada tem garantia legal de que terceiros não farão uso de suas aplicações sem consentimento do seu proprietário. Mas será que proteger uma idéia e excluir seu uso por terceiros é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.institutoinovacao.com.br/image/framework-pi.jpg" alt="Framework Gestão de Ativos Intelectuais" width="400" eight="385" /></p>
<p>&#8220;Dentre os mecanismos de apropriação do conhecimento, a proteção de uma invenção por meio de patentes soa como a forma mais eficaz. Uma idéia patenteada tem garantia legal de que terceiros não farão uso de suas aplicações sem consentimento do seu proprietário. Mas será que proteger uma idéia e excluir seu uso por terceiros é de fato a única forma de capturar seu valor?&#8221;</p>
<p>Marcelo Mattioli e Eduardo Toma fizeram esta pergunta no artigo <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/internas/artigo/idioma/1/172/Protecao+Apropriacao+e+Gestao+de+Ativos+Intelectuais">Proteção, Apropriação e Gestão de Ativos Intelectuais</a>, publicado hoje no Radar do Inovação.</p>
<p>Eles nos contam que nem só de patente vive a PI. Comentam do conhecimento tácito, que muitas vezes vale mais que o explícito, segredo industrial e até de situações em que a geração de valor está no compartilhamento do conhecimento, e não na sua proteção, como na cadeia de sistemas open source. Outro exemplo é o das estratégias de time-to-market acelerado, em que é mais importante estar continuamente na frente dos concorrentes, que proteger o conhecimento, nos casos em que o ciclo de vida dos produtos é muito curto.</p>
<p>Mas a contribuição mais importante do artigo, na minha opinião, está na proposta de um modelo para  gestão de ativos tecnológicos (a figura do framework é bem marcante, tem a forma de hexágono).  Eles chegarem nesta forma após intenso estudo da área e entrevistas com gestores de PI de grandes empresas nacionais e multinacionais.</p>
<p>A mensagem, no fim das contas, é que muito mais importante que patentes ou qualquer outra forma de apropriação do conhecimento é a inteligência na forma de geri-los que faz toda a diferença. Vale a leitura!</p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/internas/artigo/idioma/1/172/Protecao+Apropriacao+e+Gestao+de+Ativos+Intelectuais">Clique aqui para baixar o artigo (PDF, 15 págs.)</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>1º Falaii - &#8220;Dinâmica da Inovação&#8221;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/15/1%c2%ba-falaii-dinamica-da-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/15/1%c2%ba-falaii-dinamica-da-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 19:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mara</dc:creator>
		
		<category>Falaii</category>

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		<description><![CDATA[Está marcado o primeiro evento Falaii, cujo tema será &#8220;Dinâmica da Inovação e Negócios Inovadores&#8220;. 
Esta primeira apresentação visa discutir o contexto da inovação e introduzir conceitos iniciais da gestão de tecnologias e inovação tecnológica. Serão abordados tópicos como a dinâmica da inovação, oportunidades de negócios tecnológicos e modelos de inovação aberta, ilustrados em cases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está marcado o primeiro evento <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/">Falaii</a>, cujo tema será &#8220;<strong>Dinâmica da Inovação e Negócios Inovadores</strong>&#8220;. </p>
<p>Esta primeira apresentação visa discutir o contexto da inovação e introduzir conceitos iniciais da gestão de tecnologias e inovação tecnológica. Serão abordados tópicos como a dinâmica da inovação, oportunidades de negócios tecnológicos e modelos de inovação aberta, ilustrados em <em>cases </em>nacionais e internacionais. </p>
<p>Para iniciar a discussão deste tema aqui no Blog, deixamos a seguinte pergunta: <em>Porque as empresas buscam inovar constantemente?</em></p>
<p>Para fazer a inscrição basta preencher o <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=cF9KUTNiRUFveGF2ODBIXzV0aWExS2c6MA"><em>formulário online</em></a>.<br />
<div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/falaii60_1.JPG',422,330,'falaii60 1 - falaii60 1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_falaii60_1.JPG" alt="falaii60 1 - falaii60 1" title="falaii60 1 - falaii60 1" /></a></div><strong>Dinâmica da Inovação e Negócios Inovadores</strong><br />
Data: 5 de maio de 2009<br />
Horário: 12h30 às 13h30<br />
Local: Instituto Inovação - Av. Romeu Tórtima, 699<br />
Tel: 3289-0353</p>
<p></p>
<p>A lista de doações será entregue por email para os inscritos, lembrando que a doação é necessária para participação do evento.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você está preparado para concorrer com o Google?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/14/voce-esta-preparado-para-concorrer-com-o-google/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/14/voce-esta-preparado-para-concorrer-com-o-google/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 22:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Com milhares de engenheiros espalhados pelo mundo, o Google é uma fábrica de inovações. A empresa começou sua saga se estabelecendo como um excelente motor de buscas, e aos poucos foi lançando novos produtos que, devido à sua qualidade, rapidamente dominaram seus nichos. Foi assim com o Gmail, o Google Maps, o Google Docs, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com milhares de engenheiros espalhados pelo mundo, o Google é uma fábrica de inovações. A empresa começou sua saga se estabelecendo como um excelente motor de buscas, e aos poucos foi lançando novos produtos que, devido à sua qualidade, rapidamente dominaram seus nichos. Foi assim com o Gmail, o Google Maps, o Google Docs, entre outros.</p>
<p>Agora lançaram mais um, e esse tem tudo pra ser um sucesso no ambiente corporativo: Google Moderator. Criado nos famosos 20% de tempo livre, o aplicativo foi pensado como uma solução simples para um problema simples.</p>
<blockquote><p>“No Google, nós temos muitas palestras, mas como o número de participantes aumentou, a parte de perguntas e respostas não estava sendo possível. Nunca havia tempo para todas as questões, e não estava claro se as melhores perguntas é que eram respondidas. Além disso, a participação de pessoas fora de Mountain View não se fazia possível.”</p></blockquote>
<p>Para resolver essa questão o engenheiro Taliver Heath criou um sisteminha simples onde todos podem mandar perguntas e votar nas perguntas enviadas por outras pessoas.</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_moderator.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/google_moderator.jpg',605,355,'google moderator - google moderator'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_moderator.jpg" alt="google moderator - google moderator" title="google moderator - google moderator" /></a></p>
<p>Há alguns dias escrevemos sobre <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/06/ferramentas-para-gestao-de-ideias/">ferramentas para gestão de idéias</a> e essa é exatamente umas das funcionalidades que a nova ferramenta do Google pretende abranger. É o Google fornecendo - &#8220;sem querer&#8221; - ferramentas para gestão da inovação aberta (<em>Open Innovation</em>).</p>
<p>Será que as empresas que desenvolvem essas ferramentas estão prontas para concorrer com o Google e sua política de fornecer tudo de graça? Tá certo que o Moderator ainda é bem limitado, mas a tendência é que ele evolua rapidamente.</p>
<p>Essa é uma questão que todas as empresas que trabalham com software devem começar a se perguntar: &#8220;e quando o Google chegar no meu nicho, o que vai ser de mim?&#8221; E que fique claro que não são só essas empresas que estão ameaçadas. A missão de organizar toda a informação do mundo é abrangente o suficiente para <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/19/google-avanca-para-vender-audiencia-offline-tambem/">deixar muita gente preocupada</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Falaii</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 20:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mara</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Falaii</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/</guid>
		<description><![CDATA[
No próximo mês será inaugurado na unidade de Campinas do Instituto Inovação o evento Falaii, um fórum informal de discussão de inovação. O evento será mensal e compreenderá palestras sobre diversos temas relacionados à inovação (Gestão da Inovação, Estratégia, Cultura, Processos, Inovação Aberta, Sustentabilidade entre outros), seguidas de bate-papo com direito a lanche com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/falaii40_1.JPG" alt="falaii40 1 - falaii40 1" title="falaii40 1 - falaii40 1" /><br />
No próximo mês será inaugurado na unidade de Campinas do Instituto Inovação o evento Falaii, um fórum informal de discussão de inovação. O evento será mensal e compreenderá palestras sobre diversos temas relacionados à inovação (Gestão da Inovação, Estratégia, Cultura, Processos, Inovação Aberta, Sustentabilidade entre outros), seguidas de bate-papo com direito a lanche com os participantes.</p>
<p>Para participar basta:</p>
<ul>
<li>
<p>Preencher a ficha de inscrição que estará disponível no site cerca de 15 dias antes de cada evento;</p>
<li>
Contribuir com uma doação no dia;</p>
<ul>
<li>
<p>As doações serão destinadas ao Lar da Criança Feliz, um abrigo para crianças de 0 a 14 anos aqui em Campinas. O Lar da Criança Feliz divulga mensalmente uma lista de necessidades que muda de acordo com a entrada de doações, logo, a cada edição do evento iremos divulgar esta lista junto à inscrição, para direcionar as doações.</ul>
<li>Cada evento será aberto a 20 pessoas, por ordem de inscrição.</li>
</ul>
</ul>
<p>Mensalmente iremos publicar maiores informações sobre cada edição aqui no Blog do Instituto Inovação. Para cada tema iremos publicar um breve texto para adiantar o conteúdo a ser abordado e viabilizar uma discussão  pré- e pós- evento!  </p>
<p>Todos estão convidados a participar das discussões no Blog assim como das palestras.<br />
<strong></strong><strong>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/06/falaii/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre proxys, economistas e indicadores de inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/03/sobre-proxys-economistas-e-indicadores-de-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/03/sobre-proxys-economistas-e-indicadores-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 17:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Conceitos de inovação e gestão</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/03/sobre-proxys-economistas-e-indicadores-de-inovacao/</guid>
		<description><![CDATA[Quando eu fazia faculdade de Administração na UFMG, eu tive um grande privilégio de conviver com muitos economistas, ou futuros economistas. Havia um certa rivalidade entre os cursos e alguns dos meus colegas menosprezavam o pessoal da Economia. Seriam teóricos, bitolados, nerds, etc.
Eu, ao contrário, sempre tive inveja destes seres tão peculiares.
Cite um grande administrador.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu fazia faculdade de Administração na UFMG, eu tive um grande privilégio de conviver com muitos economistas, ou futuros economistas. Havia um certa rivalidade entre os cursos e alguns dos meus colegas menosprezavam o pessoal da Economia. Seriam teóricos, bitolados, nerds, etc.</p>
<p>Eu, ao contrário, sempre tive inveja destes seres tão peculiares.</p>
<p>Cite um grande administrador.<br />
         - Taylor? Engenheiro.<br />
         - Ford? Engenheiro.<br />
         - Mayo? Engenheiro ou Psicólogo&#8230; sei lá.<br />
         - Jack Welch? Engenheiro.</p>
<p>Agora cite um grande economista.</p>
<p>Adam Smith, Keynes, Marx, Pedro Malan (ops&#8230; este é engenheiro), Schumpeter&#8230; e por aí vai.</p>
<p>Um dos conceitos mais bacanas que que aprendi com um economista é o tal do proxy. Outro dia, o Saddi, futuro economista e ex-estagiário do Instituto Inovação, estava me falando dos tais dos proxys.</p>
<p>Proxy é o seguinte: se não existe algum indicador que meça determinado fenômeno, existirá outro indicador cuja correlação com o fenômeno é alta então podemos usá-lo como um indicador aproximado. Vejamos:</p>
<p>         - Produção de papelão nas indústrias é um proxy da atividade industrial.<br />
         - Taxa de repetência escolar é um proxy da qualidade da educação.<br />
         - Percentual de cheques sem fundos é um proxy do endividamento da população.<br />
         - Busca pela palavra &#8220;inovação&#8221; no Google é um proxy de onde está a Inovação (<a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/29/google-responde-onde-esta-a-inovacao-no-brasil/">veja post</a>).</p>
<p>Uma das discussões mais polêmicas que temos no nosso dia a dia é aquela acerca do indicador de inovação. Bem, minha conclusão é que não existe um indicador de inovação, mas um montão de proxys. Vejamos:</p>
<p>Para um país ou região:</p>
<p>         - Quantidade de patentes.<br />
         - Quantidade de publicações científicas.<br />
         - Quantidade de mestres e doutores.<br />
         - Balança comercial de royalties.<br />
         - Dinheiro (ou percentual do PIB) investidos em P&amp;D.<br />
         - Quantidade de contratos de cooperação universidade-empresa.<br />
         - Quantidade de incubadoras (ou de empresas incubadas).<br />
         - Etc.</p>
<p>Para uma empresa/instituição:</p>
<p>         - Quantidade de patentes.<br />
         - Receita com produtos novos.<br />
         - Quantidade de produtos novos.<br />
         - Despesas com P&amp;D.<br />
         - Quantidade de pesquisadores.<br />
         - Quantidade de projetos de inovação.<br />
         - Ganho de produtividade.<br />
         - Etc.</p>
<p>E aí? Não ficou mais simples discutir os proxys do que os indicadores? Nem sempre os economistas complicam as coisas.</p>
<p>Quem quiser contribuir com mais proxys, seja bem-vindo.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra de tecnologias - inovações dos NITs do Brasil representadas no Fortec</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/01/mostra-de-tecnologias-o-brasil-representado-no-fortec/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/01/mostra-de-tecnologias-o-brasil-representado-no-fortec/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 21:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/04/01/mostra-de-tecnologias-o-brasil-representado-no-fortec/</guid>
		<description><![CDATA[
Depois da criação de Lei de Inovação, em 2005, as universidades e centros de pesquisa brasileiros criaram os chamados NITs, ou Núcleos de Inovação Tecnológica. O objetivo dos NITs é cuidar das tecnologias desenvolvidas internamente, das questões de propriedade intelectual e, especialmente, transferência de tecnologia. Trocando em miúdos, é papel dos NITs levar as tecnologias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fortec-br.org/site/IIIFortec/img/logo_fortec.jpg" alt="Fortec" /></p>
<p>Depois da criação de Lei de Inovação, em 2005, as universidades e centros de pesquisa brasileiros criaram os chamados NITs, ou Núcleos de Inovação Tecnológica. O objetivo dos NITs é cuidar das tecnologias desenvolvidas internamente, das questões de propriedade intelectual e, especialmente, transferência de tecnologia. Trocando em miúdos, é papel dos NITs levar as tecnologias dos centros de pesquisa ao mercado.</p>
<p>O Fortec, sigla para Fórum Nacional de Gestores de Inovação, é a instituição que representa todos estes NITs. Eles estarão reunidos dias 27, 28 e 29 de abril em Campinas para o IIIº Encontro do Fortec.</p>
<p>Neste ano, o Instituto Inovação é patrocinador do evento e organizador da Mostra de Tecnologias, um evento paralelo que ocorrerá no dia 27, apresentando tecnologias dos NITs de todo o Brasil para empresas interessadas em seu licenciamento. O objetivo é promover uma maior aproximação entre os NITs e o setor empresarial, através da apresentação de tecnologias inovadoras e de impacto no mercado, que serão selecionados pela equipe do Instituto Inovação, em conjunto com o Fortec. </p>
<p>Elas estarão disponíveis para consulta online e impressão de descritivos em quiosques no local do evento, que vai oferecer ainda um <i>brunch</i> (lanche reforçado) aos participantes.</p>
<p>Empresas interessadas, poderão fazer sua inscrição pelo <a href="http://www.fortec-br.org/site/IIIFortec/index.php">site do Fortec</a>.</p>
<p>NITs que queiram submeter suas tecnologias para a mostra: <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/fortec">acessem o formulário online!</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Obama precisa de um Ministro da Inovação?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/18/obama-precisa-de-um-ministro-de-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/18/obama-precisa-de-um-ministro-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 21:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/18/obama-precisa-de-um-ministro-de-inovacao/</guid>
		<description><![CDATA[Assim como as grandes empresas deviam ter um Gerente de Inovação que possui uma visão global da organização, seus recursos e problemas, um país também devia ter tal cargo. Isso se faz necessário especialmente nos momentos de crise, quando algumas empresas tendem a diminuir seus investimentos em P&#038;D e fugir de riscos.


Essa é a idéia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/barack_obama_and_progress11.jpg" alt="Barack Obama - Progress" title="Barack Obama - Progress" /></div>Assim como as grandes empresas deviam ter um Gerente de Inovação que possui uma visão global da organização, seus recursos e problemas, um país também devia ter tal cargo. Isso se faz necessário especialmente nos momentos de crise, quando algumas empresas tendem a diminuir seus investimentos em P&#038;D e fugir de riscos.</p>
<p>
</p>
<p>Essa é a idéia defendida por Thomas Kuczmarski em seu artigo intitulado &#8220;<a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/feb2009/id20090211_631980.htm?campaign_id=rss_innovate">Obama Needs a Secretary of Innovation</a>&#8221; (<a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/feb2009/id20090211_631980.htm?campaign_id=rss_innovate">link</a>) que foi publicado na BusinessWeek.</p>
<p>Esse ministro da inovação teria duas funções principais:</p>
<ul>
<li>Liderar um processo sistemático de inovação nacional;</li>
<li>Criar e manter uma mentalidade de inovação, que a estimule no setor privado.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que é importante que esse não seja apenas mais um cargo burocrático. Esse ministro teria de exercer um papel determinante: coordenar esforços interdepartamentais a fim de gerar inovações sistematicamente e ajudar, assim, que a nação alcance seus objetivos estratégicos.</p>
<p>Você concorda? Ou esse seria só mais um cargo de nome bonito pegando carona na grande febre que a palavra inovação se tornou? Os ministérios de Ciência e Tecnologia já assumem (ou deviam assumir) esse papel? Deixe sua opinião nos comentários&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/18/obama-precisa-de-um-ministro-de-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>El primer día de EMBATE</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/11/el-primer-dia-de-embate/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/11/el-primer-dia-de-embate/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 15:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Horta</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/11/el-primer-dia-de-embate/</guid>
		<description><![CDATA[
O dia amanheceu muito bonito em Bogotá, mas frio. 8:00 da manhã começaram a chegar no Tecnoparque pesquisadores e representantes de nada menos que 11 universidades de Bogotá. É realmente muito interessante conduzir um encontro como esse.
Tudo começa com um pouco de desconfiança, mas nada que os mineiros, já habituados com ela, não tirem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/bogota.jpg" alt="Bogotá - Foto Bogotá" title="Bogotá - Foto Bogotá" /></div></p>
<p>O dia amanheceu muito bonito em Bogotá, mas frio. 8:00 da manhã começaram a chegar no <a href="http://www.tecnoparquecolombia.org/">Tecnoparque</a> pesquisadores e representantes de nada menos que 11 universidades de Bogotá. É realmente muito interessante conduzir um encontro como esse.</p>
<p>Tudo começa com um pouco de desconfiança, mas nada que os mineiros, já habituados com ela, não tirem de letra. Apresentando um pouquinho da experiência e das aprendizagens que tivemos no Brasil eles já começam a se interessar. Quando todos vão se apresentando as surpresas vão se revelando, pessoas e tecnologias muito interessantes.  E assim segue por toda a manhã, que vai esquentando, em todos os sentidos&#8230;</p>
<p>O programa DAVINCI é um projeto da Alcaydia de Bogotá para estimular a inovação tecnológica. Nesse programa capacitações de agentes, <a href="http://institutoinovacao.com.br/internas/servicos_diligencia/idioma/1">diligências</a>, <a href="http://institutoinovacao.com.br/internas/servicos_embate/idioma/1">EMBATE</a> e outras ações ajudam a promover a cultura e “Mostrar a cara da inovação na Colômbia” como diz o Sr. Ricardo Venegas – Sub-diretor de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Esse projeto está sendo conduzido pela Inventta Colômbia em parceria com o <a href="https://www.creame.com.co/">CREAME</a>.</p>
<p>O primeiro dia já serviu para perceber várias coisas sobre o cenário em Bogotá: o governo promovendo uma iniciativa integrada, maturidade de algumas instituições como o Tecnoparque (que recebeu o EMBATE, e tem atuado na promoção da inovação entre empreendedores), o potencial das tecnologias que estão sendo desenvolvidas, a experiência e empenho de alguns pesquisadores&#8230; é um cenário empolgante, onde muito ainda precisa ser feito, mas muitas pessoas estão dispostas a pôr a mão na massa.</p>
<p><script type="text/javascript"><br />
var gaJsHost = ((&#8221;https:&#8221; == document.location.protocol) ? &#8220;https://ssl.&#8221; : &#8220;http://www.&#8221;);<br />
document.write(unescape(&#8221;%3Cscript src=&#8217;&#8221; + gaJsHost + &#8220;google-analytics.com/ga.js&#8217; type=&#8217;text/javascript&#8217;%3E%3C/script%3E&#8221;));<br />
</script><br />
<script type="text/javascript"><br />
try {<br />
var pageTracker = _gat._getTracker(&#8221;UA-532323-6&#8243;);<br />
pageTracker._trackPageview();<br />
} catch(err) {}</script>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura para inovação: o buraco é mais embaixo</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/02/06/cultura-para-inovacao-o-buraco-e-mais-embaixo/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 16:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Eu poderia dizer também que não podemos olhar só a ponta do iceberg ou fazer qualquer outra analogia que indique que uma análise mais minuciosa se faz necessária.
Num excelente artigo que saiu esses dias no Radar do Inovação a Renata Horta juntamente com outros autores explica os diferentes níveis da cultura organizacional e como não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu poderia dizer também que não podemos olhar só a ponta do iceberg ou fazer qualquer outra analogia que indique que uma análise mais minuciosa se faz necessária.</p>
<p>Num excelente artigo que saiu esses dias no <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/internas/radar/idioma/1" target="_blank"><u>Radar do Inovação</u></a> a <a href="http://www.linkedin.com/pub/5/621/a70">Renata Horta</a> juntamente com outros autores explica os diferentes níveis da cultura organizacional e como não podemos nos ater apenas à parte aparente dessa cultura quando queremos avaliar o quanto uma empresa é inovadora.</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/iceberg_cultural.jpg" alt="Iceberg Cultural - Níveis da Cultura Organizacional" title="Iceberg Cultural - Níveis da Cultura Organizacional" /></div><center><br />
<blockquote>Os três níveis da cultura organizacional</p></blockquote>
<p></center></p>
<p>A idéia do artigo é que não adianta intervir apenas nos artefatos ou nos valores. <strong>Uma cultura inovadora possui pressupostos que a sustentam</strong> e os líderes devem estar a atentos a esses pressupostos e à sua capacidade de influenciá-los (modificando assim toda a cultura da organização). </p>
<p>Através de cases, que são na verdade contra-exemplos, o artigo aponta ainda algumas barreiras culturais que, mesmo tendo sido percebidas pelos gestores, não puderam ser superadas por exigerem modificações exatamente nesses níveis mais profundos da cultura.</p>
<p>Link para o artigo: <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/internas/artigo/idioma/1/169/Cultura+Organizacional+e+Gestao+da+Inovacao+Tecnologica">Cultura Organizacional e Gestão da Inovação Tecnológica</a>
</p>
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		<title>Porque o mundo precisa de sustentabilidade. Quer que desenhe?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2009/01/13/porque-o-mundo-precisa-de-sustentabilidade-quer-que-desenhe/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 22:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Video</category>

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		<description><![CDATA[Acabei de assistir um vídeo muito bem bolado e que faz pensar. Chama-se &#8220;A História das Coisas&#8221; (The Story of Stuff, em inglês). Ele foi feito pela especialista em sustentabilidade norte-americana Annie Leonard e fala de maneira lúdica, simples e bem didática do colapso do planeta pela via do atual sistema de consumo.
Annie fala de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de assistir um vídeo muito bem bolado e que faz pensar. Chama-se &#8220;A História das Coisas&#8221; (<a href="http://www.storyofstuff.com/international/">The Story of Stuff</a>, em inglês). Ele foi feito pela especialista em sustentabilidade norte-americana Annie Leonard e fala de maneira lúdica, simples e bem didática do colapso do planeta pela via do atual sistema de consumo.</p>
<p>Annie fala de cada elo da cadeia do nosso sistema de produção: extração, produção, distribuição, consumo e descarte. Todo processo é desenhado, literalmente, num contraste entre a forma simples e lúdica com uma mensagem complexa e nem um pouco divertida.</p>
<p>Particularmente fiquei transtornado com o fato de para cada 1kg de lixo que nós consumidores geramos, 70 Kg são gerados nos elos anteriores da cadeia de produção. É por isso que a reciclagem do lixo doméstico está muito, muito longe de ser uma solução definitiva ou para o problema.</p>
<p><img src="http://czerniec.com/2007/12/31/story-of-stuff.jpg" alt="" /></p>
<p>É por isso que é tão importante o tema da sustentabilidade, em todos os níveis. E para ser sustentáveis, precisamos mudar o sistema e as tecnologias em que ele se baseia. Precisamos inovar. INOVAÇÃO é uma das chaves para resolvermos esta equação.</p>
<p>Uma pergunta óbvia que me veio à cabeça depois de assistir a um vídeo assim é o que podemos fazer para mudar a situação. Pensei logo em algumas iniciativas do Instituto Inovação a respeito e tive algumas idéias em mais coisas que poderíamos fazer.</p>
<p>Várias das empresas do grupo Instituto Inovação se dedicam a inovações sustentáveis, ou que contribuem para a economia de recursos naturais, como a <a href="http://www.vertiecotecnologias.com.br">Verti Ecotecnologias</a>, que desenvolve novas tecnologias para a solução de problemas ambientais industriais; a <a href="http://www.ecovec.com">Ecovec</a>, que economiza recursos e inseticidas ao proporcionar o monitoramento inteligente do mosquito da dengue; a <a href="http://www.rizoflora.com.br">Rizoflora</a>, que cria biocontroladores naturais para pragas agrícolas, que substituem agrotóxicos, entre outras.</p>
<p>Além disso, o Instituto Inovação presta serviços para empresas na busca de tecnologias que podem contribuir para a sustentabilidade de seus processos produtivos. A maioria destas buscas é confidencial, mas um bom exemplo público foi o mapeamento de tecnologias na área de energias alternativas e renováveis que fizemos para a Petrobras.</p>
<p>Vale dizer também que estabelecemos como visão de longo prazo &#8220;ser sustentáveis em todas as dimensões&#8221;, incluindo aí as dimensões humana, social e ambiental, além da econômica. É bom pensar que estamos trabalhando para melhorar esse problema. E importante que continuamos pensando em como poder fazer muito mais. E sim, nós podemos! (E espero que o Obama também possa!)</p>
<p>Abaixo, a versão dublada do vídeo, em baixa resolução. Uma versão de alta qualidade e com legendas pode ser vista no <a href="http://www.storyofstuff.com/international/">site internacional da iniciativa</a>.</p>
<p><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></p>
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		<title>A solução do trânsito é tornar o trânsito um inferno!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/22/a-solucao-do-transito-e-tornar-o-transito-um-inferno/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 16:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[Na década de 40, um cientista russo (na realidade nascido no Uzbequistão), Genrich Altshuller, publicou um estudo com 40 princípios da invenção. Utilizando-se um destes 40 princípios, qualquer um resolveria problemas de maneira inovadora.
.
Entre os 40 princípios de Altshuller, talvez o décimo terceiro seja o mais estapafúrdio, à primeira vista. É o princípio da Inversão: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/moscow_traffic.jpg" alt="moscow traffic - moscow traffic" title="moscow traffic - moscow traffic" /></div>Na década de 40, um cientista russo (na realidade nascido no Uzbequistão), Genrich Altshuller, publicou um estudo com 40 princípios da invenção. Utilizando-se um destes 40 princípios, qualquer um resolveria problemas de maneira inovadora.<br />
.</p>
<p>Entre os 40 princípios de Altshuller, talvez o décimo terceiro seja o mais estapafúrdio, à primeira vista. É o princípio da Inversão: ao invés de fazer uma ação que por lógica resolve o problema, faça a ação contrária.</p>
<p>Nunca consegui pensar num bom exemplo para ilustrar este princípio. Nunca até agora.</p>
<p>Seguindo, o 13º príncipio de Altshuller (provavelmente de maneira inconsciente), algumas cidades estão resolvendo o problema do trânsito. Como? Tornando o trânsito um inferno.</p>
<p>Londres, Oslo, Barcelona, Paris, Bogotá entre outras cidades adotaram medidas que, a princípio, tornam a vida dos motoristas um verdadeiro suplício: eliminar milhares de vagas de estacionamento, fechar ruas, criar faixas exclusivas para ônibus, taxis e bicicletas estão entre as medidas adotadas.</p>
<p>Bertrand Delanoë, prefeito de Paris, foi mais longe tornando a bicicleta em um transporte público.</p>
<p>Na última licitação para a concessão dos direitos de exploração de publicidade no mobiliário público (pontos de ônibus, bancas de jornais, relógios, metrôs, etc), a contrapartida da empresa ganhadora foi o investimento num sistema de transporte público por bicicleta, o Velib.</p>
<p>O Velib é uma frota de cerca de 20 mil bicicletas públicas, que podem ser alugadas por dia, semana ou mês ou ano, com vários pontos de estacionamento por toda a cidade (aproximadamente a cada 300 metros). Em tese, basta ter um cartão de crédito e alugar esta bicicleta em um dos pontos e deixá-la em qualquer outro ponto da cidade. O aluguel diário custa apenas 1 euro, com direito a percursos de 30 minutos (ilimitados). Se você usar a bicicleta por mais de 30 minutos, será cobrada uma taxa de 1 euro por hora-extra.</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Author___C__dric_Bonhomme.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Author___C__dric_Bonhomme.jpg',800,600,'Author Cedric Bonhomme - Author Cedric Bonhomme'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Author___C__dric_Bonhomme.jpg" alt="Author Cedric Bonhomme - Author Cedric Bonhomme" title="Author Cedric Bonhomme - Author Cedric Bonhomme" /></a></div></p>
<p>O Velib é complementar ao sistema de metrô de Paris e além de ser um meio de locomoção, ajuda os Parisienses e visitantes a ser exercitarem um pouquinho. A JC Decaux (empresa que ganhou o direito de explorar a publicidade no mobiliário público) investiu mais de 12 milhões de euros no sistema e toda a receita de aluguel é da Prefeitura de Paris.</p>
<p>E aí? Será que algum dos novos prefeitos vai usar o 13º princípio de Altshuller ou teremos mais do mesmo: mais viadutos, mais trincheiras, mais avenidas, mais estacionamentos, mais carros e mais trânsito?</p>
<p>&#8211;<br />
<em>Para ver vídeo sobre o assunto, clique <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM935582-7823-O+USO+DA+BICICLETA+COMO+MEIO+DE+TRANSPORTE,00.html">aqui</a>.<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Patentes e Inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/18/patentes-e-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/18/patentes-e-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 21:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[ Constatação óbvia: quanto mais patentes uma instituição possui mais ela é inovadora. Certo?
Huuum, talvez. Apesar do número de patentes depositadas ser constantemente utilizado como um indicador do tanto que uma instituição é inovadora, o consenso que existe entre os estudiosos do tema é que apesar desse poder ser um indicador, ele não deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/patente_para_cerveja.jpg" alt="Patente - Cerveja_gelada" title="Patente - Cerveja_gelada" /></div> Constatação óbvia: quanto mais patentes uma instituição possui mais ela é inovadora. Certo?</p>
<p>Huuum, talvez. Apesar do número de patentes depositadas ser constantemente utilizado como um indicador do tanto que uma instituição é inovadora, o consenso que existe entre os <a href="http://keithsawyer.wordpress.com/2008/10/31/do-patents-increase-innovation/">estudiosos do tema</a> é que apesar desse poder ser um indicador, ele não deve ser <strong><em>o</em></strong> indicador. </p>
<p>Patentes inúteis que nunca serão utilizadas e empresas que registram patentes só pra usá-las como moeda de barganha no futuro (coisa muito comum nos EUA) são exemplos que mostram que nem sempre &#8220;patente = inovação&#8221; (para ser efetivamente inovação uma invenção tem que chegar ao mercado!).</p>
<p>Além disso, em algumas áreas o segredo industrial (quando você registra uma patente é obrigado a divulgar sua tecnologia) é muito mais interessante. Alguns estudos indicam, inclusive, que nos Estados Unidos, aonde as guerras judiciais envolvendo patentes são comuns, muitas empresas estão deixando de patentear suas inovações devido aos altos custos desses processos. A única exceção a essa tendência seria a indústria farmacêutica.</p>
<p>Vale lembrar também que as patentes não são eternas e as empresas que as exploram devem tomar muito cuidado para não ficarem &#8220;deitadas eternamente em berço esplêndido&#8221;. Um caso clássico disso é o da Xerox que quando perdeu a exclusividade dos direitos da &#8220;fotocopiadora&#8221; não estava preparada para enfrentar a concorrência de suas rivais japonesas.</p>
<p>Não quero dizer com isso que as empresas não devam patentear suas inovações nem que o número de patentes de uma instituição não quer dizer nada. O importante é ter uma visão crítica e lembrar que quantidade nem sempre está diretamente ligada a qualidade.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os mecanismos de fomento aumentam o investimento em P&#038;D?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/17/os-mecanismos-de-fomento-aumentam-o-investimento-em-pd/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/17/os-mecanismos-de-fomento-aumentam-o-investimento-em-pd/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 11:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[O Boletim da Unicamp perguntou a especialistas: os recursos do governo que apóiam P&#038;D na empresa induzem ou não mais investimentos delas? 
Em workshop organizado pela Incentivar Consultoria, no dia 27 de novembro, perguntou-se: os incentivos fiscais servem ao aumento do investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; ou à redução da carga tributária?
Fiat, Belgo, ArcelorMittal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.inovacao.unicamp.br/report/noticias/index.php?cod=467">Boletim da Unicamp</a> perguntou a especialistas: os recursos do governo que apóiam P&#038;D na empresa induzem ou não mais investimentos delas? </p>
<p>Em workshop organizado pela Incentivar Consultoria, no dia 27 de novembro, perguntou-se: os incentivos fiscais servem ao aumento do investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; ou à redução da carga tributária?</p>
<p>Fiat, Belgo, ArcelorMittal, Scania, Iveco, Powertrain, Teksid, V&#038;M responderam. </p>
<p>Sobre isso, Christimara Garcia, da Incentivar Consultoria, disse: &#8220;o objetivo da Lei [Lei do Bem] é claramente incentivar o aumento dos gastos das empresas com inovação tecnológica, mas para que isso realmente aconteça é preciso um maior envolvimento da alta direção das empresas na decisão de re-investimento dos valores recuperados nas próprias atividades de inovação.&#8221;</p>
<p>Vale a leitura da pesquisa com os especialistas no Boletim Unicamp, e fica a reflexão.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Escola do Século XXI: educar para inovar</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/03/escola-do-seculo-xxi-educar-para-inovar/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/03/escola-do-seculo-xxi-educar-para-inovar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 17:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Video</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/12/03/escola-do-seculo-xxi-educar-para-inovar/</guid>
		<description><![CDATA[Como podemos gerar inovações se nossas crianças e jovens não tiverem interesse em buscar soluções para problemas? O processo de inovação é uma busca incansável por problemas e suas soluções.
Há alguns dias postei aqui o vídeo de uma palestra do Luli Radfahrer sobre inovação. O cara é, definitivamente, fera! Semana passada ele falou sobre sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como podemos gerar inovações se nossas crianças e jovens não tiverem interesse em buscar soluções para problemas? <strong>O processo de inovação é uma busca incansável por problemas e suas soluções</strong>.</p>
<p>Há alguns dias postei <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/27/overdose-de-inovacao-ou-como-criar-um-produto-sexy/">aqui</a> o vídeo de uma palestra do <a href="http://www.luli.com.br/">Luli Radfahrer</a> sobre inovação. O cara é, definitivamente, fera! Semana passada ele falou sobre sua visão da educação e de como as tecnologias podem e vão impactar os processos de aprendizagem. Para nossa sorte o evento foi gravado e mais uma vez temos um excelente vídeo cheio de reflexões interessantes.</p>
<p>Para os construtivistas e críticos ao modelo tradicional de educação pode não haver muita novidade, afinal, a mensagem principal da palestra é que a função do professor/educador não é passar informação e sim despertar a vontade de aprender, é de criar &#8220;curadores&#8221;.</p>
<p>Algumas reflexões presentes no vídeo:</p>
<ul>
<li>A Internet não fala para o pobre;</li>
<li>A escola é uma rede social: a criança não vai na escola pra aprender e sim para encontrar os amigos;</li>
<li>O professor deve ser um guia e não um adestrador;</li>
<li>O verdadeiro líder tem a capacidade de despertar a curiosidade, a criatividade;</li>
<li>A atual crise financeira é uma crise de idéias, é o colapso de um modelo baseado num ambiente de escassez de informação;</li>
<li>A empresa de hoje é a repartição pública de ontem;</li>
<li>Qualquer informação que você busca deve marcar o início de um diálogo;</li>
<li>Os orientais não estão prontos para serem inovadores como nós, brasileiros, estamos;</li>
</ul>
<p>Sei que parecem idéias soltas, mas ele as amarra muito bem. Meu intuito foi mais tentar aguçar o interesse de assistir o vídeo&#8230;bom apetite!</p>
<p><code><object width='424' height='318'>
<param name='movie' value='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=389425&#038;v=00/a4/389425&#038;v_hd=null&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;lang=null&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318'></param><embed  align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' quality='high' src='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=389425&#038;v=00/a4/389425&#038;v_hd=null&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;lang=null&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318' width='424' height='318'></embed></object></code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise e inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/</guid>
		<description><![CDATA[Nos momentos de crise, muito se fala do ideograma chinês que já virou clichê, &#8220;crise = perigo + oportunidade&#8221;. 
É fato que a história mundial é marcada por momentos de crise e que eles são seguidos por outros de crescimento, de maneira cíclica.
Toda crise traz consigo novos arranjos, sejam econômicos, políticos, sociais, de poder. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/105/256494295_cf6d6e9cf5.jpg?v=0" alt="Crise = perigo + oportunidade" />Nos momentos de crise, muito se fala do ideograma chinês que já virou clichê, &#8220;crise = perigo + oportunidade&#8221;. </p>
<p>É fato que a história mundial é marcada por momentos de crise e que eles são seguidos por outros de crescimento, de maneira cíclica.</p>
<p>Toda crise traz consigo novos arranjos, sejam econômicos, políticos, sociais, de poder. E em momentos assim, ocorrem mudanças e surgem oportunidades novas para atores novos.</p>
<p>No<a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/162/A+historia+de+2008" target="_blank"> texto publicado na edição de novembro do radar do inovação</a>, o consultor Daniel da Paula, que está nos EUA desde 2003,  faz uma análise muito lúcida da crise e chama atenção para a relação da crise com a inovação.</p>
<p>E eleição de Obama - cuja campanha em si foi marcada por <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2008/11/07/how-obamas-internet-campaign-changed-politics/"  target="_blank">inovações sem precedentes no uso inclusivo da tecnologia</a>  -  neste momento representa um rearranjo no foco dos investimentos em inovação americanos (e mundiais). Reduzir a dependência do petróleo do oriente médio com inovação, investindo em tecnologias limpas e energias renováveis é o mais importante deles.</p>
<p>O ambiente provocado pela crise traz consigo um apelo ainda maior para a busca por novas soluções e abre um espaço - ainda que mais contigencial que planejado - para inovar. E aí sim, nascem muitas novas oportunidades.</p>
<p>Para nós, países latino-americanos que têm economias crescentes - e que vão continuar crescendo  - a crise deve sim representar oportunidades de desempenhar novos papéis mundialmente. Em minhas recentes viagens aos EUA e à Colômbia tive a oportunidade de fazer uma reflexão interessante sobre como a criatividade, flexibilidade são valores muito mais fortes nos países latinos, que enfrentam toda sorte de problemas e escassez de recursos. Isso é um ativo inestimável, especialmente agora.</p>
<p>Com o perdão do repetido clichê, crise e oportunidade parecem mesmo andar juntos para aqueles que tem a inovação como valor essencial.</p>
<p>Créditos da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/alphachimpstudio/256494295/">AlphachimpStudio</a> (via Flickr).
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/20/crise-e-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas para gestão de idéias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/06/ferramentas-para-gestao-de-ideias/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/11/06/ferramentas-para-gestao-de-ideias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Como já comentamos aqui diversas vezes, uma grande tendência em inovação é a participação cada vez maior da &#8220;comunidade&#8221; na geração de produtos inovadores.
Para que isso ocorra, as empresas têm se preocupado com a captação de idéias que vêm de fora dos seus departamentos de P&#038;D. Essas idéias podem vir de clientes, de empregados da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/lightTree.gif" alt="lightTree - Logo IdeaScale" title="lightTree - Logo IdeaScale" /></div>Como já comentamos aqui diversas vezes, uma grande tendência em inovação é a participação cada vez maior da &#8220;comunidade&#8221; na geração de produtos inovadores.</p>
<p>Para que isso ocorra, as empresas têm se preocupado com a <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/18/my-starbucks-idea/">captação de idéias que vêm de fora dos seus departamentos de P&#038;D</a>. Essas idéias podem vir de clientes, de empregados da empresa e até mesmo de alguém que caiu no seu <i>web site</i> por acaso.</p>
<p>Uma tendência que tenho observado é a utilização de sistemas específicos para a &#8220;gestão&#8221; dessas idéias (gestão entre aspas, pois a gestão de uma idéia inovadora vai muito além disso). Alternativas não faltam e as características desses softwares são bem semelhantes. Uma rápida pesquisa na Internet nos traz algumas opções, como os americanos <a href="http://www.ideascale.com/" target="_blank">IdeaScale</a> e <a href="http://www.suggestionbox.com" target="_blank">SuggestionBox</a> e também o brasileiro <a href="http://zest.com.br/" target="_blank">Zest</a>.</p>
<p>De um modo geral se tratam de sistemas no modelo &#8220;<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_service">software as a service</a></em>&#8221; que podem ser contratados por qualquer empresa que queira utilizá-los. E o funcionamento é simples: as pessoas podem entrar e postar as idéias que a própria &#8220;comunidade&#8221; discute e avalia através de sistemas de votação.</p>
<p>O potencial desses sistemas é enorme e muitas inovações estão sendo fruto de seu uso. Mas, vale lembrar que a ferramentas são só ferramentas (óbvio, não?). Nada substitui uma boa gestão da inovação, uma cultura inovadora e aberta. A adoção de um sistema desses por empresas rígidas e sem graça que ainda possuem mentalidade do século XIX pode funcionar como um verdadeiro tiro no pé.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando uma startup de sucesso</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/29/criando-uma-startup-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 13:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Video</category>

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		<description><![CDATA[Os visitantes desse blog devem se perguntar: &#8220;Esse povo do Instituto Inovação deve ser tudo atôa. Onde eles arrumam tempo para assistir vídeos de 40 minutos???&#8221;
Não tenho a resposta para essa pergunta. Talvez eu esteja dormindo pouco, trabalhando demais ou realmente com pouco serviço. O importante é que esses dias esbarrei em mais um vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os visitantes desse blog devem se perguntar: &#8220;Esse povo do Instituto Inovação deve ser tudo atôa. Onde eles arrumam tempo para assistir vídeos de 40 minutos???&#8221;</p>
<p>Não tenho a resposta para essa pergunta. Talvez eu esteja dormindo pouco, trabalhando demais ou realmente com pouco serviço. O importante é que esses dias esbarrei em mais um vídeo muito bom. E esse tem até legendas em português.</p>
<p>Guy Kawasaki é o diretor de um fundo de <a href="http://www.fundocriatec.com.br">capital semente</a> e um cara muito bem humorado.  Em 2004 ele escreveu um livro chamado &#8220;A arte do começo&#8221; (The art of the Start), onde traz diversos conselhos para empreendedores que desejam iniciar sua própria empresa. No vídeo abaixo ele apresenta de uma maneira bem divertida as principais idéias do livro.<br />
<br /><center><code><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8206486082210767228&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></code></center><br />
De maneira bem resumida (assista o video!) os onze conselhos dele são:<OL><br />
<LI><strong>Faça sentido</strong>. O importante é que sua idéia/tecnologia faça sentido, que seja capaz de mudar o mundo. Pode ser uma forma de:</li>
<ul>
<li>Aumentar a qualidade de vida das pessoas</li>
<li>Corrigir coisas erradas</li>
<li>Evitar o fim de algo que seja bom</li>
</ul>
<p>Segundo Guy os gestores dos fundos de capital de risco, por incrível que pareça, não querem ouvir que sua idéia é boa para &#8220;fazer dinheiro&#8221; e sim que ela &#8220;faz sentido&#8221;, que fará alguma diferença para a sociedade.</p>
<li><strong>Crie um mantra para sua organização.</strong> Essa é uma das partes mais divertidas da palestra. Ele diferencia esse mantra das missões vazias de sentido. Um mantra é uma frase de três ou quatro palavras que diz o que sua empresa faz e &#8220;a que veio&#8221;.</li>
<p>
<li><strong>Continue a caminhada</strong> (<em>get going</em>)</li>
<ul>
<li><strong>Pense diferente</strong>. Crie algo novo.</li>
<li><strong>Polarize as pessoas</strong>. Se seu produto agrada a todos, você criou algo medíocre.</li>
<li><strong>Encontre uma alma gêmea</strong>. Se você é um sonhador, encontre alguém &#8220;pé no chão&#8221;. Se você é engenheiro, encontre alguém da área de marketing.</li>
</ul>
<li><strong>Defina seu modelo de negócio</strong></li>
<ul>
<li><strong>Seja específico</strong>. De onde virá o faturamento??</li>
<li><strong>Mantenha simples</strong>. Nada de inventar nessa hora.</li>
<li><strong>Pergunte a uma mulher o que ela acha sobre seu modelo de negócios</strong>. Assista o vídeo para conhecer a explicação.</li>
</ul>
<li><strong>Possua objetivos, premissas e tarefas</strong></li>
<p></p>
<li><strong>Descubra seu nicho</strong></li>
<p></p>
<li><strong>Siga a regra 10/20/30</strong></li>
<p>Como diretor de um fundo de capital de risco Guy diz que está cansado de ver apresentações (<em>pitches</em>) cansativas que não agregam nada. A regra criada por ele é:</p>
<ul>
<li>10 Slides no máximo</li>
<li>20 minutos
<li>Fonte tamanho 30</li>
</ul>
<p>Você seria capaz de &#8220;vender a sua idéia&#8221; inovadora com uma apresentação nesse formato?</p>
<li><strong>Contrate pessoas infectadas</strong> (pelo seu produto)</li>
<ul>
<li><strong>Ignore o irrelevante</strong>. Muitas vezes a pessoa ser apaixonada pelo seu produto/serviço é mais importante do que sua formação.</li>
<li><strong>Contrate pessoas melhores que você.</strong></li>
<li><strong>Faça o teste do <em>shopping center</strong>.</em> Se você &#8220;bateu o olho&#8221; na pessoa e não &#8220;foi com a cara dela&#8221;, não a contrate.</li>
</ul>
<li><strong>Diminua as barreiras de adoção</strong></li>
<ul>
<li>Diminua a curva de aprendizado.</li>
<li>Abrace o evangelismo.</li>
</ul>
<li><strong>Semeie as nuvens</strong></li>
<ul>
<li>Permita <em>test-drives</em></li>
<li>Ache os influenciadores</li>
</ul>
<li><strong>Não deixe os &#8220;palhaços&#8221; acabarem com sua idéia</strong>. Muitas pessoas vão te dizer que seu negócio não dará certo. Tenha cuidado para não acreditar nesses palhaços.</li>
</ol>
<p>via: <a href="http://fabianocaruso.com/estrategia/a-arte-do-comeco/">Fabiano Caruso</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mitos da Inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/20/mitos-da-inovacao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/10/20/mitos-da-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma dica de vídeo, que infelizmente só está disponível em inglês.
É uma palestra de Scott Berkun, autor do livro The Myths of Innovation.



Alguns dos mitos abordados na palestra:
1. Cronocentrismo: sempre há a tendência de se acreditar de que a inovação que está acontecendo hoje é a mais importante da história do mundo. Muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma dica de vídeo, que infelizmente só está disponível em inglês.</p>
<p>É uma palestra de Scott Berkun, autor do livro The Myths of Innovation.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m6gaj6huCp0&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/m6gaj6huCp0&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Alguns dos mitos abordados na palestra:</p>
<p>1. <strong>Cronocentrismo</strong>: sempre há a tendência de se acreditar de que a inovação que está acontecendo hoje é a mais importante da história do mundo. Muita gente crê que a internet foi a inovação mais revolucionária da história da humanidade. Será que a canalização da água e esgoto não seria mais importante?<br />
2. <strong>Relativismo</strong>: o que é obsoleto para alguns pode ser revolucionário para outros. Para boa parte do mundo que vive sem energia elétrica, esta é uma baita inovação em suas vidas.<br />
3. <strong>Epifania: </strong>Inovação é uma dádiva quase divina. Como o mito da maçã caindo na cabeça de Isaac Newton foi criado, botando ênfase ao acaso em detrimento do trabalho esforçado do pesquisador.<br />
4. <strong>O pesquisador solitário: </strong> Como as grandes inovações foram obras de um esforço conjunto de inúmeras pessoas, em contraste com o mito do professor trancado num laboratório descobrindo coisas fantásticas.<br />
5. E por aí vai&#8230;</p>
<p>O vídeo demora cerca de 1 hora, mas vale a pena o tempo perdido (ou ganho?).
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovatec 2008</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/inovatec-2008/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/inovatec-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 20:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Palestras gratuitas e de qualidade são sempre bem-vindas, especialmente quando elas são sobre um assunto interessante. Na semana que vem (29/9 a 2/10) ocorrerá em Belo Horizonte a Inovatec: feira de ciência, tecnologia e inovação.
O evento contará com estandes das principais universidades mineiras, de empresas inovadoras, de agências de fomento e outras instituições que de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovatec.minasplan.com.br/" target="_blank"><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/topo.jpg" alt="Inovatec - Logo Inovatec" title="Inovatec - Logo Inovatec" /></div></a></p>
<p>Palestras gratuitas e de qualidade são sempre bem-vindas, especialmente quando elas são sobre um assunto interessante. Na semana que vem (29/9 a 2/10) ocorrerá em Belo Horizonte a Inovatec: feira de ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p>O evento contará com estandes das principais universidades mineiras, de empresas inovadoras, de agências de fomento e outras instituições que de alguma forma se relacionam com inovação. Além disso haverão diversas palestras, painéis e <i>workshops</i> interessantes, dentre as quais eu achei mais interessante:</p>
<li>Gestão do Conhecimento no processo de Inovação Tecnológica</li>
<p><i>Heitor Pereira (SBGC); Itaipu; Petrobrás e FIAT Automóveis</i></p>
<li>Abertura Oficial: Wikinomics - Como a colaboração em massa pode mudar seu negócio (paga)</li>
<p><i>Anthony D. Williams (co-autor do livro Wikinomics)</i></p>
<li>Atração e Retenção de Centros de P&#038;D</li>
<p><i>Peter Oliveira (INM, Alemanha), Sérgio Queiroz (UNICAMP). Ainda não está na programação, mas participaremos desse painel, representados pela Janayna</i></p>
<li>Criatividade, Inovação e Trabalho (paga)</li>
<p><i>Domenico De Masi (Sociólogo, Itália)</i></p>
<p>Na verdade são tantas atividades interessantes (e algumas ocorrendo no mesmo horário) que é até difícil escolher.</p>
<p>Sobre as duas palestras que são pagas, acredito que valham o investimento. Já li o Wikinomics e gostei muito. O Domenico também é muito bom, o único perigo é você não querer trabalhar mais de quatro horas por dia depois que assistir.</p>
<p>Eu vou. A programação e a inscrição estão disponíveis <a href="http://www.hbatools.com.br/congresso/inovatec/inscricoes.asp">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mude o mundo! Com a ajuda do Google&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/mude-o-mundo-com-a-ajuda-do-google/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/mude-o-mundo-com-a-ajuda-do-google/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 12:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/mude-o-mundo-com-a-ajuda-do-google/</guid>
		<description><![CDATA[Se você foi picado pelo mesmo bicho que o Alexandre e está procurando um parceiro para te ajudar a multiplicar seu potencial humano, acabou de encontrar um.
Através do projeto lançado recentemente, chamado de &#8220;Projeto 10¹ºº&#8220;, o Google pode te ajudar a mudar o mundo. Trata-se de um concurso de &#8220;idéias capazes de mudar o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você foi <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/23/quanto-voce-colaborou-hoje-e-quanto-voce-operou-no-modo-%E2%80%9Cgeladeira-velha%E2%80%9D/">picado pelo mesmo bicho que o Alexandre</a> e está procurando um parceiro para te ajudar a multiplicar seu potencial humano, acabou de encontrar um.</p>
<p>Através do projeto lançado recentemente, chamado de &#8220;<a href="http://www.project10tothe100.com" target="_blank">Projeto 10¹ºº</a>&#8220;, o Google pode te ajudar a mudar o mundo. Trata-se de <strong>um concurso de &#8220;idéias capazes de mudar o mundo ajudando o maior número de pessoas possível&#8221;</strong>. A <a href="http://www.google.com">gigante de mountain view</a> promete disponibilizar &#8220;simplesmente&#8221; US$10.000.000 (dez milhões de dólares) para a implementação das melhores idéias.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KuTrVRRbh5U&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KuTrVRRbh5U&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O funcionamento do concurso, a lá <i>open innovation</i>, é simples: você envia sua idéia acompanhada ou não de um vídeo de 30 segundos, espera que a &#8220;comunidade&#8221; escolha sua idéia para figurar entre as vinte semi-finalistas e torce para que um comitê consultivo considere sua idéia merecedora de estar entre as 5 finalistas.</p>
<p>Se você deseja conhecer os critérios e os tipos de idéia que são aceitos, basta entrar no <a href="http://www.project10tothe100.com/intl/PT_BR/how_it_works.html" target="_blank"><i>site</i> do concurso</a>. O mais interessante é que <strong>não</strong> existem letrinhas pequenas nos <a href="http://www.project10tothe100.com/intl/PT_BR/tos.html" target="_blank">&#8220;termos do serviço&#8221;</a> dizendo que ao submeter sua idéia você estará cedendo seu direito de propriedade intelectual para os organizadores.</p>
<p>São iniciativas como essa que fazem com que a Google, apesar de ter se tornado uma multinacional muito poderosa, continue sendo adorada por muitos&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/25/mude-o-mundo-com-a-ajuda-do-google/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Inovações Desnecessárias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/24/inovacoes-desnecessarias/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/24/inovacoes-desnecessarias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Saddi</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[A “destruição criativa” de Schumpeter detecta a tendência de definhamento das empresas de tecnologia antiquada em favor das inovadoras. A necessidade de inovar, entretanto, depende da característica do produto ofertado e da natureza do mercado que a empresa se insere. Empresas de tecnologia da informação e biotecnologia têm necessidade de inovar o tempo inteiro em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_schumpeter2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/schumpeter2.jpg',170,201,'schumpeter'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_schumpeter2.jpg" alt="schumpeter" title="schumpeter" /></a></div>A “destruição criativa” de Schumpeter detecta a tendência de definhamento das empresas de tecnologia antiquada em favor das inovadoras. A necessidade de inovar, entretanto, depende da característica do produto ofertado e da natureza do mercado que a empresa se insere. Empresas de tecnologia da informação e biotecnologia têm necessidade de inovar o tempo inteiro em um mercado onde o estado da arte é volátil e as pequenas possuem grande parte do market-share. Setores oligopolizados de carros e eletrodomésticos apresentam inovações incrementais na maioria das vezes e poucos ápices disruptivos. O setor têxtil acaba investindo mais em design para a diferenciação do produto do que propriamente na tecnologia de produção, amplamente difundida. Há casos, ainda, em que a empresa não precisa inovar. De um modo geral, o que se conclui é que não há um esforço padrão de investimento em inovação para todos os ramos de atividade. Como o tema deste post é o desincentivo mercadológico à inovação, foquemo-nos no último caso, a partir de empresários que empregam tecnologia de produção aquém da dominante.</p>
<p>Em um mercado competitivo, a empresa sobreviveria apenas se ofertasse bens às camadas inferiores da distribuição de renda, que mantêm a demanda pelo bem inferior. A livre competição nos mercados faz também com que a tecnologia empregada na produção do bem já tenha se banalizado, ou seja, já é adquirida pelo nosso empresário ao preço de mercado “justo”. Mesmo com a possibilidade de compra da tecnologia ao menor preço possível, ela não permite que o ganho de qualidade do produto deixe de se converter em preço mais alto. Em outras palavras, a nova tecnologia não força a empresa a se modernizar, pois acarretaria em perda do seu mercado de nível inferior. </p>
<p>O desincentivo à modernização também se justifica pela existência de demanda por bens artesanais. Neste caso, o consumidor paga pela exlusividade ou detalhes artísticos.</p>
<p>Outra hipótese é a de que a empresa funcione em monopólio. As atividades econômicas que possuem custo fixo muito alto e custo marginal muito baixo são geralmente monopólios naturais, ou seja, monopólios que existem mesmo em caso de bom funcionamento do mercado. O caso da fornecedora de energia elétrica é clássico na literatura que trata do tema. Ela incorre em custos fixos altíssimos de geração de energia e construção de redes abrangentes; feito isto, o custo de transmitir uma unidade de energia é mínimo. Para que seja proveitoso o funcionamento da empresa, lhe é necessário economias provindas da escala de operação. Minimizando o “economês”, isso significa que ela tem que ser muito grande. Logo, tende-se ao monopólio. Sem concorrentes e com barreiras de custo fixo fortíssimas à entrada de novas operadoras no mercado não é necessário se diferenciar. </p>
<p>Mas isso tem solução?</p>
<p>Como são falhas de mercado, os monopólios tendem a ser regulados. Ao regular, as agências definem as dimensões pelas quais se oferta, ou seja, definem o preço que poderá ser cobrado, bem como abrangência, produtividade e qualidade dos serviços prestados. Ganhos de produtividade e qualidade envolvem na maioria das vezes necessidade de inovar. Nesta perspectiva, cabe ao regulador estimular a inovação com vistas aos ganhos de produtividade e qualidade em detrimento da cobrança de preços inferiores se julgar ser mais necessária à sociedade qualidade do que preço baixo. </p>
<p>No caso da falha de mercado ser coberta por uma estatal, fica a cargo do governo definir as metas de qualidade, produtividade, etc. Uma vez impostas, haverá necessidade de inovar.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/24/inovacoes-desnecessarias/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Quanto você colaborou hoje? E quanto você operou no modo “geladeira velha”?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/23/quanto-voce-colaborou-hoje-e-quanto-voce-operou-no-modo-%e2%80%9cgeladeira-velha%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 18:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Alves</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Aí é o seguinte: Apagão Humano® Invertido.
O conceito de “apagão” nasceu quando faltou energia para acompanhar o “progresso”. Até então, nunca antes da história deste país havíamos conseguido tamanha mobilização em prol de uma causa comum: economizar energia. Engraçado, que depois do sucesso em nível nacional fomos “bonificados” com o pagamento adicional nas nossas contas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/489036_refrigerator.jpg" alt="489036 refrigerator - 489036 refrigerator" title="489036 refrigerator - 489036 refrigerator" /></div></p>
<p>Aí é o seguinte: Apagão Humano® Invertido.</p>
<p>O conceito de “apagão” nasceu quando faltou energia para acompanhar o “progresso”. Até então, nunca antes da história deste país havíamos conseguido tamanha mobilização em prol de uma causa comum: economizar energia. Engraçado, que depois do sucesso em nível nacional fomos “bonificados” com o pagamento adicional nas nossas contas de energia pelo prejuízo que as concessionárias tiveram com a economia que nos foi pedida; entendeu? É isto mesmo, pagamos um adicional pela economia que fizemos.</p>
<p>Feita a referência, o Apagão Humano Invertido se caracteriza pelas abundâncias tanto de energia humana, quanto do uso completamente dispersivo da mesma. Somos uma nação de geladeira velha, ligada na tomada, consumindo muita energia, sem nenhuma garrafa de água para gelar.</p>
<p>Para exemplificar, proponho um índice AHI: cada cidadão amanhece diariamente com uma determinada capacidade igual de PH (potencial humano): imaginamos que este número seja 100. Ao final do dia, cada pessoa pode fazer a sua contabilidade e calcular seu índice:</p>
<p>a)	Quantos % empenhou em multiplicar a sua energia com a de outros seres em prol do impactar positivamente a vida das pessoas;</p>
<p>b)	Quantos % dedicou a fazer algo útil (não atrapalhou ninguém e ainda conseguiu contribuir para o progresso da humanidade, mesmo que de forma singela);</p>
<p>c)	E, por fim, quantos % ele operou no modo “geladeira velha ligada na tomada sem nada para gelar”; aqui entram todas as rotinas e ações que representam completa fuga de PH, tais como movimentos insanos, burocráticos, circulares, normativos, carimbos, processos, regras, etc.</p>
<p>Diariamente, junto com o índice Bovespa, por exemplo, teríamos o índice AHI da nação, anunciado pelos principais telejornais. Comece a sua tabela e vamos fazer aqui uma prévia. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>My Barack Obama</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/08/o-meu-barack-obama/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.
Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?
Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.
Então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/558045798_e66f722d6b_1.jpg" alt="558045798 e66f722d6b 1 - 558045798 e66f722d6b 1" title="558045798 e66f722d6b 1 - 558045798 e66f722d6b 1" /></div>Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.</p>
<p>Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?</p>
<p>Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.</p>
<p>Então, como o obscuro senador de Illinois tornou-se este fenômeno. Como ele conseguiu derrotar o establishment democrata e vencer Hillary Clinton? Como ele conseguiu ser o favorito a se tornar o quadragésimo terceiro presidente na história dos Estados Unidos da América?</p>
<p>Semana passada, assisti pela segunda vez uma palestra do Oswaldo Gouvêa, um dos sócios do <a href="www.peabirus.com.br">Peabirus</a>, rede social ligada ao Grupo Estadão. O Oswaldo, além de ser um orador de primeiríssima, consegue dar vários insights sobre as perspectivas tecnológicas e principalmente da web 2.0 durante sua palestra. Um  dos exemplos que o Oswaldo usa para ilustrar suas idéias é o site do Barack Obama. &#8220;É uma revolução. Nunca mais as eleições em qualquer canto do mundo serão as mesmas&#8221;. A palestra do Oswaldo atiçou minha curiosidade.</p>
<p>Depois me deparei com uma reportagem da <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> (publicação sobre tecnologia do MIT - Massachusetts Institute of Technology). O título da reportagem <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">&#8220;How Obama Really Did It&#8221;</a>, que numa livre tradução seria &#8220;Como Obama Realmente Conseguiu&#8221;.</p>
<p>Bem, o que Barack Obama fez de diferente foi fundamentalmente utilizar as ferramentas de web 2.0 como ninguém utilizou antes e com resultados surpreendentes. Obama botou a web no centro de sua estratégia de campanha, contratou profissionais gabaritados e montou uma rede social de qualidade, extremamente inteligente e inovadora.</p>
<p>Parte da equipe que está capineando este projeto tentou fazer o mesmo pelo pré-candidato democrata Howard Dean em 2004, mas sem sucesso. Qual seria a diferença entre Dean 2004 e Obama 2008? Nos últimos 4 anos a internet sofreu uma revolução. O surgimento de sites como Facebook, Myspace, Orkut e Youtube mudaram radicalmente o modo como as pessoas se relacionam com a web. Em 2004, blog era novidade, em 2008 é realidade. Em 2004, rede social era o futuro, em 2008 é presente. O cidadão e o eleitor já estão educados na nova web, não precisam ser tutoriados.</p>
<p>Obama criou em seu site uma rede social, chamada &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">My Barack Obama</a>&#8220;, ou &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">MyBO</a>&#8220;, para os íntimos.</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Picture1.jpg',1282,725,'Picture1 - Picture1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg" alt="Picture1 - Picture1" title="Picture1 - Picture1" /></a></p>
<p>Uma vez cadastrado da rede, o cidadão se transforma de eleitor para apoiador, participando ativamente da campanha. E o site dá ferramentas e instruções de como apoiar ativamente o candidato.</p>
<p>O pessoal que mora na vizinhança está cadastrado para votar? MyBO dá o telefone de cada um dos seus vizinhos e já sugere o que você deve falar com cada um deles. Se eu quero organizar um evento de apoio, MyBO já te dá dicas de quanta gente convidar, como deve ser feito o convite, etc. Você pode fazer o download de um modelo e imprimir em casa.</p>
<p>De acordo com o CEP da sua casa, o site já sabe qual é o problema que mais aflige aquela comunidade. Se é desemprego, dá-lhe material sobre as propostas de Obama para gerar postos de trabalho. Se é poluição, eis as propostas de Obama para combater o aquecimento global. </p>
<p>Meus contatos do Outlook (ou do Gmail, ou do Yahoo, ou do Facebook ou&#8230;) são eleitores? MyBO dá uma ferramenta para você baixar automaticamente estes dados e sugere que você mande um e-mail para cada um deles convidando a fazer parte da rede.</p>
<p>No MyBO, o apoiador pode estabelecer metas próprias de arrecadação de fundos. Para bater a meta, o apoiador pode tanto doar seu próprio dinheiro, quanto convencer seus parentes, vizinhos, colegas a doar e isto conta para a meta do apoiador. E MyBO aceita qualquer cartão de crédito, basta ser cidadão americano que você está apto a doar qualquer quantia. 48% dos fundos arrecadados por Obama vieram de doações inferiores a 200 dólares.</p>
<p>Tudo o que apoiador faz é de certa maneira coordenado e gerenciado pela equipe de campanha.</p>
<p>Finalmente, e talvez o item mais importante da estratégia de Obama: torne-se viral na internet. Qualquer ferramenta importante web 2.0 é usada por Obama. No Facebook, no Twitter, no Linkedin, nas redes sociais hispânicas, em qualquer lugar, Obama e seus apoiadores estão. Veja quadro abaixo publicado originalmente na <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> com dados comparativos da ação de Obama internet.</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/charts_x600.jpg',600,209,'charts x600 - charts x600'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg" alt="charts x600 - charts x600" title="charts x600 - charts x600" /></a></div></p>
<p>E os outros candidatos não estão fazendo algo semelhante? Sim, mas a grande diferença é que Obama colocou a web e as ferramentas 2.0 no centro de sua campanha e não como acessório. A campanha de McCain ainda está num paradigma de campanha antigo, contando com grandes doadores e com estratégias de comunicação mais tradicionais e que foram vencedoras no passado.</p>
<p>E o futuro?</p>
<p>Podemos imaginar um cenário bem interessante tanto com Obama eleito presidente, como ele derrotado por McCain. No primeiro caso, MyBO pode se transformar num embrião de governo 2.0. Na oposição, Obama continuaria forte, se conseguir manter o entusiasmo dos seus milhões de apoiadores.</p>
<p>De qualquer forma, a revolução nas campanhas eleitorais Obama já fez.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil no mapa mundial do Open Innovation</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/05/brasil-no-mapa-mundial-do-open-innovation/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/05/brasil-no-mapa-mundial-do-open-innovation/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 20:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. 
Nesta edição:
Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation
Métodos de Valoração de Tecnologias
A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#038;D
Internacional: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. </p>
<p>Nesta edição:<br />
<div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/img_noticia_open_1.jpg" alt="img noticia open 1 - img noticia open 1" title="img noticia open 1 - img noticia open 1" /></div><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/150/Instituto+Inovacao+realiza+aliancas+internacionais+com+InnoCentive+e+Ninesigma+e+insere+Brasil+no+mapa+mundial+do+Open+Innovation">Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/159/Metodos+de+Valoracao+de+Tecnologias">Métodos de Valoração de Tecnologias</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/158/A+Politica+de+Desenvolvimento+Produtivo+do+Governo+Federal+e+a+macrometa+de+aumentar+o+investimento+privado+em+PeD">A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#038;D</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/151/Internacional-+Colombia+utiliza+metodologias+do+Instituto+Inovacao+para+avaliar+potencial+de+tecnologias">Internacional: Colômbia utiliza metodologias do Instituto Inovação para avaliar potencial de tecnologias</a></p>
<p>Quem quiser receber sempre, é só <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_radar/idioma/1">registrar</a>. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tendências que inspiram</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/09/02/tendencias-que-inspiram/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site Trendwatching. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.
Além desse relatório anual, que é pago, eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site <a href="http://www.trendwatching.com" target="_blank">Trendwatching</a>. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.</p>
<p>Além desse relatório anual, que é pago, eles publicam mensalmente um <i>briefing</i> muito interessante com diversas tendências de consumo. O título do <i>briefing</i> <a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">desse mês</a> é:
<p><center><strong><a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">OFF = ON</a></strong></center></p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pixelsofa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/pixelsofa.jpg',543,222,'pixelsofa - Sofá de Pixels'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pixelsofa.jpg" alt="pixelsofa - Sofá de Pixels" title="pixelsofa - Sofá de Pixels" /></a></div></p>
<p><P></p>
<p>De um grosso modo podemos dizer que eles apontam a tendência de que o <i>mundo offline</i> se espelhe cada vez mais no <i>mundo online</i>, desde o desenvolvimento de produtos até a relação com consumidores. </p>
<p>O <i>briefing</i> do mês passado, chamado &#8220;<a href="http://www.trendwatching.com/trends/innovationavalanche.htm">Innovation Avalanche</a>&#8221; também é muito bom e merece uma visita.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Overdose de Inovação (ou como criar um Produto Sexy)</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/27/overdose-de-inovacao-ou-como-criar-um-produto-sexy/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/27/overdose-de-inovacao-ou-como-criar-um-produto-sexy/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 16:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de inovações. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. 
Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de <strong>inovações</strong>. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. </p>
<p>Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a criatividade, dos tipos de &#8220;criativos&#8221; que percebe e define muito bem a inovação.</p>
<p>Depois dessa introdução e contextualização, Luli apresenta com a propriedade de um inovador o processo de inovação, iniciando pelos obstáculos, passando pela formatação da idéia e chegando no &#8220;produto sexy&#8221;.</p>
<p>O vídeo traz vários insights interessantes e sem dúvidas vale o tempo despendido.</p>
<p><object width='424' height='318'>
<param name='movie' value='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=360880&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318'></param><embed  align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' quality='high' src='http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=360880&#038;relacionados=S&#038;default=S&#038;cor_fundo=000000&#038;swf=1&#038;width=424&#038;height=318' width='424' height='318'></embed></object></p>
<p>Para assistir o vídeo em tela cheia basta clicar no ícone da direita (depois de dar <em>play</em> no vídeo). Caso você tenha gostado muito da palestra e queira ver os slides, eles estão disponíveis <a href="http://www.luli.com.br/admin/wp-content/uploads/2008/08/inovac.jpg">aqui</a>.</p>
<p>Via: <a href="http://meiobit.pop.com.br/destaque/meiobit-expo-palestra-do-professor-luli-radfahrer" target="_blank">Meiobit</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Apple e Google</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/18/apple-e-google/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/18/apple-e-google/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 11:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[
A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_and_apple.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/google_and_apple.jpg',500,333,'google and apple - google and apple'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_google_and_apple.jpg" alt="google and apple - google and apple" title="google and apple - google and apple" /></a></div></p>
<p>A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro com publicidade por causa da crise nos Estados Unidos. </p>
<p>Muito já se falou em como as duas empresas são diferentes na geração de inovações estrondosas, com o Google lançando produtos com agilidade, ainda na versão beta, e a Apple segurando o desenvolvimento fechado até os <em>&#8220;i&#8221; products</em> estarem perfeitos para irem ao mercado. Acredito que não existe só um jeito de ser inovador. As cifras da Apple e do Google demonstram que estilos diferentes podem funcionar bem. O importante é que a cultura da empresa, a estratégia, a estrutura, os processos das organizações considerem o fator &#8220;inovação&#8221;, e façam com que ele trabalhe a seu favor, gerando desempenho superior. Por ora, ligeiramente superior, no caso da Apple: U$ 158,8 bilhões, frente os U$ 157,2 bilhões do Google. Nada mal. </p>
<p>Os dados desse post foram retirados da matéria <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080816/not_imp224940,0.php"><em>Apple derrota o Google e reina no Vale do Silício</em>, do Estadão</a>. </p>
<p>Os créditos para a imagem inusitada são para <a href="http://enterprisecollab.wordpress.com/2008/01/23/when-google-eats-an-apple/">este blog</a>.<br />
<em><br />
As opiniões no post são da autora e não refletem, necessariamente, a opinião da organização.</em>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/18/apple-e-google/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Cabeça no espaço. Negócios na Terra</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/13/cabeca-no-espaco-negocios-na-terra/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/13/cabeca-no-espaco-negocios-na-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Janayna</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.<br />
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe de cientistas transformaram delírios — como a chegada do homem à Lua e a exploração de Marte — em realidade. Em parte, graças à Nasa os Estados Unidos ganharam a corrida espacial e a batalha de imagem que cercou os anos da Guerra Fria. Mas o socialismo caiu com o Muro de Berlim, e a conquista do espaço perdeu muito de seu charme. E, para sobreviver e garantir recursos, a Nasa teve de encontrar um novo caminho. Nos últimos anos, sua formidável máquina de inovação vem sendo colocada a serviço do desenvolvimento de idéias que possam mudar o dia-a-dia de pessoas comuns, que jamais sairão da Terra. Assim como boa parte das universidades americanas, a Nasa tornou-se uma extensão das áreas de pesquisa e desenvolvimento de grandes empresas. Nos gloriosos tempos da Guerra Fria, quando andar à frente dos russos era a obsessão da Casa Branca, o orçamento anual da Nasa era de 25 bilhões de dólares. Hoje, a verba repassada é 30% menor e as críticas ao apoio governamental são cada vez maiores.“A tendência é que, no futuro, uma parte considerável do dinheiro da Nasa venha da iniciativa privada”, afirma Michael Kearney, presidente da SpaceHab, consultoria dos Estados Unidos especializada na indústria tecnológica. </p>
<p>Ao mesmo tempo que procura vestígios de vida em Marte e vasculha o universo em busca de planetas que um dia possam servir de novos lares para a humanidade, a Nasa prospecta hoje novos negócios em campos que vão do turismo espacial à indústria farmacêutica. Até a década de 70, a Nasa possuía cerca de 30 parcerias com empresas. Hoje, são quase 400, que incluem nomes como Google, Ford e Goodyear. Caso prosperem algumas das inovações que estão sendo desenvolvidas, os carros de passeio ganharão, no futuro, equipamentos como pneus da Goodyear à prova de furos. E sistemas capazes de diagnosticar problemas elétricos nos modelos montados pela Ford.</p>
<p><em><em><em>Este texto é parte da reportagem da revista Exame de 07/08/08.</em></em></em><br />
O texto completo pode ser acessado pelo link a seguir: <a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&amp;COD_RECURSO=211;831&amp;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/mundo/m0165412.html">Revista Exame</a>
</p>
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		<title>Diplopedia</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/08/06/diplopedia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. 
A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, Stacie R. Hankins, que trabalha na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. </p>
<p>A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, <em>Stacie R. Hankins</em>, que trabalha na embaixada dos EUA em Roma, contou que <em>Ronald P. Spogli</em>, o embaixador americano por lá, costuma ler em seu <em>BlackBerry</em>, a caminho dos encontros, as informações mais completas e atualizadas de praticamente qualquer personalidade do planeta. </p>
<p>A dinâmica de construção colaborativa da Diplopedia possibilita que os diplomatas encontrem com facilidade dados atualizados. <strong>E isso é um ponto chave: a Diplopedia é mais do que a fonte de informação mais completa, ela é a melhor forma de organizar a informação para que ela seja facilmente encontrada.</strong> No mundo 1.0, a biografia de um economista americano influente poderia estar com o departamento de economia, ou de política, ou sabe-se lá onde. Na wiki, a informação pode estar em diversas categorias, e serem rapidamente disponibilizadas por mecanismos de busca.</p>
<p>É surpreendente que a cultura wiki – leia-se compartilhamento, estruturas achatadas, iniciativas emergentes, participação – tenha “pegado” em uma organização que é sinônimo de burocracia e controle de discursos. Mas pegou: desde que foi criada são 650.000 páginas vistas, e, recentemente, atingiu a marca de 20.000 novas páginas vistas por semana. Não existe nenhuma censura formal ao conteúdo, mas nunca foi preciso deletar uma página. Ela não está disponível para o público em geral. Hoje existe até mesmo um departamento de eDiplomacy. Abrir-se dessa maneira para a web 2.0 demonstra uma intenção de transformação cultural grande, e que envolve os valores mais profundos de uma organização. Blogs internos também são estimulados. </p>
<p>Questionado sobre o que aconteceria com uma pessoa que usasse dessa cultura aberta de forma indevida, <em>Mr. Hankins</em> falou que existem diversas formas de um indivíduo acabar com sua carreira, e que “o jeito wiki” é apenas o mais moderno. </p>
<p><em><a href="http://www.fastforwardblog.com/2008/08/05/if-the-us-state-department-can-use-wikis-and-blogs-effectively-so-can-your-organization/">Este post foi inspirado no post If the US State Department Can Use Wikis and Blogs Effectively, So Can Your Organization?, de Jon Husband.</a></em></p>
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		<title>Teste do elevador para empreendedores&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[
Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://www.vator.tv/embed/player.swf?videoSrc=http://s3.amazonaws.com/vator_production_out/391_v-commercial.flv&#038;fillColor=0xFFFFFF&#038;videoMode=embed&#038;pitchURL=http://www.vator.tv/pitch/show/Vator---the-idea-exchange" allowscriptaccess="always" width="320" height="300" wmode="transparent" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash"></embed></p>
<p>Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É o teste do elevador&#8230;</p>
<p>No jargão da consultoria, o teste do elevador consiste num exercício de sumarizar as conclusões importantes de uma apresentação em 30 segundos. Em tese, este seria o tempo que você teria caso encontrasse alguém no elevador e tivesse que expor sua idéia. Este exercício ajuda a sintetizar o raciocínio e ser mais objetivo em uma apresentação, destacando as idéias essenciais.</p>
<p>Para um empreendedor, o teste do elevador pode ser aquela oportunidade única de ter alguns minutos com um investidor, expor seu plano de negócio e conseguir dinheiro para iniciar ou acelerar seu empreendimento.</p>
<p>Recentemente foram lançados dois sites que exploram exatamente esta idéia. O <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> (americano) e o <a href="http://cmypitch.com/">cmypitch</a> (inglês) tem o mesmo conceito. O empreendedor posta um vídeo curto apresentando seu negócio. O vídeo tem que ser curto e deve incluir seu plano de negócio, a diferencial de sua idéia e quanto você necessita para iniciar/acelerar sua empresa.</p>
<p>O objetivo é que algum investidor real veja o vídeo e invista na idéia.</p>
<p>Para ajudar os investidores, os usuário já dão algumas dicas das idéias mais bacanas, através de votos, comentários e outros mecanismos web 2.0. Além disso, os investidores podem lançar desafios e competições para premiar a melhor idéia em determinado ramo de negócios.</p>
<p>Para o investidor é a oportunidade de ver várias oportunidades de maneira organizada e em um tempo curto. Para o empreendedor é a oportunidade de expor sua idéia para o público e, quem sabe, arranjar um sócio endinheirado.</p>
<p>Em tempo, o próprio <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> é um dos negócios que procura investidores para crescer. Se você for um investidor interessado, a quantia necessária é inferior que 500 mil dólares.
</p>
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		<title>Da próxima vez que for a Nova York, cuidado com a meningite&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[
.
ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:
- Cuidado com a meningite em Nova York.
- Gripe aviária ataca o Egito.
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Theo_La_Photo.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Theo_La_Photo.jpg',500,181,'Theo La Photo - Theo La Photo'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Theo_La_Photo.jpg" alt="Theo La Photo - Theo La Photo" title="Theo La Photo - Theo La Photo" /></a></div><br />
.</p>
<p><strong>ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:</strong></p>
<p>- Cuidado com a meningite em Nova York.<br />
- Gripe aviária ataca o Egito.<br />
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.<br />
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.<br />
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, mas também com a raiva canina.</p>
<p>Estas informações estão todas condensadas no <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap</a>, um site que quer ser o mapa global de alerta para as doenças e epidemias.</p>
<p>O sistema do site é sem dúvida inovador. Várias fontes de notícias são agregadas: notícias que saem na imprensa sobre o aparecimento de doenças, fontes oficiais, como a OMS, ou para-oficiais, como ONG&#8217;s que monitoram o aparecimento de epidemias. Tudo isto é analisado e plotado numa ferramenta Google Maps.</p>
<p>O usuário pode ser desde um turista hipocondríaco, até mesmo um pesquisador que quer estudar o comportamento de determinada doença.</p>
<p>O fato de contar com fontes oficiais e não-oficias (porém confiáveis) faz com que o <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap </a>sirva também como uma fonte do aparecimento de doenças em países onde o governo esconde tal fato, preocupado com o impacto no turismo ou na popularidade do governante.</p>
<p>Além disso tudo, o site ainda pode servir de alerta para as autoridade públicas sobre o aparecimento de doenças em países ou regiões próximas.</p>
<p>E da próxima vez que for ao Brasil, muito cuidado com a dengue, hantavívus, infecção hospitalar e febre amarela&#8230; Ops&#8230; estou no Brasil&#8230; Socorro!!!
</p>
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		<title>As Regras da Inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[É incrível a quantidade de informação interessante disponível, seja na Internet, seja em Livros ou ainda em periódicos científicos.  Mais impressionante ainda é a sensação de que temos cada vez menos tempo para ler mais coisas.
Há algum tempo recebi a indicação de um livro que parece ser interessante, mas que por enquanto está naquela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível a quantidade de informação interessante disponível, seja na Internet, seja em Livros ou ainda em periódicos científicos.  Mais impressionante ainda é a sensação de que temos cada vez <strong>menos tempo</strong> para ler <strong>mais coisas</strong>.</p>
<p>Há algum tempo recebi a indicação de um livro que parece ser interessante, mas que por enquanto está naquela situação: &#8220;vou ler assim que eu tiver tempo&#8221;. Vai me dizer que você não tem pelo menos uns três artigos na sua caixa de emails nessa mesma situação?<br />
<div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/capa_livro.jpg" alt="Capa do Livro - As regras da inovação" title="Capa do Livro - As regras da inovação" /></div> Enquanto não leio a obra posso compartilhar a indicação (e a sensação de falta de tempo) e fazer com que mais pessoas se interessem pelo livro. A resenha do <em>release</em> diz que:
<p></p>
<blockquote><p>Nesta obra, os autores mostram como gerenciar, medir e lucrar com a inovação. Além de acentuar que ela não acontece por mera casualidade ou inspiração, apontam os caminhos que podem estimular a criatividade e a inovação dentro de uma empresa. </p></blockquote>
<p>Ficou interessado? Se você não tiver tempo eu posso ler pra você, estou cobrando baratinho&#8230;
</p>
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		<title>Blind date</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/15/blind-date/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
Blind date é uma expressão da língua inglesa que se refere a um encontro amoroso de duas pessoas que não se conhecem. Normalmente um amigo comum promove este encontro, tentando dar uma de cupido e desencalhar os amigos.
Na última quarta-feira, dia 9 de julho, realizou-se o primeiro Encontro de Inovação do setor de Madeira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_mharrsch.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/mharrsch.jpg',500,375,'mharrsch - mharrsch'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_mharrsch.jpg" alt="mharrsch - mharrsch" title="mharrsch - mharrsch" /></a></div></p>
<p><em>Blind date </em>é uma expressão da língua inglesa que se refere a um encontro amoroso de duas pessoas que não se conhecem. Normalmente um amigo comum promove este encontro, tentando dar uma de cupido e desencalhar os amigos.</p>
<p>Na última quarta-feira, dia 9 de julho, realizou-se o primeiro Encontro de Inovação do setor de Madeira e Móveis de Minas Gerais. O encontro de inovação é uma espécie de <em>blind date</em> da inovação. Vou explicar por que&#8230;</p>
<p>No encontro de inovação, o organizador junta dois agentes da inovação que pouco se conhecem para conversar, com vistas a um futuro namoro. </p>
<p>Neste caso, o organizador era o Simi (Sistema Mineiro de Inovação) em parceria com o Centro Minas Design. Os pretendentes eram os empresários do setor de móveis e os pesquisadores das ICT&#8217;s mineiras.</p>
<p>Durante o encontro, foram debatidos os principais problemas tecnológicos do setor e discutidas as possíveis soluções para estes problemas. O ideal é que estes problemas sejam resolvidos através de uma parceria (namoro) entre empresários e pesquisadores.</p>
<p>As propostas surgidas no evento estarão disponíveis na <a href="http://www.simi.org.br/perfilComunidades.action?idComunidade=750" target="_blank">comunidade de madeira e móveis do site do Simi</a>.</p>
<p>A execução das ações propostas será fundamental para o desenvolvimento tecnológico da industria moveleira mineira e para a aproximação entre os empresários do setor e pesquisadores.</p>
<p>Será que vai dar namoro?</p>
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		<item>
		<title>Proteção patenteária</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/14/protecao-patentearia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 13:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[Mario Avila é Agente da Propriedade Industrial. Trabalhou na área de Propriedade Intelectual da Petrobras. Hoje ele é autor convidado do Blog do Inovação:
Após participar do evento Conecta 2008, e diante do convite feito pelo Instituto Inovação, aproveito este espaço de discussão para fazer algumas observações que julgo serem importantes.
Foi sempre mencionada nas palestras a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mario Avila é Agente da Propriedade Industrial. Trabalhou na área de Propriedade Intelectual da Petrobras. Hoje ele é autor convidado do Blog do Inovação:</em></p>
<p>Após participar do evento <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008/">Conecta 2008</a>, e diante do convite feito pelo Instituto Inovação, aproveito este espaço de discussão para fazer algumas observações que julgo serem importantes.</p>
<p>Foi sempre mencionada nas palestras a importância da execução da proteção patentária das tecnologias desenvolvidas. Entretanto, nada foi comentado sobre as técnicas e estratégias empregadas para se fazer esta proteção de uma maneira efetiva.</p>
<p><strong>Produção de conhecimento nacional sobre proteção patenteária -</strong> Existem no país, trabalhando na área de PI, um bom número de pessoas capacitadas a executar tarefas em suas áreas específicas de atuação, tais como advogados, economistas, etc. Entretanto, quando nos voltamos para os profissionais técnicos devidamente qualificados para efetuar uma proteção patentária abrangente, verificamos que este número é bem menor, muito aquém do que se observa em outros países. Em nosso país a maior parte do trabalho executado por estes profissionais técnicos está relacionada a pedidos de patente originados fora do país, nos quais o trabalho de elaboração da proteção e de estabelecimento de uma estratégia global de proteção já foi efetuado no exterior. Há, é claro, a necessidade de que estes profissionais adaptem os pedidos vindos do exterior à prática patentária do país, mas, embora esta tarefa seja importante, não se compara, em termos de capacidade de geração de conhecimento, à elaboração de um novo pedido de patente. Mais ainda, ao se depositar no país um pedido de patente vindo do exterior, cumpre-se aqui uma etapa de um planejamento de depósitos de pedidos de patente que foi planejada pelo titular do pedido, ou por alguém agindo em seu nome, mas não se participa da elaboração deste planejamento.</p>
<p>Tudo isto dificulta o desenvolvimento no país, na velocidade desejada, de uma capacitação de proteção patentária em uma escala mais ampla, que atenda às necessidades observadas no atual estágio do desenvolvimento científico e tecnológico que alcançamos.</p>
<p><strong>Falta de investimentos no INPI e diminuição do número de patentes depositadas nos EUA - </strong>Para agravar a situação, por cerca de vinte anos não foram feitos investimentos no INPI em capacitação de mão de obra e recursos materiais, justamente no período em que a Propriedade Intelectual passou a ser claramente um dos grandes pilares do desenvolvimento econômico. Com isto o quadro funcional do INPI foi sendo reduzido, e não houve reposição. Muitos profissionais experientes foram se afastando, por diversos motivos, e muito se perdeu com isto. </p>
<p>Como tem sido também amplamente discutido, esta redução nos quadros do INPI prejudicou o andamento dos exames de pedidos de patente, e há hoje um grande atraso na execução desses exames. Este atraso vem contribuindo fortemente para retardar a capacitação de pessoal na proteção patentária.</p>
<p>Em países nos quais as patentes são consideradas um dos pilares do crescimento econômico, usualmente é relativamente pequeno o espaço de tempo entre o depósito de um pedido de patente e o início do exame. Neste processo é comum que os examinadores apresentem questionamentos em relação a aspectos da inovação a qual se pretende patentear, as chamadas exigências de exame. Para contraditar o que foi apresentado na exigência, o profissional necessariamente terá de efetuar uma avaliação mais profunda das características patentárias da inovação, para apresentar seus argumentos. Com isto cumpre-se uma das etapas mais importantes para aumentar a capacitação do profissional, e este aprofunda-se no conhecimento da doutrina patentária.</p>
<p>A demora na execução dos exames retira a dinâmica do processo, e com isto perde-se a oportunidade de se manter uma linha contínua de crescimento na capacitação.</p>
<p>Recentemente foi publicado na imprensa ter havido nos últimos anos uma redução no número de concessão de patentes nos EUA originadas no Brasil, ao contrário do que se esperava, após a aprovação de leis de incentivo à inovação. Isto é aparentemente paradoxal, mas, na verdade, é um reflexo dos fatos acima abordados. Como vem sendo propagado com freqüência, apesar de o Brasil contribuir com cerca de 1,8% da publicações científicas, nossa contribuição com o depósito de pedidos de patente é bem pequena, cerca de 0,2%. O pequeno número de profissionais técnicos com habilitação nesta área da proteção patentária pode ser relacionado como um dentre vários fatores que contribuem para esta discrepância nos números. </p>
<p>Ao não dispormos no país de uma boa quantidade desses profissionais, torna-se difícil haver uma boa disseminação dos fundamentos desta área, e isto se reflete já na fase inicial do desenvolvimento de uma inovação. A não identificação da possibilidade de patentear é um dos maiores fatores que impedem bons resultados futuros nos negócios, ou até mesmo a perda de negócios.</p>
<p><strong>Lacuna no ensino superior; e a importância de se pensar a estratégia de proteção patenteária - </strong>O Prof. João Furtado, em sua palestra inicial no Conecta, comentou que na sua universidade, a Politécnica, em nenhuma cadeira há uma atividade que leve os alunos a efetuar uma busca de patentes. Com isto, formam-se engenheiros que, como ocorreu comigo, desconhecem totalmente a existência deste aspecto fundamental da ordem econômica mundial. </p>
<p>No meu caso particular, somente após ter acompanhado um caso de infração de uma patente, já formado havia quase dez anos, é que fui travar conhecimento com o sistema patentário. Depois disto acabei indo trabalhar na proteção de tecnologias desenvolvidas pela empresa em que trabalho, redigindo patentes e acompanhando todo o processo de exame, no Brasil e no exterior. Trabalhando nesta área passei a acompanhar mais de perto o que ocorria neste segmento. Circulam muitas informações sobre este tema, em vários fóruns, poucos, muito poucos aqui no Brasil. Comparando o que se via no exterior com o que se via aqui no país, pude observar como esta atividade de proteção é aqui ainda pouco conhecida por aqueles envolvidos no desenvolvimento de tecnologia. </p>
<p>Incomoda bastante saber de casos de inventores e empresas nacionais que desenvolvem algum produto e, por não protegerem seus desenvolvimentos, acabam perdendo grandes oportunidades.</p>
<p>O país está, hoje, querendo acelerar nesta área de inovação, mas este aspecto fundamental da proteção patentária tem sido pouco abordado. Nas palestras que assisto, a única menção que se faz é, invariavelmente, a de que “depositou-se uma patente”. Quase nada é comentado sobre a política de proteção, sobre a qualidade da proteção conferida pela patente, etc. Estes temas, aparentemente áridos, são fundamentais para o futuro de eventuais negócios que venham a ser feitos com base na patente. Uma proteção mal feita, ou uma estratégia de proteção mal elaborada, podem ambas trazer sérios problemas ou até mesmo comprometer os negócios futuros. E não vejo nunca este assunto ser abordado em seminários e encontros.</p>
<p>Mais ainda, criaram-se vários dispositivos de incentivo à inovação, mas os esforços de capacitação de pessoal para efetuar a proteção patentária são ainda muito tímidos. Em função da quase inexistência no país de formação nesta área, o INPI tem assumido este papel, mas creio que deveria ser avaliado se este deveria ser o seu papel, pois com isto desviam-se profissionais de sua atividade fim, a de examinar patentes. Como há um grande atraso nesta atividade, decorrente dos anos de baixos investimentos no INPI, talvez fosse mais adequado usar toda a capacitação do INPI para acelerar os exames de patente pendentes.</p>
<p>Creio que o papel maior de formação de pessoal deveria caber às instituições de ensino. Observa-se atualmente um crescente interesse das universidades em obter ganhos pela exploração de patentes geradas no desenvolvimento de suas atividades. Há uma grande capacitação para tais desenvolvimentos, mas, salvo algumas exceções, não se observa nas universidades capacitação para se efetuar esta proteção patentária. Assim, creio que elas deveriam considerar também preparar seus alunos para tratar adequadamente todos os aspectos relacionados à comercialização de tecnologias, a proteção patentária entre eles.</p>
<p>Em mais de vinte anos trabalhando nesta área já pude observar vários casos de fracasso devidos exclusivamente a erros na preparação da proteção patentária e/ou na estratégia de proteção. Acredito que seja a hora de, finalmente, se começar a abordar estes assuntos nos seminários, para que esta nossa fragilidade seja discutida e, espero eu, equacionada.</p>
<p>Uma proteção patentária adequada é um firme fundamento para bons negócios futuros. Peço desculpas por ter escrito tanto, mas por ter considerado o evento Conecta um dos melhores e bem elaborados que participei nos últimos anos, creio que as considerações acima poderão ter eco, e, quem sabe, seja possível sensibilizar os atores envolvidos sobre a necessidade de se melhorar um ponto fundamental para as pretensões do país de se tornar um pólo de desenvolvimento tecnológico.</p>
<p><strong>Mario Luiz Novaes Avila</strong><br />
<strong>- Agente da Propriedade Industrial e Engº Mecânico.</strong><br />
<strong>- Trabalhou na Área de Propriedade Intelectual da Petrobras.</strong><br />
<strong>- Trabalha atualmente na Gerência de Desenvolvimento de Novos Processos e Produtos/Tecnologia de Refino, da Gerência Executiva de Refino - Diretoria de Abastecimento da Petrobras.</strong></p>
<p><em>Obs.: O artigo acima retrata as opiniões do autor, dadas em caráter exclusivamente particular.</em></p>
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		<title>As políticas de fomento à inovação geram resultados práticos?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/11/as-politicas-de-fomento-a-inovacao-geram-resultados-praticos/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 12:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[A professora e economista do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia, Ana Paula Avellar, em seu artigo “IMPACTO DAS POLÍTICAS DE FOMENTO À INOVAÇÃO SOBRE O GASTO EM ATIVIDADES INOVATIVAS E EM ATIVIDADES DE P&#038;D DAS EMPRESAS” discute a eficiência dos programas de fomento bem como os resultados obtidos por estes no cenário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A professora e economista do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia, Ana Paula Avellar, em seu artigo “IMPACTO DAS POLÍTICAS DE FOMENTO À INOVAÇÃO SOBRE O GASTO EM ATIVIDADES INOVATIVAS E EM ATIVIDADES DE P&#038;D DAS EMPRESAS” discute a eficiência dos programas de fomento bem como os resultados obtidos por estes no cenário brasileiro.</p>
<p>O artigo tem o objetivo de discutir a existência de dois fenômenos:<br />
•	Efeito <em>crowding out</em> (efeito substituição) – Isso ocorre quando as empresas privadas destinam recursos financeiros às atividades de P&#038;D&#038;I que já seriam alocados mesmo na ausência de alguma forma de fomento. Sendo assim as políticas de fomento seriam incapazes de estimular as empresas a aumentarem seus dispêndios na área, restringindo-se a reduzir o custo das atividades de P&#038;D&#038;I.<br />
•	Efeito <em>additionality</em> (efeito alavancagem) – Isso ocorre se os programas públicos de inovação conseguem estimular as empresas a investirem em inovação um montante superior ao previamente alocado sem a interferência de um programa.</p>
<p>De acordo com a literatura internacional apontada pela autora:<br />
•	Para as indústrias, há 14 estudos empíricos, sendo que apenas 2 comprovam a existência do efeito <em>crowding out</em> entre gasto público e privado em P&#038;D, havendo assim a predominância do efeito <em>additionality</em> – aumento do gasto privado estimulado pelo gasto público.<br />
•	Para as empresas de modo geral há 19 estudos, sendo que 9 apontam o efeito <em>crowding out</em> e 10 apontam o efeito <em>additionality</em>. Destaca-se que a maioria dos estudos que apontam a substituição dos gastos, concentram-se principalmente no comportamento das empresas dos EUA no setor de defesa do país.</p>
<p>Para avaliação do impacto de programas de incentivos fiscais e incentivos financeiros do Brasil, a autora considerou os seguintes programas: o programa de incentivo fiscal, o Programa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI); um programa de incentivo financeiro reembolsável, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Empresa Nacional (ADTEN) e o programa de incentivo financeiro não reembolsável, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT Cooperativo).</p>
<p>Os resultados obtidos pela autora mostram que as empresas beneficiárias dos Programas indicam um cenário positivo em função da participação da empresa no programa público de fomento à inovação, sendo eles:<br />
•	Aumento de 36% na receita líquida<br />
•	Aumento de 23% na produtividade do trabalho<br />
•	Aumento de 55% nos gastos em P&#038;D<br />
•	Aumento de 40% nos gastos em inovação</p>
<p>Assim a autora conclui: “&#8230; ao se considerar a amostra total de empresas inovadoras, que participaram de ao menos um dos programas referidos, pode-se dizer que o impacto das políticas é positivo tanto em ampliar os gastos em atividades inovativas (GAI) quanto os gastos em atividades de P&#038;D (GPD). Porém, deve-se considerar que, diante da impossibilidade de se isolar os efeitos da política, dado que está sendo trabalhada uma amostra conjunta de empresas, não se pode firmar em termo de eficiência de cada programa, mas sim sobre a efetividade destes no aumento dos gastos em atividades inovativas das empresas. Deste modo, pode-se concluir que impacto dos programas na amostra conjunta de empresas foi efetivo pela capacidade de promoção de maiores gastos em atividades inovativas e de P&#038;D.”</p>
<p>Sendo assim, pode-se esperar um futuro promissor para os resultados da Lei do Bem (lei que revogou O PDTI e ampliou os incentivos fiscais)? Até que ponto é válido “investir mais” em inovação tecnológica e não “investir melhor”?</p>
<p><a href="http://www.anpec.org.br/encontro2007/artigos/A07A062.pdf">Link do estudo.</a> </p>
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		<item>
		<title>Inovação por resultados (ou Outcome-driven innovation)</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/10/inovacao-por-resultados-ou-outcome-driven-innovation/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Tive alguns insights essa semana assistindo a uma entrevista do Tony Ulwick, CEO da Strategyn – empresa de consultoria pioneira na Inovação por Resultados (Outcome-Driven Innovation®). A interpretação de Ulwick sobre o livro “The Innovator’s Solution” é a de que os consumidores compram produtos que ajudam uma tarefa a ser executada.
Daí vem o termo Inovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive alguns insights essa semana assistindo a uma entrevista do Tony Ulwick, CEO da Strategyn – empresa de consultoria pioneira na Inovação por Resultados (Outcome-Driven Innovation®). A interpretação de Ulwick sobre o livro “The Innovator’s Solution” é a de que os consumidores compram produtos que ajudam uma tarefa a ser executada.</p>
<p>Daí vem o termo Inovação por Resultados, que não foca no consumidor em si, nem no produto ou nos competidores. Esse tipo de inovação é definida pela estrutura, conteúdo e formato do que deve ser entregue, onde a tarefa a ser executada demarca o foco da inovação.</p>
<p>Então podemos, de forma geral, categorizar os focos de criação da inovação tecnológica em ao menos quatro: as chamadas <em>Outcome-Driven Innovation</em>, <em>Consumer-Driven Innovation</em>, <em>Product-Driven Innovation </em>e <em>Competitor-Driven Innovation</em>. </p>
<p>Entretanto, sabemos que existem diversas fontes, métodos e ferramentas para a promoção da geração de inovações e que estas práticas têm cada vez mais sido utilizadas pela empresas. O problema é: de que adianta termos acesso a diferentes fontes de inovação mas não termos canais, estrutura e processos adequados para o recebimento, processamento e desenvolvimento das oportunidades que nos chegam à vista? As empresas estão preparadas para tal?</p>
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		<item>
		<title>Conecta evidencia evolução no cenário de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/07/conecta-evidencia-evolucao-no-cenario-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

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		<description><![CDATA[
Quarta-feira, 25 de junho, foi realizada a segunda edição do Conecta, evento promovido pelo PIT, o Programa de Investigação Tecnológica da UNESP, Unicamp, USP, IPEN e IPT, gerido pelo Instituto Inovação.
É fácil fazer um paralelo entre as edições (2007 e 2008) do Conecta e a evolução do sistema de ciência, tecnologia e inovação brasileiro, especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.institutoinovacao.com.br/Image/conecta2008.jpg" alt="Conecta 2008" /></p>
<p>Quarta-feira, 25 de junho, foi realizada a segunda edição do <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008">Conecta</a>, evento promovido pelo PIT, o <a href="http://www.pit-sp.org.br">Programa de Investigação Tecnológica</a> da UNESP, Unicamp, USP, IPEN e IPT, gerido pelo Instituto Inovação.</p>
<p>É fácil fazer um paralelo entre as edições (2007 e 2008) do Conecta e a evolução do sistema de ciência, tecnologia e inovação brasileiro, especialmente nas universidades.</p>
<p>Antes da primeira edição, falava-se muito que era preciso estabelecer essa conexão entre universidade e empresa. Havia um discurso da necessidade, mas muito pouco se falava sobre o &#8220;como fazer&#8221;. </p>
<p>O primeiro Conecta trouxe de forma pioneira, em 2007, os resultados iniciais do PIT. Um programa que usa a metodologia da <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/diligencia.php">Diligência da Inovação</a> para investigar o potencial inovativo de tecnologias desenvolvidas pelas universidades. Saímos do discurso do &#8220;é preciso fazer a conexão&#8221; para a proposição de um caminho prático. E isso faz toda a diferença. </p>
<p>Em 2008, o tema Comercialização e Valoração de Tecnologia mostra que avançamos ainda mais. Não estamos mais falando que é preciso conectar ciência e mercado, nem propondo um caminho. Estamos agora tratando de pontos específicos do processo de transferência de tecnologias, que já está consolidado quanto à necessidade, e ao mérito. </p>
<p>Seria muito difícil falarmos, anos atrás, em como definir o valor de uma tecnologia, ou em mecanismos de comercialização. Essa maturidade marca o início da expansão e consolidação dessas práticas.</p>
<p>Como pano de fundo dessa evolução está o bom trabalho do governo, ao criar a Lei de Inovação e ampliar os estímulos a esse processo. Mais recursos de fomento, mais capital de risco&#8230; O trabalho dos Nit&#8217;s - Núcleos de Inovação Tecnológica - das universidades, agora inseridos nesse contexto da comercialização também faz muita diferença. Tudo isso associado ao bom momento econômico, gera um interessante e empolgante aquecimento desse segmento.</p>
<p> A ponte foi construída, agora precisamos pavimentá-la e promover cada vez mais fluxo sobre ela.</p>
<p>Alguns links interessantes:</p>
<p>- <a href="http://www.pit-sp.org.br/conecta2008">Site do Conecta</a><br />
- <a href="http://www.pit-sp.org.br/destaques.php?idDestaque=28">Revista Conecta</a> (<a href="http://www.inova.unicamp.br/pit-sp/revista_conecta.pdf">PDF</a>)<br />
- <a href="http://www.pit-sp.org.br">Site do PIT</a>
</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Por que alguns setores inovam mais do que outros?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/04/por-que-alguns-setores-inovam-mais-do-que-outros/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[É fácil perceber que o grau de inovação tecnológica varia entre os setores. Se compararmos mineração e tecnologia da informação, por exemplo, na maioria dos casos isso fica gritante. Mas por que isso acontece?
Acreditamos que podem haver fatores que influenciam positivamente a geração de inovação tecnológica. Assim, a ocorrência desses fatores em determinado setor determinaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fácil perceber que o grau de inovação tecnológica varia entre os setores. Se compararmos mineração e tecnologia da informação, por exemplo, na maioria dos casos isso fica gritante. Mas por que isso acontece?</p>
<p>Acreditamos que podem haver fatores que influenciam positivamente a geração de inovação tecnológica. Assim, a ocorrência desses fatores em determinado setor determinaria uma maior geração de inovação tecnológica, enquanto que a não ocorrência desses fatores dificultaria essas inovações. Alguns desses fatores seriam: </p>
<p>• Ciclo de vida do produto: parece ser um princípio bem lógico, uma vez que quanto menor o ciclo de vida de produto, maior é a necessidade de lançar novos.  Isso pode ser agravado em maior ou menor quantidade pelo próximo fator: grau de competitividade do setor.<br />
• Grau de competitividade: em mercados muito competitivos, é preciso inovar. Em primeiro lugar para atender melhor os consumidores; depois para não oferecer tecnologias defasadas.<br />
• Especialização da fonte de conhecimento: a necessidade de fontes de informações especializadas pode fazer um setor produzir mais inovações tecnológicas.<br />
• Foco em custo X diferenciação: buscar cortar custos não deve levar à inovação tecnológica tanto quanto a estratégia de diferenciação.<br />
• Valor agregado do produto: produtos com alto valor agregado tem mais necessidade de inovar tecnologicamente do que setores de commodities, por exemplo.<br />
• Tempo de desenvolvimento de novos produtos: não deve ser confundido com o ciclo de vida do produto. Está relacionado com o ciclo de pesquisa no setor. Quanto menor o tempo necessário, maior a ocorrência de inovações tecnológicas.<br />
• Legislação: benefícios e subsídios à inovação tecnológica em um setor podem favorecer uma maior geração de inovação tecnológica.<br />
• Cultura: um setor com cultura mais aberta e vanguardista, legitima atitudes e códigos sociais que propiciam mais inovação. Por outro lado, a falta de cultura voltada para a inovação pode impossibilitar o surgimento de tecnologias inovadoras. Consideramos a cultura um fator muito relevante.<br />
• Estrutura do setor para parcerias: por estrutura entendemos o estabelecimento de consórcios não-competitivos entre empresas do setor, ou a união em torno de fundos que irão financiar pesquisas para a inovação no setor.<br />
• Indicadores de desempenho do setor: existem setores que tem o desempenho avaliado por fatores tecnológicos, portanto mais ligados à inovação.  Esses setores, portanto, irão traçar estratégias que levem ao aumento desse desempenho. </p>
<p>Fizemos um gráfico em que ilustramos (sem pretensão de precisar cientificamente) a diferença de relevância desses fatores:</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/imagem.JPG',747,400,'imagem - imagem'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem.JPG" alt="imagem - imagem" title="imagem - imagem" /></a></div></p>
<p>Esses fatores, porém, não são condições. Isso significa que a ocorrência de alguns deles não garante de inovações tecnológicas. Além disso, eles não estão desarticulados. Assim, influenciam-se, de modo que a não-ocorrência de um fator com relevância média, por exemplo, pode não diminuir o grau de inovação se houver outro fator muito relevante e recorrente. </p>
<p>E você, leitor: que aspectos você acredita que influenciam o grau de inovação em um setor? E que aspectos citados neste post podem ser desconsiderados?
</p>
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		</item>
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		<title>Propriedade Intelectual x Atração de Investimento Privado</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/07/02/propriedade-intelectual-x-atracao-de-investimento-privado/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 11:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu</dc:creator>
		
		<category>Propriedade Intelectual</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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Em entrevista à Fapesp, Robert Sherwood, um dos especialistas internacionais consultados para a elaboração da Lei Federal de Inovação, disse que  “a fraqueza do sistema de propriedade intelectual é o principal obstáculo para que a inovação brasileira ganhe espaço no mercado internacional”. Segundo Sherwood, essa vulnerabilidade impede investimentos internacionais que viabilizariam o desenvolvimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pedras.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/pedras.jpg',538,359,'pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_pedras.jpg" alt="pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint" title="pile stone_sxc_uploaded by: pvlint - pile stone_sxc_uploaded by: pvlint" /></a></div></p>
<p>Em <a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=9028">entrevista à Fapesp</a>, Robert Sherwood, um dos especialistas internacionais consultados para a elaboração da Lei Federal de Inovação, disse que  “a fraqueza do sistema de propriedade intelectual é o principal obstáculo para que a inovação brasileira ganhe espaço no mercado internacional”. Segundo Sherwood, essa vulnerabilidade impede investimentos internacionais que viabilizariam o desenvolvimento da inovação em grande escala. Ele se baseia nos seguintes argumentos:</p>
<p>·         A lei de inovação ainda tem um caráter experimental, dando mais importância à inovação com investimentos estatais do que ao fomento por meio de investimento privado.</p>
<p>·         A exigência de edital para o licenciamento exclusivo de tecnologias desenvolvidas com financiamento do governo é um ponto a ser revisto.</p>
<p>·         A Lei da Propriedade Industrial  - assim como a Lei de Inovação - tem artigos confusos e pouco esclarecedores.</p>
<p>Dada a situação apresentada, Sherwood aponta a necessidade de realização de algumas mudanças, como:</p>
<p>·         Aproximação das ICTs da cultura de comercialização</p>
<p>·         Busca, por parte dos pesquisadores ou ICT, nos bancos de patentes antes de iniciar a pesquisa, para certificar-se que não se está investindo em uma tecnologia que já existe e/ou está protegida</p>
<p>·         Depositar o pedido de patente antes da publicação</p>
<p>·         Aproximação dos pesquisadores dos especialistas em Propriedade Intelectual</p>
<p>·         Reestruturação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com o objetivo de aprimorar e tornar mais eficiente o processo de comercialização de tecnologias</p>
<p>·         Atenção das incubadoras à propriedade intelectual</p>
<p>·         Envolvimento de profissionais com capacidade de negociação de patentes entre os envolvidos no projeto de pesquisa</p>
<p>Percebe-se que todos os pontos levantados são pertinentes à realidade brasileira, porém acredito que a propriedade intelectual é apenas um dos obstáculos, e que se destaca quando se trata de investimentos em inovação tecnológica. Na minha opinião, a raiz da questão da Propriedade Intelectual é um pouco mais profunda, e está na insegurança dos investidores frente ao sistema jurídico brasileiro.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim do jornal impresso como o conhecemos&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/27/o-fim-do-jornal-impresso-como-o-conhecemos/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 20:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[
Estava folheando um jornal (daqueles de papel) estes dias e me deparei com uma entrevista de Rupert Murdoch para o Wall Street Journal. Para que não sabe, Murdoch é o maior magnata da mídia mundial. É dono, dentre outros, do próprio Wall Street Journal, do New York Post, de 14 periódicos australianos, de vários tablóides [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_inju.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/inju.jpg',500,375,'inju - inju'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_inju.jpg" alt="inju - inju" title="inju - inju" /></a></p>
<p>Estava folheando um jornal (daqueles de papel) estes dias e me deparei com uma entrevista de Rupert Murdoch para o Wall Street Journal. Para que não sabe, Murdoch é o maior magnata da mídia mundial. É dono, dentre outros, do próprio Wall Street Journal, do New York Post, de 14 periódicos australianos, de vários tablóides ingleses (incluindo The Sun), da Sky, da Twentieth Century Fox, da liga de rúgbi australiana e do MySpace. Ufa!</p>
<p>Murdoch falava 70% da entrevista sobre o MySpace e os 30% restantes, que eu achei mais interessante, sobre o fim do jornal impresso.</p>
<p>Segundo Murdoch, esta mídia tem ainda mais 20 a 30 anos de vida, mas o modelo de negócios já passa por uma revolução. A tiragem global não está sofrendo profundas alterações, mas a participação dos grandes jornais (como o próprio WSJ) diminuiu em detrimento da ascensão de jornais gratuitos, como o Metro (já distribuído no Brasil pelo Grupo Bandeirantes em São Paulo).</p>
<p>Murdoch prevê que as novas gerações vão acessar as informações e notícias através de outros meios, como a internet e principalmente outros meios móveis, como o celular.</p>
<p>No ano passado a circulação de jornais impressos nos EUA caiu 3,6% em relação a 2006.</p>
<p>No Brasil, surpreendentemente, a circulação de periódicos cresceu quase 10%. O bom ambiente econômico contribuiu, mas sobretudo um novo fenômeno deu um impulso à venda de jornais: o crescimento vertiginoso de jornais populares, vendidos em bancas ou nos semáforos por 25 ou 50 centavos. O jornal de maior circulação no Brasil não é Folha de São Paulo, tão pouco O Globo. Os jornais de maior circulação na Brasil são os populares Super (de Belo Horizonte) e o Extra (do Rio de Janeiro).</p>
<p>Estes dados remetem ao modelo de negócios destes novos periódicos, que são gratuitos ou quase gratuitos (obviamente 25 ou 50 centavos não cobre o custo de redação, impressão e distribuição de um jornal).</p>
<p>Estamos lidando com mais um exemplo da &#8220;economia do grátis&#8221; ou o <em>freeconomics</em>. Este assunto já foi abordado <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/10/e-tudo-free/">no blog em um post recente.</a></p>
<p>O modelo de negócio destes jornais está baseado na publicidade que subsidia o preço ínfimo ou a gratuidade do jornal. É o mesmo que ocorre com a TV aberta. A publicidade subsidia a produção de novelas, telejornais e outros programas, além da sua distribuição.</p>
<p>Assim como na indústria fonográfica, a internet e modelos inovadores de negócio estão ameaçando os jornaizões. Será que nossos netos lerão a Folha de São Paulo, O Globo ou o Estado de Minas?</p>
<p><em>Foto: inju (www.flickr.com/photos/inju)</em>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Adeus, Bill Gates! Bem-vindos Larry e Sergey!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/23/adeus-bill-gates-bem-vindos-larry-e-sergey/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 18:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[
A despedida foi anunciada com cuidado para evitar tropeços na bolsa, há exatos 2 anos: a partir de junho de 2006, Bill Gates, o fundador da Microsoft deixaria gradualmente a empresa para tocar exclusivamente seus projetos filantrópicos, através de sua fundação. Sua saída total foi confirmada para os próximos dias.

Mundialmente famoso por ter sido considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/83/Billgates.jpg/486px-Billgates.jpg" alt="Bill Gates - Fundador da Microsoft. Fonte: Wikimedia (CC)" /></p>
<p>A despedida foi anunciada com cuidado para evitar tropeços na bolsa, há exatos 2 anos: a partir de junho de 2006, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates">Bill Gates</a>, o fundador da Microsoft deixaria gradualmente a empresa para tocar exclusivamente seus projetos filantrópicos, através de sua fundação. <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL610294-6174,00-BILL+GATES+SE+APOSENTA+DA+MICROSOFT+NO+FINAL+DESTA+SEMANA.html">Sua saída total foi confirmada para os próximos dias.<br />
</a></p>
<p>Mundialmente famoso por ter sido considerado por vários anos o homem mais rico do mundo, Gates deixou a faculdade de Harvard antes de se formar para fundar a empresa que revolucionaria o mundo ao criar o Windows, sistema operacional usado por 90% dos computadores. Amado por sua genialidade e odiado pelas práticas agressivas e monopolísticas de sua empresa, Gates deixa a Microsoft em um momento divisor de águas para o cenário da computação pessoal. Pai de muitos acertos, a Gates é também creditado um dos maiores erros da Microsoft: a sub-estimação do poder da Internet. Esse erro custou à Microsoft a liderança do mercado de navegadores online, que deixou  a rival Netscape com mais de 80% do mercado no final de década de 90, exigindo enormes esforços e milhões de dólares de investimentos para a reação do Internet Explorer.</p>
<p>Ironicamente, é ela - a Internet - que está subvertendo as bases do mercado da Microsoft. A era do software tradicional, que roda instalado offline no PC e é escrito para um sistema operacional específico está definitivamente posta em xeque. Desde a ameaça do Linux - impulsionada pelas possibilidades de colaboração em massa justamente dela, a rede Internet, as estruturas da gigante multinacional nunca havia sido tão abaladas como agora. A grande responsável por essas mudanças é uma nova entrante, que assume cada vez mais o título de estrela no palco da computação pessoal: o Google, comandado por seus jovens fundadores <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page">Larry Page</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin">Sergey Brin</a>.</p>
<p><img src="http://www.justale.blogger.com.br/page.jpg" alt="Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google. (Wikimedia)" style="margin-right: 10 px;" align="right"/></p>
<p>Os dois representam um novo momento que pode ser retratado com a antítese das práticas da rival. Aplicações gratuitas, on-line, fáceis de usar, que rodam em navegadores da internet, em qualquer ambiente ou dispositivo, fazendo com que o sistema operacional não seja mais importante. Depois da invenção e popularização do Ajax (abordagem tecnológica que permite a páginas da internet se comportarem como aplicações de PC), a indústria do software nunca mais foi a mesma. </p>
<p>O Google atacou justamente os pradigmas que eram a base do modelo de negócios da empresa de Gates. Software como serviço, grátis e sob o irônico lema <em>Don&#8217;t Be Evil</em> (Não seja malvado), com forte apelo colaborativo e simpatia pelo código aberto e comunidades de colaboração. Criou um modelo que coloca a inovação no centro do negócio (enquanto a Microsoft foi sempre tida como empresa seguidora, hábil em copiar ou engolir concorrentes, utilizando o poder de seu monopólio).</p>
<p>Bill Gates se despede e leva com ele um modelo de negócios em declínio, deixando um enrome desafio para a empresa que criou. Com o insucesso na recente tentativa de compra do Yahoo, que acabou se aliando com o Google, resta saber se a Microsoft conseguirá mais uma vez reagir a contento.</p>
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		<title>Como construir uma nação inovadora</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/23/como-construir-nacao-inovadora/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Em março de 2008, o Governo britânico lançou o “Innovation Nation”, um relatório com recomendações e planos de ação para aumentar a competitividade e produtividade utilizando-se de ações e estratégias relacionadas à inovação. A temática central e a conotação dada é a de fomentar e desprender os “talentos” daquele povo, levando a Inglaterra à uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/innovation_nation.jpg" alt="Innovation Nation - Capa do estudo Innovation Nation" title="Innovation Nation - Capa do estudo Innovation Nation" /></div>Em março de 2008, o Governo britânico lançou o “<a href="http://dius.dialoguebydesign.net/bgo/Innovation Nation White paper download page.asp" target="_blank">Innovation Nation</a>”, um relatório com recomendações e planos de ação para aumentar a competitividade e produtividade utilizando-se de ações e estratégias relacionadas à inovação. A temática central e a conotação dada é a de fomentar e desprender os “talentos” daquele povo, levando a Inglaterra à uma posição de liderança mundial novamente.</p>
<p><P><br />
<blockquote><p>“We aim to build an Innovation Nation in which innovation thrives at all levels – individuals, communities and regions”</p></blockquote>
<p>Analisando o relatório, vemos diversas ações e planos que devem ser desenvolvidos pelo Governo Britânico para dar melhores condições para o desenvolvimento dos três pilares-alvo do estudo.  Essas atividades estão distribuídas ao longo de sete eixos de desenvolvimento, que suportam a construção que o “Department for Innovation, Universities and Skills” (DIUS) visualizou para o país, sendo elas:</p>
<p>1.	Demandar inovações: a demanda encoraja os inovadores a atingir novos e mais avançados desejos. Uma das ações interessantes nesta linha é o intercâmbio entre setor privado e academia, onde um expert do setor privado será o mentor de uma equipe acadêmica pró-inovação. Além disso, um conselho misto (público e privado) fará análise regulatória para verificar onde o marco poderá ser melhorado.</p>
<p>2.	Suporte a inovação em negócios: a iniciativa privada é o motor da inovação, e o Governo deve atuar de forma estratégica fomentando oportunidades onde a iniciativa privada pode gerar inovação e prover suporte direto onde o mercado falha. Uma ação de destaque é a criação do “Voucher da Inovação”, que somará £3 milhões até 2011, fomentando a colaboração entre PMEs e a academia. Além disso, outra ação interessante é o auxílio que o Governo promete em relação à re-educação das empresas sobre como reportar seus ativos intangíveis como forma de obterem investimentos futuros.</p>
<p>3.	Uma base de pesquisa inovativa forte: como parte integrante do ecossistema da inovação, grandes, médias e pequenas empresas, assim como os demais usuários, devem interagir e desenvolver a criação de novas idéias. Ações como a criação de sistemas de auxílio à confecção de contratos de sigilo e cooperação entre instituições e de como a Propriedade Intelectual deve ser gerida fazem parte deste eixo estratégico. Neste ponto, o DIUS relata a criação do “Innovation Index” para meados de 2010.</p>
<p>4.	Inovação internacional: a inovação não pode ser enxergada como regional, uma vez que a mobilidade e os recursos são cada vez mais globais. São esperadas diversas reuniões entre as partes interessadas e ações de aconselhamento do Governo.</p>
<p>5.	Pessoas inovativas: o relatório acredita que a maioria das novas idéias não vem como ‘insights’, mas sim da forma como as pessoas criam, combinam e compartilhas suas idéias. Nesse sentido, o DIUS pretende rodar programas piloto para especialização em inovação. </p>
<p>6.	Inovação nos serviços públicos: os serviços públicos (como educação, saúde, transporte, etc.) devem ser eficientes para que o processo inovativo não se prejudique. O tempo “público” deve acompanhar os processos privados, e para tanto o DIUS se compromete a interagir e orientar os profissionais públicos em relação à importância do tema.</p>
<p>7.	“Lugares” inovativos: apesar da globalização das comunicações, a inovação tende a ocorrer em clusters específicos. Aproveitando a interações por proximidade, a idéia é trazer para o mesmo lugar o venture capital, universidades, empresas e governo, alinhando esforços e desenvolvendo soluções para desafios locais e regionais. </p>
<p>Esse é um pequeno relato das ações planejadas para os próximos anos. Contudo, até onde isto ficará apenas no falatório? Como foi muito bem dito por <a href="http://www.bristol.ac.uk/education/people/academicStaff/edslr" target="_blank">Susan Robertson</a> em <a href="http://globalhighered.wordpress.com/2008/03/25/%e2%80%98unlocking-talent%e2%80%99-to-produce-the-%e2%80%98innovation-nation%e2%80%99%e2%80%a6a-case-of-words-words-words-or%e2%80%a6/" target="_blank">um post</a>, a resposta a essa pergunta é realmente difícil. Diversas ações são ainda muito subjetivas e dificilmente terão uma reação no curto ou médio prazo. De qualquer forma, valeu o tremendo esforço interdisciplinar que o DIUS teve para elaborar este relatório. </p>
<p>Ações como o próprio “Voucher da Inovação” são bem tangíveis, mas até que ponto poderiam ser aplicáveis no Brasil? E mais: Como podemos unir esforços públicos e privados para que o Brasil se livre de suas correntes e dos diversos entraves à inovação?
</p>
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		<title>Immune Attack</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/18/immune-attack/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Baião</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Lute contra bactérias e ajude o sistema imune a se preparar para enfrentar patógenos invasores. Este é o universo de Immune Attack, um jogo educativo desenvolvido pela Federation of American Scientists (FAS) para ensinar conceitos básicos de imunologia humana a crianças e adolescentes. 
No jogo, disponível gratuitamente para download, o usuário controla um nano-robô que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lute contra bactérias e ajude o sistema imune a se preparar para enfrentar patógenos invasores. Este é o universo de <a href="http://www.immuneattack.org/">Immune Attack</a>, um jogo educativo desenvolvido pela Federation of American Scientists (FAS) para ensinar conceitos básicos de imunologia humana a crianças e adolescentes. </p>
<p>No jogo, disponível gratuitamente para download, o usuário controla um nano-robô que viaja em meio a vasos sanguíneos e tecidos do corpo humano ajudando o organismo a lutar contra bactérias que estão afetando a saúde de um paciente. Enquanto travam batalhas e se divertem, os jogadores aprendem sobre os componentes do sistema imune e descobrem processos que fazem parte do mecanismo de defesa do organismo. Um dos destaques fica por conta dos elementos gráficos do software. Além de atraírem a atenção dos jovens, eles também ajudam na compreensão de fenômenos biológicos complexos; difíceis de serem ensinados unicamente através de métodos de ensino tradicionais, como a leitura de textos e aulas expositivas.  </p>
<p>A iniciativa ajuda a comprovar que, no nosso mundo cada vez mais tecnológico e inovador, o ensino não precisa mais ficar restrito às salas de aula e àquela velha imagem de um professor falando na frente de um quadro negro. Ferramentas como esta, que tornam o aprendizado mais interativo e dinâmico, adquirem, então, um importante papel na tarefa de despertar o interesse dos jovens para a ciência, contribuindo, assim, para a formação dos nossos futuros pesquisadores e cientistas.</p>
<p>Outras informações sobre o Immune Attack podem ser encontradas <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=immune-attack-disponivel--visual-3d--bacterias-invasoras-e-muita-ciencia">nessa notícia no site Inovação Tecnológica</a>. </p>
<p>Veja o trailer:</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KtpvjZGaufw&#038;hl=pt-br"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KtpvjZGaufw&#038;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O que é inovação?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/16/o-que-e-inovacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Alguns dados de acesso ao site do Instituto Inovação revelam que uma parte considerável das pessoas entram no site porque, quando digitam &#8220;inovação&#8221; no Google, o site do Instituto é um dos primeiros na página de resposta.
Na realidade, a princípio, esses internautas não estão muito interessados em saber o que é o Instituto Inovação. Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dados de acesso ao <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/">site do Instituto Inovação</a> revelam que uma parte considerável das pessoas entram no site porque, quando digitam &#8220;<a href="http://www.google.com.br/search?q=inova%C3%A7%C3%A3o">inovação</a>&#8221; no Google, o site do Instituto é um dos primeiros na página de resposta.</p>
<p>Na realidade, a princípio, esses internautas não estão muito interessados em saber o que é o Instituto Inovação. Eles querem a resposta para uma pergunta mais singela, porém bem complexa: <strong>O que é Inovação?</strong></p>
<p>Recentemente, o Instituto Inovação desenvolveu junto com a equipe do <a href="http://www.simi.org.br/inicio.action">Simi (Sistema Mineiro de Inovação)</a> uma cartilha intitulada &#8220;O que é Inovação?&#8221; A intenção é atingir um público leigo, utilizando um linguajar coloquial e exemplos simples.</p>
<p>Vocês podem conferir o conteúdo da cartilha na apresentação abaixo:</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_442578"><object style="margin:0px" width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=1250arquivo-1212431540700360-8"/>
<param name="allowFullScreen" value="true"/>
<param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=1250arquivo-1212431540700360-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"><a href="http://www.slideshare.net/?src=embed"><img src="http://static.slideshare.net/swf/logo_embd.png" style="border:0px none;margin-bottom:-5px" alt="SlideShare"/></a> | <a href="http://www.slideshare.net/leonardolage/o-que-inovao?src=embed" title="View O que é inovação? on SlideShare">View</a> | <a href="http://www.slideshare.net/upload?src=embed">Upload your own</a></div>
</div>
<p>O objetivo da equipe do <a href="http://www.simi.org.br/inicio.action">Simi</a> é difundir o conceito de inovação na sociedade em geral. Por isso, o material é livre (sem <em>copyright</em>). Basta solicitar o arquivo pelo email <img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/email_renato_1.GIF" alt="Contato SIMI - Contato SIMI" title="Contato SIMI - Contato SIMI" /> e qualquer um pode mandar a cartilha para gráfica com seu próprio logo e espalhar a inovação por aí.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eventos e mais eventos&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/11/eventos-e-mais-eventos/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 11:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[
Você foi em algum evento recentemente? Vale palestra, seminário, congresso, workshop, etc&#8230;
O que você achou destes eventos? Como foram organizados? Qual era o formato?
Possivelmente, você foi em algum auditório onde alguém apresentaria algo sobre um assunto qualquer (física quântica ou sexo dos anjos&#8230; isto não importa).
Inicialmente se formaria uma mesa com os especialistas / autoridades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_audiencesleep460.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/audiencesleep460.jpg',460,300,'audiencesleep460 - audiencesleep460'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_audiencesleep460.jpg" alt="audiencesleep460 - audiencesleep460" title="audiencesleep460 - audiencesleep460" /></a></div></p>
<p>Você foi em algum evento recentemente? Vale palestra, seminário, congresso, workshop, etc&#8230;</p>
<p>O que você achou destes eventos? Como foram organizados? Qual era o formato?</p>
<p>Possivelmente, você foi em algum auditório onde alguém apresentaria algo sobre um assunto qualquer (física quântica ou sexo dos anjos&#8230; isto não importa).</p>
<p>Inicialmente se formaria uma mesa com os especialistas / autoridades / organizadores onde cada um sentaria em sua cadeira e faria uma breve abertura&#8230; sempre aquela rasgação de seda:</p>
<p> &#8220;&#8230; estou muito satisfeito de estar aqui&#8230;.&#8221;<br />
 &#8220;&#8230; tive o prazer de reencontrar fulaninho de tal que foi meu colega de colégio em 1974, lembra da professora de português, fulaninho?&#8221;<br />
 &#8220;&#8230; nunca estive diante de uma platéia tão calorosa e inteligente&#8230;&#8221;</p>
<p>Bem, depois chama-se o palestrante que vem com a onipresente apresentação de PowerPoint&#8230; cheia de tópicos, agendas, citações, piadinhas prontas, etc&#8230;</p>
<p>Depois de uma hora e meia de blábláblá, o palestrante lamenta pois o tema é muito envolvente e o tempo já estourou em 30 minutos e os 5 minutos de perguntas tem que ser cancelados. &#8220;Mas vocês podem me passar as perguntas por escrito que eu respondo por e-mail!!! Ah&#8230; e o coffee break vai ser só de 10 minutos, pois estamos com a agenda atrasada&#8230;&#8221;</p>
<p>Coxinhas de frango, empadinhas com azeitona, guaraná Kuat sem gás e 10 minutos depois voltamos para mais uma maratona verborrágica.</p>
<p>Será que ainda vale a pena sair de casa, pegar aquele trânsito, ou ainda pior, enfrentar um aeroporto para ir a um destes eventos? Será que vale a pena perder 1 dia para extrair o conteúdo que poderia ser condensado em 1 hora?</p>
<p>Os eventos precisam passar por uma inovação radical&#8230;</p>
<p>A velocidade das coisas mudou, a informação não flui mais, ela voa&#8230; a geração MTV / Internet / Orkut / MSN já está em outra sintonia.</p>
<p>Algumas idéias:</p>
<p>1. Chega de monólogo. As pessoas querem dialogar: 15 minutos de apresentação e 45 minutos de pergunta.<br />
2. Coffee break não serve só para encher a pança. O networking entre as pessoas se dá nestas ocasiões. O coffee pode permanecer, o break tem que ser bem maior.<br />
3. PowerPoint ainda vai, mas pelo amor de Deus, não copie o livro na transparência. Se fosse para ler, não precisaria de fazer um evento.<br />
4. Menos verborragia, metodologias, citações, rasgações de seda&#8230; Mais interatividade, discussão, conteúdo, resultados&#8230; </p>
<p>Bem, entre um evento e outro, ainda estou esperando o convite para um evento inovador&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>InovaPoa</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/09/inovapoa/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/09/inovapoa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 13:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Está &#8220;pra sair&#8221; a Agência de Inovação e Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Porto Alegre – InovaPOA.  
&#8220;A entidade será uma autarquia público-privada, com presidente indicado pela prefeitura, mas submetido ao veto de um Conselho de Administração no qual terão assento diversas entidades empresariais, incluindo Federasul, Fecomércio e do CETI, conselho que reúne as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está &#8220;pra sair&#8221; a Agência de Inovação e Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Porto Alegre – InovaPOA.  </p>
<p>&#8220;A entidade será uma autarquia público-privada, com presidente indicado pela prefeitura, mas submetido ao veto de um Conselho de Administração no qual terão assento diversas entidades empresariais, incluindo Federasul, Fecomércio e do CETI, conselho que reúne as associações do setor de TI.&#8221;</p>
<p>Seria essa uma tendência a ser seguida por outras cidades brasileiras?
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/09/inovapoa/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Open Innovation ganha destaque no Brasil</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/02/open-innovation-ganha-destaque-no-brasil/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/02/open-innovation-ganha-destaque-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 18:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/06/02/open-innovation-ganha-destaque-no-brasil/</guid>
		<description><![CDATA[O modelo de inovação aberta, no qual as empresas buscam idéias e tecnologias fora de seus muros, é sem dúvida alguma uma forte tendência internacional.
Ao permitir que as organizações utilizem talentos do mundo inteiro, esse modelo faz com que as empresas gerem (ou incorporem) inovações que dificilmente conseguiriam desenvolver sozinhas.

O livro que é considerado uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo de inovação aberta, no qual as empresas buscam idéias e tecnologias fora de seus muros, é sem dúvida alguma uma forte tendência internacional.</p>
<p>Ao permitir que as organizações utilizem talentos do mundo inteiro, esse modelo faz com que as empresas gerem (ou incorporem) inovações que dificilmente conseguiriam desenvolver sozinhas.<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_funiol_open_inno.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/funiol_open_inno.jpg',485,384,'Open Innovation - Adapatado de Henry Chesbrough'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_funiol_open_inno.jpg" alt="Open Innovation - Adapatado de Henry Chesbrough" title="Open Innovation - Adapatado de Henry Chesbrough" /></a></div></p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Open-Innovation-Imperative-Profiting-Technology/dp/B0015IX7UQ/ref=pd_bbs_2?ie=UTF8&#038;s=books&#038;qid=1211398656&#038;sr=8-2" target="_blank">O livro</a> que é considerado uma referência no assunto foi escrito em 2003 por Henry Chesbrough. Ainda que o livro tenha sido escrito há cinco anos, observamos que a imensa maioria das empresas brasileiras ainda engatinha quando o assunto é incorporar tecnologias desenvolvidas por terceiros. </p>
<p>Todos nós sabemos que as mudanças, especialmente as culturais, não ocorrem repentinamente. Com o <em>Open Innovation</em> não está sendo diferente. Mesmo que de forma relativamente lenta, podemos notar que nossas empresas estão se mexendo nessa direção. Um exemplo disso foi a conferência da <a href="www.anpei.org.br" target="_blank">ANPEI</a> realizada recentemente em Belo Horizonte em que o tema foi muito discutido.</p>
<p>O assunto está tão <em>quente</em> que até eventos e palestras que tratam exclusivamente sobre ele estão sendo realizadas. Agora em junho haverá a palestra &#8220;Open Innovation e as Oportunidades de Empreendedorismo Tecnológico&#8221; na FGV-EASP (interessados devem entrar em contato pelo email <strong>camila.moraes @ fgv.br</strong> até o dia 04).</p>
<p>Também em junho teremos o &#8220;<a href="http://www.openinnovationseminar.com.br/" target="_blank">Open Innovation Seminar 2008</a>&#8220;, evento que terá o Henry Chesbrough como palestrante.</p>
<p>Para aqueles que desejam se aprofundar um pouco mais no tema, sugiro a leitura <a href="http://www.simi.org.br/biblioteca_doVisualizar.action?biblioteca.idBiblioteca=1052" target="_blank">desse texto</a>. Na biblioteca do Simi também existem algumas boas apresentações sobre a Inovação Aberta.
</p>
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		<title>Obama vs. McCain - Política para Inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/28/obama-vs-mccain-politica-para-inovacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 19:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[Parece claro que a corrida presidencial americana caminha para uma disputa entre o republicano John McCain e o democrata Barack Obama.
Qual a proposta de cada um para a Inovação?
Primeiramente, cabe destacar que o tema Inovação faz parte da agenda de proposta dos dois candidatos e é tida por ambos como fator fundamental para o crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece claro que a corrida presidencial americana caminha para uma disputa entre o republicano John McCain e o democrata Barack Obama.</p>
<p>Qual a proposta de cada um para a Inovação?</p>
<p>Primeiramente, cabe destacar que o tema Inovação faz parte da agenda de proposta dos dois candidatos e é tida por ambos como fator fundamental para o crescimento econômico dos Estados Unidos.</p>
<p>No <a href="http://www.barackobama.com/issues/technology/">site oficial de Barack Obama</a> há um item específico para falar sobre as propostas do candidato em relação a <a href="http://www.barackobama.com/issues/technology/">Tecnologia</a>. Os pontos chaves da proposta democrata são:</p>
<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/obama_1.jpg" alt="obama 1 - obama 1" title="obama 1 - obama 1" /></div></p>
<p>1. Duplicar o investimento em pesquisas.<br />
2. Tornar o benefício fiscal para P&amp;D permanente.<br />
3. Facilitar a imigração de cientistas estrangeiros.<br />
4. Promover os negócios americanos no exterior.<br />
5. Garantir acesso livre aos mercados.<br />
6. Proteger a propriedade intelectual no exterior e dentro dos EUA.<br />
7. Modernizar o sistema de patentes.</p>
<p>Obama tem em sua defesa o extensivo uso de tecnologia na em sua campanha. Realmente seu site é mais moderno, atrativo e inovador. O tópico sobre tecnologia apresenta um vídeo do candidato em uma entrevista para o Google Talks.</p>
<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/mccain_1.jpg" alt="mccain 1 - mccain 1" title="mccain 1 - mccain 1" /></div></p>
<p>O <a href="http://www.johnmccain.com/Informing/Issues/4dbd2cc7-890e-47f1-882f-b8fc4cfecc78.htm">site do Jonh McCain</a> é mais &#8220;1.0&#8243; e dedica menos espaço ao assunto. Dentro do item Plano Econômico, ele expõe algumas das propostas republicanas que pode se resumir a uma linha: <strong>menos impostos!</strong></p>
<p>McCain propõe a abolição dos impostos sobre a internet, é contra novos impostos sobre a telefonia celular e propõe um benefício fiscal de 10% do valor da folha de pagamento de P&amp;D das empresas. </p>
<p>Qual a melhor política? O liberalismo republicano? Ou o modelo mais intervencionista democrata?
</p>
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		<title>Here comes the sun!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/23/here-comes-the-sun/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/23/here-comes-the-sun/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[Vários países africanos não tiveram a transição de telefonia fixa para móvel. Já entraram diretamente para a tecnologia móvel, uma vez que a fixa era inexistente. O celular representa, portanto, o primeira tecnologia de telefonia disponível para boa parte da população africana.

Entretanto, os fabricantes de telefones celulares enfrentam um problema prosaico no mercado africano: a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários países africanos não tiveram a transição de telefonia fixa para móvel. Já entraram diretamente para a tecnologia móvel, uma vez que a fixa era inexistente. O celular representa, portanto, o primeira tecnologia de telefonia disponível para boa parte da população africana.</p>
<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/cell.jpg" alt="cell - cell" title="cell - cell" /></div></p>
<p>Entretanto, os fabricantes de telefones celulares enfrentam um problema prosaico no mercado africano: a falta de energia elétrica para carregar as baterias dos celulares.</p>
<p>A Motorola desenvolveu uma maneira peculiar para tratar este problema: quiosques de recarregamento de celulares, abastecidos por energia solar. </p>
<p>Já existem 55 destes quiosques em Uganda e eles são administrados por mulheres. Além de disponibilizar gratuitamente o recarregamento do celular, no quiosque os usuários podem comprar créditos, fazer pequenos reparos nos aparelhos e adquirir acessórios.</p>
<p>Além de viabilizar seu negócio, a Motorola fomenta a cultura empreendedora entre as mulheres ugandenses. Sensacional!</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.springwise.com/telecom_mobile/motopower_solarpowered_cellpho/">Springwise</a>.<br />
Foto: MarkKelley</em>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>As artimanhas da atração&#8230;</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/20/as-artimanhas-da-atracao/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/20/as-artimanhas-da-atracao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 17:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Como se explica a atração de um homem por uma mulher? O que explica milhões de adolescente apaixonadas pelo Brad Pitt? Ou milhões de marmanjos babando pela Angelina Jolie?

Não faz muito tempo vi um documentário da BBC  chamado &#8220;The Science of Love&#8221;. Um dos pontos mais surpreendentes do documentário foi o resultado de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se explica a atração de um homem por uma mulher? O que explica milhões de adolescente apaixonadas pelo Brad Pitt? Ou milhões de marmanjos babando pela Angelina Jolie?</p>
<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/brad_1.jpg" alt="brad 1 - brad 1" title="brad 1 - brad 1" /></div></p>
<p>Não faz muito tempo vi um <a href="http://www.bbc.co.uk/science/hottopics/love/attraction.shtml">documentário da BBC</a>  chamado &#8220;The Science of Love&#8221;. Um dos pontos mais surpreendentes do documentário foi o resultado de uma pesquisa científica que tentava identificar quais seriam os fatores que determinavam a <strong>atração </strong>de um homem por uma mulher e vice-versa. Seriam 4 fatores:</p>
<p>1. <strong>Simetria</strong>. Homens procuram mulheres simetricamente perfeitas. Mulheres também buscam simetria, mas podem deixá-la de lado, caso encontre um parceiro que lhe dê segurança e/ou status.<br />
2. <strong>Corpo de violão</strong>. É isto mesmo. Uma pesquisa revelou que a proporção quadril/cintura nas mulheres deve seguir uma proporção 0,7 , ou seja, cintura dividida pelo quadril igual ou similar a esta proporção.<br />
3. <strong>Amar a si mesmo</strong>. Aqui não é uma questão de narcisismo ou auto-confiança. Você já percebeu que diversos casais tem aparências semelhantes? Os iguais se atraem.<br />
4. <strong>Parecido com a mamãe/papai</strong>. Esta conclusão é surpreendente. Mulheres procuram parceiros parecidos com os pais, e homens procuram parceiras parecidas com suas mães.</p>
<p>Bem, todo esse papo furado é para dizer que também existem atributos que atraem empresas inovadoras para determinadas regiões. Quais seriam estes fatores de <strong>atração</strong>?</p>
<p>Para responder a esta pergunta o <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/">Instituto Inovação</a> está fazendo um estudo, parte do Projeto Mineiro de Atração e Retenção de Centros de P&amp;D, iniciativa do governo mineiro, via <a href="http://www.sectes.mg.gov.br/">SECTES (Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior)</a>.</p>
<p>Nosso primeiro passo foi pesquisar os Brad Pitts e as Angelina Jolies do mundo, ou seja, as regiões mais atraentes e que concentram o maior número de centros de P&amp;D no mundo.</p>
<p>Qual é o charme do Vale do Silício? Onde estão as belezas de Cingapura e da Coréia? Quais são as artimanhas de sedução da Austrália ou da Índia?</p>
<p>No total foram 12 regiões/países do mundo pesquisados. E então? Quais são os fatores que tornaram estas regiões tão atraentes?</p>
<p>Muito resumidamente, a resposta é a seguinte:</p>
<p>1. <strong>Forte integração entre universidades, empresas e governo</strong>.<br />
2. <strong>Educação de alto nível</strong>.<br />
3. <strong>Política governamentais de apoio a inovação</strong>.<br />
4. <strong>Ambiente econômico, social e político propício</strong>.<br />
5. <strong>Cultura empreendedora</strong>.</p>
<p>Bem, parece tudo óbvio, mas &#8220;o diabo está nos detalhes&#8221;. O estudo é bem aprofundado e revela quais foram as ações que estas regiões adotaram para serem tão atraentes.</p>
<p>Quem se interessar pode visitar <a href="http://www.simi.org.br/perfilComunidades.action?idComunidade=801">a comunidade do projeto no Simi (Sistema Mineiro de Inovação)</a>, pode ver algumas das apresentações <a href="http://www.simi.org.br/biblioteca_listaItens.action?biblioteca.tipo=S">na biblioteca do Simi</a> ou no<a href="http://www.slideshare.net/leonardolage/slideshows"> Slidehare</a> e pode <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?key=ptPsuuXDK6XpjBg5iNeO6eA&amp;email=true">responder a um questionário</a>, contribuindo para a validação das conclusões da primeira fase do projeto.</p>
<p>A próxima etapa é dizer como Minas se posiciona frente a estes atributos e quais ações deveriam ser tomadas para tornar Minas um pólo de centros de P&amp;D ainda mais atraente.</p>
<p>Seria fazer uma lipo, uma plástica, ou só um botox já resolve?
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gestão Integrada da Inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/15/patentes-inovacao-e-inovapoa/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/15/patentes-inovacao-e-inovapoa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 19:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

		<category>Sugestão de Leitura</category>

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		<description><![CDATA[De hoje em diante vamos usar esse blog também para notas curtas: divulgação de eventos, sugestões de leitura e dar notícias. A idéia era escrever um longo post sobre cada &#8216;notinha&#8217; dessas, mas como tempo é um recurso escasso, vamos dar esses avisos rápidos. Afinal, falar superficialmente é melhor do que não falar.
Gestão Integrada da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De hoje em diante vamos usar esse blog também para notas curtas: divulgação de eventos, sugestões de leitura e dar notícias. A idéia era escrever um longo post sobre cada &#8216;notinha&#8217; dessas, mas como tempo é um recurso escasso, vamos dar esses avisos rápidos. Afinal, falar superficialmente é melhor do que não falar.</p>
<p><strong>Gestão Integrada da Inovação</strong><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/gestao_int_inovacao.jpg" alt="Gestão Integrada da Inovação - Foto: Capa" title="Gestão Integrada da Inovação - Foto: Capa" /></div></p>
<p>Ainda não li, mas parece ser bem interessante. Assim que possível deixo minhas impressões aqui no Blog.</p>
<p>&#8220;Fruto de extensa pesquisa de professores doutores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a publicação oferece dicas preciosas para a implementação de diferentes metodologias de gestão da inovação capazes de se adequar às necessidades de qualquer empresa, independentemente de seu porte.&#8221;
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovação e Animação: o que um dos melhores tem a nos dizer?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/05/13/inovacao-e-animacao-o-que-um-dos-melhores-tem-a-nos-dizer/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[Um conselho para quem trabalha com gestão e com inovação é acompanhar o McKinsey Quarterly, publicação periódica que traz diversos insights interessantes. A edição de abril traz uma entrevista com Brad Bird, funcionário da Pixar que assina a direção de dois filmes de animação ganhadores do Oscar.


Apesar de tratar-se de um setor econômico muito específico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um conselho para quem trabalha com gestão e com inovação é acompanhar o <a href="http://www.mckinseyquarterly.com/" target="_blank">McKinsey Quarterly</a>, publicação periódica que traz diversos <em>insights</em> interessantes. A edição de abril traz uma entrevista com Brad Bird, funcionário da Pixar que assina a direção de dois filmes de animação ganhadores do Oscar.<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_incredibles_md.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/incredibles_md.jpg',512,398,'Os incríveis - Os incríveis'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_incredibles_md.jpg" alt="Os incríveis - Os incríveis" title="Os incríveis - Os incríveis" /></a></div><br />
</p>
<p>Apesar de tratar-se de um setor econômico muito específico, podemos tirar algumas lições interessantes da entrevista. Ao ser questionado em relação a como incentiva a inovação em sua equipe, Bird diz que a principal forma de fazê-lo é tirando seus colaboradores da zona de conforto. Ele fala, por exemplo, sobre alguns desenhistas que, apesar de serem brilhantes, eram &#8220;puristas&#8221; demais, e não tinham senso de urgência em relação a orçamentos e prazos. </p>
<p>Em seu primeiro filme à frente da Pixar, o diretor dispunha de uma equipe que já era simplesmente uma das melhores do mundo. Contudo, no meio do projeto, chegaram em um ponto em que todos disseram: &#8220;Não dá. É impossível fazer isso com esse orçamento nesse prazo!&#8221; Ele simplesmente pediu: &#8220;Tragam-me as ovelhas negras. Eu quero artistas frustrados. Quero aqueles que possuem outra forma de fazer as coisas e que ninguém está ouvindo&#8221;.  Esse projeto lhe traria seu primeiro Oscar. </p>
<p>O lado psicológico da equipe muitas vezes é deixado de lado pelos líderes quando pensamos em inovação. Em relação a esse aspecto, o Brad faz uma afirmação interessante: &#8220;Se você tem o moral baixo, para 1 dólar que você gasta, você obtém aproximadamente 25 cents de valor. Se você tem um moral elevado, para cada 1 dólar gasto, você obtém aproximadamente 3 dólares de valor&#8221; e arremata: &#8220;Eu vi diretores sistematicamente restringindo o <em>input</em> das pessoas e ignorando qualquer esforço em &#8216;levantar&#8217; os problemas. Como resultado disso, as pessoas não se dedicavam a seu trabalho e sua produtividade baixava consideravelmente&#8221;. </p>
<p><a href="http://www.mckinseyquarterly.com/Strategy/Innovation/Innovation_lessons_from_Pixar_An_interview_with_Oscar-winning_director_Brad_Bird_2127" target="_blank">A entrevista</a> trás diversos exemplos interessantes e sem dúvida vale a leitura!</p>
<p><em>A opinião do autor não reflete, necessariamente, a opinião do Instituto Inovação. </em>
</p>
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		<item>
		<title>Empreendedores para todos os gostos</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/23/empreendedores-para-todos-os-gostos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 11:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Baião</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[
Para quem está buscando idéias para começar uma empresa, ou apenas gosta de ficar por dentro das novidades e tendências do mundo dos negócios, o site Springwise.com é um bom ponto de partida. Contando com uma rede de mais de 8000 colaboradores localizados em diversos países, o site identifica e publica diariamente notícias a respeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_spring.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/spring.jpg',857,208,'spring - spring'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_spring.jpg" alt="spring - spring" title="spring - spring" /></a></div><br />
Para quem está buscando idéias para começar uma empresa, ou apenas gosta de ficar por dentro das novidades e tendências do mundo dos negócios, o site <a href="http://www.springwise.com">Springwise.com</a> é um bom ponto de partida. Contando com uma rede de mais de 8000 colaboradores localizados em diversos países, o site identifica e publica diariamente notícias a respeito de negócios inovadores espalhados por todo o mundo.</p>
<p>O foco, em geral, é em pequenas empresas que utilizam modelos de negócio diferenciados, ou oferecem serviços e produtos pouco usuais. As idéias apresentadas são as mais variadas possíveis, incluindo empresas como a <a href="http://www.springwise.com/style_design/windpowered_lighting/">Firewinder</a>, que criou lâmpadas para iluminação externa que funcionam a partir da energia do vento; <a href="http://www.springwise.com/automotive/parking_zipping/">ParkAtMyHouse</a>, que dá aos moradores de grandes cidades a chance de alugarem suas vagas de garagem quando não estiverem em casa, ou ainda a <a href="http://www.springwise.com/media_publishing/a_publisher_for_anyone/">Blurb</a>, que permite que pessoas criem e publiquem seus próprios livros a preços bastante acessíveis. Isto sem falar nos casos ainda mais curiosos, como o da <a href="http://www.springwise.com/lifestyle_leisure/paparazzi_for_the_rest_of_us/">Methodizaz</a>, que oferece a “pessoas comuns” a oportunidade de ter um dia de suas vidas fotografado por um paparazzi, privilégio que custa entre de US$300 e US$400.</p>
<p>Para quem ficou curioso mas não tem tempo para acompanhar o site, ainda existe a opção de receber as atualizações por RSS. Vale a pena conferir!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>My Starbucks Idea</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/18/my-starbucks-idea/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/18/my-starbucks-idea/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 17:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Knoedt</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/18/my-starbucks-idea/</guid>
		<description><![CDATA[
Descobri através do Brainstorm #9 (fantástico blog sobre propaganda), este novo projeto da Starbucks. O My Starbucks Idea é open innovation puro. No site, qualquer pessoa pode sugerir idéias, votar e fazer comentários sobre aquelas que consideram as melhores, ajudando assim a definir o futuro da empresa.
As idéias são divididas em três categorias: produtos, experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.starbucks.com/mystarbucksidea/app_themes/theme/images/logo.png" alt="My Starbucks Idea" /></p>
<p>Descobri através do <a href="http://www.brainstorm9.com.br/">Brainstorm #9</a> (fantástico blog sobre propaganda), este novo projeto da <a href="http://www.starbucks.com/">Starbucks</a>. O <a href="http://mystarbucksidea.force.com/home/home.jsp">My Starbucks Idea</a> é <em>open innovation</em> puro. No site, qualquer pessoa pode sugerir idéias, votar e fazer comentários sobre aquelas que consideram as melhores, ajudando assim a definir o futuro da empresa.</p>
<p>As idéias são divididas em três categorias: produtos, experiência e envolvimento (com a sociedade). Cada idéia é analisada por uma equipe montada pela Starbucks, chamada de <em>Idea Partners</em>. No blog <a href="http://www.starbucks.com/blogs/">Ideas In Action</a>, pode-se ver algumas idéias que estão sob revisão, o que significa estar a um passo da implementação.</p>
<p>O site tem um mês e já apresenta resultados motivadores. Uma das idéias que surgiu foi o Splash Stick, tampinha para evitar que as pessoas mais apressadas ou que levam o café no carro derramem o produto. Outra bem interessante é a <a href="http://mystarbucksidea.force.com/ideas/viewIdea.apexp?id=087500000004CjY">&#8220;Drink of the month and giving to charity&#8221;</a>.</p>
<p>Como vocês podem ver, a Starbucks acabou conquistando os seus clientes através do engajamento no processo de inovação da empresa. Tudo isso com um custo muito abaixo do valor dos benefícios obtidos e <em>feedback</em> quase instantâneo sobre as novas idéias. Será que outras empresas, que não tenham um relacionamento tão forte com os seus clientes como a Starbucks, atingiriam resultados tão bons?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Inovação em redes: orquestrando boa idéias</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/17/inovacao-em-redes-orquestrando-boa-ideias/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha a indústria aeronáutica deve estar ansioso pela chegada do Boeing 787 ao mercado. O novo avião é uma obra prima da engenharia moderna e traz inúmeras inovações, como consumo de combustível 20% inferior aos concorrentes, turbinas 60% mais silenciosas, menor necessidade de &#8220;revisões completas&#8221; e outras maravilhas. Antes mesmo de chegar ao mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/maestro_pq.jpg" alt="Maestro - Orquestrando" title="Maestro - Orquestrando" /></div>Quem acompanha a indústria aeronáutica deve estar ansioso pela chegada do Boeing 787 ao mercado. O novo avião é uma obra prima da engenharia moderna e traz inúmeras inovações, como consumo de combustível 20% inferior aos concorrentes, turbinas 60% mais silenciosas, menor necessidade de &#8220;revisões completas&#8221; e outras maravilhas. Antes mesmo de chegar ao mercado já é o maior sucesso de vendas de indústria aeronáutica!</p>
<p>
<p>Tanta inovação e sucesso foram possíveis porque a Boeing possui em seu quadro os melhores engenheiros do mundo e seu departamento de P&#038;D é capaz de gerar inúmeras inovações. Certo?</p>
<p>Justamente o contrário! Antigamente a Boeing desenvolvia praticamente tudo &#8220;internamente&#8221;, escrevia detalhadas especificações da cada uma das peças e pedia que seus fornecedores as produzissem. O que chamou a atenção no desenvolvimento do 787 foi que os fornecedores passaram a participar do desenvolvimento do avião e assumiram grande responsabilidade em relação às inovações. Eles entregarão a aeronave praticamente semi-montada e o que a Boeing terá de fazer é quase &#8220;tão simples quanto encaixar peças de Lego&#8221;. </p>
<p>Hoje em dia o desenvolvimento de novos produtos está muito relacionado à coordenação de um vasto &#8220;ecossistema&#8221; de parceiros que possuem habilidades e capacidades complementares. A inovação está menos ligada a &#8220;inventar&#8221; produtos físicos e mais ligada a orquestrar <strong>boas idéias</strong>. Para empresas que desenvolvem produtos altamente tecnológicos o desafio tem sido cada vez mais unir os fios dessa enorme rede de criação de valor.</p>
<p>Dasafio <strong>mesmo</strong>&#8230; semana passada a Boeing anúnciou pela terceira vez o atraso no lançamento do novo avião  (agora só poderei voar nele em 2009, droga!). O problema parece estar justamente na forma de produzir a aeronave. Parece que alguns fornecedores não estão conseguindo levar os protótipos para produção em escala e a Boeing vai ter que colocar &#8220;funcionários graduados&#8221; para trabalhar diretamente nas unidades dos fornecedores.</p>
<p>O &#8220;caso Boeing&#8221; nos mostra que descentralização do P&#038;D tem suas vatagens, pode trazer diferenciais competitivos e agregar a seus produtos inovações que sua empresa <strong>nunca</strong> seria capaz de gerar sozinha. Contudo, um acompanhamento rigoroso de seus parceiros-chave é fundamental.</p>
<p>Delegue, mas não se esqueça do <em><a href="http://bizrevolution.typepad.com/bizrevolution/2008/03/follow-up.html" target="_blank">follow-up</a></em>.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boeing_787" target="_blank">Wikipedia</a>, <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/09/boeing_atrasa_programa_do_787_em_mais_seis_meses_adia_1_entrega_para_terceiro_trimestre_de_2009-426756106.asp" target="_blank">O Globo</a> e <a href="http://compare.buscape.com.br/wikinomics-como-a-colaboracao-em-massa-pode-mudar-o-seu-negocio-don-tapscott-8520919979.html?pos=1" target="_blank">Wikinomics</a>
</p>
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		<title>EMBL: pesquisa colaborativa com mais de 60 países</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/15/embl-pesquisa-colaborativa-em-rede-de-mais-de-60-paises/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 18:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elimar</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu em Belo Horizonte, de 08 a 10 de Abril, o I Simpósio Internacional de Propriedade Intelectual e Inovação em Biotecnologia, realizado pela FAPEMIG, INPI, WIPO, e governos estadual e federal.
O evento abordou temas que vão desde as políticas públicas até as experiências empresariais e internacionais relacionadas à PI e à Biotecnologia. Confira no site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu em Belo Horizonte, de 08 a 10 de Abril, o <a href="http://www.fapemig.br/simposio">I Simpósio Internacional de Propriedade Intelectual e Inovação em Biotecnologia</a>, realizado pela FAPEMIG, INPI, WIPO, e governos estadual e federal.</p>
<p>O evento abordou temas que vão desde as políticas públicas até as experiências empresariais e internacionais relacionadas à PI e à Biotecnologia. Confira no <a href="http://www.fapemig.br/simposio">site do evento</a> a programação.</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/EMBL_logo.jpg" alt="EMBL logo - EMBL logo" title="EMBL logo - EMBL logo" /></div> </p>
<p>
Um destaque interessante no evento foi a palestra do Dr. Martin Raditsch, Deputy Managing Director do <a href="http://www.embl.org/">European Molecular Biology Laboratory (EMBL)</a>. O <a href="http://www.embl.org/">EMBL</a> é uma grande rede de laboratórios que pesquisa de forma colaborativa vários tópicos em Biologia Molecular. São mais de 1.400 pessoas em mais de 60 países trabalhando no EMBL, que possui também uma rede de mais de 3.000 alunos em todo o mundo. Com essa rede de colaboração, o laboratório é o primeiro laboratório fora dos EUA no ranking <em>ISI Science Indicator</em>.</p>
<p>Além da pesquisa básica, o EMBL possui uma série de outras atividades que são muito importantes para a comunidade científica e para a sociedade em si. Vários treinamentos são oferecidos para diferentes públicos; há um corpo de estudantes de PhD com mais de 170 alunos; o laboratório criou uma empresa que faz a gestão da Propriedade Intelectual e da transferência das tecnologias para empresas interessadas em levá-las ao mercado; existe até um fundo de investimento próprio, que financia pesquisas e a criação de spin-offs.</p>
<p>Esse é um claro exemplo da importância da integração para a geração da inovação. Integração tanto entre os pesquisadores quanto entre as ICT&#8217;s e o mercado. Como estamos no Brasil em termos dessa integração? </p>
<p><em>A posição do autor não reflete, necessariamente, a posição do Instituto Inovação.</em>
</p>
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		<title>Da economia de massas para a economia de nichos</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/10/da-economia-de-massas-para-a-economia-de-nichos/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 17:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Baião</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca ouviu críticas a respeito da “falta de personalidade” das pessoas, como parece que todo mundo escuta as mesmas músicas, veste as mesmas roupas e assiste aos mesmos filmes? O livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; (“The Long Tail”), de Chris Anderson, sugere que, muito pelo contrário, o gosto dos consumidores parece ser mais diversificado do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu críticas a respeito da “falta de personalidade” das pessoas, como parece que todo mundo escuta as mesmas músicas, veste as mesmas roupas e assiste aos mesmos filmes? O livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; (“The Long Tail”), de Chris Anderson, sugere que, muito pelo contrário, o gosto dos consumidores parece ser mais diversificado do que se pensava.</p>
<p>O titulo do livro, assim como sua idéia central, deriva do modelo de gráfico abaixo, que relaciona os produtos existentes em um determinado mercado com seu consumo. </p>
<p> <div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_cauda_longa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/cauda_longa.jpg',820,465,'cauda longa - cauda longa'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_cauda_longa.jpg" alt="cauda longa - cauda longa" title="cauda longa - cauda longa" /></a></div></p>
<p>A curva se divide em duas partes básicas. De um lado, temos alguns poucos itens que atingem um volume de vendas muito alto, os famosos “hits”. Do outro, temos uma “cauda” de produtos que representam inúmeros nichos, cada um interessante apenas para públicos bastante específicos.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, as empresas focavam seus negócios quase exclusivamente nestes hits, visto que a baixa demanda pelos produtos da cauda não era suficiente para cobrir as despesas envolvidas em sua comercialização. Desta forma, boa parte dos consumidores tinha seus hábitos de consumo restritos àqueles itens de maior sucesso. No entanto, à medida que avanços tecnológicos reduziram custos e começaram a mudar esta situação, o que se observou foi que, embora pouco populares individualmente, estes nichos representavam uma grande fatia do mercado quando analisados em conjunto. </p>
<p>Diversas empresas passaram, então, a desenvolver estratégias para explorar esta oportunidade. A Amazon.com, por exemplo, ao manter mercadorias em estoque ainda nos fornecedores, conseguiu oferecer produtos que não poderiam ser vendidos de forma lucrativa em lojas tradicionais.</p>
<p>A iTunes e a Rhapsody, que comercializam músicas em modelos exclusivamente digitais, vão ainda mais longe. Com custos de estoque e distribuição praticamente inexistentes, até mesmo itens que serão vendidas uma única vez passam a ser um negócio viável. No caso da Rhapsody, músicas consideradas “de nicho” já respondem por aproximadamente 40% das vendas. </p>
<p>Vale ressaltar uma peculiaridade desse mercado: a necessidade de mecanismos que permitam aos consumidores encontrar aquilo que desejam no meio de tanta diversidade. Soluções comuns variam de sistemas de busca até classificações por tags e recomendações de usuários.</p>
<p>Resta aguardar as surpresas que os próximos anos certamente trarão em termos de novas empresas e modelos de negócio voltados para as oportunidades que estão surgindo. O que já está claro, no entanto, é a transição de uma era de escassez para um mundo de abundância e variedade. Melhor para as empresas, e melhor para os consumidores.</p>
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		</item>
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		<title>20 minutinhos&#8230; vale a pena assitir</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/08/20-minutinhos-vale-a-pena-assitir/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 16:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Outro dia, zapendo a TV, peguei o meio de uma reportagem que falava sobre o Segway, aquele &#8220;patinete&#8221; estiloso que fez muito barulho uns anos atrás, prometendo revolucionar os meios de transporte.
Bem, a reportagem falava não só do Segway, mas de uma série de invenções de um inventor norte-americano chamado Dean Kamen.
Semana passada, o Heber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia, zapendo a TV, peguei o meio de uma reportagem que falava sobre o Segway, aquele &#8220;patinete&#8221; estiloso que fez muito barulho uns anos atrás, prometendo revolucionar os meios de transporte.</p>
<p>Bem, a reportagem falava não só do Segway, mas de uma série de invenções de um inventor norte-americano chamado Dean Kamen.</p>
<p>Semana passada, o Heber da SECTES (Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais) comentou comigo sobre esta reportagem, depois o Alfredo (também da SECTES) mandou o link, que também foi postado no <a href="http://www.simi.org.br">site do SIMI (Sistema Mineiro de Inovação)</a>.</p>
<p>Bem, quem tiver 20 minutinhos&#8230; vale a pena assitir.</p>
<p><object width="480" height="392">
<param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" />
<param value="high" name="quality" />
<param value="midiaId=797958&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=797958&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"/></object></p>
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		<item>
		<title>EMBATE vai à capital federal!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/04/embate-vai-a-capital-federal/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Horta</dc:creator>
		
		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[
Parti para Brasília sem saber realmente o que me esperava. É sempre assim com o EMBATE (Empreendedorismo de Base Tecnológica), cada vez que desenvolvemos o seminário ele se transforma e toma a feição de quem dele está participando. Levar um seminário como esse para uma cidade como Brasília, o centro das decisões mais importantes para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_logo_embate_m__dia.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/logo_embate_m__dia.jpg',531,450,'logo embate m  dia - logo embate m  dia'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_logo_embate_m__dia.jpg" alt="logo embate m  dia - logo embate m  dia" title="logo embate m  dia - logo embate m  dia" /></a></p>
<p>Parti para Brasília sem saber realmente o que me esperava. É sempre assim com o EMBATE (Empreendedorismo de Base Tecnológica), cada vez que desenvolvemos o seminário ele se transforma e toma a feição de quem dele está participando. Levar um seminário como esse para uma cidade como Brasília, o centro das decisões mais importantes para o Brasil, também leva a refletir sobre como pessoas empreendedoras poderiam dar um rumo diferente a várias ações e decisões que acompanhamos na esfera pública. </p>
<p>Nessa primeira semana de Abril, a Unidade Coordenadora Centro-Oeste da Embrapa ofereceu um treinamento para participantes de 17 unidades diferentes da Embrapa a respeito do PROETA (Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Novas Empresas de Base Tecnológica Agropecuária e Transferência de Tecnologia - conduzido pela própria Embrapa).</p>
<p>Esse programa tem como objetivo transferir tecnologias e serviços, gerar empresas de base tecnológica agropecuária, apoiar e disseminar a cultura de inovação e empreendedorismo, entre outros. Podemos ver que é um programa que tem tudo a ver com o <a href="http://www.institutoinovacao.com.br"><strong>Instituto Inovação</strong></a> e, felizmente, tivemos a chance de participar nesse curso oferecendo o EMBATE e também um treinamento sobre a Diligência da Inovação.</p>
<p>Participaram do EMBATE tanto pesquisadores quanto pessoas da área de negócios, cada um aproveitando o conteúdo e as vivências de sua forma, mas a troca de experiências tendo como foco o empreendedorismo e o processo de inovação foi realmente enriquecedora. O envolvimento da turma com o seminário foi impecável e acredito que por isso os resultados foram tão bons.</p>
<p>Levar o EMBATE à Embrapa foi uma experiência muito boa. Encontramos pessoas extremamente motivadas, capacitadas e alinhadas com as idéias de inovação da Embrapa e do Instituto Inovação. É muito importante reconhecer essa iniciativa da Embrapa, enquanto grande geradora de conhecimento, de quebrar paradigmas buscando multiplicar sua capacidade de levar o conhecimento ao mercado.</p>
<p>O vôo de volta foi controverso, em meio à minha esperança e empolgação depois da experiência com o EMBATE, discuti com os passageiros ao meu lado (um juiz federal e um funcionário público) questões que iam da especulação imobiliária à redução da maioridade penal&#8230; passando pelos modelos pedagógicos vigentes! A discussão foi riquíssima e minha conclusão pessoal foi de que em todas essas esferas, paradigmas precisam ser quebrados por pessoas que sejam capazes de ver as oportunidades, e tenham energia e liderança para conduzir as transformações necessárias – pessoas empreendedoras. </p>
<p>Sem querer dizer que o empreendedorismo é a solução para todos os problemas do país, acredito que ele seja fundamental para o salto que o Brasil precisa dar, como o salto que a Embrapa, que comemora 35 anos, está dando ao lançar novo olhar sobre a inovação.</p>
<p><em>Já trabalhamos com outros colaboradores da Embrapa em outra ocasião</em> (<a href="http://www.institutoinovacao.com.br/noticia.php?escolha=119">Embrapa estuda processos de inovação empresarial através de workshop do Instituto Inovação, 14/12/2007</a>)
</p>
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		<item>
		<title>Medindo a inovação nas empresas</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/04/03/medindo-a-inovacao-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Baião</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[O uso de indicadores para medir o grau de inovação em empresas é um tema cada vez mais discutido no meio gerencial. 
Mas afinal, qual é a sua real importância? 
Indicadores permitem a uma organização medir os progressos em direção a metas estabelecidas; fornecendo dados para a tomada de decisões e ajudando no alinhamento entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de indicadores para medir o grau de inovação em empresas é um tema cada vez mais discutido no meio gerencial. </p>
<p>Mas afinal, qual é a sua real importância? </p>
<p>Indicadores permitem a uma organização medir os progressos em direção a metas estabelecidas; fornecendo dados para a tomada de decisões e ajudando no alinhamento entre as ações dos colaboradores e os interesses da empresa. É como dizem os administradores, “não se pode gerenciar o que não se pode medir”. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a inovação deve ser cuidadosamente administrada, tarefa na qual os indicadores possuem papel determinante. Sendo assim, o interesse pelo tema tem crescido rapidamente, embora certos aspectos de seu desenvolvimento e aplicação permaneçam ainda pouco compreendidos. </p>
<p>Estudos como o “<a href="http://www.bcg.com/impact_expertise/publications/files/Measuring_Innovation_Aug_2007.pdf">Measuring Innovation</a>”, publicado pela BCG em 2007, confirmam o interesse dos gestores em quantificar a inovação em suas empresas, além de apontarem algumas das dificuldades existentes no processo. Um exemplo é a dúvida freqüente em relação a quantos e quais indicadores utilizar. Atualmente, a grande variedade de métricas disponível vai desde aquelas mais clássicas, como gasto com P&amp;D ou número de patentes registradas, até as mais subjetivas, como avaliação da cultura de inovação. É interessante notar que, embora a maioria das empresas opte por medidas mais tradicionais, uma combinação dos dois tipos pode levar a <em>insights</em> importantes, que muitas vezes surgem apenas da análise de dados mais qualitativos. A grande conclusão, porém, é que não existe uma resposta mágica que resolva os problemas de qualquer empresa, devendo-se sempre ter em mente as particularidades de cada negócio.</p>
<p>Os próximos anos certamente serão marcados por uma grande evolução na área, guiada principalmente pela validação prática da eficácia de diferentes indicadores. Até lá, caberá aos gestores assumir o importante papel de definir a combinação de métricas que mais se adeque às características de cada empresa, seja ela uma indústria ou uma prestadora de serviços, atuando em setores de base tecnológica ou não. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Buscam-se idéias inovadoras</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/28/buscam-se-ideias-inovadoras/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/28/buscam-se-ideias-inovadoras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 21:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Open innovation</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[O mercado brasileiro de Capital de Risco está a todo vapor. Só em 2004 haviam 5,5 bilhões de dólares disponíveis para investimento. Ao meu ver a existência (e o crescimento) desse tipo de  fundos indica que o Brasil tem alto potencial para a inovação, afinal, em sua grande maioria o que esses investidores buscam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/empreendedor.GIF" alt="Empreendedor - Empreendedor" title="Empreendedor - Empreendedor" /></div>O mercado brasileiro de Capital de Risco está a todo vapor. Só em 2004 haviam 5,5 bilhões de dólares disponíveis para investimento. Ao meu ver a existência (e o crescimento) desse tipo de  fundos indica que o Brasil tem alto potencial para a inovação, afinal, em sua grande maioria o que esses investidores buscam são idéias revolucionárias que apresentam aplicabilidade prática e alto retorno financeiro. </p>
<p>Contudo, tal potencial ainda pode ser melhor explorado. Um exemplo disso é a alta concentração, tanto de fundos quanto de empresas investidas, em São Paulo e no Rio de Janeiro. O censo da FGV indica que 93% dos Gestores estão nessas cidades e 70% das empresas investidas estão localizadas em duas avenidas da cidade Paulistana.</p>
<p>Das 2.297 companhias que procuraram os fundos brasileiros no ano de 2004 apenas 6 receberam investimentos. É claro que muitos fatores justificam essa baixa taxa. Dentre eles poderíamos citar que nem todas essas empresas têm o potencial de retorno financeiro esperado pelos gestores, a falta de um perfil empreendedor por parte de quem quer ser investido e a falta de preparo por parte de nossos &#8216;inventores&#8217;, com planos de negócios mal elaborados e falta de direcionamento estratégico.</p>
<p>Algumas iniciativas ajudam a mudar esse quadro. Um exemplo é o &#8220;<a href="http://www.cepe.fgvsp.br/desafio">Desafio GV-Intel de Venture Capital e Empreendedorismo</a>&#8221; que se encontra em sua terceira edição. O concurso, que está com inscrições abertas até o dia 28 de Abril, tem objetivo estimular e divulgar atividades empreendedoras dos jovens brasileiros. Além de ser uma ótima oportunidade para os universitários, que concorrem a prêmios em dinheiro e ao direito a participar de um desafio de empreendedorismo na Califórnia, trata-se de um prato cheio para os fundos de capital de risco que buscam oportunidades de investimento.</p>
<p>Para mim o evento mostra também uma tendência muito interessante de <em>Open Innovation</em> por parte de grandes empresas (como a Intel) que estão cada vez mais buscando &#8220;fora de seus muros&#8221; tecnologias que podem ajudá-las a ganharem diferenciais competitivos.</p>
<p>Enfim, como diria um antigo professor meu: &#8220;O dinheiro ta aí. O que precisamos é apenas de um bom plano de negócios.&#8221;</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1566918&#038;PAC_ID=6297" target="_blank">A Indústria de Private Equity e Venture Capital - Primeiro Censo Brasileiro</a><br />
<a href="http://www.cepe.fgvsp.br/desafio" target="_blank">Site do desafio GV-Intel</a></p>
<p><em>A opinião / posição do autor não reflete, necessariamente, a opinião / posição do Instituto Inovação.</em>
</p>
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		<title>Empresas desbravadoras</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/28/empresas-desbravadoras/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 11:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[Eu estava lendo a carta aberta que o físico Constantino Tsallis escreveu à Sociedade Brasileira de Física, falando sobre a falta de investimento em idéias diferentes, ousadas, que não são garantias de resultados e de publicações. Como consequência, segundo Tsallis, o Brasil não inova em suas pesquisas e descobertas. Não adianta falar que inovação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava lendo a <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54455">carta aberta que o físico Constantino Tsallis escreveu à Sociedade Brasileira de Física</a>, falando sobre a falta de investimento em idéias diferentes, ousadas, que não são garantias de resultados e de publicações. Como consequência, segundo Tsallis, o Brasil não inova em suas pesquisas e descobertas. Não adianta falar que inovação é importante, se os mecanismos estimulam os pesquisadores a se restringirem ao que já conhecemos. </p>
<p>As empresas inovadoras lidam de forma muito diferente com o desconhecido. Elas enxergam que tempo gasto em um projeto ousado, diferente, pode render alguma coisa - e tem rendido. Além disso, as empresas de tecnologia, que são muito inovadoras, ainda têm uma característica: muitas vezes, quando elas se propõe a encontrar uma solução para uma demanda, elas não sabem como o farão, simplesmente porque ainda não existe nada parecido. Desse modo, não teria como elas serem realmente inovadoras se não fossem tão desbravadoras, e tão sem medo do desconhecido.  São empresas que tem a quebra de paradigmas e a busca pelo novo no seu DNA. </p>
<p>Outros setores, por sua vez, se apegam ao que já têm, e que ainda rende bons lucros. Esses setores não têm, por inspiração, o lidar com o desconhecido o tempo inteiro, pois não estão na fronteira da ciência. Consequentemente, inovam em uma velocidade infinitamente inferior, e muitas vezes quando já não possuem outra opção, quando já estão sendo pressionadas por variáveis mercadológicas, tecnológicas, ecológicas&#8230;</p>
<p>Ou seja, inovam aqueles que conseguem ver os ganhos, ao invés dos riscos.   </p>
<p><em>A opinião / posição do autor não reflete, necessariamente, a opinião / posição do Instituto Inovação. </em>
</p>
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		<title>Conexões Globais</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/26/conexoes-globais/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 21:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Sistemas de Inovação</category>

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		<description><![CDATA[
No dia 26 de março, às 6:00PM Greenwich (ou 3:00PM no Brasil e 1:00PM em Dallas, nos EUA) a sincronicidade dos eventos era incrível.
Enquanto um senador do Texas discursava sobre os desafios para gerar inovação no estado, como diminuir o &#8220;gap&#8221; entre universidades e empresas, atrair e reter empresas de base tecnológica, gerar mais empregos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:qujQLRFoakEA7M:http://ciranda5.ciranda.net/twiki/pub/Artigos/NewsItem20050128143228DeborahMoreira/globomarcellocasal.JPG" alt="Small World" align="left" /></p>
<p>No dia 26 de março, às 6:00PM Greenwich (ou 3:00PM no Brasil e 1:00PM em Dallas, nos EUA) a sincronicidade dos eventos era incrível.</p>
<p>Enquanto um senador do Texas discursava sobre os desafios para gerar inovação no estado, como diminuir o &#8220;gap&#8221; entre universidades e empresas, atrair e reter empresas de base tecnológica, gerar mais empregos e riquezas para a sociedade, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, o governador de Minas acompanhava a apresentação do <a href="http://www.simi.org.br">Sistema Mineiro de Inovação</a>. </p>
<p>Provavelmente era só apertar a tecla SAP para ouvir exatamente os mesmos discursos.</p>
<p>Isso nos trouxe a reflexão de que os desafios, problemas, aí ou aqui, são os mesmos. Guardando a diferença de escala, universidades estão sendo desafiadas a levar suas tecnologias ao mercado, empreendedores tem o mesmo perfil de visão, paixão e persistência, pesquisadores contam com os mesmos medos de empreender&#8230; E ainda existem os mesmos Venture Capitalists que querem apresentações impecáveis de negócios sem risco para não perder seu precioso tempo; e inventores acreditando que suas descobertas revolucionárias estão além do seu tempo.</p>
<p>Na corrida da inovação, a gente não está tão atrás como parece. Há espaço para o Brasil aproveitar tão bem o seu potencial científico quanto outras nações (&#8221;guardando as diferenças de escala&#8221;).</p>
<p><em>Post escrito direto de Arlington, no Texas, EUA, onde estamos participando do evento <a href="http://www.wbtshowcase.com">WBTShowcase</a>.</em></p>
<p><em>Gustavo Mamão é co-autor desse post.</em>
</p>
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		<title>50 empresas inovadoras: as Fast 50 da Fast Company</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/25/50-empresas-inovadoras-as-fast-50-da-fast-company/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 19:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;A lot of people in engineering at Google would be in research at other companies - that&#8217;s where all the PhDs usually are. This makes it difficult for those researchers to take an idea the whole way through the development process: Technology transfer becomes a big problem. But research isn&#8217;t off in a corner here. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/Alexander_Graham_Bell_s_Birthday___March_3__2008.gif" alt="Alexander Graham Bell s Birthday   March 3  2008 - Alexander Graham Bell s Birthday   March 3  2008" title="Alexander Graham Bell s Birthday   March 3  2008 - Alexander Graham Bell s Birthday   March 3  2008" /></div></p>
<p>&#8220;A lot of people in engineering at Google would be in research at other companies - that&#8217;s where all the PhDs usually are. This makes it difficult for those researchers to take an idea the whole way through the development process: Technology transfer becomes a big problem. But research isn&#8217;t off in a corner here. It&#8217;s not an ivory-tower goal. Where does innovation happen at Google? It happens everywhere, because everybody does research.&#8221; <a href="http://www.fastcompany.com/magazine/123/the-worlds-most-innovative-companies.html">Fast Company</a>. </p>
<p>Em resumo, o trecho fala sobre como, no Google, os pesquisadores estão por toda a empresa: não somente no departamento de P&#038;D. Isso facilita a transferência tecnológica, e a inovação, que ocorre por toda a empresa. A reportagem é enorme, mas muito boa. Fala sobre as 50 empresas mais inovadoras eleitas pela Fast Company, as chamadas Fast 50. Recomendo demais! Boa leitura. </p>
<p><em>A posição da autora não reflete, necessariamente, a opinião do Instituto Inovação. </em>
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uso de e-mail atrapalha inovação</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/19/uso-de-e-mail-atrapalha-inovacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 17:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Saiu esse mês no site da BBC uma matéria que diz como o excesso de e-mails é uma das principais causas de stress. Muitas pessoas gastam mais de um terço do seu dia de trabalho &#8220;enfiados em suas caixas de entrada&#8221; e isso se configura não só como um problema de saúde pública como também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/mail.jpg" alt="email - email" title="email - email" /></div>Saiu esse mês no <em>site</em> da BBC <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7281707.stm">uma matéria</a> que diz como o excesso de e-mails é uma das principais causas de <em>stress</em>. Muitas pessoas gastam mais de um terço do seu dia de trabalho &#8220;enfiados em suas caixas de entrada&#8221; e isso se configura não só como um problema de saúde pública como também de produtividade para as empresas.<br />
<br />Além do famoso <em>spam</em>, ou excesso de lixo eletrônico, o que faz com que profissionais percam muito tempo com mensagens eletrônicas são textos mal redigidos e/ou que são direcionados às pessoas erradas.<br />
<br />Estamos vivendo um momento em que as empresas dispõe - inclusive gratuitamente - de ferramentas da chamada <em>computação social</em> que podem substituir de maneira muito eficiente o e-mail e aumentarem o compartilhamento de conhecimento entre os colaboradores - e como consequência aumentar também a Inovação. Dentre essas ferramentas poderíamos citar as intranets, os <em>blogs</em>, as <em>wikis</em> e as redes sociais.<br />
<br />Luiz Suarez, um especialista em Gestão do Conhecimento da IBM adotou uma medida extrema: <a href="http://www.elsua.net/2008/03/07/giving-up-on-work-e-mail-status-report-on-week-4/">há quatro semanas ele não responde e-mails</a>, a não ser aqueles que sejam totalmente pessoais ou confidenciais. Aliás, ele responde, mas utilizando uma das ferramentas citadas acima.<br />
<br />O que a empresa ganha com isso? Conversações, diálogos abertos e conhecimento explícito disponível para todos. É incrível o re-trabalho que ocorre dentro das empresas. Pessoas diferentes fazendo as mesmas coisas e procurando as mesmas informações. Se houvesse um ponto central para os diálogos muito disso seria diminuído.<br />
<br />Se um dos fatores que geram um aumento das inovações dentro de uma organização são os diálogos interdepartamentais e entre pessoas que ocupam posições hierárquicas (e até geográficas) diferentes, uma nova abordagem em relação ao uso de e-mails pode, sim, contribuir para que uma empresa seja mais inovadora.</p>
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		<title>Quem matou o carro a hidrogênio?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/17/quem-matou-o-carro-a-hidrogenio/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 15:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, vi o documentário &#8220;Quem matou o carro elétrico?&#8220;, que inclusive é umas das indicações recentes do Radar do Inovação.
Um dos pontos mais instigantes do documentário dizia respeito aos carros movidos a hidrogênio.
O argumento apresentado era basicamente o seguinte: a tecnologia de célula de hidrogênio é inviável, pois o motor movido a este tipo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, vi o documentário &#8220;<a href="http://www.sonyclassics.com/whokilledtheelectriccar/electric.html">Quem matou o carro elétrico?</a>&#8220;, que inclusive é umas das indicações recentes do <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/radar.php">Radar do Inovação</a>.</p>
<p>Um dos pontos mais instigantes do documentário dizia respeito aos carros movidos a hidrogênio.</p>
<p>O argumento apresentado era basicamente o seguinte: a tecnologia de célula de hidrogênio é inviável, pois o motor movido a este tipo de energia é muito caro e o modelo exige um pesado investimento em uma rede de distribuição de hidrogênio, enquanto as redes de distribuição de gasolina e energia elétrica já existem.</p>
<p>O documentário então faz uma alegação um tanto quanto polêmica: o investimento em células de hidrogênio é apenas um artifício para acalmar a opinião pública e passar a imagem que a indústria automobilística estaria investindo em energia &#8220;verde&#8221;. Tudo seria uma grande farsa, uma grande &#8220;conspiração&#8221; das grandes corporações. O hidrogênio seria um engodo para adiar a discussão sobre tecnologias realmente viáveis para substituir os combustíveis fósseis.<div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/elvis3.jpg" alt="elvis3 - elvis3" title="elvis3 - elvis3" /></div></p>
<p>Apesar de achar as teorias da conspiração interessantíssimas, eu não acredito em nenhuma delas. Na minha opinião quem matou JFK foi Lee Harvey Oswald, a princesa Diana não foi morta pelo serviço secreto inglês, foi a Al Qaeda que derrubou as torres gêmeas, o homem realmente pisou na Lua, a CIA não dopou o Maradona na Copa de 94 e realmente Elvis Presley morreu.</p>
<p>Bem, voltando à célula de hidrogênio, <a href="http://online.wsj.com/article/SB120468405514712501.html?mod=googlenews_wsj">o Wall Street Journal publicou uma reportagem sobre os veículos movidos a célula de hidrogênio</a>.</p>
<p>A reportagem aponta as dificuldades no desenvolvimento da tecnologia e como as montadoras já jogaram a toalha, pois &#8220;finalmente perceberam&#8221; que veículos movidos a células de hidrogênio não faz muito sentido.</p>
<p>No salão do automóvel de Genebra, o vice-presidente da GM teria deixado a entender que o tão anunciado programa de veículos movidos células de hidrogênio seria nada mais que uma mera jogada de marketing. Já o presidente da Toyota deixou claro seu ceticismo em relação à tecnologia pela razão do altíssimo custo de fabricação dos carros e pelas dificuldades na distribuição do hidrogênio.</p>
<p>A solução, segundo as montadoras, seria o carro elétrico com baterias de lithium-ion que dariam ao veículo uma autonomia de aproximadamente 500 quilômetros.</p>
<p>Será que estamos no meio de uma conspiração??? Será que o carro movido a hidrogênio é uma grande farsa??? Será que Elvis não morreu???
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Innovación en Latinoamérica ¿Cómo vamos? - II</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/14/innovacion-en-latinoamerica-%c2%bfcomo-vamos-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 12:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[(Continuação&#8230;)
Propiedad intelectual
Todos los países visitados cuentan con políticas para la defensa de la propiedad intelectual, sin embargo algunos tienen mayor propensión a invertir en la protección de los conocimientos desarrollados, casos como el de Unicamp (Brazil), con más de 500 patentes anuales, contrastan con las 12 que tiene actualmente la Universidad de Buenos Aires. Colciencias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(Continuação&#8230;)</strong></p>
<p><strong>Propiedad intelectual</strong><br />
Todos los países visitados cuentan con políticas para la defensa de la propiedad intelectual, sin embargo algunos tienen mayor propensión a invertir en la protección de los conocimientos desarrollados, casos como el de Unicamp (Brazil), con más de 500 patentes anuales, contrastan con las 12 que tiene actualmente la Universidad de Buenos Aires. Colciencias, en Colombia co-financia la solicitud patentes de colombianos en otros países, sin embargo el volumen de solicitudes es aun bajo. Es importante anotar, sin embargo, que el verdadero indicador de innovación no esta en la cantidad de patentes solicitadas sino en el número de estas que ha sido licenciadas o desarrolladas en un spin off. No hay información al respecto.</p>
<p><strong>Recurso humano</strong><br />
En este ítem, la diferencia es notoria entre Brasil y el resto de países de la región, solo EMBRAPA cuenta con 1200 doctores dentro de sus líneas de investigación, poco menos del 25% del total de doctores con que cuenta Colombia. Argentina ha hecho la tarea y solo el Conicet cuenta con más de 10.000 investigadores doctorados. Sin embargo la cantidad de doctores está en un gran porcentaje, vinculado a la universidad y centros de investigación públicos, el porcentaje que trabaja directamente en empresa privada es bajo. </p>
<p>El desarrollo de agentes que intermedien entre universidad, empresa y estado capaces de construir puentes entre mundos con objetivos, aparentemente muy diferentes, surge entonces como una “alternativa innovadora para abrir camino a la innovación”. No es una fórmula mágica ni una solución estándar a todas las economías, pero es sin duda un paso en el camino correcto.</p>
<p>En resumidas cuentas, el trabajo esta por hacerse, pero hay un buen punto de partida, según la Cámara de Comercio de Bogotá (Colombia), en el país una de cada 5 personas económicamente activas ha desarrollado alguna actividad de emprendimiento empresarial. Argentina, luego de consecutivas crisis políticas y económicas comienza a consolidar una economía fuerte basada en el conocimiento intentando regresar a los tiempos en que obtuvieron 3 premio nobel en ciencias. Brasil tiene casi una responsabilidad moral de llevar las riendas del desarrollo regional por el camino de la innovación; el mundo nos ha tomado ventaja pero la tortuga aun puede ganarle a la liebre.</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem_blog_col.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/imagem_blog_col.jpg',568,782,'imagem blog col - imagem blog col'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_imagem_blog_col.jpg" alt="imagem blog col - imagem blog col" title="imagem blog col - imagem blog col" /></a></p>
<p><strong>Este artigo foi escrito pelo nosso colega colombiano Mauricio Reyes, que esteve conosco no mês passado em suas andanças pela América do Sul e acaba de regressar a sua terra natal. Hasta!</strong></p>
<p><em>A posição do autor não reflete, necessariamente, a posição do Instituto Inovação. </em>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Innovación en Latinoamérica ¿Cómo vamos? - I</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/13/mauricio-reyes/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/13/mauricio-reyes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 18:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[Decir que este es un estudio formal sería bastante pretencioso, e incluso irrespetuoso con aquellos que realmente han hecho la tarea; esta es más bien una reflexión juiciosa sobre lo visto en cuatro países de América Latina (Argentina, Colombia, Uruguay y Brasil) a lo largo de un mes de viaje y tras revisar documentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decir que este es un estudio formal sería bastante pretencioso, e incluso irrespetuoso con aquellos que realmente han hecho la tarea; esta es más bien una reflexión juiciosa sobre lo visto en cuatro países de América Latina (Argentina, Colombia, Uruguay y Brasil) a lo largo de un mes de viaje y tras revisar documentos que hablan sobre su economía y modelos de innovación. Al final del artículo se incluye una tabla con algunas cifras, es importante señalar que, en cuanto a estadísticas, se pueden hallar algunos datos en relación con investigación (<em>pesquisa</em>,em português)  y desarrollo (con un par de años de atraso), pero realmente poco sobre innovación, procesos de transferencia exitosos, patentes licenciadas, spin off… no son cifras “al alcance de la mano”.</p>
<p>¿Qué tan heterogénea es la región en términos de innovación? Si bien compartimos la misma problemática, cada país (de los visitados) ha afrontado el reto (<em>desafio</em>, em português) de forma diferente. En todos los casos la inversión (<em>investimento</em>, em português) en investigación y desarrollo por parte del gobierno es baja [en comparación con países más desarrollados] en relación con el PIB, y las herramientas jurídicas están en estados iniciales de desarrollo para convertirse verdaderamente en políticas de estado sobre innovación.</p>
<p><strong>Apoyo gubernamental</strong><br />
Argentina, por ejemplo cuenta desde diciembre de 2007 con un Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación productiva,  Brasil, con un Ministerio de ciencia y tecnología que desarrolla a través de entes descentralizados actividades de innovación, mientras en Uruguay los organismos gubernamentales dedicados al tema son escasos y dependen del Ministerio de Educación y Cultura; en Colombia, entre tanto, el sistema depende del Departamento de Planeación Nacional. Esta primera diferencia tiene marcada relevancia en términos de inversión y direccionamiento estratégico y por ende en los resultados posteriores.</p>
<p><strong>Vinculación con la empresa</strong><br />
La vinculación universidad-empresa-estado ha sido identificada de forma general como la fórmula para llevar a cabo innovaciones en el sector productivo, así Argentina cuenta por ley, con UVTs (Unidades de vinculación tecnológica) y UTT (Unidades de transferencia tecnológica) en todas las universidades, sin embargo (<em>porém</em>, em português) la falta de una política clara de apoyo al desarrollo de Spin off no ha permitido un desarrollo empresarial profundo a partir de la investigación. Colombia, de manera informal, ha desarrollado comités regionales en el mismo sentido, su funcionamiento y continuidad dependen únicamente del sentido innovador y emprendedor de sus participantes por lo cuál solo uno de los cinco existentes (comité Antioquia) cuenta con una gestión exitosa; es de resaltar, sin embargo que el Foro Económico Mundial (weforum.org) señala los esfuerzos de vinculación universidad-empresa en Colombia como una de las mejores en América Latina. En Brasil se cuenta con sitios del gobierno como redebrasil.gov.br; en todos los casos hay desarrollo de incubadoras y parques tecnológicos, sin embargo este no ha sido, en general un mecanismo suficiente para lograr la transferencia de tecnología. </p>
<p><strong>Continua&#8230;</strong></p>
<p><strong>Este artigo foi escrito pelo nosso colega colombiano Mauricio Reyes, que esteve conosco no mês passado em suas andanças pela América do Sul e acaba de regressar a sua terra natal.</strong></p>
<p><em>A posição do autor não reflete, necessariamente, a posição do Instituto Inovação. </em>
</p>
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		<title>ISRAEL - A terra prometida da inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 12:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Janayna</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[Mioma é um tipo de tumor benigno que se desenvolve no útero. Calcula-se que 77% das mulheres são portadoras de miomas, mesmo sem sintomas. Normalmente, nestes casos, há necessidade de intervenção cirúrgica, porém algumas pesquisas têm sido desenvolvidas na busca de alternativas de tratamento.
É o caso de Israel, que vem se destacando como pioneiro em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mioma é um tipo de tumor benigno que se desenvolve no útero. Calcula-se que 77% das mulheres são portadoras de miomas, mesmo sem sintomas. Normalmente, nestes casos, há necessidade de intervenção cirúrgica, porém algumas pesquisas têm sido desenvolvidas na busca de alternativas de tratamento.</p>
<p>É o caso de Israel, que vem se destacando como pioneiro em diversas pesquisas tecnológicas, dentre elas um equipamento de ultra-som de alta potência com um gerador de imagem de alta resolução por ressonância magnética que permite ver com detalhes o interior do corpo humano, sem necessidade de incisão ou inserção de sondas. Com esse sistema, os médicos conseguem focalizar uma área minúscula dentro do útero, e irradiar calor produzido pelo ultra-som para o tumor. Assim, o mioma é ressecado e absorvido pelo organismo.</p>
<p>Este é um exemplo dos produtos de tecnologia de ponta que Israel vem desenvolvendo e que comprova que o país fez da inovação um objetivo estratégico, tanto para as empresas, como para o governo.</p>
<p>Desde 1948, a sociedade israelense apoiou governos comprometidos com investimentos na educação. Um alto nível educacional é condição necessária, mas não suficiente para incentivar a inovação. A oferta de recursos humanos de alta qualificação posiciona Israel ao lado de países como Alemanha, Japão, França e as nações escandinavas. Contudo Israel leva vantagens em relação aos demais países citados pela postura audaciosa e a capacidade de assumir riscos.</p>
<p> “Graças à qualidade da educação, Israel é hoje um dos mais avançados países do mundo” afirmou Bill Gates.</p>
<p>A partir dos anos 1980, tornou-se consenso para a sociedade israelense que o desenvolvimento do país exigia uma estratégia em sintonia com o mercado global. Na década seguinte, patentes se tornaram tão ou mais importantes que produtos e serviços de alto valor agregado. Assim o Estado de Israel passou a atrair investidores e multinacionais muito mais interessados em seus centros de P&#038;D que nas fábricas. Isso envolveu movimento de saída e retorno dos talentos do país.</p>
<p>Yigal Erlich, fundador e principal executivo da Yosma, uma das mais importantes firmas de capital de risco do país, foi um dos responsáveis pela transposição da cultura de risco do Vale do Silício americano para Israel. Incentivou parcerias acadêmicas entre universidades e o setor privado, criou incubadoras de empresas, e montou fundos de capital de risco.</p>
<p>Israel tem hoje mais de 300 fundos de capital de risco, contra pouco mais de 80 no Brasil. Como observado por Yigal: “Inovação é um negócio de alto risco, e a presença do governo é importante para ajudar a melhorar as condições.”</p>
<p>Em Israel, os ativos mais importantes não são os recursos naturais, industriais ou patrimônio. São indivíduos motivados, e com alta qualificação. O país demonstrou que não é preciso passar por todas as etapas para desenvolver uma sociedade. Não é investimento em infra-estrutura que promove o progresso. É a atitude e o investimento em capital humano.</p>
<p>Israel é um exemplo que convida a refletir sobre os caminhos do Brasil.</p>
<p><em>Texto adaptado da Revista Época de 03/03/2008.</p>
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		<title>É tudo Free!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 10:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Knoedt</dc:creator>
		
		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Negócio bom assim, ninguém nunca viu. (&#8230;) Nós não `vamo` pagar nada. É tudo free&#8220;. Na letra da música de Raul Seixas e Cláudio Roberto, mais recentemente interpretada pelos Titãs, os autores referem-se ao Brasil, mas os versos serviriam muito bem para o próximo livro de Chris Anderson, autor de The Long Tail. A obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Negócio bom assim, ninguém nunca viu. (&#8230;) Nós não `vamo` pagar nada. É tudo <em>free</em>&#8220;. Na letra da música de Raul Seixas e Cláudio Roberto, mais recentemente interpretada pelos Titãs, os autores referem-se ao Brasil, mas os versos serviriam muito bem para o próximo livro de Chris Anderson, autor de <em>The Long Tail</em>. A obra intitulada &#8220;<em>Free</em>&#8221; estenderá a discussão iniciada em <em>The Long Tail</em> sobre a economia do grátis, como a indústria digital e a material podem lucrar, oferecendo produtos e serviços de graça.
</p>
<p align="center"><img src="http://www.wired.com/images/article/magazine/1603/ff_free_sweeps.jpg" alt="Edição de Março da Wired Magazine - Fonte: Wired" /></p>
<p>Uma prévia do livro foi publicada na revista <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free">Wired</a> deste mês (os primeiros 10.00 exemplares foram distribuídos por US$ 0.00 para os leitores que preenchessem um formulário no site da revista). Nesta matéria, achei muito interessante as explicações do autor de como o CD, o gravador de DVD e até a passagem aérea podem ser &#8220;quase&#8221; grátis.  Esta última é baseada numa estratégia que parece simples: cortar custos, utilizando aeroportos pouco movimentados, por exemplo; aumentar as taxas auxiliares, ou seja, cobrar pelo lanche a bordo, pelo checkin de bagagem e outros; e cobrar mais pelas passagens em feriados. Desta forma, a Ryanair (empresa aérea irlandesa) consegue cobrar apenas US$ 20 pela passagem entre Londres e Barcelona.
</p>
<p>O mais impressionante da teoria do <em>Free</em> é que, ao contrário do que muitos podem pensar, os custos não são cobertos apenas com propaganda como é comum acontecer nos serviços <em>online</em> grátis como Hotmail, GoogleDocs, entre tantos outros. <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2008/01/better_than_fre.php">Kevin Kelly</a>, um dos fundadores da Wired Magazine, defende que a economia do grátis é baseada na cópia. Quando você não tem custos para copiar algo como músicas, textos e softwares, o pulo do gato está em vender coisas que não possam ser copiadas e que são promovidas com a ajuda daquelas que possam.
</p>
<p>Ele indica oito valores que podem ser vendidos e que não podem ser copiados. São eles: imediatismo, personalização, interpretação, autenticidade, acessibilidade, incorporação, reconhecimento e exposição. Ou seja, com estas qualidades, o desafio deixa de ser como distribuir ou proteger os seus produtos ou serviços, e passa a ser como aproveitar a abundância, algo que vai contra a própria definição da economia moderna - gerenciamento dos recursos escassos.</p>
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		<title>Direitos autorais, Inovação e Sobrevivência</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 16:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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Há algum tempo eu escrevi aqui no blog que a indústria fonográfica passa por uma grande crise. Praticamente ninguém discordou. Já é quase um consenso que se essa indústria não se renovar continuará a perder importância dia após dia. 
O que tem ficado claro pra mim é que a sociedade está mudando tanto e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/by_Bob_AuBuchon.jpg" alt="Jovem Pirata - by Bob AuBuchon" title="Jovem Pirata - by Bob AuBuchon" /></div></p>
<p>Há algum tempo eu escrevi <a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/01/18/inovacao-e-a-unica-saida-para-a-industria-fonografica/">aqui no blog</a> que a indústria fonográfica passa por uma grande crise. Praticamente ninguém discordou. Já é quase um consenso que se essa indústria não se renovar continuará a perder importância dia após dia. </p>
<p>O que tem ficado claro pra mim é que a sociedade está mudando tanto e as tecnologias estão causando tanto impacto, que todo o modelo de comercialização de propriedade intelectual está sendo posto em xeque.</p>
<p>Esse mês a banda Nine Inch Nails resolveu inovar: disponibilizaram seu novo álbum, <a href="http://ghosts.nin.com/">Ghosts I-IV</a> com 36 músicas em MP3 de alta qualidade, encarte de 40 páginas em PDF por U$5,00. Além disso, disponibilizaram gratuitamente as nove primeiras faixas do disco. </p>
<p>Tudo que os fãs querem, certo? Afinal, as pessoas preferem baixar/comprar a versão &#8216;pirata&#8217; do CD porque as gravadoras diabólicas querem lucros exorbitantes e vendem CDs a U$25,00, procede? Não é bem por aí&#8230;</p>
<p>Uma busca simples em uma rede de compartilhamento mostra que há aproximadamente 3.000 pessoas que já fizeram o download da versão ilegal do disco (sem considerar as pessoas que já baixaram e não estão compartilhando). Isso tudo analisando apenas uma rede, das várias que existem. A verdade é que os números não importam muito. O que importa é que o compartilhamento de músicas e filmes na Internet (que eu tendo a considerar diferente da pirataria das ruas) é um caminho sem volta.</p>
<p>A única conclusão que consigo chegar é que ainda há muita água pra passar debaixo dessa ponte. Novos modelos de negócios ainda estão pra surgir. Uma banda pode se sustentar através de shows, mas e quanto ao autor de um livro, ou o desenvolvedor de um software? Sinto que a nova geração de jovens estará cada vez menos disposta a pagar por esses produtos e quem quiser viver de criação intelectual terá que ser, além de tudo, inovador.</p>
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		<title>Robô que limpa a cozinha</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 13:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Começa a ser apresentado em feiras, o robô ReadyBot, versão 1.0. É uma prova de conceito do robô, que tem a tarefa de arrumar a cozinha. Os fabricantes disseram que o objetivo é que ele consiga fazer 80% das tarefas comuns de limpeza de cozinha, sem usar recursos tecnológicos que inviabilizem a sua comercialização. 





Download!

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a ser apresentado em feiras, o robô ReadyBot, versão 1.0. É uma prova de conceito do robô, que tem a tarefa de arrumar a cozinha. Os fabricantes disseram que o objetivo é que ele consiga fazer 80% das tarefas comuns de limpeza de cozinha, sem usar recursos tecnológicos que inviabilizem a sua comercialização. </p>
<p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/cSVwusDeEhI" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%">
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<div class="wpv_download"><a target="_blank" href="http://downthisvideo.com/?url=http://www.youtube.com/watch?v=cSVwusDeEhI">Download!</a></div>
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		<title>Empreendedor Tecnológico e Empreendedor Mercadológico</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/04/empreendedor-tecnologico-e-empreendedor-mercadologico/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 13:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Horta</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia muito se fala em empreendedorismo, e seu conceito foi, cada vez mais, banalizado e distanciado do conceito de inovação – ao menos para o senso-comum. 
No Brasil encontramos uma situação especial: nas universidades a cultura acadêmica ainda teme a movimentação de seus professores/pesquisadores em direção a esse tema. É que “a academia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia muito se fala em empreendedorismo, e seu conceito foi, cada vez mais, banalizado e distanciado do conceito de inovação – ao menos para o senso-comum. </p>
<p>No Brasil encontramos uma situação especial: nas universidades a cultura acadêmica ainda teme a movimentação de seus professores/pesquisadores em direção a esse tema. É que “a academia deve servir à ciência, e não ao mercado” e como o conceito de empreendedor está muito associado ao de empresário, as pessoas esquecem que o empreendedor também é importante em projetos sociais, na política, ciência e em tantos outros tipos de atuação da nossa sociedade.</p>
<p>Além disso, percebemos que existe um tipo de empreendedor que não domina os conhecimentos de mercado, mas que se destaca em seu ambiente acadêmico e gera idéias capazes de serem transformadas em inovação para a sociedade.</p>
<p>Por causa de toda essa discussão e do desgaste do termo, o Instituto Inovação sentiu a necessidade de utilizar o termo “Empreendedor Tecnológico”, dando destaque ao tipo de empreendedor que atua no meio científico: os pesquisadores de nossas universidades, por exemplo, que além de possuirem competência técnica alta, desejam ver suas idéias saírem dos laboratórios. A idéia de utilizar esse termo também envolve mostrar para essas pessoas que suas competências podem, e devem, ser complementadas pelo “Empreendedor Mercadológico”, esse sim, com conhecimento de mercado, finanças, marketing etc. As competências desses dois tipos de empreendedor são diferentes e complementares, como mostrado na figura.<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_EMPREENDEDOR.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/EMPREENDEDOR.JPG',590,384,'EMPREENDEDOR - EMPREENDEDOR'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_EMPREENDEDOR.JPG" alt="EMPREENDEDOR - EMPREENDEDOR" title="EMPREENDEDOR - EMPREENDEDOR" /></a></div><br />
Dessa forma, não temos que obrigar nossos pesquisadores a aprender contabilidade para empreender. Ao contrário, podemos ajudá-los a usar seu tempo e se dedicar ao que realmente são bons: gerar conhecimento com potencial de inovação – destacando, ainda, que isso pode acontecer via transferência de tecnologia ou geração de spin-offs.</p>
<p>Acredito nessa idéia e tenho visto que é pertinente, principalmente ao pensar que, no longo prazo, as empresas de base tecnológica não devem sobreviver de uma única inovação, e o grande desafio é continuar inovando. Para isso, entendo que o empreendedor de base tecnológica será melhor aproveitado, e estará mais feliz, conduzindo pesquisas e gerando novas idéias. Enquanto isso, o Empreendedor Mercadológico avalia o potencial dessas idéias frente ao mercado dando novos inputs para seu desenvolvimento, além de levá-las efetivamente para fora do laboratório. Essa dupla pode, na verdade, multiplicar o potencial de inovação tecnológica. </p>
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		<title>“Mass Mistake” (Erro em massa)</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/03/03/%e2%80%9cmass-mistake%e2%80%9d-erro-em-massa/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 12:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

		<category>Novos modelos de negócios</category>

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		<description><![CDATA[O mercado brasileiro de mídia movimenta anualmente cerca de R$18 bilhões de reais.  Quase a totalidade do bolo vai para mídias tradicionais, as chamadas mídias de massa (rádios, TV, jornais, outdoors, etc). Sendo que a televisão, sozinha, é responsável por 60% dos investimentos, algo próximo de R$ 11 bilhões/ano. Este mercado tem crescido a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de mídia movimenta anualmente cerca de R$18 bilhões de reais.  Quase a totalidade do bolo vai para mídias tradicionais, as chamadas mídias de massa (rádios, TV, jornais, outdoors, etc). Sendo que a televisão, sozinha, é responsável por 60% dos investimentos, algo próximo de R$ 11 bilhões/ano. Este mercado tem crescido a taxas próximas a 10% ao ano.</p>
<p>Apesar dos números graúdos, o modelo tradicional de mídia está obsoleto, devido a uma mudança no comportamento do consumidor.</p>
<p>Um estudo da Harvard Business Review chegou à conclusão que para cada dólar gasto em mídia de massa nos EUA, o ganho a curto prazo foi de apenas 54 centavos. Outros dados corroboram esta hipótese: um estudo do DeutscheBank demonstrou que apenas 18% das campanhas publicitárias deram retorno positivo em um ano, nos EUA.</p>
<p>Segundo o diretor de Marketing (Chief Marketing Officer) do McDonalds, Larry Light, hoje em dia, “Mass Marketing is a Mass Mistake” (“Marketing em massa é um erro em massa”).</p>
<p>É uma tendência inexorável e está chegando ao Brasil, se é que já não chegou.</p>
<p>Pois bem: retornos declinantes, anunciantes insatisfeitos, mudanças no comportamento do consumidor, novas tecnologias, etc&#8230; O que norteará o novo paradigma do investimento em mídia?</p>
<p>Bem, não vou me alongar no assunto até porque não sou especialista. Mas eu tenho duas hipóteses:<br />
1.	Inovação nos modelos de negócio.<br />
2.	Inovação tecnológica.</p>
<p>O exemplo mais evidente em inovação nos modelos de negócios é o GoogleAds. Pode-se anunciar na internet e só pagar pelo click que o internauta der no anúncio.  Você relaciona seu negócio a algumas palavras-chave e a alguma região e pronto! Seu anúncio estará nas páginas de busca do Google, no Gmail, no Youtube e em inúmeros sites parceiros. E o melhor: o anúncio será acessado prioritariamente pelo seu público alvo, na região que você atua.</p>
<p>Em relação à inovação tecnológica, tudo aquilo que promover a interação do consumidor com a mídia terá espaço nesse novo cenário.  O próprio GoogleAds é um exemplo.  Os advergames (advertising games ou games com publicidade) são outra tendência. Há desde simples advergames em páginas na internet (em flash) até games para consoles promovendo uma marca, como Gran Turismo 4 Toyota Prius para PlayStation2.</p>
<p>A criatividade é o limite para as inovações tecnológicas em mídia.</p>
<p>Vejam o vídeo abaixo. É um advergame feito para o cinema, onde o joystick são os espectadores.</p>
<p><object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y6izXII54Qc&#038;rel=1"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/y6izXII54Qc&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Este vídeo foi feito nos EUA, mas o <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/15022008-23.shl">Plantão INFO</a> noticiou esta semana que a mesma tecnologia está sendo usada num complexo de cinemas em São Paulo, numa ação publicitária da Cultura Inglesa.</p>
<p>Bem, o caminho está aberto para a inovação no mercado de mídia.</p>
<p>* Marcel Neves colaborou com este texto.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google responde: onde está a inovação no Brasil?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/29/google-responde-onde-esta-a-inovacao-no-brasil/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/29/google-responde-onde-esta-a-inovacao-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 12:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Em agosto do ano passado (2007), o Instituto Inovação publicou o estudo &#8220;Onde Está a Inovação no Brasil - 2007&#8220;. Um dos objetivos do estudo era responder a seguinte pergunta: &#8220;Quais as cidades mais propensas a desenvolver um projeto de inovação envolvendo empresas e centros de pesquisa?&#8221;.
Os autores do estudo levaram em consideração alguns fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/capa_estudo_01_c.jpg" alt="capa estudo 01 c - capa estudo 01 c" title="capa estudo 01 c - capa estudo 01 c" /></div>Em agosto do ano passado (2007), o Instituto Inovação publicou o estudo &#8220;<a href="http://www.institutoinovacao.com.br/estudo.php?escolha=51"><strong>Onde Está a Inovação no Brasil - 2007</strong></a>&#8220;. Um dos objetivos do estudo era responder a seguinte pergunta: &#8220;Quais as cidades mais propensas a desenvolver um projeto de inovação envolvendo empresas e centros de pesquisa?&#8221;.</p>
<p>Os autores do estudo levaram em consideração alguns fatores para responder a essa pegunta: número de pesquisadores por município, quantidade de patentes depositada por município, e ainda correlacionaram estes dados com indicadores como população economicamente ativa (P.E.A.), e número de empresas no município.</p>
<p>A resposta foi a seguinte:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) as cidades com maior potencial de “Interação para a Geração de Inovações Tecnológicas” são: <strong>Belo Horizonte</strong>, <strong>Curitiba</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong>, São Carlos, <strong>São Paulo</strong>, <strong>Campinas</strong>, <strong>Porto Alegre </strong>e <strong>Florianópolis</strong>.&#8221;</p>
<p>Imagino que este trabalho deva ter levado dezenas de horas para ser concluído e &#8220;queimado&#8221; alguns neurônios dos autores.</p>
<p>Bem, resolvi testar um aplicativo do Google, chamado <a href="http://www.google.com/trends">Google Trends</a>. Esta ferramenta responde a freqüência em que determinado tópico foi procurado no Google ao longo do tempo, assim como em quais regiões geográficas as pessoas mais procuraram por determinado tópico.</p>
<p>Por exemplo, se eu pesquisar o tópico &#8220;Carnaval&#8221;, o Google me dirá que os picos de busca desta palavra se dão no início de cada ano (veja figura abaixo), e os internautas de Salvador, Recife, Vitória e Rio de Janeiro, respectivamente, são os mais interessados no tema. Mais do que lógico&#8230;<br />
<div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_caranaval.png" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/caranaval.png',580,260,'caranaval - caranaval'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_caranaval.png" alt="caranaval - caranaval" title="caranaval - caranaval" /></a></div></p>
<p>Resolvi <a href="http://www.google.com/trends?q=inova%C3%A7%C3%A3o&amp;date=all&amp;geo=bra&amp;ctab=0&amp;ctab=0&amp;sa=N">pesquisar a palavra &#8220;inovação&#8221;</a> e, em menos de 1 segundo, o Google Trends me disse que a pesquisa por esta palavra é mais frequente nas seguintes cidades respectivamente: <strong>Campinas</strong>, <strong>Florianopólis</strong>, Joinville, Caxias do Sul, <strong>Porto Alegre</strong>, <strong>Curitiba</strong>, Brasília, <strong>Belo Horizonte</strong>, <strong>Rio de Janeiro </strong>e Blumenau.</p>
<p>Bem, à exceção de São Carlos (citada no estudo, mas não no Google), Brasília e Blumenau (citadas no Google, porém não destacadas no estudo), a correspondência foi incrível.</p>
<p>Cabe destacar que no estudo do Instituto Inovação, Caxias do Sul e Joinvile haviam sido destacadas como centros de  “aplicação do conhecimento tecnológico”.</p>
<p>Em que acreditar? No estudo aprofundado do Instituto Inovação, ou na rápida pesquisa do Google Trends? Prefiro acreditar nos dois.
</p>
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		<title>Kiva.org</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/28/kivaorg/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 11:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias somente, eu conheci o website da Kiva. Sinceramente: fiquei impressionada! 

A grosso modo, é o &#8220;orkut da filantropia&#8221;. Dentro dele existem dois tipos de pessoas: os &#8220;emprestadores&#8221; e os &#8220;tomadores de empréstimos&#8221;. Só que aqueles que pegam empréstimo, no Kiva, são empreendedores de países pobres. Pessoas que não teriam acesso a crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias somente, eu conheci o website da <a href="http://www.kiva.org/"><strong>Kiva</strong></a>. Sinceramente: fiquei impressionada! </p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_kiva.org_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/kiva.org_1.jpg',2163,959,'kiva.org 1 - kiva.org 1'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_kiva.org_1.jpg" alt="kiva.org 1 - kiva.org 1" title="kiva.org 1 - kiva.org 1" /></a></div></p>
<p>A grosso modo, é o &#8220;orkut da filantropia&#8221;. Dentro dele existem dois tipos de pessoas: os &#8220;emprestadores&#8221; e os &#8220;tomadores de empréstimos&#8221;. Só que aqueles que pegam empréstimo, no Kiva, são empreendedores de países pobres. Pessoas que não teriam acesso a crédito em instituições financeiras tradicionais, ou que teriam que pagar juros proibitivos, para viabilizar o seu projeto. Esses projetos, normalmente, são bem simples, e não costumam envolver tecnologias, ou produtos de alto valor agregado.  No Kiva, as pessoas emprestam quantias relativamente pequenas (25 dólares, ou 750 dólares, por exemplo) para empreendedores que precisam, por exemplo, comprar uma vaca para vender leite, ou adquirir tinta para tecelagem&#8230; É o microcrédito. </p>
<p>Não vou entrar no mérito dessa modalidade econômica, que tem o apoio do Prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, fundador do Grammen Bank, uma institutição de microcrédito também. O que me fascinou na Kiva foi a capacidade dos seus fundadores, e participantes, de usarem as comunidades virtuais para disseminar o empreendedorismo! Se em meio à onda de reality shows, surgiu o Dragon&#8217;s Den; a veia empreendedora também pulsou nas comunidades virtuais. A adesão é surpreendente! A Kiva permitiu uma espécie de massificação do microcrédito: parece que estamos diante de uma nova maneira de fazer algo que já é mais antigo. </p>
<p>Esse modelo de empréstimo da Kiva tem desafiado a legislação atual, que até então não havia previsto tal &#8220;coisa&#8221;! As pessoas emprestam dinheiro, sem qualquer contrato, e ainda assim 99,6% dos empréstimos são pagos. Normalmente, os que emprestam, quando recebem o seu dinheiro de volta, fazem um novo empréstimo. Algumas pessoas já definem, inclusive, perfis de empreendedores que desejam ajudar: mulheres viúvas na África, por exemplo. A Kiva parece revelar uma tendência humana, para os próximos tempos: a valorização de uma atitude empreendedora, e o envolvimento em questões globais. </p>
<p>Um dos fundadores da Kiva, Matt Flannery, já diz: &#8220;(microfinance) <em>adresses one need, not every need</em>&#8220;. O microcrédito não vai resolver os problemas do mundo. É preciso bem mais do que isso. Mas é louvável a iniciativa inovadora de usar as comunidades virtuais para viabilizar o envolvimento de uma enorme quantidade de pessoas nas questões dos países mais pobres. A Kiva conta com cerca de 123.000 &#8220;emprestadores&#8221;, que juntos já emprestaram mais de 14 milhões de dólares a aproximadamente 18.000 empreendedores de 39 países. Ela conta com apoio de grandes organizações: Google, Yahoo, Microsoft, My Space, Stanford, Kellogg. Bill Clinton também já manifestou o seu apoio. Não estranhe o número de instituições de tecnologia: a Kiva tem um pé no Vale do Silício. </p>
<p>Existem instituições de microcrédito, localizadas nas regiões atendidas pelo Kiva. Elas têm a função de indicar empreendedores para receber empréstimos, e administrar os empréstimos feitos. Além disso, essas instituições criam laços com os empreendedores para tentar transmitir habilidades de negócios, atuando como espécies de mentores. Essas instituições recebem notas, de acordo com a taxa de empréstimos pagos, auditorias e outras avaliações. A Kiva não excluiu atores que já existiam, no processo do microcrédito. Ela aproximou e maximizou o poder de atuação dessa cadeia. </p>
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		<title>Registro de patentes no Brasil</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/26/registro-de-patentes-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 19:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Felipe, Ecovec</dc:creator>
		
		<category>Transferência Tecnológica</category>

		<category>Propriedade Intelectual</category>

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		<description><![CDATA[No dia 21 de fevereiro, a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) divulgou o ranking de registro de patentes. O Brasil até apresentou avanço (4 posições), e foi para a 24ª posição, tendo apresentado 384 registros de patentes internacionais. Mas Francis Gurry, vice-diretor da OMPI, declarou que, diante do tamanho da economia brasileira, poderia ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 21 de fevereiro, a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) divulgou o ranking de registro de patentes. O Brasil até apresentou avanço (4 posições), e foi para a 24ª posição, tendo apresentado 384 registros de patentes internacionais. Mas Francis Gurry, vice-diretor da OMPI, declarou que, diante do tamanho da economia brasileira, poderia ter sido apresentado um número melhor. Mais: disse que os dados revelam que o Brasil ainda é um país voltado à exploração de matérias primas. </p>
<p>Os fatores responsáveis por este resultado são vários, e eu levaria dias comentando cada um deles.  Escolhi apenas um, o sistema de registro de patentes. Como não sou especialista no assunto, apenas vou citar dois exemplos que nós fazem refletir sobre o assunto:</p>
<p>1. O Sistema de registro de patentes no Brasil é lento. Uma patente que está sendo analisada hoje, 26/02, pelos técnicos do INPI, foi requerida ainda em 2005.</p>
<p>Pergunto: uma inovação pode esperar tanto? Vale lembrar que há três anos, em meados de 2005 começaram a circular nas ruas do país os primeiros carros com a tecnologia Flex, e hoje eles representam mais de 90% das vendas. Em 2005 a tecnologia Flex levou o prêmio FINEP de inovação na categoria produto. </p>
<p>2. Só o iPhone, lançado pela Apple, empresa reconhecidamente inovadora, <strong>em janeiro de 2007, já gerou 200 patentes para a empresa</strong>. Nos EUA, o registro de uma patente é rápido, simples assim, rápido.</p>
<p>Citando esses exemplos, podemos concluir que temos muito o que aprender com o USPTO, órgão que exerce a mesma função do INPI nos Estados Unidos. Chega a ser um contrasenso um processo de registro de patentes, para proteger tecnologias, demorar tanto tempo. As tecnologias evoluem muito rápido; são rompidas por novas tecnologias muito rápido. Precisamos de um processo mais ágil. Será que podemos copiar os métodos de trabalho do USPTO?</p>
<p><em>A opinião / posição do autor não reflete necessariamente a opinião / posição do Instituto Inovação, e / ou da Ecovec.</em>
</p>
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		<title>Monte Carlo X Tubo de Ensaio</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 19:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Acompanhando os blogs internacionais que mencionam estratégias de inovação, percebemos que existe uma demanda latente sobre como justificar e embasar os projetos de inovação mais radicais. 
Então, por que a inovação ainda precisa ser justificada? A contra-pergunta é “Não seria melhor pegar o meu orçamento de P&#38;D e fazer apostas em cassinos?”. Essa insegurança se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhando os blogs internacionais que mencionam estratégias de inovação, percebemos que existe uma demanda latente sobre como justificar e embasar os projetos de inovação mais radicais. </p>
<p>Então, por que a inovação ainda precisa ser justificada? A contra-pergunta é “<em>Não seria melhor pegar o meu orçamento de P&amp;D e fazer apostas em cassinos?</em>”. Essa insegurança se dá pelo histórico não tão bom que os investimentos em P&amp;D têm mostrado aos executivos. Ao olhar as entrelinhas, percebe-se que a justificativa demandada na verdade é uma ânsia por resultados.</p>
<p>Por um lado, ainda existe uma grande deficiência em como se deve medir os resultados dos investimentos em inovação (e até mesmo os resultados da inovação propriamente dita). Por outro, será que se usarmos exclusivamente as melhores práticas de gestão da inovação vamos garantir resultados interessante? Não! As boas práticas ajudam, quando já temos algum tipo de estratégia implantada. Uma vez que se trata, também, de estratégia, é importante pensar na inovação como uma prática sustentável, que precisa de investimentos sistemáticos e consistentes antes de atingirmos níveis de sucesso mais relevantes. </p>
<p>Entretanto, o que as boas práticas nos mostram é que a inovação e a sua gestão devem ser bem balizadas com a estratégia do negócio. Além disso, deve-se garantir que, se um projeto começa a divergir muito da estratégia, temos que saber como “falhar” esse projeto de modo rápido e alocar esforços para os próximos projetos.</p>
<p>Empresas que investem em inovação de forma sustentável têm pouca dificuldade de justificar projetos de inovação. Empresas que estão dando seus primeiros passos rumo à inovação sistemática podem recair na questão do que é melhor: cassino ou estratégia de longo prazo?</p>
<p><em>A opinião e/ou posição do autor não reflete, necessariamente, a opinião e/ou posição do Instituto Inovação. </em> </p>
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		<title>Na Caverna do Dragão</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 18:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Lage</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[Um empreendedor com uma idéia inovadora, mas sem nenhum capital. Uma única chance: fazer uma apresentação de 15 minutos para 5 dos mais destacados investidores do país. A meta: conseguir o capital necessário para iniciar o negócio em troca de uma participação na nova empresa. Além dos 5 mega-investidores, a platéia é composta por milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um empreendedor com uma idéia inovadora, mas sem nenhum capital. Uma única chance: fazer uma apresentação de 15 minutos para 5 dos mais destacados investidores do país. A meta: conseguir o capital necessário para iniciar o negócio em troca de uma participação na nova empresa. Além dos 5 mega-investidores, a platéia é composta por milhões de pessoas.  </p>
<p>Este é o cenário de Dragon’s´Den, um dos reality shows de maior sucesso na Grã-Bretanha, transmitido semanalmente pela BBC.<br />
Apesar de ter surgido no Japão em 2001 (o formato do programa pertence a Sony), Dragon’s Den conseguiu maior repercussão na TV inglesa, onde acaba de encerrar sua quinta temporada. </p>
<p>A fórmula não é tão simples quanto aparenta: inicialmente o empreendedor informa a produção do programa a quantia de dinheiro que precisa para iniciar ou acelerar seu negócio. O empreendedor deve conseguir a quantia inteira de um ou mais investidores (os Dragões). O único ponto que se pode negociar é o percentual de participação dos investidores na empresa.  Se o empreendedor não conseguir todo o dinheiro, ele não leva nada.</p>
<p>Após os 15 minutos de apresentação, os Dragões bombardeiam o empreendedor com perguntas sobre prova de conceito, estágio de evolução, fluxo de caixa previsto, concorrência, proteção intelectual, modelo de negócios, mercado potencial, projeção de vendas, parcerias, etc. Uma verdadeira aula de gestão, empreendedorismo  e inovação no horário nobre da televisão.</p>
<p>O inusitado do programa está em mostrar idéias absolutamente novas, muitas delas malucas, sob uma visão de negócios.  Um dos cases que mais repercutiram foi de um imigrante jamaicano, Levi Roots, que apresentou seu “inovador” molho de pimenta (receita da avó) intitulado “Reggae Reggae Sauce”.</p>
<p><object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1jkGw5VIC-c&#038;rel=1"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1jkGw5VIC-c&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>O empreendedor cativou dois dos investidores mais pelo seu carisma que pela inovação do produto e conseguiu o dinheiro para começar sua empresa (50 mil libras, cerca de 170 mil reais, por 40% do negócio). O empreendedor ganhou fama imediata. Além de conseguir comercializar seu molho em diversos supermercados do país, Levi Roots relançou sua banda de Reggae. A banda tem uma agenda de shows cheia pelo Reino Unido e gravou um clip de seu maior sucesso, justamente o jingle do Reggae Reggae Sauce.</p>
<p>Mais de 30 novos negócios foram gerados a partir do reality show. Além deste benefício, o grande mérito de Dragon’s Den talvez seja disseminar o vírus do empreendedorismo num veículo de comunicação de massa.</p>
<p>Quem se interessar em conhecer o programa pode assistir um episódio completo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xu0QifxOGvs">aqui</a>.
</p>
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		<item>
		<title>Inovação das grandes</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/20/inovacao-nas-grandes/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/20/inovacao-nas-grandes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

		<category>Pesquisa e Desenvolvimento</category>

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		<description><![CDATA[Como vêm fazendo nos últimos anos, os pesquisadores da Booz Allen Hamilton’s publicaram recentemente um estudo sobre as mil empresas que mais investem em P&#038;D no mundo. Um dos principais objetivos do estudo é entender como essas empresas distribuem esses recursos e as estratégias de inovação adotadas por elas.
Os autores detectaram dois fatores-chave que devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vêm fazendo nos últimos anos, os pesquisadores da Booz Allen Hamilton’s publicaram recentemente um estudo sobre as mil empresas que mais investem em P&#038;D no mundo. Um dos principais objetivos do estudo é entender como essas empresas distribuem esses recursos e as estratégias de inovação adotadas por elas.</p>
<p>Os autores detectaram dois fatores-chave que devem ser observados. Segundo eles, empresas que querem transformar seus investimentos em P&#038;D em inovações de sucesso devem:</p>
<ul>
<li>Alinhar o modelo de inovação à estratégia da empresa;</li>
<li>Ouvir os consumidores a cada passo do caminho.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar o que relatório foi publicado no final de 2007 e é baseado em dados de 2006.</p>
<p>O estudo completo foi publicado na revista &#8220;<a href="http://www.strategy-business.com/" target=_blank>strategy+business</a>&#8221; e pode ser acessado através <a href="http://www.strategy-business.com/press/article/07407?gko=f1000-1876-26510350" target=_blank>desse link</a>.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovação na agenda política nacional</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/19/inovacao-na-agenda-politica-nacional/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 14:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Experiências Internacionais</category>

		<category>Fomento</category>

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		<description><![CDATA[É praticamente um consenso que o Brasil ainda tem muito a evoluir quando o assunto é inovação. O que nos deixa um pouco mais felizes é o fato de que a Inovação tem ganhado destaque nas discussões políticas e empresariais, e sua importância para o desenvolvimento do país está ficando clara para todos.
Prova disso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/bandeira.jpg" alt="Bandeira brasileira - foto por VanMagenta" title="Bandeira brasileira - foto por VanMagenta" /></div>É praticamente um consenso que o Brasil ainda tem muito a evoluir quando o assunto é inovação. O que nos deixa um pouco mais felizes é o fato de que a Inovação tem ganhado destaque nas discussões políticas e empresariais, e sua importância para o desenvolvimento do país está ficando clara para todos.</p>
<p>Prova disso é o pré-projeto que foi apresentado este mês ao presidente Lula. Esse projeto, que é fruto de ampla pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, sob encomenda da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), faz um diagnóstico do cenário da Inovação no Brasil e o compara com as experiências de algumas potências mundiais, como EUA, França e Japão.</p>
<p>Os autores do estudo citam alguns obstáculos à inovação encontrados no Brasil e propõe algumas formas de superá-los. Dentre os oito problemas levantados podemos destacar a falta de coordenação entre os órgãos governamentais, falta de empreendedores e a pouca aplicação do conhecimento produzido nas universidades.</p>
<p>Dentre as &#8220;saídas&#8221; propostas para melhorar o quadro brasileiro, as mais interessantes são: a elaboração de um projeto de metas junto ao setor privado, exploração das compras governamentais para incentivar a inovação, e o desenvolvimento de estratégias para aproximação entre universidades e empresas.</p>
<p>Vale ressaltar que muito do que foi concluído pelos pesquisadores está em sintonia com a percepção do <a href="http://www.institutoinovacao.com.br">Instituto Inovação</a>. Um exemplo disso é o Portal do Sistema Mineiro de Inovação, projeto que estamos desenvolvendo conjuntamente com o Governo de Minas, e que tem como um dos seus principais objetivos a aproximação entre Universidades, Empresas e Governantes.</p>
<p>Os relatórios dos pesquisadores da USP estão disponíveis através do <a href="http://www.observatoriodainovacao.com.br/mobit/" target=_blank>site da MOBIT</a> (Mobilização Brasileira pela Inovação Tecnológica).</p>
<p>Fonte: <a href="http://txt.estado.com.br/editorias/2008/02/18/eco-1.93.4.20080218.15.1.xml" target=_blank>Estadão</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovar é preciso, liderar é necessário, compartilhar é essencial</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/01/inovar-e-preciso-liderar-e-necessario-compartilhar-e-essencial/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 12:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/01/inovar-e-preciso-liderar-e-necessario-compartilhar-e-essencial/</guid>
		<description><![CDATA[Um recente artigo publicado pela McKinsey, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, intitulado &#8220;Leadership and Innovation&#8221; (Liderança e Inovação) reforça o fato de que a inovação deixou de ser uma palavra da moda e passou a ser uma exigência, trazendo crescimento, performance e valor às empresas.
O que os estudos realizados por eles mostram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/rede_2.jpg" alt="Construindo a Rede -   por JC**" title="Construindo a Rede -   por JC**" /></div>Um recente artigo publicado pela McKinsey, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, intitulado &#8220;<a href="http://www.mckinseyquarterly.com/article_abstract.aspx?ar=2089&#038;l2=21&#038;l3=35&#038;srid=253&#038;gp=1">Leadership and Innovation</a>&#8221; (Liderança e Inovação) reforça o fato de que a inovação deixou de ser uma palavra da moda e passou a ser uma exigência, trazendo crescimento, performance e valor às empresas.</p>
<p>O que os estudos realizados por eles mostram também é que apesar de a maioria das organizações já terem despertado para tal fato, pouquíssimos executivos se sentem satisfeitos com sua capacidade de gerar inovação. O interessante é que esse é justamente um dos pontos que os autores do artigo tentam chamar a atenção: a importância que os líderes têm quando o assunto é inovação.</p>
<p>Entre as dicas a serem seguidas pelos executivos que desejam alavancar a inovação poderíamos citar:
<ul>
<li>Inserção da inovação na pauta das reuniões dos gerentes, torná-la uma prioridade estratégica;</li>
<li>Criação de uma &#8220;cultura da inovação&#8221;, onde as pessoas sentem suas idéias valorizadas e buscam inovar a todo o momento;</li>
<li>Definição de métricas de performance específicas para a inovação;</li>
<li>Estabelecimento de condições que permitam o surgimento de redes dinâmicas de inovação;</li>
</ul>
<p>Esse último ponto nos leva a outra questão interessante levantada pelos autores do artigo. A existência de redes, onde as pessoas se conectam umas às outras e compartilham idéias, tem se mostrado como fator chave para a existência de contínuos processos de inovação. Os consultores da McKinsey sugerem que os gerentes além de estarem abertos a correr riscos e a novas idéias, devem também desenvolver competências relacionadas ao planejamento, implementação e gestão de <strong>redes de inovação</strong>.</p>
<p>Como novas idéias tendem a gerar mais novas idéias, a existência dessas redes potencializa, e muito, os ciclos de inovação. Especialmente quando se consegue aglutinar pessoas com diferentes formações e de diferentes setores da organização. Como a eficiência em gerar inovações está diretamente ligada com o quanto a rede é descentralizada, cabe aos gestores ao invés de funcionarem como gargalos confiar em seus colaboradores e deixar &#8220;as idéias fluírem&#8221;.</p>
<p>E você, já está preparado para atuar como Gerente de uma organização <strong>verdadeiramente inovadora</strong>? Está apto a gerenciar redes, aceitar colaborações de <strong>todos</strong> e a abrir mão de ser o centro por onde todas as idéias são obrigadas a passar?</p>
<p>Via: <a href="http://www.mckinseyquarterly.com/">The McKinsey Quarterly</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovação é a única saída para a Indústria Fonográfica?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/01/18/inovacao-e-a-unica-saida-para-a-industria-fonografica/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/01/18/inovacao-e-a-unica-saida-para-a-industria-fonografica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 20:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Brant</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[
Não é de hoje que as grandes gravadoras vêm perdendo receitas com as vendas de CDs. Algumas pessoas, inclusive, afirmam que a indústria fonográfica como conhecíamos morreu. A facilidade de se baixar músicas legalmente, a abundância de CDs piratas nas ruas e o fortalecimento das redes peer-to-peer são algumas das justificativas para essa vertiginosa queda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/dinussauro__by_mucusasteriscoplug_2_1.jpg" alt="Dinossauros? - Leonard Visits Dinosaur Land. By: mucus*plug" title="Dinossauros? - Leonard Visits Dinosaur Land. By: mucus*plug" /></div>
<p>Não é de hoje que as grandes gravadoras vêm perdendo receitas com as vendas de CDs. Algumas pessoas, inclusive, afirmam que a indústria fonográfica como conhecíamos <a href="http://www.meiobit.com/anuncios/grande_ind_stria_fonogr_fica_morreu">morreu</a>. A facilidade de se baixar músicas legalmente, a abundância de CDs piratas nas ruas e o fortalecimento das redes <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer">peer-to-peer</a> são algumas das justificativas para essa <a href="http://www.baboo.com.br/absolutenm/templates/content.asp?articleid=31024&amp;zoneid=221&amp;resumo=">vertiginosa queda</a> de vendas.</p>
<p>Hoje me deparei com uma notícia que diz que a EMI, uma das maiores empresas do ramo, vai demitir mais de 1/3 de seus funcionários. Se isso não é uma crise, não sei mais o que pode ser. Que eles têm feito de (quase) tudo para continuarem definindo as regras do jogo é algo que não podemos negar. Um exemplo claro disso foi a atitude da Sony de instalar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rootkit">rootkits</a> em CDs. Esses rootkits bloqueavam a cópia do CD, e se instalavam de forma eticamente duvidosa nos computadores dos seus próprios <b>clientes.</b>Outro exemplo gritante dessa luta foi adoção permanente de sistemas de Gestão de Direitos Digitais (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DRM">DRM</a>, na sigla em inglês), que limitam a quantidade de computadores em que um CD pode ser ouvido.</p>
<p>Com isso, fica claro que a indústria não está parada. Ela vem apresentando inovações tecnológicas a todo o momento. Muitos acreditam que essas empresas são como velhos dinossauros lutando contra as novas tecnologias (e todos tentariam resistir a novas tecnologias) simplesmente pelo fato de não as compreenderem. Eu tenho minhas dúvidas em relação a essa teoria. Não consigo ver os maiores conglomerados de mídia do mundo como empresas míopes, que não conseguem compreender as transformações culturais que estão ocorrendo em seu ambiente. Minha impressão é que eles entendem muito bem o que está ocorrendo e que o avanço das redes de compartilhamento é algo irreversível. Mas, enquanto puderem evitar que tais fenômenos avancem até as massas, o farão. Um exemplo disso é a <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2005/12/16/idgnoticia.2006-03-12.7632258743/">série de processos</a> que a RIAA (Associação das Gravadoras Americanas) moveu contra usuários dessas redes de compartilhamento.</p>
<p>A questão é que tratar seus próprios clientes como criminosos não se mostrou como uma estratégia muito feliz. As pessoas estão dispostas, sim, a respeitar a lei e pagar pelo que consomem. Um exemplo disso é o estrondoso sucesso que a iTunes,loja virtual de mídia da Apple, vem fazendo desde seu lançamento em 2003. Com isso as gravadoras caíram numa armadilha: ou vendiam suas músicas na loja da Apple, com uma margem de lucro baixíssima (a Apple fica com a maior parte dos lucros); ou indiretamente incentivavam seus clientes a fazerem downloads ilegais. </p>
<p>Conclusão: nos últimos meses, as principais gravadoras começaram a vender músicas sem proteção contra cópias, como seus consumidores querem, na maior ‘livraria’ do mundo (a Amazon.com). Primeiro foi a EMI, em seguida a Warner e <a href="http://www.meiobit.com/sony-ir-vender-mp3-na-amazon-drm-ferido-de-morte">agora a Sony</a>. O que nos leva a perguntar: eles fizeram isso porque querem atender as necessidades do consumidor (e finalmente começaram a ouvi-los), ou porque a iTunes do visionários Steve Jobs estava ficando muito forte, e se tornando uma ameaça? Eu aposto na segunda alternativa.</p>
<p>A questão que ficou clara é que não basta inovar (tendo as melhores proteções contra cópia do mundo, por exemplo). É preciso aceitar a realidade que seu público está inserido. Modelos de negócio inovadores (como a iTunes Music Store) vão sempre abalar as estruturas estabelecidas, e quem ficar parado no tempo vai ver a concorrência pular na frente.</p>
<p>Será que as grandes gravadoras continuarão a perder seu poder, <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=701136&amp;tit=Sem-gravadora-Radiohead-anuncia-venda-de-proximo-disco-pela-internet">seus artistas</a>, e seus lucros?</p>
<p>Será que estamos assistindo ao fim de uma era onde o sonho de todo artista é ser contratado pelos grandes estúdios? Eu tenho meus palpites, mas isso já é assunto para outro post&#8230;
</p>
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		<title>Transferência tecnológica para diminuir o aquecimento global</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/12/19/transferencia-tecnologica-para-diminuir-o-aquecimento-global/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 19:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Na reunião sobre mudanças climáticas das Nações Unidas (ONU) em Bali, poucos temas parecem ter dominado a pauta. E um deles foi a questão da transferência de tecnologia limpa entre países, para possibilitar que resultados realmente relevantes sejam obtidos, na redução de emissão de dióxido de carbono.
Diante disso, os participantes da reunião de Bali decidiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na reunião sobre mudanças climáticas das Nações Unidas (ONU) em Bali, poucos temas parecem ter dominado a pauta. E um deles foi a questão da transferência de tecnologia limpa entre países, para possibilitar que resultados realmente relevantes sejam obtidos, na redução de emissão de dióxido de carbono.</p>
<p>Diante disso, os participantes da reunião de Bali decidiram criar um grupo de especialistas em transferência tecnológica para aconselhar os países em desenvolvimento. Paralelamente, os países devem refletir e debater formas de eliminar barreiras e dar incetivos (quem sabe financeiros) para possibilitar essa transferência de tecnologias limpas.</p>
<p>Ao meu ver, a transferência tecnológica é central no combate ao aquecimento global. Pouco adianta colocar metas de redução de emissão de gases poluentes, se não houver uma tecnologia que de fato supra as necessidades energéticas dos países, sem agravar o aquecimento global. Acredito que os países estão cientes e sensibilizados para a questão do aquecimento global. O que é preciso agora são instrumentos tecnológicos (entre outros instrumentos: por exemplo, os legais&#8230;) que faça-os passar do discurso para ação. Daí a importância da transferência tecnológica, ou do investimento em pesquisas que produzam resultados satisfatórios, nos países, ou áreas geopolíticas.  Acredito que uma parte da solução do problema do aquecimento global esteja no financiamento de pesquisas de energias limpas; e no desatar deste nó entre propriedade intelectual e a necessidade de difusão de tecnologias (a um custo acessível para países em desenvolvimento).</p>
<p>Entendo que os interesses político-comerciais têm sim um peso grande nessas tomadas de decisões. Mas em um momento onde organismos com grande credibilidade se propõe a debater o tema, essas barreiras políticas talvez possam ser diminuídas.</p>
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		<title>Innovation Awards</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/12/18/innovation-awards/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 17:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Knoedt</dc:creator>
		
		<category>Experiências Internacionais</category>

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		<description><![CDATA[O The Economist organiza anualmente o Innovation Awards para premiar os melhores inovadores em oito categorias: ciências biológicas, computação e comunicação, energia e meio ambiente, inovação econômica e social, inovação em modelo de negócio, bens de consumo, uso corporativo da inovação e uma categoria flexível sem restrições.
Premiados no dia 18 de outubro em Londres, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.economist.com">The Economist</a> organiza anualmente o <a href="http://www.economist.com/printedition/displaystory.cfm?story_id=10202652">Innovation Awards</a> para premiar os melhores inovadores em oito categorias: ciências biológicas, computação e comunicação, energia e meio ambiente, inovação econômica e social, inovação em modelo de negócio, bens de consumo, uso corporativo da inovação e uma categoria flexível sem restrições.</p>
<p>Premiados no dia 18 de outubro em Londres, os vencedores do Innovation Awards deste ano foram:</p>
<p>- <strong>Ciências Biológicas</strong>: Hermes Chan (MedMira) e Abdullah Kirumira (BioMedica Diagnostics) pelo desenvolvimento de um <a href="http://www.medmira.com/">teste</a> que diagnostica em 3 minutos se o paciente é portador do HIV. Atualmente, um terço das pessoas que fazem testes de Aids não pegam os resultados. Agora, eles estão desenvolvendo testes para outras doenças.</p>
<p>- <strong>Computação e Comunicação</strong>: Mike Lazaridis, fundador do <a href="http://www.rim.net/">Research in Motion</a>, pela concepção do <a href="http://www.blackberry.com/">BlackBerry</a>. O dispositivo criado na sua garagem em 1999 é utilizado por onze milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>- <strong>Energia e Meio Ambiente</strong>: George Craford (Philips) e Roland Haitz (HP) pelo desenvolvimento de LEDs (<em>light-emitting diodes</em>) para uso em novas áreas. Os LEDs são muito mais eficientes que lâmpadas convencionais e podem ser utilizados em iluminação de tráfego e doméstica.</p>
<p>- <strong>Inovação Econômica e Social</strong>: Mo Ibrahim, fundador da <a href="http://www.celtel.com/en/index.html">CelTel</a>, pela promoção de telefones celulares na África. Além de impulsionar a atividade econômica, Ibrahim provou que é possível construir uma empresa multibilionária que não esteja relacionada a petróleo ou mineração na África.</p>
<p>- <strong>Inovação em Modelo de Negócio</strong>: N. R. Narayana Murthy, co-fundador da <a href="http://www.infosys.com/">InfoSys</a>, pioneiro na indústria indiana de serviços de TI. A idéia de prover serviços de TI da Índia para o resto do mundo abriu caminho para um mercado de 40 bilhões de dólares.</p>
<p>- <strong>Bens de Consumo</strong>: Shigeru Miyamoto (<a href="http://www.nintendo.com/">Nintendo</a>) pelo seu papel decisivo na indústria de <em>video games</em>. Desde a criação de Donkey Kong, ao sucesso de Mario e Zelda e o sucesso do Nintendo DS e do Wii, ambos consoles com sensores de movimento, Miyamoto criou e redefiniu uma nova indústria.</p>
<p>- <strong>Sem Restrições</strong>: Stuart Parkin, Peter Grünberg e Albert Fert pela descoberta e desenvolvimento do Efeito GMR (<em>giant-magnetoresistive effect</em>). Aumentando a sensibilidade dos sensores usados na leitura de discos magnéticos, o Efeito GMR aumentou a capacidade de armazenamento de discos rígidos, diminuindo custos e tornando possível o primeiro iPod.</p>
<p>- <strong>Uso Corporativo da Inovação</strong>: Procter &amp; Gamble pelo seu pioneirismo no uso do <em>open innovation model</em> (modelo de inovação aberta) no seu programa “<a href="https://secure3.verticali.net/pg-connection-portal/ctx/noauth/PortalHome.do">Connect + Develop</a>” para encontrar idéias de novos produtos fora da empresa.</p>
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		</item>
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		<title>200 livros em 300 gramas</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/12/10/200-livros-em-300-gramas/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 20:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Knoedt</dc:creator>
		
		<category>Produtos, serviços ou processos inovadores</category>

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		<description><![CDATA[Livros eletrônicos já existem há bastante tempo, mas nunca foram muito difundidos, principalmente porque eles só podiam ser lidos em um PC. Com a chegada de tecnologias portáteis e sem-fio, os e-books têm uma nova chance. Aproveitando a onda, a Amazon, maior loja virtual de livros do mundo, lançou, em novembro, o Kindle: um dispositivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livros eletrônicos já existem há bastante tempo, mas nunca foram muito difundidos, principalmente porque eles só podiam ser lidos em um PC. Com a chegada de tecnologias portáteis e sem-fio, os <em>e-books</em> têm uma nova chance. Aproveitando a onda, a <a href="http://www.amazon.com">Amazon</a>, maior loja virtual de livros do mundo, lançou, em novembro, o <a href="http://www.amazon.com/kindle">Kindle</a>: um dispositivo portátil destinado à leitura de livros. O Kindle pesa apenas 292 gramas e armazena cerca de 200 livros.<br />
<img src="http://www.techcrunch.com/wp-content/kindle-vs-book.png" alt="Kindle X Livro"></p>
<p>Jeff Bezos, CEO da Amazon, no evento de lançamento do Kindle, disse: “O livro é tão evoluído e adaptado para as suas funções que é difícil substituí-lo. O atributo principal de um livro é a sua capacidade de desaparecer quando você o lê. Todos nós leitores conhecemos aquele estado em que não pensamos na cola, no papel, tudo aquilo desaparece. Resta apenas o mundo do autor, e nós mergulhamos nele”.</p>
<p>A Amazon tomou este atributo como característica fundamental para conquistar o público, e eles conseguiram. No site do Kindle, alguns autores americanos elogiam a usabilidade e as funcionalidades existentes no novo aparelho. Erick Schonfeld, blogueiro do <a href="http://www.techcrunch.com">Techcrunch</a>, concorda com os escritores, mas critica a ausência de funcionalidades óbvias, como o compartilhamento e empréstimo de livros, e de uma rede social em que os leitores possam escrever suas resenhas e fazer sugestões das melhores obras.</p>
<p>Entretanto, o que mais impressiona no Kindle é a facilidade de acesso aos livros. Através de uma rede própria, chamada Whispernet, a Amazon vende livros, revistas, jornais e conteúdos de blogs que podem ser baixados em um minuto. Por enquanto, são cerca de 90.000 livros e os best sellers custam US$ 9,99. Com os custos de edição reduzidos, fica mais fácil publicar um livro e autores desconhecidos podem ter a sua vez.</p>
<p>No Japão, cinco, dos dez livros mais vendidos, são escritos para celulares. Segundo o <a href="http://www.smh.com.au/news/mobiles--handhelds/in-japan-cellular-storytelling-is-all-the-rage/2007/12/03/1196530522543.html">Sydney Morning Herald</a>, os <em>keitai shousetsu</em> (romances para telefones celulares) “são um fenômeno de publicação, dando chance para pequenas editoras e autores desconhecidos fazerem pequenas fortunas”. De volta ao ocidente, o Google Book Search promete disponibilizar 32 milhões de livros online até 2014, de acordo com a <a href="http://www.weeklystandard.com/content/public/articles/000/000/014/431afruv.asp">The Weekly Standard</a>. Kevin Kelly escreveu no seu <a href="http://www.nytimes.com/2006/05/14/magazine/14publishing.html?_r=1&amp;oref=slogin">artigo</a> para a New York Times Magazine que o objetivo do Google é tornar “todas as obras da humanidade, desde o início da história registrada, em todas as línguas, disponível para todo o mundo, o tempo todo”.</p>
<p>Um estudo da <a href="http://www.nea.org/index.html">National Education Association</a>, realizado em 2004, apontou que apenas 57% dos adultos americanos lêem um livro – qualquer livro – por ano. No Brasil, o problema começa com o baixo número de alfabetizados. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do <a href="http://www.ibge.gov.br/home/">IBGE</a>, mostrou que 2,4 milhões de brasileiros acima de 10 anos são analfabetos. Frente a estes números, tentativas como estas de facilitar o acesso à leitura, aliadas a projetos de inclusão digital, são ótimas alternativas para difundir o conhecimento.  </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nosso software da inovação é ruim</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/10/08/nosso-software-da-inovacao-e-ruim/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 13:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Li numa sentada o excelente artigo de &#8220;Por que o Brasil é ruim de inovação?&#8221;, de Clemente Nóbrega (autor de &#8220;Em busca da empresa quântica&#8221;), publicado na edição de outubro de Época Negócios.
É ótimo quando lemos pontos de vista diferentes do lugar comum. Para Nóbrega, não se explica a nossa lanterninha nos rankings de inovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li numa sentada o excelente artigo de &#8220;<a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79418-8374-8-1,00.html">Por que o Brasil é ruim de inovação</a>?&#8221;, de <a href="http://www.clementenobrega.com.br">Clemente Nóbrega</a> (autor de &#8220;Em busca da empresa quântica&#8221;), publicado na edição de outubro de Época Negócios.</p>
<p>É ótimo quando lemos pontos de vista diferentes do lugar comum. Para Nóbrega, não se explica a nossa lanterninha nos rankings de inovação pela falta de investimentos em tecnologia e má-vontade política e infra-estrutura ruins de sempre. Para ele, essa é a parte &#8220;hardware&#8221; do problema.</p>
<p>O grande xis da questão, pelo artigo, está no &#8220;software&#8221;, que ele chama da tecnologia social. É a forma com que as pessoas se relacionam, e principalmente, cooperam umas com as outras. Essa cooperação está calcada na confiança das pessoas umas nas outras (e que tem a ver, sim, com um sistema judiciário que funciona e com leis que, de fato, valem para todos). A cultura do famoso jeitinho, da pequena corrupção (e das grandes também) e do cada um por si, fazem com que um círculo virtuoso de crescimento nunca aconteça por aqui.</p>
<p>Vale a leitura! .</p>
<li><a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79418-8374-8-1,00.html">Leia a versão online aqui</a>.</li>
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		</item>
		<item>
		<title>O bom exemplo gaúcho da pequena Campo Bom</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/10/03/o-bom-exemplo-gaucho-da-pequena-campo-bom/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 12:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

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		<description><![CDATA[Não é à toa que o estudo &#8220;Onde Está a Inovação no Brasil&#8221; destaca o interior do Rio Grande do Sul como celeiro de inovações tecnológicas.
O município gaúcho de Cambo Bom, com 58 mil habitantes, organiza entre os dias 1 e 5 de outubro a &#8216;Semana Municipal de Ciência e Tecnologia&#8217;, onde são esperadas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é à toa que o estudo &#8220;Onde Está a Inovação no Brasil&#8221; destaca o interior do Rio Grande do Sul como celeiro de inovações tecnológicas.</p>
<p>O município gaúcho de Cambo Bom, com 58 mil habitantes, organiza entre os dias 1 e 5 de outubro a &#8216;Semana Municipal de Ciência e Tecnologia&#8217;, onde são esperadas mais de 3 mil pessoas. O evento é determinado por lei municipal. E a cidade é a única do estado, além da capital, que tem lei específica de CT&#038;I.</p>
<p>O evento é organizado em parceria entre a Prefeitura Municipal e a Associação de Desenvolvimento Tecnológico do Vale (Valetec), que administra também um parque tecnológico com capacidade para 100 empresas de base tecnológicas, oriundas de universidades e centros de pesquisa da região. </p>
<p>Um bom exemplo que vem do Vale dos Sinos.</p>
<p>A programação pode ser conferida no endereço:<br />
<a href="http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/1223.html">http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/1223.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que o Brasil não inova? E COMO Inovar?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/09/19/por-que-o-brasil-nao-inova-e-como-inovar/</link>
		<comments>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/09/19/por-que-o-brasil-nao-inova-e-como-inovar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 14:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Outra</category>

		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, tive a oportunidade de ministrar uma palestra para nos alunos da pós-graduação da escola de negócios da UFMG, falando sobre o trabalho do Instituto Inovação e sobre o contexto da inovação tecnológica no Brasil.
Ao final, no tradicional espaço para perguntas, o prof. Francisco Vidal fez a pergunta: &#8220;Por que o Brasil não inova?&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, tive a oportunidade de ministrar uma palestra para nos alunos da pós-graduação da escola de negócios da UFMG, falando sobre o trabalho do Instituto Inovação e sobre o contexto da inovação tecnológica no Brasil.</p>
<p>Ao final, no tradicional espaço para perguntas, o prof. Francisco Vidal fez a pergunta: &#8220;Por que o Brasil não inova?&#8221;. E completou: &#8220;Como inovar?&#8221;.</p>
<p>É claro que essa pergunta é muito mais complexa do que o que qualquer simples resposta pode dizer. É muito fácil responder dizendo que é uma questão cultural. O conceito de cultura é amplo o suficiente para justificar quase qualquer coisa.</p>
<p>Mas tentei responder, delineando como os agentes da inovação tecnológica no Brasil estão posicionados.</p>
<p><strong>Academia</strong></p>
<ul>
<li>Desconhecimento das leis e caminhos da propriedade intelectual.</li>
<li>Incentivo a publicação, em detrimento do patenteamento e proteção do conhecimento</li>
<li>Carência de perfis com comportamento empreendedor</li>
<li>Ausência ou estágio muito inicial de agências e escritórios de transferência de tecnologia (embora o fato de elas começarem a existir seja excelente e louvável)</li>
</ul>
<p><strong>Mercado Empresarial</strong></p>
<ul>
<li>Baixo nível de investimento em pesquisa e desenvolvimento.</li>
<li>Tradição de importação ao invés de P&#038;D próprios, o que leva a uma tendência de cópia do que existe lá fora e não de inovação</li>
<li>Ausência de instrumentos e ferramentas de gestão inovação</li>
<li>Foco excessivo no curto-prazo, dificultando investimentos em pesquisas mais longas (as que geram inovações mais disruptivas)</li>
<li>As multinacionais, que têm P&#038;D e deveriam/poderiam ser exceções, confirmam a regra, já que não há autonomia para investimentos em pesquisa foram das matrizes estrangeiras</li>
</ul>
<p><strong>Governo</strong></p>
<ul>
<li>Educação básica de baixa qualidade</li>
<li>Estrutura de propriedade intelectual (INPI) ineficiente</li>
<li>Distribuição dos recursos de investimento à pesquisa sem critérios relacionados ao desenvolvimento de inovações tecnológicas (temos visto grandes avanços nesse sentido nos últimos anos)</li>
<li>Carência de legislação específica sobre inovação (Esse ponto também passou por avanços estrondosos com as Leis de Inovação e do Bem, que agora, precisam ser efetivamente aplicadas e terem sua atuação expandida por versões nas esferas estadual e municipal)</li>
<p>Para responder como inovar, é só fazer o inverso. Observar esses pontos principais e desenvolver propostas para atacar cada um desses problemas. Por exemplo, com o Embate, que é o seminário focado em pesquisadores, que desperta o comportamento empreendedor aqui do Inovação. Ou com o PDI, que busca estruturar processos de análise e avaliação de novas tecnologias pelas universidades. Ou modificando e criando políticas públicas, de incentivo à inovação, como o SIMI - Sistema Mineiro de Inovação, do Governo de Minas. </p>
<p>E assim, vamos construindo caminhos e &#8220;comos&#8221; para que a inovação ocorra, de fato. Nós aqui do Inovação, acreditamos nesses caminhos e que eles ajudam não só universidades e empresas, mas o país, trazendo desenvolvimento para toda a nossa sociedade.
</p>
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		<title>Onde está a inovação no Brasil?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2007/08/31/onde-esta-a-inovacao-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 20:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Pereira</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

		<category>Open innovation</category>

		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[

Decidimos aproveitar o nosso novo estudo – Onde está a inovação no Brasil? (PDF) - para criarmos em definitivo um espaço para troca de informações, opiniões, teorias e, porque não, até mesmo crenças sobre a Inovação. 
Como ressaltamos nas conclusões do estudo, as análises que fizemos não têm a pretensão de esgotar a discussão sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_capa_estudo_1_2.PNG" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/capa_estudo_1_2.PNG',242,329,'capa estudo 1 2 - capa estudo 1 2'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_capa_estudo_1_2.PNG" alt="capa estudo 1 2 - capa estudo 1 2" title="capa estudo 1 2 - capa estudo 1 2" /></a></div>
</p>
<p>Decidimos aproveitar o nosso novo estudo – <strong><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/downloads/Onde_esta_a_inovacao_no_Brasil-2007.pdf">Onde está a inovação no Brasil? (PDF)</a></strong> - para criarmos em definitivo um espaço para troca de informações, opiniões, teorias e, porque não, até mesmo crenças sobre a Inovação. </p>
<p>Como ressaltamos nas conclusões do estudo, as análises que fizemos não têm a pretensão de esgotar a discussão sobre quais são as cidades mais inovadoras e sobre as mudanças no ambiente brasileiro que podem trazer avanços nesta área. E é exatamente aqui que começamos a extensão destas discussões. Convidamos você a explorar conosco as características de sua região, as demandas e expectativas que existem em relação à inovação no Brasil e demais comentários sobre o tema.</p>
<p>As perguntas orientadoras já foram lançadas no próprio estudo:</p>
<p>•	Como a estrutura de ciência e tecnologia das regiões está impactando o desenvolvimento local e nacional?</p>
<p>•	Como a estrutura de apoio está organizada de forma a potencializar as inovações geradas ou como utilizá-las de forma a incentivar as inovações?</p>
<p>•	Como estabelecer políticas públicas adequadas a cada “grupo de cidades” na perspectiva deste estudo? (Por exemplo: é possível fortalecer os centros de pesquisa de Caxias do Sul (RS), enquanto incentivar o entorno Industrial de Viçosa (MG)?)</p>
<p>•	Quando reconhecido que uma região, cidade, ou empresa não é inovadora, quais referências é preciso ter em mente?</p>
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		<title>O que você vai ser daqui a 10 anos?</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2006/09/12/o-que-voce-vai-ser-daqui-a-10-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2006 18:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Inovação Empresarial</category>

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		<description><![CDATA[O que você vai ser daqui a 10 anos? É bastante difícil responder a essa pergunta, mas ela é crucial para ajudá-lo a direcionar o caminho para chegar lá. Qualquer consultor de carreiras sabe que o estabelecimento de metas de longo prazo é importante para planejar bem o que fazer com a carreira no presente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você vai ser daqui a 10 anos? É bastante difícil responder a essa pergunta, mas ela é crucial para ajudá-lo a direcionar o caminho para chegar lá. Qualquer consultor de carreiras sabe que o estabelecimento de metas de longo prazo é importante para planejar bem o que fazer com a carreira no presente. Esse planejamento ajuda a saber que cursos preparatórios fazer, que tipo de experiência profissional priorizar, e principalmente o que não deve ser feito.</p>
<p>O mesmo vale para as organizações. Empresas, agências de fomento e instituições de pesquisa precisam estabelecer uma <strong>visão de futuro</strong>. Muitos empresários não dão o devido valor a uma boa visão de futuro, desprezando o que consideram algo &#8220;longíncuo e efêmero&#8221;. Mas é justamente nas ações do presente, do &#8220;aqui e agora&#8221; é que a visão de longo prazo faz mais falta. Decisões estratégicas importantes podem distanciar - ou aproximar - a empresa dos seus objetivos estratégicos futuros, deixando-a sem rumo.</p>
<p>Essa foi a principal lição que levamos do ADI Cinco, programa de apoio e capacitação para a inovação de um grupo de empresas do pólo industrial de Contagem-MG. Durante o processo de aplicação da metodologia, percebemos que faltava às empresas noção clara de visão de futuro e isso dificultava a inovação. Fizemos então atividades direcionadas à construção dessa visão de futuro, com resultados excelentes.</p>
<p>Aprovietando-nos desses resultados, publicamos aqui no site o artigo <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/estudo.php?escolha=39"> A Visão de Futuro no dia-a-dia das Empresas</a>, escrito por Euler Santos, um dos gerentes do projeto ADI-Cinco.</p>
<p>Qual a sua opinião sobre esse assunto? Deixe-a registrada nos comentários!</p>
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		<title>Nova marca, novo site!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2006/06/22/nova-marca-novo-site/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 15:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Matos</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

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		<description><![CDATA[É com enorme prazer que apresentamos no mês de junho nossa nova marca e identidade visual.

A nova logo buscou dar uma cara mais dinâmica para a marca, trazendo conceitos como aceleração, crescimento, agilidade, e evolução. A ponte entre ciência e mercado, que sempre marcou nossa filosofia de trabalho agora está graficamente representada em nossa marca.
Acompanhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com enorme prazer que apresentamos no mês de junho nossa nova marca e identidade visual.</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/logo_nova.jpg" alt="logo nova - logo nova" title="logo nova - logo nova" /></div></p>
<p>A nova logo buscou dar uma cara mais dinâmica para a marca, trazendo conceitos como aceleração, crescimento, agilidade, e evolução. A ponte entre ciência e mercado, que sempre marcou nossa filosofia de trabalho agora está graficamente representada em nossa marca.</p>
<p>Acompanhado da nova marca, apresentamos um novo site, mais bonito, inteligente e com mais conteúdo. Priorizamos as informações sobre nossos produtos e serviços e como nós os oferecemos para cada tipo de público-alvo. Os estudos e artigos que produzimos também ficaram mais fáceis de achar.</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/novosite.jpg" alt="novosite - novosite" title="novosite - novosite" /></div></p>
<p>Ficou mais fácil acompanhar nossas novidades, com o uso da tecnologia <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/central_rss.php">RSS</a>. Cadastrando o nosso <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/rss.xml">endereço RSS</a> em um software ou site agregador de conteúdos (<em>feeds</em>), você acompanha a publicação de notícias, estudos e artigos do nosso site diariamente. A maioria dos sites de notícias no Brasil e no mundo já usa essa tecnologia. Uma boa dica é cadastrar os endereços RSS dos sites de seu interesse em seu leitor e acompanhar todas as notícias ao mesmo tempo e em uma só tela.</p>
<p>Não poderíamos deixar de falar também deste espaço, o blog! Esperamos com ele gerar um canal de comunicação direta com colaboradores, clientes e interessados no tema da inovação no Brasil. Pretendemos nesse espaço comentar assuntos como inovação empresarial, transferência de tecnologia, legislação, experiências nacionais e internacionais, dentre outros. Fique à vontade para usar o espaço dos comentários e deixar a sua opinião!</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_logo_final_c.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/logo_final_c.jpg',233,88,'II - Inovação'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_logo_final_c.jpg" alt="II - Inovação" title="II - Inovação" /></a></p>
<p>- <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS">Mais informações sobre RSS e download de programa leitor</a></p>
<p>- <a href="http://www.studium.ppg.br">Site da Studium, nossa agência parceira no desenvolvimento de nosso novo site e identidade.</a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Olá!</title>
		<link>http://blog.institutoinovacao.com.br/2006/03/21/ola/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2006 19:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Institucional</category>

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		<description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Blog do Instituto Inovação. Mais uma inovação para o entretenimento de todos que colaboram conosco.! 
Nosso muito obrigado.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja bem-vindo ao Blog do Instituto Inovação. Mais uma inovação para o entretenimento de todos que colaboram conosco.! </p>
<p>Nosso muito obrigado.<br />
<a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_logo_final_c.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/logo_final_c.jpg',233,88,'II - Inovação'); return false;"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.thumb_logo_final_c.jpg" alt="II - Inovação" title="II - Inovação" /></a>
</p>
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