Publicações arquivadas sob Institucional

Falaii

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No próximo mês será inaugurado na unidade de Campinas do Instituto Inovação o evento Falaii, um fórum informal de discussão de inovação. O evento será mensal e compreenderá palestras sobre diversos temas relacionados à inovação (Gestão da Inovação, Estratégia, Cultura, Processos, Inovação Aberta, Sustentabilidade entre outros), seguidas de bate-papo com direito a lanche com os participantes.

Para participar basta:

  • Preencher a ficha de inscrição que estará disponível no site cerca de 15 dias antes de cada evento;

  • Contribuir com uma doação no dia;

    • As doações serão destinadas ao Lar da Criança Feliz, um abrigo para crianças de 0 a 14 anos aqui em Campinas. O Lar da Criança Feliz divulga mensalmente uma lista de necessidades que muda de acordo com a entrada de doações, logo, a cada edição do evento iremos divulgar esta lista junto à inscrição, para direcionar as doações.

  • Cada evento será aberto a 20 pessoas, por ordem de inscrição.

Mensalmente iremos publicar maiores informações sobre cada edição aqui no Blog do Instituto Inovação. Para cada tema iremos publicar um breve texto para adiantar o conteúdo a ser abordado e viabilizar uma discussão pré- e pós- evento!

Todos estão convidados a participar das discussões no Blog assim como das palestras.

8 comentários 6 de Abril de 2009 às 18:16 Mara

El primer día de EMBATE

Bogotá - Foto Bogotá

O dia amanheceu muito bonito em Bogotá, mas frio. 8:00 da manhã começaram a chegar no Tecnoparque pesquisadores e representantes de nada menos que 11 universidades de Bogotá. É realmente muito interessante conduzir um encontro como esse.

Tudo começa com um pouco de desconfiança, mas nada que os mineiros, já habituados com ela, não tirem de letra. Apresentando um pouquinho da experiência e das aprendizagens que tivemos no Brasil eles já começam a se interessar. Quando todos vão se apresentando as surpresas vão se revelando, pessoas e tecnologias muito interessantes. E assim segue por toda a manhã, que vai esquentando, em todos os sentidos…

O programa DAVINCI é um projeto da Alcaydia de Bogotá para estimular a inovação tecnológica. Nesse programa capacitações de agentes, diligências, EMBATE e outras ações ajudam a promover a cultura e “Mostrar a cara da inovação na Colômbia” como diz o Sr. Ricardo Venegas – Sub-diretor de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Esse projeto está sendo conduzido pela Inventta Colômbia em parceria com o CREAME.

O primeiro dia já serviu para perceber várias coisas sobre o cenário em Bogotá: o governo promovendo uma iniciativa integrada, maturidade de algumas instituições como o Tecnoparque (que recebeu o EMBATE, e tem atuado na promoção da inovação entre empreendedores), o potencial das tecnologias que estão sendo desenvolvidas, a experiência e empenho de alguns pesquisadores… é um cenário empolgante, onde muito ainda precisa ser feito, mas muitas pessoas estão dispostas a pôr a mão na massa.


2 comentários 11 de Fevereiro de 2009 às 13:15 Renata Horta

As artimanhas da atração…

Como se explica a atração de um homem por uma mulher? O que explica milhões de adolescente apaixonadas pelo Brad Pitt? Ou milhões de marmanjos babando pela Angelina Jolie?

brad 1 - brad 1

Não faz muito tempo vi um documentário da BBC chamado “The Science of Love”. Um dos pontos mais surpreendentes do documentário foi o resultado de uma pesquisa científica que tentava identificar quais seriam os fatores que determinavam a atração de um homem por uma mulher e vice-versa. Seriam 4 fatores:

1. Simetria. Homens procuram mulheres simetricamente perfeitas. Mulheres também buscam simetria, mas podem deixá-la de lado, caso encontre um parceiro que lhe dê segurança e/ou status.
2. Corpo de violão. É isto mesmo. Uma pesquisa revelou que a proporção quadril/cintura nas mulheres deve seguir uma proporção 0,7 , ou seja, cintura dividida pelo quadril igual ou similar a esta proporção.
3. Amar a si mesmo. Aqui não é uma questão de narcisismo ou auto-confiança. Você já percebeu que diversos casais tem aparências semelhantes? Os iguais se atraem.
4. Parecido com a mamãe/papai. Esta conclusão é surpreendente. Mulheres procuram parceiros parecidos com os pais, e homens procuram parceiras parecidas com suas mães.

Bem, todo esse papo furado é para dizer que também existem atributos que atraem empresas inovadoras para determinadas regiões. Quais seriam estes fatores de atração?

Para responder a esta pergunta o Instituto Inovação está fazendo um estudo, parte do Projeto Mineiro de Atração e Retenção de Centros de P&D, iniciativa do governo mineiro, via SECTES (Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior).

Nosso primeiro passo foi pesquisar os Brad Pitts e as Angelina Jolies do mundo, ou seja, as regiões mais atraentes e que concentram o maior número de centros de P&D no mundo.

Qual é o charme do Vale do Silício? Onde estão as belezas de Cingapura e da Coréia? Quais são as artimanhas de sedução da Austrália ou da Índia?

No total foram 12 regiões/países do mundo pesquisados. E então? Quais são os fatores que tornaram estas regiões tão atraentes?

Muito resumidamente, a resposta é a seguinte:

1. Forte integração entre universidades, empresas e governo.
2. Educação de alto nível.
3. Política governamentais de apoio a inovação.
4. Ambiente econômico, social e político propício.
5. Cultura empreendedora.

Bem, parece tudo óbvio, mas “o diabo está nos detalhes”. O estudo é bem aprofundado e revela quais foram as ações que estas regiões adotaram para serem tão atraentes.

Quem se interessar pode visitar a comunidade do projeto no Simi (Sistema Mineiro de Inovação), pode ver algumas das apresentações na biblioteca do Simi ou no Slidehare e pode responder a um questionário, contribuindo para a validação das conclusões da primeira fase do projeto.

A próxima etapa é dizer como Minas se posiciona frente a estes atributos e quais ações deveriam ser tomadas para tornar Minas um pólo de centros de P&D ainda mais atraente.

Seria fazer uma lipo, uma plástica, ou só um botox já resolve?

5 comentários 20 de Maio de 2008 às 14:08 Leonardo Lage

Innovación en Latinoamérica ¿Cómo vamos? - II

(Continuação…)

Propiedad intelectual
Todos los países visitados cuentan con políticas para la defensa de la propiedad intelectual, sin embargo algunos tienen mayor propensión a invertir en la protección de los conocimientos desarrollados, casos como el de Unicamp (Brazil), con más de 500 patentes anuales, contrastan con las 12 que tiene actualmente la Universidad de Buenos Aires. Colciencias, en Colombia co-financia la solicitud patentes de colombianos en otros países, sin embargo el volumen de solicitudes es aun bajo. Es importante anotar, sin embargo, que el verdadero indicador de innovación no esta en la cantidad de patentes solicitadas sino en el número de estas que ha sido licenciadas o desarrolladas en un spin off. No hay información al respecto.

Recurso humano
En este ítem, la diferencia es notoria entre Brasil y el resto de países de la región, solo EMBRAPA cuenta con 1200 doctores dentro de sus líneas de investigación, poco menos del 25% del total de doctores con que cuenta Colombia. Argentina ha hecho la tarea y solo el Conicet cuenta con más de 10.000 investigadores doctorados. Sin embargo la cantidad de doctores está en un gran porcentaje, vinculado a la universidad y centros de investigación públicos, el porcentaje que trabaja directamente en empresa privada es bajo.

El desarrollo de agentes que intermedien entre universidad, empresa y estado capaces de construir puentes entre mundos con objetivos, aparentemente muy diferentes, surge entonces como una “alternativa innovadora para abrir camino a la innovación”. No es una fórmula mágica ni una solución estándar a todas las economías, pero es sin duda un paso en el camino correcto.

En resumidas cuentas, el trabajo esta por hacerse, pero hay un buen punto de partida, según la Cámara de Comercio de Bogotá (Colombia), en el país una de cada 5 personas económicamente activas ha desarrollado alguna actividad de emprendimiento empresarial. Argentina, luego de consecutivas crisis políticas y económicas comienza a consolidar una economía fuerte basada en el conocimiento intentando regresar a los tiempos en que obtuvieron 3 premio nobel en ciencias. Brasil tiene casi una responsabilidad moral de llevar las riendas del desarrollo regional por el camino de la innovación; el mundo nos ha tomado ventaja pero la tortuga aun puede ganarle a la liebre.

imagem blog col - imagem blog col

Este artigo foi escrito pelo nosso colega colombiano Mauricio Reyes, que esteve conosco no mês passado em suas andanças pela América do Sul e acaba de regressar a sua terra natal. Hasta!

A posição do autor não reflete, necessariamente, a posição do Instituto Inovação.

3 comentários 14 de Março de 2008 às 09:40 Isabela

Innovación en Latinoamérica ¿Cómo vamos? - I

Decir que este es un estudio formal sería bastante pretencioso, e incluso irrespetuoso con aquellos que realmente han hecho la tarea; esta es más bien una reflexión juiciosa sobre lo visto en cuatro países de América Latina (Argentina, Colombia, Uruguay y Brasil) a lo largo de un mes de viaje y tras revisar documentos que hablan sobre su economía y modelos de innovación. Al final del artículo se incluye una tabla con algunas cifras, es importante señalar que, en cuanto a estadísticas, se pueden hallar algunos datos en relación con investigación (pesquisa,em português) y desarrollo (con un par de años de atraso), pero realmente poco sobre innovación, procesos de transferencia exitosos, patentes licenciadas, spin off… no son cifras “al alcance de la mano”.

¿Qué tan heterogénea es la región en términos de innovación? Si bien compartimos la misma problemática, cada país (de los visitados) ha afrontado el reto (desafio, em português) de forma diferente. En todos los casos la inversión (investimento, em português) en investigación y desarrollo por parte del gobierno es baja [en comparación con países más desarrollados] en relación con el PIB, y las herramientas jurídicas están en estados iniciales de desarrollo para convertirse verdaderamente en políticas de estado sobre innovación.

Apoyo gubernamental
Argentina, por ejemplo cuenta desde diciembre de 2007 con un Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación productiva, Brasil, con un Ministerio de ciencia y tecnología que desarrolla a través de entes descentralizados actividades de innovación, mientras en Uruguay los organismos gubernamentales dedicados al tema son escasos y dependen del Ministerio de Educación y Cultura; en Colombia, entre tanto, el sistema depende del Departamento de Planeación Nacional. Esta primera diferencia tiene marcada relevancia en términos de inversión y direccionamiento estratégico y por ende en los resultados posteriores.

Vinculación con la empresa
La vinculación universidad-empresa-estado ha sido identificada de forma general como la fórmula para llevar a cabo innovaciones en el sector productivo, así Argentina cuenta por ley, con UVTs (Unidades de vinculación tecnológica) y UTT (Unidades de transferencia tecnológica) en todas las universidades, sin embargo (porém, em português) la falta de una política clara de apoyo al desarrollo de Spin off no ha permitido un desarrollo empresarial profundo a partir de la investigación. Colombia, de manera informal, ha desarrollado comités regionales en el mismo sentido, su funcionamiento y continuidad dependen únicamente del sentido innovador y emprendedor de sus participantes por lo cuál solo uno de los cinco existentes (comité Antioquia) cuenta con una gestión exitosa; es de resaltar, sin embargo que el Foro Económico Mundial (weforum.org) señala los esfuerzos de vinculación universidad-empresa en Colombia como una de las mejores en América Latina. En Brasil se cuenta con sitios del gobierno como redebrasil.gov.br; en todos los casos hay desarrollo de incubadoras y parques tecnológicos, sin embargo este no ha sido, en general un mecanismo suficiente para lograr la transferencia de tecnología.

Continua…

Este artigo foi escrito pelo nosso colega colombiano Mauricio Reyes, que esteve conosco no mês passado em suas andanças pela América do Sul e acaba de regressar a sua terra natal.

A posição do autor não reflete, necessariamente, a posição do Instituto Inovação.

1 comentário 13 de Março de 2008 às 15:20 Isabela

Empreendedor Tecnológico e Empreendedor Mercadológico

Hoje em dia muito se fala em empreendedorismo, e seu conceito foi, cada vez mais, banalizado e distanciado do conceito de inovação – ao menos para o senso-comum.

No Brasil encontramos uma situação especial: nas universidades a cultura acadêmica ainda teme a movimentação de seus professores/pesquisadores em direção a esse tema. É que “a academia deve servir à ciência, e não ao mercado” e como o conceito de empreendedor está muito associado ao de empresário, as pessoas esquecem que o empreendedor também é importante em projetos sociais, na política, ciência e em tantos outros tipos de atuação da nossa sociedade.

Além disso, percebemos que existe um tipo de empreendedor que não domina os conhecimentos de mercado, mas que se destaca em seu ambiente acadêmico e gera idéias capazes de serem transformadas em inovação para a sociedade.

Por causa de toda essa discussão e do desgaste do termo, o Instituto Inovação sentiu a necessidade de utilizar o termo “Empreendedor Tecnológico”, dando destaque ao tipo de empreendedor que atua no meio científico: os pesquisadores de nossas universidades, por exemplo, que além de possuirem competência técnica alta, desejam ver suas idéias saírem dos laboratórios. A idéia de utilizar esse termo também envolve mostrar para essas pessoas que suas competências podem, e devem, ser complementadas pelo “Empreendedor Mercadológico”, esse sim, com conhecimento de mercado, finanças, marketing etc. As competências desses dois tipos de empreendedor são diferentes e complementares, como mostrado na figura.

EMPREENDEDOR - EMPREENDEDOR

Dessa forma, não temos que obrigar nossos pesquisadores a aprender contabilidade para empreender. Ao contrário, podemos ajudá-los a usar seu tempo e se dedicar ao que realmente são bons: gerar conhecimento com potencial de inovação – destacando, ainda, que isso pode acontecer via transferência de tecnologia ou geração de spin-offs.

Acredito nessa idéia e tenho visto que é pertinente, principalmente ao pensar que, no longo prazo, as empresas de base tecnológica não devem sobreviver de uma única inovação, e o grande desafio é continuar inovando. Para isso, entendo que o empreendedor de base tecnológica será melhor aproveitado, e estará mais feliz, conduzindo pesquisas e gerando novas idéias. Enquanto isso, o Empreendedor Mercadológico avalia o potencial dessas idéias frente ao mercado dando novos inputs para seu desenvolvimento, além de levá-las efetivamente para fora do laboratório. Essa dupla pode, na verdade, multiplicar o potencial de inovação tecnológica.

7 comentários 4 de Março de 2008 às 10:26 Renata Horta

Google responde: onde está a inovação no Brasil?

capa estudo 01 c - capa estudo 01 c
Em agosto do ano passado (2007), o Instituto Inovação publicou o estudo “Onde Está a Inovação no Brasil - 2007“. Um dos objetivos do estudo era responder a seguinte pergunta: “Quais as cidades mais propensas a desenvolver um projeto de inovação envolvendo empresas e centros de pesquisa?”.

Os autores do estudo levaram em consideração alguns fatores para responder a essa pegunta: número de pesquisadores por município, quantidade de patentes depositada por município, e ainda correlacionaram estes dados com indicadores como população economicamente ativa (P.E.A.), e número de empresas no município.

A resposta foi a seguinte:

“(…) as cidades com maior potencial de “Interação para a Geração de Inovações Tecnológicas” são: Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, São Carlos, São Paulo, Campinas, Porto Alegre e Florianópolis.”

Imagino que este trabalho deva ter levado dezenas de horas para ser concluído e “queimado” alguns neurônios dos autores.

Bem, resolvi testar um aplicativo do Google, chamado Google Trends. Esta ferramenta responde a freqüência em que determinado tópico foi procurado no Google ao longo do tempo, assim como em quais regiões geográficas as pessoas mais procuraram por determinado tópico.

Por exemplo, se eu pesquisar o tópico “Carnaval”, o Google me dirá que os picos de busca desta palavra se dão no início de cada ano (veja figura abaixo), e os internautas de Salvador, Recife, Vitória e Rio de Janeiro, respectivamente, são os mais interessados no tema. Mais do que lógico…

caranaval - caranaval

Resolvi pesquisar a palavra “inovação” e, em menos de 1 segundo, o Google Trends me disse que a pesquisa por esta palavra é mais frequente nas seguintes cidades respectivamente: Campinas, Florianopólis, Joinville, Caxias do Sul, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Blumenau.

Bem, à exceção de São Carlos (citada no estudo, mas não no Google), Brasília e Blumenau (citadas no Google, porém não destacadas no estudo), a correspondência foi incrível.

Cabe destacar que no estudo do Instituto Inovação, Caxias do Sul e Joinvile haviam sido destacadas como centros de “aplicação do conhecimento tecnológico”.

Em que acreditar? No estudo aprofundado do Instituto Inovação, ou na rápida pesquisa do Google Trends? Prefiro acreditar nos dois.

4 comentários 29 de Fevereiro de 2008 às 09:55 Leonardo Lage

Onde está a inovação no Brasil?

capa estudo 1 2 - capa estudo 1 2

Decidimos aproveitar o nosso novo estudo – Onde está a inovação no Brasil? (PDF) - para criarmos em definitivo um espaço para troca de informações, opiniões, teorias e, porque não, até mesmo crenças sobre a Inovação.

Como ressaltamos nas conclusões do estudo, as análises que fizemos não têm a pretensão de esgotar a discussão sobre quais são as cidades mais inovadoras e sobre as mudanças no ambiente brasileiro que podem trazer avanços nesta área. E é exatamente aqui que começamos a extensão destas discussões. Convidamos você a explorar conosco as características de sua região, as demandas e expectativas que existem em relação à inovação no Brasil e demais comentários sobre o tema.

As perguntas orientadoras já foram lançadas no próprio estudo:

• Como a estrutura de ciência e tecnologia das regiões está impactando o desenvolvimento local e nacional?

• Como a estrutura de apoio está organizada de forma a potencializar as inovações geradas ou como utilizá-las de forma a incentivar as inovações?

• Como estabelecer políticas públicas adequadas a cada “grupo de cidades” na perspectiva deste estudo? (Por exemplo: é possível fortalecer os centros de pesquisa de Caxias do Sul (RS), enquanto incentivar o entorno Industrial de Viçosa (MG)?)

• Quando reconhecido que uma região, cidade, ou empresa não é inovadora, quais referências é preciso ter em mente?

3 comentários 31 de Agosto de 2007 às 17:00 Guilherme Pereira

Nova marca, novo site!

É com enorme prazer que apresentamos no mês de junho nossa nova marca e identidade visual.

logo nova - logo nova

A nova logo buscou dar uma cara mais dinâmica para a marca, trazendo conceitos como aceleração, crescimento, agilidade, e evolução. A ponte entre ciência e mercado, que sempre marcou nossa filosofia de trabalho agora está graficamente representada em nossa marca.

Acompanhado da nova marca, apresentamos um novo site, mais bonito, inteligente e com mais conteúdo. Priorizamos as informações sobre nossos produtos e serviços e como nós os oferecemos para cada tipo de público-alvo. Os estudos e artigos que produzimos também ficaram mais fáceis de achar.

novosite - novosite

Ficou mais fácil acompanhar nossas novidades, com o uso da tecnologia RSS. Cadastrando o nosso endereço RSS em um software ou site agregador de conteúdos (feeds), você acompanha a publicação de notícias, estudos e artigos do nosso site diariamente. A maioria dos sites de notícias no Brasil e no mundo já usa essa tecnologia. Uma boa dica é cadastrar os endereços RSS dos sites de seu interesse em seu leitor e acompanhar todas as notícias ao mesmo tempo e em uma só tela.

Não poderíamos deixar de falar também deste espaço, o blog! Esperamos com ele gerar um canal de comunicação direta com colaboradores, clientes e interessados no tema da inovação no Brasil. Pretendemos nesse espaço comentar assuntos como inovação empresarial, transferência de tecnologia, legislação, experiências nacionais e internacionais, dentre outros. Fique à vontade para usar o espaço dos comentários e deixar a sua opinião!

Grande abraço!

II - Inovação

- Mais informações sobre RSS e download de programa leitor

- Site da Studium, nossa agência parceira no desenvolvimento de nosso novo site e identidade.

Adicionar comentário 22 de Junho de 2006 às 12:33 Felipe Matos

Olá!

Seja bem-vindo ao Blog do Instituto Inovação. Mais uma inovação para o entretenimento de todos que colaboram conosco.!

Nosso muito obrigado.
II - Inovação

5 comentários 21 de Março de 2006 às 19:09 admin