Modelo de negócio inovador – Ryanair

Inovação para start-ups

24 de Dezembro de 2009 às 13:46 Isabela  | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 777

Recentemente me perguntaram se pequenas empresas ou start-ups também inovam. Penso que estas empresas é a que mais inovam, inclusive se pensarmos nas interessantes maneiras que inovam em gestão. Para superar os desafios do início, o empreendedor é um inovador nato.

Não é necessário investir milhões de reais ou possuir um diferencial tecnológico complexo para ser inovador. Várias das inovações que conhecemos são simples e integram tecnologias ou plataformas já existentes. Quando olhamos os dados do IBGE, apesar de um pouco defasados, vemos que as pequenas empresas são as que mais inovam proporcionalmente ao seu bugdet. A taxa de inovação proporcional destas empresas supera os esforços das grandes.

As vezes, a flexibilidade de gestão que estas empresas possuem, principalmente no que tange ao seu processo decisório, permite um maior atrevimento (ou ousadia) no mercado. Quando possuem bons empreendedores tecnológicos em sua equipe, esta estrutura é bastante interessante para desenvolver soluções e explorar novas oportunidades. Inclusive, a tática de criar uma nova pequena empresa à partir de uma grande (spin-off empresarial) tem se mostrado uma boa estratégia para as grandes empresas.

No entanto, os empreendedores start-ups não devem se esquecer que um dos fatores críticos de sucesso de seus esforços reside na boa gestão de seu empreendimento. A tecnologia, por sí só, não resolve todos os problemas, afinal a inovação é um resultado – ou seja, precisamos gerar impacto na sociedade e capturar o seu valor.

Este texto foi escrito por Guilherme Pereira, consultor associado do Instituto Inovação, e postado originalmente aqui.

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2 Comentários Faça seu próprio

  • 1. Ulisses Marioto  |  26 de Dezembro de 2009 às 10:30

    Avaliando os motivos para empresas de menor porte, serem mais inovadores.

    Como é a estrutura de mercado em que estamos inseridos??

    Olipolista, ou seja um conglomerado de empresas do mesmo setor produtivo oferecem serviços ou bens similares, com pouca diferenciação e estabelecem o preço, muitas as vezes arbitrário já que dominam o mercado. Por não inovam radicalmente e sim apenas primoram o que já existe seja de insumos, produtos finais, ou os meios d eprodução??

    Simplesmente por já possuirem uma cadeia produtiva consolidade, imaginem substituir a borracha, ou o plastico proveniente de combustivel fossil, por biotecnologia ou nanotecnologia na Industria Automobilistica, ou subsituir o petróleo ou o “combustivel do futuro” (etanol), por ar, hidrogenio e eletricidade (que já existem e se mostram eficientes), o empreendedor que fizer isso somente vai destruir criativamente uma cadeia produtiva extensa com interesses “excusos” interno e externo as organizações, alias isso é uma visão Schumpeteriana, que o motor que alavanca o capitalismo e liquida com a monotonia do mercado de fatores-de-produção e aquele ciclico monotono e estagnado, é a capacidade dos visionários e inovadores implementar novos produtos, recursos produtivo, bens-de-capital nos setores primários e secundários da economia.

    Outro fator que coibe o impeto inovador nas grandes organizações também é o fato que quem coordena e gerencia as empresas são apenas administradores técnicos que mantem a estrutra funcionando, muitas vezes sem visão e imerso em uma estrutura burocrática estagnada, extensa e sem capacidade para relacionar com as mudanças exógenas as mesmas, não são empreendedores invadores que controlam as unidades produtivas alocadas no território nacional quiça no mundo.

    Eu, particularmente sou amante da ciência, minha area é economia, nutro em mim uma profunda admiração em cientistas do gabarito de Eric Drexler ( no qual tive grande prazer em conhecê-lo no IPT), Miguel Nicolelis e Henrique Eisi Toma, muito alem da acumulação de capital, maximização de valor, e ver as inovações como apenas negócios secundários, um meio para atingir um fim, frio e pragmático, ou apenas meio para permitir que burocratas se ocupem da máquina do Estado promovendo “inovações tecnológicas” para interesses politicos, como de lobbystas que coibem o progresso cientifico e social em nome de interesses privados que corroboram com a obsolescencia tecnológica e conservadorismo confrontando com a ciência.

    Precisamos de empreendedores sim, de pessoas que consigam coadunir fatores-de-produção que permita um salto qualitativo de nossas capacidades produtivas para que deixemos de ser uma civilização arcaica, que é o estágio que nos encontramos agora.

    É necessário que mentalidades progressistas como a minha, que consiga fazer o planejamento financeiro e estratégico, montar empreendimentos de base tecnológica para escoar todas as inovações que existem de cientistas e mentalidade progressistas, e logicamente junto com esses cientistas criar Institutos que visam o desenvolvimento da ciência, da cultura e da arte, e propiciar um antro de liberdade de ação e criação.

    Como os projetos de Miguel Nicolelis

    Muito alem do egoismo ou de status em encontros de engravatados querendo manifestar sua vaidade velada, precisamos do brilho nos olhos que vi de Eric Drexler, a paixão pelo invento e a ciência, o entusiasmo e de empreendedores de verdade visionários.

    Abraçosss

  • 2. Ulisses Marioto  |  26 de Dezembro de 2009 às 10:31

    desculpem os erros, escrevi muito rapido o texto, e nao retifiquei, por falta de tempo rsss

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